História O sabor do pecado - Capítulo 33


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Categorias Lucifer, Once Upon a Time, Orange Is the New Black, Senhora do Destino
Personagens Alice, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Chloe Decker, Cora (Mills), Cruella De Vil, Daniel, David Nolan (Príncipe Encantado), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lilith "Lily" Page, Lucifer Morningstar, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Nazaré Tedesco, Neal Cassidy (Baelfire), Princesa Aurora, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Vovó (Granny), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Amor, Comedia, Drama, Gay, Hot, Lesbicas, Lgbt, Mistério, Ouat, Romance, Sexo, Sexshop, Sextoys
Visualizações 1.165
Palavras 2.950
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Qual será a reação de David?

Capítulo 33 - Só consigo pensar em você!


Fanfic / Fanfiction O sabor do pecado - Capítulo 33 - Só consigo pensar em você!

Minha mente

Nem sempre tão lúcida

É fértil e me deu a voz

Minha mente

Nem sempre tão lúcida

Fez ela se afastar

Mas ela vai voltar”

David não estava preparado para ouvir aquela confissão, não assim sem uma prévia preparação. Sentou-se no sofá abafando o choro, sentia todo o seu corpo tremer e tentava recuperar-se do choque. Emma sentia-se ainda mais sem chão com a reação do pai, mas não sentiu nenhum tipo de arrependimento por ter falado, sabia que estaria sozinha sem o apoio dele, mas nada mais importava, estava cansada de viver daquela forma.

David limpou as lágrimas e tentou colocar a cabeça no lugar. Refletiu sobre várias coisas, soltou o ar dos pulmões e olhou em direção a filha. Ao sentir que ela estava desolada, percebeu que ele deveria estar ao lado dela e não contra ela. Não fora fácil ouvir aquilo, David sempre lidou com esse tipo de assunto, mas era fácil até chegar a sua vez de encarar aquela situação. Sempre foi um bom historiador, sempre lidou com alunos homossexuais, mas nunca esperou que isso fosse acontecer com ele e Emma.

- Sente aqui. - estendeu a mão para a filha que estava sentada no chão. - Vamos conversar. - pediu David.

Emma não tinha mais estruturas psicológicas para mais um sermão e muito menos para ser rejeitada por mais outra pessoa que ama, sentou-se ao lado do pai temendo o que ele falaria, o que ele faria depois de tudo que ela contou.

- Emma, eu… Eu te amo, você é a minha filha e nunca deixará de ser! - disse David abraçando-a.

A loira não esperava por ouvir aquilo, emocionou-se com as palavras do pai e fora como se pudesse respirar aliviada, o abraçou forte e deixou que suas lágrimas rolassem até sentir-se melhor. David permaneceu ali tentando ser forte, tentando não desabar junto com Emma, ele sabia que o melhor a se fazer era apoiá-la e que isso era parte do que sua filha era e tinha certeza de que Mary Margaret viraria as costas para a própria filha. O homem sentia-se no dever de ser alguém melhor para Emma, não pretendia em momento algum igualar-se a Mary.

- Nada mudou entre nós, meu amor. - disse David acariciando os cabelos da filha.

- Eu te amo, pai. - disse Emma com a voz embargada.

- Ser pai é aceitar os desafios que nossos filhos nos apresentam todos os dias e você tem o meu apoio. - disse David olhando nos olhos de Emma que mal acreditava que ao menos o pai estava com ela. - Confesso que foi uma surpresa, eu não estava pronto, mas saiba que pode contar comigo para tudo que precisar. - completou David beijando a testa de Emma.

- Obrigada, obrigada, pai! Minha mãe surtou, disse coisas horríveis e eu saí de casa… - contou Emma emocionada.

- Eu não sou sua mãe! Ela não sabe lidar com as diferenças, não compreende que as pessoas não são iguais, mas um dia ela se arrependerá por isso. - disse David confortando a filha.

Emma deitou a cabeça no colo dele e ali permaneceu em silêncio por alguns minutos. David acariciava o rosto da filha e já estava mais calmo, tentando manter-se forte, pois sabia que Emma não estava nada bem.

- Eu a perdi, pai… - disse com a voz embargada.

- Mary? - perguntou David.

- Regina… - respondeu.

- Regina? Aquela moça que estava… - perguntou David lembrando-se.

- Sim, ela era minha namorada, mas eu fui muito idiota e a perdi. - disse Emma sentindo seu coração abafado.

- Por que a perdeu? - perguntou David tentando entender.

- Eu a amo e escondi de todos isso, ela se sentia mal com esse meu comportamento… Deixei que tudo desmoronasse e eu não sei o que fazer para reconquistá-la. - desabafou.

