História O Retorno de Circus Baby's Pizza - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Five Nights at Freddy's
Personagens Ballora, Bidybab, Bonnie Hand Puppet (Bonbon), Circus Baby, Ennard, Funtime Foxy, Funtime Freddy, Minireena 1, Minireena 2, Phone Guy
Tags Baby, Ballora, Circus, Ennard, Fnaf, Funtime, Sister Location
Visualizações 22
Palavras 1.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo pessoal. Eu não sei se vocês estão gostando. O capitulo anterior foi apenas uma introdução e foi curto por tal razão. Espero que gostem.

Capítulo 2 - Chegaram! A Busca pelo Gerador em Meio a Escuridão


Fanfic / Fanfiction O Retorno de Circus Baby's Pizza - Capítulo 2 - Chegaram! A Busca pelo Gerador em Meio a Escuridão

Entraram. Todos ofegantes e ainda com grande ansiedade, com um leve pensamento de que não deveriam ter entrado ali. Mas a curiosidade tornou isso um caminho sem volta. Se perguntavam se variar a rotina monótona era algo legal? Algo “maneiro”? Principalmente em um local como aquele? Pensamentos a parte, hora de concentrarem-se e olhar o redor.

- Que porra! Não dá para enxergar nada! – Exclamou Kale já desconfortável com tal fato. Já era algo comum ela se irritar por qualquer coisa sem motivo, mas, desta vez ela possui certa razão. Algo poderia estar a centímetros de seu rosto e provavelmente ninguém perceberia. Ali, se refugiando na escuridão poderiam estar verdadeiros “demônios”.

- Como eu sugeri hoje de manhã. Deveríamos ter pego lanternas. Eu fui idiota de ter acreditado que vocês teriam pegado e, por isso, acabei nem pegando a minha também. ­­– Falou Jeremy frustrado. Ele é conhecido por ser o organizado do grupo, sempre tendo a mão itens necessários para todas as ocasiões. Jamais deixou algo por conta própria dos amigos, já sabendo que eles não são do tipo que se preocupam com tudo. Desta vez, foi ele que esqueceu. O fator principal foi o nervosismo assombrando-o naquela manhã, horas antes de partirem.

- Sem exageros Jeremy. Todo mundo acaba cometendo alguma bobeira em uma hora que não deveria. Mas isso não chega a ser um problema. Provavelmente o gerador de energia deve estar desligado então, irei procura-lo. Deve estar lá fora e enquanto eu procuro, se acalmem e fiquem aqui até eu voltar. – Pronunciou Félix enquanto já estava voltando para fora. Até chegava a ser agradável a noite, com uma leve brisa e o brilho da lua facilitando a Félix se locomover meio ao escuro. Andou cerca de 5 minutos e parou. Não parou porque achou o gerador. Algo parecia estar caminhando junto com ele. Começou a andar novamente em um ritmo acelerado, constantemente olhando para trás. Mas ninguém ou “coisa” alguma estava seguindo-o. Era sua mente lhe pregando peças. O medo era o que lhe seguia. Após meia hora caminhando, parou novamente. Achou um pequeno edifício com uma única porta.

- Deve ser a passagem que irá me levar ao gerador. Mas agora que caiu a ficha: Nunca foi uma boa ideia ter vindo a este local maldito! Porque concordei com essa droga? – Pensou.

Ao se aproximar notou que a porta estava entreaberta, revelando estar arrombada. Foi uma grande sorte, pois ali possuía um pequeno monitor, o qual deveria ser necessária uma senha ou cartão de acesso. Félix sentiu uma gota de alivio que rapidamente se passou ao revelar uma descida sem fonte de luz alguma. Mesmo deixando a entrada aberta, os raios da lua não iluminavam ali. Seu rosto estava molhado de suor frio. Ele não queria aceitar que estava com medo do escuro. Mas não é uma boa hora se preocupar com o medo. Félix NECESSITA ignorá-lo!

