História O sabor do pecado - Capítulo 35


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), Daniel, Emma Swan, Henry Mills, Ingrid / Rainha da Neve / Sarah Fisher, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Vovó (Granny), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Romance Lgbt Sexo Ouat
Visualizações 553
Palavras 3.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Mistério, Orange, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O título JÁ é um spoiler, nem preciso comentar nada! 😂😂
A música que encontrei se encaixa perfeitamente na situação, é a One and Only da Adele e se puderem ouvir e por favor, não pulem a letra da música, ela é importante!
Boa leitura! 😘

Capítulo 35 - Eu direi sim todos os dias!


Fanfic / Fanfiction O sabor do pecado - Capítulo 35 - Eu direi sim todos os dias!

Regina estava arrepiada com o efeito que as palavras de Emma lhe causaram. Estava praticamente sem fôlego, não esperava que fosse sentir algo tão forte e emocionante como sentia naquele instante. Emma aguardava por uma resposta ansiosamente, não aguentava mais ficar longe de Regina, pensou que talvez se tivesse tido uma atitude assim antes, não teria sido tão lindo e tão marcante quanto o fez naquela noite tão importante.

You've been on my mind

I grow fonder every day

Lose myself in time

Just thinking of your face

God only knows why it's taken me so long to let my doubts go

You're the only one that I want

(Eu tenho pensado em você

Me apaixono mais a cada dia

Me perco no tempo

Só pensando no seu rosto

Só Deus sabe porque demorei tanto pra deixar de lado minhas dúvidas

Você é a única que quero)

Fiona estava se remoendo por dentro, a inveja a consumia e August mal se aguentava de tanta raiva. Emma jamais fez nada parecido por ele, nunca tinha dito que o amava e quando ele tentou propor casamento, ela disse não por diversas vezes.

I don't know why I'm scared

'Cause I've been here before

With every feeling, every word

I've imagined it all

You'll never know if you never try

To forgive your past and simply be mine

(Não sei porque estou assustada

Pois já estive aqui antes

Cada sentimento, cada palavra

Já imaginei tudo

Você nunca vai saber se nunca tentar

Esquecer seu passado e simplesmente ser minha)

- Isso tudo é ridículo! - disse Fiona soprando uma mecha de cabelo que estava em seu olho e cruzando os braços em seguida.

- Eu não acredito que Emma fez isso! - disse August indigado.

Mary Margaret já estava sem ar, suas mãos formigavam e seus olhos estavam feitos chamas. Tentou levantar-se para acabar com tudo ali, não se importava com o fato de estar em público, afinal, Emma acabou assumindo a sua sexualidade na frente de todos e isso era o estopim para ela. Kristin segurou em seu braço e a fez sentar-se forçadamente.

I dare you to let me be your, the one and only

I promise, I'm worth it

To hold in your arms

So come on and give me the chance

To prove I am the one who can walk that mile

Until the end starts

(Te desafio me deixar ser sua, primeira e única

Prometo que sou digna

De estar nos seus braços

Então, vamos lá e me dê a chance

De provar que sou a única que pode percorrer com você o caminho

Até que o fim comece)

- Você não vai a lugar algum! - apontou o dedo na cara da irmã. - Não estrague este momento, você já encheu o saco demais! - reforçou Kristin segurando o braço da irmã.

- Me solte, Kristin ou eu vou dar na sua cara! - resmungou Mary tentando puxar o braço.

- Dá, quero ver se você tem essa coragem! Sempre apanhou de mim quando éramos mais novas e hoje não será diferente! Quer se comportar feito louca, faça isso sozinha! Onde já se viu uma velha dessas agir feito criança birrenta? - disse Kristin sem soltá-la.

Regina pediu o microfone de Emma, respirou fundo e tentou recuperar a voz que estava embargada de tanta emoção.

If I've been on your mind

Do you hang on every word I say

Lose yourself in time

At the mention of my name

Will I ever know how it feels to hold you close?

And have you tell me whichever road I choose, did you'll go?