Ela não é

Do tipo de mulher

Que se entrega na primeira

Mas melhora na segunda

E o paraíso é na terceira

Ela tem força

Ela tem sensibilidade

Ela é guerreira

Ela é uma deusa

Ela é mulher de verdade

- A gente não escolhe a quem amar, Emma, é impossível! Esse sentimento a gente só encontra uma vez na vida, não deixe essa oportunidade escapar, filha. - aconselhou. - Você está na casa de quem? - perguntou David.

- Lily…

- Fique aqui comigo, vamos pegar as suas coisas. - pediu.

Emma estava totalmente sem ânimo de ir a algum lugar, não tinha forças.

- Deixa pra amanhã. - respondeu com a voz fraca.

Conversaram por mais algum tempo, Emma contou toda a sua história com Regina e David a aconselhou a lutar pelo seu amor. Levantou-se para organizar algumas coisas e preparou o jantar. A loira sentia como se o tempo estivesse congelado e que nada ao seu redor fazia sentido. Por um lado estava feliz por ao menos David estar ao seu lado, mas nada apagava o fato de ter dado tudo errado com Regina. Nem ao menos comer conseguiu, nada descia em seu estômago e ali passou a noite.

No dia seguinte Emma acordou decidida a falar com Regina. Foi até a Sex Shop e a procurou em sua sala. Regina estava tendo um dia difícil, sua cabeça latejava devido a noite mal dormida, seus olhos estavam inchados e tentava distrair-se com o trabalho para não ter mais que pensar em uma certa loira que a deixava louca. Saiu pelo corredor e deparou-se com Emma, no mesmo instante deu meia volta batendo a porta na cara dela.

- Regina, espera! - pediu Emma apressando o passo.

Parou no batente da porta, encostou a cabeça e soltou o ar dos pulmões. Regina encostou-se ali como se quisesse impedir a passagem, vê-la não fora nada fácil, lembrou-se de todas as vezes que Emma entrava ali para abraçá-la e a vontade de voltar no tempo apertou em seu coração, sentia falta daquele toque e daquele lindo sorriso que a loira tinha, não estava pronta para encará-la novamente. Deixou o seu corpo descer lentamente até sentar-se encostada na porta, abraçou seus joelhos e sentia o seu coração transbordar em lágrimas.

- Regina, não faça isso comigo, eu preciso vê-la. - pediu Emma na esperança de conseguir convencê-la.

Emma não quis procurá-la em casa, pois sabia que a morena não a receberia e o local de trabalho seria o mais fácil de abordá-la, mas enganou-se. O silêncio de Regina era pior do que as palavras que Mary Margaret havia dito na noite anterior.

- Vá embora! Deus sabe o quanto que eu queria que a gente desse certo, mas eu desisto… - disse Regina sentindo um nó amarrar a sua garganta ao ouvir-se.

- Me escuta pelo menos...Você, Regina Mills, foi a única que despertou em mim a coragem e a vontade incontrolável de descobrir o que é o amor de uma mulher… - disse Emma com a voz embargada.

- Você é a companhia que mais desejei para mim, Emma. Nenhum perfume será melhor do que o seu, eu sei que vai doer e que a saudade só vai aumentar, mas não dá mais para nós. - respondeu Regina com a voz fraca.

Aquelas palavras fizeram Emma odiar-se ainda mais, arrepender-se de tudo que havia feito e tinha total consciência de seu erro.

- Regina, desde o primeiro dia que a vi, eu tive certeza de que você é a mulher da minha vida. – desabafou tentando prender o choro. - Não desistirei de você… Nós seremos muito felizes ainda, você vai ver… - completou convencendo a si mesma de que aquilo em breve aconteceria.

A morena nada respondeu, apenas sentiu aquelas palavras pesando ainda mais em seu coração. Emma seguiu o seu caminho e deparou-se com August, passou direto e logo sentiu um braço puxá-la para trás com certa força.

- Ela te deixou, não é? - perguntou o rapaz encarando-a.

- Eu não quero falar com você! - respondeu Emma puxando o braço com certa violência.

- Emma, vem cá. Você merece alguém melhor, que a faça sentir uma mulher de verdade. - disse August pressionando-a contra a parede.

- Mulher de verdade? Isso eu sou sem precisar da sua ajuda! Aliás, August, chega dessa obsessão por mim, você precisa se tratar! - disse Emma empurrando-o e saindo logo em seguida.

Zelena estava distante, distraída e com o olhar entristecido por mais uma vez não ter tido sorte no amor. Fiona a observou o dia todo e estava com a língua coçando para cutucá-la.

- Cadê a mulher maravilhosa que a fez tão feliz? - perguntou com um sorriso cínico.

- Vai se fuder! - respondeu Zelena esbarrando no ombro de Fiona.