- T-tá! Você veio até aqui, consegue com toda certeza descer esses degraus! – Disse Félix para si mesmo.

Tomou fôlego e começou a descer, apoiando-se no corrimão para não cair. Desceu...desceu...desceu...desceu... - Merda! – Gritou em seu pensamento, já que não conseguia falar em meio as trevas. Continuou descendo até chegar ao fim da escada. No fim do corredor, um leve brilho que parecia uma lâmpada falha emana dali. Caminhou até lá. Na curva ele travou...algo está ali diante dele. Não é humano. Olhos azuis brilhantes encaravam Félix parecendo estar consumindo sua alma. A “coisa”, após cinco segundos (que para Felix foram os mais longos de sua vida) rapidamente entrou em uma entrada de tubulação e sumiu. Félix caiu de joelhos, não sabendo se sentia alivio pelo ser ter ido embora ou tensão pelo fato de Félix e seus amigos não estarem sozinhos. Mas eles não tinham essa noção? Esqueceram que robôs ali habitam? Estupidez... Félix se esqueceu de não estarem sozinhos desde que foi a procura do gerador. Justamente, era o que estava diante de seus olhos, que não queriam fechar para garantir que nada surgiria de surpresa. Se levantou e, cambaleando se aproximou do gerador. O brilho que inicialmente viu no corredor, era de um cabo de eletricidade que estava desconectado do mesmo.

- Tudo bem ...esqueça aquilo. Vejamos.... Ah! O problema quase óbvio é que, o gerador perdeu o fio de eletricidade principal. Só necessito reconectar o cabo de volta a esse gerador- Falou para si novamente. Tirou sua blusa (o deixou mais confortável para pegar o cabo) e com ela pegou o cabo e o conectou novamente.  Recolocou sua blusa, e conforme voltava até a “superfície” pensou – “Aquilo” deve ter arrancado a fonte. Nos observou desde que chegamos e fez isso... está nos testando. Só pode ser isso-.

Lá fora respirou aliviado. Seu coração ainda batia violentamente enquanto a adrenalina corre pelas veias. A imagem do ser ainda estava na sua mente. Aqueles... olhos. Após meia hora, retornou ao grupo. A entrada estava iluminada. Quando se aproximou dos amigos foi recebido por um tapa de Kale.
-Seu cretino!! Como pode sair assim?! Ainda mais que não sabemos o que está por aí, devemos ficar juntos! - Gritou Kale com raiva, e após isso abraçou Félix. Chegou a chorar pelo alivio de ver o amigo novamente.

- Nos ajudou muito fazendo isso, mas não custava irmos juntos, né? Lembre-se disso na próxima e não banque o valente. – Falou Eric, também aliviado por rever Félix. E então, Félix contou a todos o que aconteceu e o que viu quando foi em busca do gerador.
- Félix, agora que está aqui, posso contar o que eu fui ver na sua ausência. – Disse Jeremy, com desgosto em sua voz.
- A julgar pelo seu tom, é bomba.- Falou Félix, se preparando para o que irá ouvir.
- Bom, assim que você saiu, resolvi ir dar uma olhada pelo local em que entramos, e estranhamente... está barrada novamente!  A brecha de falha elétrica foi corrigida. Eu não sei o que aconteceu, agora não sei como sairemos dessa droga de lugar.- Contou Jeremy aparentando estar nervoso. Félix e os outros ficaram à deriva em um oceano de dúvidas. Mas eles mal chegaram, então focaram novamente em exploração no local. Agora que o gerador foi ligado, um problema se foi... um dos problemas se foi. Respirem fundo. Eles apenas estão na superfície de um profundo abismo. 

 


Notas Finais


O começo desta exploração ainda está por vir. Reparei que estão lendo, mas não sei se estão gostando ou não, até porque ninguém comenta. Não estou obrigando ninguém a nada, mas os comentários iram me ajudar, vocês dando sua avaliação ou até ideias do que poderá acontecer, e também pode ajudar a melhorar o desempenho da historia. Obrigado e até a próxima.


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