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História O Retorno a Gravity Falls - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Alooo! Mais um capítulo no dia certo.
Por favor, leiam as notas finais por que conta algo sobre os próximos capítulos da fic.
É isso, boa leitura a todos!

Capítulo 4 - Não era um simples sonho...


          ~Logo após a aparição de Bill em sua mente, Dipper começa a se perguntar se estava delirando ou se aquilo tudo era real.

Dipper P.O.V.

Tenho certeza de que aquilo não era um sonho e muito menos minha mente me pregando uma peça. Aquela visão era real, Bill está realmente vivo. Mas por que ele não atacou até agora? Por que esperou todo esse tempo para se manifestar? De uma coisa eu sei, preciso investigar esse mistério a fundo!

            ~Após isso, Dipper vai para a cozinha e prepara um pequeno lanche para comer. Assim que acaba, ele vai em direção ao antigo quarto de Stanley. Ele analisa o quarto, mas não entra. Resolve ir para o telhado da cabana, onde ele se senta e fica encarando o céu.

Dipper P.O.V.

Mal cheguei em Gravity Falls e muita coisa já aconteceu. Primeiro aquela voz misteriosa, agora descubro que era Bill. Fico me perguntando como vai ser os próximos dias. Preciso contar sobre ele para alguém, mas quem?

            ~Minutos depois, Dipper entra e vai rumo a seu quarto. Lá, ele deita em sua cama e fica pensando em alguma forma de parar o Bill. Até que ele adormece.

Sonho ON

            ????: Dipper!

            Dipper: Essa voz!? De onde está vindo?

            ????: Me ajuda Dipper, por favor!

            Dipper: Pacífica, aonde você está?

            Pacífica: Dipper! Socorro!

            Dipper: Pacífica!

                        ~Dipper vê Pacífica aprisionada em uma espécie de tubo de vidro.

            Bill: Ela não pode te ouvir Dipper.

                        ~Bill aparece em frente a Dipper

            Dipper: Bill! O que você fez com ela?

            Bill: Nada, ainda.

            Dipper: AINDA? O QUE VOCÊ VAI FAZER?

            Bill: Olha como fala comigo Dipper, a vida dela está em minhas mãos!

            Pacífica: DIPPER, ME AJUDA!

            Bill: Ela está atrapalhando nossa conversa, melhor dar um jeito nisso.

                        ~Bill estrala os dedos e Pacifica começa a ficar vermelha.

            Dipper: O que você fez com ela? O QUE VOCÊ FEZ?

            Bill: Não fiz nada com ela. Só tirei todo o ar daquele tubo.

            Dipper: VOCÊ OQUE?

            Bill: Quanto tempo será que os humanos aguentam sem oxigênio?

            Dipper: BILL, SOLTA ELA AGORA! SENÃO...

            Bill: Senão o que Dipper?

            Dipper: Senão eu... acabo com você!

            Bill: Quero ver você tentar!

                        ~Dipper começa a correr em direção a Bill, que por sua vez, estrala os dedos e faz surgir correntes que aprisionam o rapaz.

            Dipper: ME SOLTA!

            Bill: Na outra vez eu subestimei você e sua irmã. Não irei repetir o mesmo erro. Vou acabar com você de uma vez por todas. Mas primeiro, quero que veja ela morrer.

                        ~Bill aponta para o tubo aonde Pacífica está. Pacífica já estava quase desacordada.

            Dipper: NÃÃÃÃO.

            Pacífica: D-D-Dipper, me... ajuda...

                        ~Pacífica cai desacordada.

            Bill: Agora é sua vez!

                        ~Bill aponta seu indicador direito em direção a Dipper e atira um feixe de luz.

Sonho OFF

            ~Dipper acorda antes que o feixe de luz o atinja. Ele está todo ofegante por conta do susto que tomou em seu sonho.

Dipper P.O.V.

Que pesadelo horrível! Como se já não bastasse eu ficar vendo o Bill desde que cheguei, ainda tenho que sonhar com ele?!

            ~Dipper pega seu celular para olhar as horas.

Dipper: Ainda são 7:30 da manhã. Acho que não vou mais conseguir dormir, então melhor levantar logo.

            ~Dipper levanta e vai para o banheiro, onde toma um banho e escova os dentes. Após vestir sua roupa, ele desce e vai para o quarto de Mabel. Chegando lá, ele percebe que ela ainda estava dormindo.

Dipper P.O.V.

Já tem bastante tempo que ela tá dormindo. Será que tá tudo bem com ela?

            ~Nesse momento, Mabel começa a roncar alto.