- Algum problema? - perguntou Regina flagrando a cena ao descer.

- Nada! São as implicâncias de sempre. - respondeu Zelena.

Regina soltou o ar dos pulmões e ignorou completamente a existência de Fiona, estava sem humor nenhum para discutir com aquela mulher. Organizou algumas coisas e ainda estava com o pensamento distante.

Killian estava adorando o figurino de Regina, um decote enorme e um vestido vermelho, o rapaz tinha bom gosto para roupas femininas e adorava o modo como a chefe se vestia.

- Uau! Nossa… Regina, está tão sexy quanto a Paola Bracho! Rum, rum, rum, rumm! - disse cantarolando a vinheta da novela A Usurpadora.

A morena soltou o ar dos pulmões.

- É, mas por dentro estou só a Paulina Martins! - respondeu deprimida.

- Ai! Que horror! Se anima, mulher! - disse Killian completamente solto.

- Você parece bem, está namorando? - perguntou Regina curiosa.

Killian mostrou a aliança no dedo direito.

- Noivo. Arthur Garrigan! - suspirou o rapaz.- Hum! Parabéns... Queria eu estar com essa sorte toda no amor! - disse Regina dando as costas e deixando Killian intrigado.

O dia passou, mas a sua vontade de sumir não. Regina seguiu para um bar que estava frequentando ultimamente e sentou-se no balcão. Pediu um Whisky duplo, puro e começou a apreciar o sabor daquele líquido viciante na tentativa de entorpecer a sua mente e seu coração. Estava ali para esquecer ao menos por alguns instantes de Emma e de sua dor, mas quando menos esperava, iniciou uma melodia que muito conhecia e que a fez transbordar em lágrimas já em seu início. Photograph tocava e isso só a lembrava de um dos momentos que mais guardava com carinho em seu coração, quando tocou e cantou com Emma e ali percebeu que estava perdidamente apaixonada pela loira. Era incrível como o universo conspirava ao contrário de sua vontade.

“Amar pode doer

Amar pode doer às vezes

Mas é a única coisa que eu sei

Quando fica difícil

Você sabe que pode ficar difícil às vezes

É a única coisa que nos mantém vivos...”

- Isso, Regina, procure uma forma de esquecer a pessoa e falhe miseravelmente! - disse em voz alta para si mesma com a voz embargada e arqueando uma sobrancelha.

A melodia continuava a tocar, Regina tinha certeza de que era a música mais linda que já havia ouvido e sabia que nenhuma outra seria capaz de tocá-la tão profundamente quanto aquela. Tomou outros dois goles de sua bebida e permaneceu com o pensamento fixo em Emma.

- Bosta de música! - exclamou culpando-se por pensar tanto ainda na loira.

Presa em seus devaneios e suas bebedices, mal percebia quem estava ao seu redor e isso não a importava. Estava com os olhos fechados e sentiu um perfume de uma rosa em seu nariz, fazendo-a olhar imediatamente para descobrir do que se travava.

- Ruby? - assustou-se com a presença da moça que mantinha um sorriso lindo.

- Boa noite, amor! Como está? - perguntou sentando-se na cadeira ao lado.

Regina soltou o ar dos pulmões.

- Sobrevivendo. - respondeu quase sem ânimo. - Me desculpe, acho que não serei uma boa companhia hoje… - completou olhando para o copo.

- Não se preocupe, você é uma boa companhia com qualquer humor para mim. - disse Ruby sorrindo.

- Como sabia que eu estava aqui? - perguntou Regina curiosa.

- Não sabia. - respondeu.

- Mas e a rosa? - perguntou Regina sentindo o perfume daquela flor novamente.

Ruby mordeu o lábio inferior.

- Vim para beber igual a você. Quando entrei, a vi e voltei lá fora e cortei uma para você. - respondeu tocando na coxa da morena. - No jardim do bar… - completou.

- Obrigada, é linda! - respondeu Regina.

- O que faz aqui sozinha? - perguntou Ruby.

Regina respirou fundo novamente.

- Beber… Ela foi atrás de mim hoje e eu fugi porque toda vez que a vejo, meu coração estremece e não posso tê-la. - respondeu Regina com os olhos marejados.

- Emma… - disse Ruby soltando o ar dos pulmões com um olhar triste.

- Desculpe, não era pra falar disso com você! - respondeu Regina tomando outro gole de sua bebida.

- Não tem problema, pode desabar… - disse Ruby arrependendo-se em seguida.

Regina precisava falar tudo que estava engasgado e continuou.

- Parece que toda vez que está próximo de ficarmos juntas e felizes, o universo conspira contra… - soprou uma mecha de seu cabelo que estava em sua boca. - Eu a amo! Mas não posso aceitar que as coisas sejam feitas de qualquer maneira, nada feito de qualquer maneira termina bem. - disse limpando uma lágrima solitária que escorria em seu rosto.