(Se você pensa em mim

Você lembra de cada palavra que disse

E se perde no tempo

Quando mencionam meu nome

Será que um dia vou saber como é te abraçar

E te ouvir dizer que vai comigo para o caminho que eu for?)

- Emma, o paraíso é um lugar na terra com você, me diga todas as coisas que queira fazer, pois eu não tenho nenhuma outra resposta além de sim, eu aceito ser sua esposa… E direi sim a você todos os dias da minha vida! - respondeu Regina a olhando nos olhos. - Eu te amo tanto… Eu só quero ser feliz ao seu lado! - despejou diversos beijos na bochecha da loira, fazendo-a cerrar os olhos para sentir aquele carinho.

I know it ain't easy giving up your heart

I know it ain't easy giving up your heart

(Nobody's perfect)

I know it ain't easy giving up your heart

(Trust me I've learned it)

(Nobody's perfect)

I know it ain't easy giving up your heart

(Trust me, I've learned it)

(Nobody's perfect)

I know

(I know it ain't easy giving up your heart)

I know

(Trust me, I've learned it)

Nobody's perfect

(I know it ain't easy giving up your heart)

(Trust me, I've learned it)

Eu sei que não é fácil entregar seu coração

Eu sei que não é fácil entregar seu coração

(Ninguém é perfeito)

Eu sei que não é fácil entregar seu coração

(Acredite-me, eu aprendi)

(Ninguém é perfeito)

Eu sei que não é fácil entregar seu coração

(Acredite, eu aprendi)

(Ninguém é perfeito)

Eu sei

(Eu sei que não é fácil entregar seu coração)

Eu sei

(Acredite, eu aprendi)

Ninguém é perfeito

(Eu sei que não é fácil entregar seu coração)

(Acredite, eu aprendi)

Os presentes estavam eufóricos, assobiavam, batiam palmas e choravam emocionados. David estava feliz por Emma, presenciar toda aquela demostração de carinho era melhor do que qualquer coisa, o sorriso da filha era recompensador e o que ele mais queria era apoiá-la.

- Poxa! Emma conseguiu superar o seu pedido de casamento. - disse Cora emocionada e limpando as lágrimas.

- Devo admitir que ela foi brilhante, Regina está muito feliz e eu estou amando tudo isso! - respondeu Ingrid igualmente emocionada.

- Me dê a sua mão. - sussurrou Emma. - Essa música eu pedi para que cantassem, conhece? - perguntou a olhando nos olhos.

Regina sorriu e assentiu.

- One and only da Adele, você está perfeita em tudo, isso tudo é lindo! - respondeu.

Suspirou e estendeu a mão direita para a loira que colocou a aliança em seu dedo. Em seguida, a morena pegou a outra aliança e sorriu deixando uma lágrima escorrer involuntariamente, colocando a aliança no dendo da loira, abraçando-a em seguida.

So I dare you to let me be your, the one and only

I promise, I'm worth it

To hold in your arms

So come on and give me the chance

To prove I am the one who can walk that mile

Until the end starts

Come on and give me the chance

To prove I am the one who can walk that mile

Until the end starts now

(Te desafio me deixar ser sua, primeira e única

Prometo que sou digna

De estar nos seus braços

Então, vamos lá e me dê a chance

De provar que sou a única que pode percorrer com você o caminho

Até que o fim comece

Vá lá, me dê uma chance!

Para provar que eu sou a única que pode fazer

Até que o fim comece agora)

Emma e Regina entreolham-se apaixonadamente, seus sorrisos estavam estampados, a morena acariciou o rosto da loira e em seguida encostaram seus lábios e se beijaram de forma lenta e romântica, arrancando suspiros da maioria. Sentiam seus corações explodirem com aquela simples demostração de afeto, ambas queriam matar as saudades ali mesmo, mas era preciso manter o controle.

- Eu vou embora. - levantou-se August não suportando mais ver aquela cena.

- Vou com você, minhas diabetes já extrapolaram os limites de sobrevivência humana! - disse Fiona acompanhando-o.