Dipper: Definitivamente ela está bem.

            ~O estomago de Dipper começa a roncar de fome.

Dipper: Tá com fome né garotão? Já vamos comer algo!

            ~Dipper vai até a cozinha e procura algo pra preparar e comer. Lá ele encontra waffles congelados e resolve preparar. Em questão de alguns minutos estava pronto os waffles e Dipper estava preparando um café para acompanhar, quando então Mabel chega.

Mabel: Bom dia Dipper!

            ~Mabel estava com uma expressão de cansada e não parava de bocejar.

Dipper: Bom dia Mabel, como foi a noite?

Mabel: Foi tranquila, deu pra descansar um pouco.

Dipper: Um pouco? Você dormiu por mais de 10 horas seguidas.

Mabel: Podia ter dormido mais...

Dipper: Só você mesmo hein Mabel.

            ~Mabel vê seu irmão preparando o café.

Mabel: De onde vieram essas coisas?

Dipper: Que coisas?

Mabel: Isso!

            ~Mabel aponta para os waffles e para o café.

Dipper: Ah, eu fui ontem no mercado enquanto você estava dormindo e fiz umas compras. Já que vamos ficar 3 meses aqui, é bom termos comida né?

Mabel: Por que você não me chamou pra ir junto?

Dipper: Você estava dormindo, não queria incomodar.

Mabel: Você ao menos comprou algum doce?

Dipper: Não?!

Mabel: NÃO? COMO ASSIM NÃO DIPPER PINES?

            ~Mabel bate enfurecida na mesa. Sua cara de sono logo se tornou uma expressão de raiva.

Dipper: E-E-Eu não sabia que você queria doces.

Mabel: Pois você vai voltar lá depois e me comprar doces, eu fui clara?

Dipper: Mas por que você não vai la comprar, é bem ali o mer...

Mabel: EU FUI CLARA?

            ~Dipper olha pra sua irmã, que se aproximou dele e ficou o encarando olho a olho.

Dipper: S-Sim Mabel.

Mabel: Ótimo! Agora vamos comer.

            ~A expressão de ódio da Mabel logo se tornou um rostinho fofo.

Dipper P.O.V

Lembrete mental: Nunca, eu repito, NUNCA, esquecer de comprar algum tipo de doce pra Mabel quando for no mercado. Quando ela me encarou eu pude ver a morte me levando.

Dipper: V-vamos.

            ~Dipper, ainda assustado com o que acabou de acontecer, pega os waffles e coloca sobre a mesa. Mabel, pra ajudar o irmão, pegou duas xícaras e colocou café. Os dois sentaram-se e começaram a comer.

Mabel: Dipper.

Dipper: Fala.

Mabel: Desculpa se eu fui meio grossa com você. Não queria explodir desse jeito. É que eu realmente quero doce.

Dipper: Ta tudo bem Mabel, sério. Não precisa se preocupar.

Mabel: Se você está dizendo, eu acredito.

            ~Nesse momento, Dipper lembra das coisas que tinham acontecido na noite anterior em relação ao Bill.

Dipper: Er, Mabel!?

Mabel: O que foi Dipper?

Dipper: Eu queria te contar um negócio.

Mabel: Pode contar, estou ouvindo!

            ~Dipper pensa, respira fundo e então diz.

Dipper: Eu encontrei a Wendy ontem.

~Dipper achou melhor ainda não contar para a sua irmã sobre o Bill, pois ele achou que isso poderia estragar a viagem deles.

Mabel: SÉRIO? AONDE?

Dipper: No mercado, quando fui fazer as compras.

Mabel: Que legal. Aí você ficou todo vermelho quando a viu?

Dipper: Vermelho?

Mabel: É Dipper. Quando você vê alguém que está gostando, você mais cedo ou mais tarde acaba ficando com o rosto todo vermelho. E quando fazem algo tipo ficar se encarando muito ou encostar as mãos um no outro sem querer, você vira o rosto rapidamente e fica em silêncio sem saber o que dizer!

Dipper: Em primeiro lugar, isso é mentira. E mesmo que eu faça isso, muitas pessoas fazem o mesmo sem sentir atração por outra pessoa. E se for esse o meu caso?

Mabel: Não, eu te conheço maninho. As outras pessoas podem ter um significado diferente, mas você eu sei que é realmente paixão.

Dipper: Isso que você está fazendo é caluniar a minha pessoa. Está inventando mentiras. E em segundo lugar, eu não sou apaixonado pela Wendy!

Mabel: Sério?

Dipper: Não mais!