- Tem razão, não pode dar certo assim. Amor é construído por sacrifícios de ambos os lados e precisa de reciprocidade sempre, do contrário, não dará certo. - disse Ruby tocando na mão de Regina e acariciando-a.

- Quando você está com uma pessoa, você quer vê-la feliz e quer ficar feliz por isso, mas viver em uma constante opressão não dá! - desabafou Regina permitindo que Ruby tocasse em sua mão.

- Eu sei, Regina. Você tem toda razão, talvez você mereça alguém que te dê valor e que não a faça sofrer. - disse Ruby encostando o rosto no de Regina.

- Emma nunca se relacionou com mulher antes e nem eu. Fui casada com um homem, mas a minha mente é bem mais aberta porque fui criada por duas mulheres. Emma se repreende tanto, acaba tapando os olhos e não enxerga nada com clareza. - disse Regina aconchegando-se em Ruby. - Eu achei que talvez ela precisasse de um incentivo para ter coragem de enfrentar os obstáculos e se impor pelo que ela realmente quer, mas não rolou… - completou Regina oferecendo uma bebida para Ruby.

Ruby a ouvia atentamente, mas sentia-se mal por ver Regina tão apaixonada por Emma, parecia cada vez mais impossível conquistá-la, mas a deixou falar.

- O que mais me magoou foi ela ter preferido se afastar do que lutar por isso...Ela não quis lutar por mim! - disse Regina sentindo-se mais para baixo do que já estava.

- Você sabe que eu sou muito apaixonada por você e desejo com todas as minhas forças que seja feliz. É inevitável sentir ciúmes da forma como você a ama e a venera, sinto inveja de Emma. Você a ama tanto que nem sobra espaço para outra pessoa. - disse Ruby acariciando as mãos de Regina novamente.

- Eu não queria fazê-la sentir-se assim… - explicou Regina.

- Mas eu juro que quero vê-la bem e que se Emma for o seu caminho, vocês se encontrarão de qualquer forma… Mesmo que no fundo eu queira que fique livre para mim! Meu eu apaixonado quer ter uma chance com você. - disse Ruby rindo de si mesma e provocando o riso de Regina.

- Sabe o que eu gosto em você? A sua sinceridade! - disse Regina já alterada.

O seu estômago estava extremamente vazio. Toda aquela situação a deprimia de tal forma que justificava a sua falta de apetite. Aquela atitude, fazia com que embriaga-se mais rápido e ficasse cada vez mais inconstante.

Ruby ri e a abraça acariciando as suas costas.

- Se você se sentir carente, eu estou aqui, posso te fazer companhia para o que quiser. - insinuou.

- Eu não gosto de brincar com os sentimentos das pessoas, não consigo me envolver com ninguém estando apaixonada… - disse Regina sem soltá-la.

- Não me importo, eu sei que você a ama, mas eu não me importaria de ficar ao menos um pouco com você. - sussurrou Ruby.

- Você é boa para convencer as pessoas. - disse Regina rindo e desprendendo-se do abraço, ficando próxima a boca de Ruby e quase beijando-a.

Emma digitou uma mensagem em seu celular e enviou para Regina, torcia para que ela logo lesse.

“Regina, não se esqueça da minha formatura. Você é a pessoa mais importante que desejo ver neste dia. Sem você lá não terá o mesmo significado, eu sei que ainda estamos distantes, mas por favor, não me deixe sozinha neste momento. Eu te amo!”

Zelena estava tão desiludida com a sua vida amorosa que resolveu sair para uma boate hétero, pois queria conhecer ambientes diferentes, pessoas diferentes para ver se assim mudava a sua sorte. Dançava na pista sozinha e logo um rapaz muito atraente a abordou.

- Sou Jonathan e você? - perguntou sussurrando ao ouvido da ruiva.

- Zelena… - respondeu virando-se em direção ao homem.

A ruiva envolveu-se com o papo do rapaz e logo estavam beijando-se, bebendo e dançando a noite toda. O clima esquentou e o Jonathan a convidou para o seu apartamento, quando Zelena se deu conta, já estava no quarto de Jonathan e bastante envolvida.

- Você é linda! - sussurrou o rapaz abaixando uma alça do sutiã dela e beijando aquela região.


Notas Finais


Zelena e Jonathan? (O crush da Cora na s3) Socorro agora que me dei conta de que ele é pai da zelena na série! BERRO. Será que vai rolar?
Regina e Ruby...
Emma correndo atrás, massss terá que fazer mais! Juro que elas voltam logo 😂😂 não sofram tanto! Comentem.


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