Mabel: Conta outra Dipper. Você disse a mesma coisa várias vezes enquanto estávamos aqui pela primeira vez. E sempre você mesmo se entregava dizendo que ainda sentia algo por ela.

Dipper: Dessa vez é diferente. Já se passaram 4 anos desde que viemos aqui pela primeira vez. As coisas mudaram. Ela mudou, eu mudei!

Mabel: Existem coisas que nunca vão mudar Dipper. Você gostar da Wendy é uma delas.

            ~Mabel termina seu café, levanta da mesa e coloca o prato e o copo na pia.

Dipper: Aonde você vai?

Mabel: Essa conversa já acabou, eu estou certa e você sabe. Não tem por que ficarmos aqui gastando nossa saliva com você tentando inventar uma história pra me enganar sobre o que você sente pela Wendy. Agora se me dá licença, vou para o meu quarto!

            ~Mabel saí, mas volta rapidamente.

Mabel: E não esquece meu doce,

            ~Mabel saí novamente

Dipper P.O.V.

Tenho que admitir, a garota sabe como colocar o seu ponto. Pena que dessa vez ela estava errada. E toda essa conversa só pra não contar do Bill pra ela..., mas foi melhor assim, não quero envolver ela por agora. Quando eu tiver certeza do que está acontecendo eu conto pra Mabel. Mas até lá, vou tentar ao máximo evitar para que ela não descubra.

            ~Dipper pega seu prato e leva até a pia. Lá ele lava toda a louça que estava suja. Após terminar, Dipper sobe para seu quarto e fica deitado na cama pensando. Até que alguns minutos depois, Mabel aparece na porta de seu quarto.

Mabel: Dipper, eu vou lá pra casa da Candy.

Dipper: Fazer o que lá?

Mabel: Vou me encontrar com ela e com a Grenda.

Dipper: Tem que ser agora?

Mabel: Quanto mais cedo melhor! Já fazem 4 anos que não nos vemos, então temos muito assunto pra colocar em dia. Então é bem provável que demore BASTANTE.

Dipper: Tudo bem né, não tem como eu te impedir nem se eu quisesse.

Mabel: Isso mesmo. Agora fui maninho, senão me atraso.

            ~Mabel sai correndo antes mesmo que Dipper consiga se despedir.

Dipper: Er... tchau né!?

Dipper P.O.V.

Vou aproveitar que a Mabel saiu e dar uma vasculhada no antigo laboratório do Ford. Provavelmente deve ter algo lá sobre o Bill que possa me ajudar a entender o que está acontecendo.

            ~Dipper desce e vai até a máquina de salgadinhos da Cabana. Após ele digitar a sequência, uma passagem secreta se abre.

Dipper: Parece que o Ford ainda não mudou a senha daqui.

            ~Entrando na passagem e no elevador, Dipper chega em instantes no laboratório do Ford. Ele vasculha a sala toda e acaba achando algo que ele nem sabia mais que existia.

Dipper: Não acredito, os diários estão aqui!

            ~Dipper pega o Diário 3 e começa a lembrar do verão que ele era seu “dono”.

Dipper: Mas como que isso veio parar aqui? Pensei que o Bill tivesse destruído todos no Estranhagedon. Talvez se eu folhear eu encontro alguma anotação nova do Ford.

            ~Dipper folheia o diário em busca de respostas.

Dipper: Vejamos: Zumbis... Fantasmas... Duembretes... Gnomos... Ah, achei! O Ford realmente escreveu algo aqui depois.

            ~Dipper começa a ler as anotações de Ford.

“Não sei como esses diários estão intactos. Meu sobrinho Dipper havia dito que eles foram queimados pelo Bill enquanto ele estava destruindo a cidade. Já olhei cada um dos três diários e são realmente os meus com as minhas anotações. Pra isso ter acontecido, só temos duas explicações possíveis: Ou eles se reintegraram depois que derrotamos o Bill, ou ele manipulou esses diários para nos enganar. Se isso aconteceu, significa que ele sobreviveu. Não tenho certeza da segunda opção, mas eventos misteriosos começaram a acontecer ao redor do planeta desde que o Estranhagedon acabou. Irei investigar junto ao meu irmão Stanley a veracidade disso. Deixarei meu amigo Fiddleford cuidado da cidade enquanto estaremos fora.”

Dipper: Então nem o Ford soube dizer o que está acontecendo. Eu preciso da ajuda de alguém, já sei com quem eu vou falar.

            ~Enquanto Dipper tentava descobrir o que estava acontecendo, Mabel, que não tinha noção nenhuma do que se passava com seu irmão, estava indo para o encontro das suas melhores amigas. Até que ela chega lá e vai rumo a porta, mas antes que tivesse tempo de bater nela, Candy desesperadamente abre a porta e abraça a Mabel.

Candy: MABEL, QUANTO TEMPO

Mabel: CANDY!

            ~Grenda sai da casa da Candy e abraça as duas.

Grenda: AAAAA MABEL!

            ~As três começam a gritar sem parar de felicidade. Até que muito tempo depois elas param.

Mabel: Nossa, como eu tava com saudades de vocês duas.

Candy: Nem me fale! Eu estava morrendo de saudades de você!

Grenda: Grenda também estava com saudades de você!

Mabel: A gente tem tanta coisa pra conversar que acho que nem dá tempo de terminarmos hoje.

Candy: Não tem problema se não der tempo de terminarmos nosso papo hoje.

Mabel: Você não está dizendo que...

Grenda: Ah, ela está sim!

Candy, Grenda e Mabel: VAMOS PEDIR PIZZA E FAZER UMA NOITE DO PIJAMA!

            ~As três começam a pular e gritar de felicidade.

Mabel: A gente poderia ficar a noite toda vendo filmes.

Grenda: Ou a gente poderia escutar todas as músicas do Sev’ral Timez sem parar.

Candy: Ou melhor, a gente poderia assistir os filmes do Sev’ral Timez.

            ~As três novamente pulam e gritam sem parar.

Candy: Vamos entrar senão a gente nunca vai conversar.

Grenda: Menina tenho tanta coisa pra te falar que aconteceu aqui.

Mabel: Tenho tanta coisa sobre a Califórnia também.

            ~As meninas entram na casa da Candy e fecham a porta. Enquanto isso, Dipper estava indo para um antigo lugar que ele fora no passado.

Dipper P.O.V.

Eu tenho que ir naquele lugar, mesmo o repudiando com todas as minhas forças. Mas nem sei se quem eu quero encontrar vai estar lá mesmo. Mas antes, vou passar em um lugar.

            ~Dipper continua sua caminhada, até que ele chega no Greasy’s Diner. Ao entrar pela porta, a campainha toca.

Lazy Susan: Bom dia querido, em que posso te ajudar?

Dipper: Er, a Pacífica está?

Lazy Susan: Um instante, eu vou chamar.

            ~Lazy Susan entra na cozinha gritando por Pacífica.

Dipper: Pela altura do grito, até quem estava lá fora escutou.

            ~Alguns segundos depois, Lazy Susan volta.

Lazy Susan: Queira me desculpar, mas estamos sem leite desnatado.

Dipper: O-oi?

Lazy Susan: Uai, não era você que queria o leite desnatado?

Dipper: N-não, eu queria falar com a Pacífica, você foi la dentro chamar ela pra mim, lembra?

Lazy Susan: Ah sim, era isso. Ela não veio hoje.

Dipper P.O.V.

Ela realmente não mudou nada nesses últimos 4 anos. Continua a mesma esquecida de sempre, nem sei por que me surpreendi quando ela falou do leite.

Dipper: Poxa, mas tudo bem.

Lazy Susan: Era só isso mesmo?

Dipper: Bom, já que estou aqui, me vê um café com leite pra viagem.

Lazy Susan: Leite normal ou desnatado?

Dipper: Er... normal?

Lazy Susan: Tudo bem.

            ~Lazy Susan volta para a cozinha. Pouquíssimo tempo depois ela retorna com o café.

Lazy Susan: Aqui está, é um dólar.

Dipper: Aqui.

            ~Dipper entrega o dinheiro e pega o café. Logo em seguida agradece e sai rumo ao seu destino original.

Dipper P.O.V.

Poxa, a Pacífica não estava aqui. Queria perguntar um negócio pra ela.

            ~Dipper olha pra cima e vê o tempo ficando nublado.

Dipper: Melhor eu me apressar, não quero me molhar muito.

            ~Dipper começa a andar mais depressa, até que, aproximadamente 10 minutos depois, ele chega ao portão de entrada do local.

Dipper: Finalmente cheguei...

            ~Dipper olha para cima e se depara com...

Dipper: ... a antiga mansão Northwest!

            ~Nesse momento, um trovão cai no fundo.


Notas Finais


Aviso curto aqui galera: Provavelmente, próximo capítulo não irá sair na sexta feira devido a minha faculdade ser a noite. Tentarei trazer o capítulo nos sábados agora por conta disso, espero que não afete na leitura de vocês.
E claro, agradeço sempre por todos que leem a fanfic e aos que interagem com ela também. É por conta disso que eu busco sempre trazer um capítulo melhor a cada dia :3


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