Os colegas de turma de Emma correram em direção às duas e começaram a jogar arroz, uma tradição chinesa antiga que simbolizava prosperidade. Ambas riam e tentavam desviar daquela chuva que enchiam suas roupas de grãos.

- Parabéns, prima! Parabéns por ter conquistado este diploma e a mulher que você ama. Estou muito feliz por você! - disse Lily abraçando-a, em seguida Jefferson a parabenizou.

- Estou muito feliz por vocês! - disse Cora abraçando Regina e Emma ao mesmo tempo.

- Parabéns, Emma. Você merece, foi tudo lindo. Estou muito feliz por estar com a minha filha querida e por este ser doce que você é. - disse Ingrid abraçando a loira e em seguida Regina.

Mary aproximou-se de Emma depois de ter sido ameaçada várias vezes pela irmã. Passou reto por Regina sem ao menos olhar para ela, a morena ficou sem graça, mas sabia que a sogra era intragável.

- Que bom que conseguiu ao menos se formar! - disse secamente a Emma e deu as costas para ir embora.

Emma abaixou o olhar e sentiu-se entristecida por não ter o apoio da mãe, mas David aproximou-se e tentou fazer o clima menos pesado. Colocou um sorriso no rosto e cumprimentou a filha e Regina respectivamente.

- Bem-vinda a nossa família, Regina. - disse David arrancando um sorriso da morena.

- Obrigada senhor Swan, farei a sua filha muito feliz. - disse Regina segurando na mão do sogro e trocando um olhar e um sorriso com Emma.

David olhou para a expressão da loira e em seguida voltou a sua atenção para Regina.

- Eu não tenho dúvidas disso. - respondeu sorrindo.

Zelena estava com sintomas estranhos, seus seios estavam sensíveis, sentia bastante cansaço e sono. Não entendia o que estava acontecendo e mal queria sair do lugar para falar com Emma e Regina. Ruby estava ao seu lado e usava o perfume de sempre…

- Ah… Eu não estou aguentando esse cheiro! - disse Zelena levando a mão sobre o rosto e abaixando a cabeça.

- Que cheiro? - perguntou Ruby arqueando uma sobrancelha.

- O seu perfume, esse tumultuo de pessoas respirando e soando juntas, meu estômago está revirando… - disse Zelena tapando o nariz e sentindo náuseas.

Ruby colocou as duas mãos sobre a cintura e olhou a ruiva com desdém.

- Não tomou a pílula do dia seguinte, sapata de Taubaté?

- Urgh! Claro que tomei. O que quer dizer com isso, sua chata? - perguntou Zelena assustada.

- Vamos comprar um teste de farmácia. - disse Ruby puxando a ruiva pelo braço.

- Você tá louca? Eu não tô grávida! - respondeu Zelena empacando no meio do caminho.

- Ah tá! Falou a idiota que disse que nunca mais ficaria com homem na vida! - resmungou Ruby.

- Ah tá! Falou a moralista! - Zelena revirou os olhos.

- Pagou a língua! Vamos sua teimosa! - a puxou pelo braço arrastando-a para fora.

- Eu tomei a porra da pílula! - bravejou.

- E daí? Nem um método contraceptivo é cem por cento confiável! - disse Ruby tentado empurrar Zelena para dentro do carro.

- Não, não, não, não! - repetiu Zelena jogando o cabelo para trás com as duas mãos.

- Quando foi a sua última menstruação? - perguntou Ruby.

- Eu não sei! Mas está bem atrasada… - disse Zelena tentando não entrar em pânico.

- Vamos! - disse Ruby forçando a ruiva a entrar no carro.

Compraram o teste e seguiram para casa. Zelena abriu a caixinha e retirou o coletor, estava ansiosa e cruzando os dedos para que desse negativo. Seguiu as instruções do rótulo, esperou que a urina ficasse na temperatura ambiente e em seguida colocou a fita no recipiente até a marca que indicava o limite. Esperou os minutos que foram instruídos e apareceram duas listras no resultado, sentiu suas pernas fraquejarem e quase desmaiou.

- NÃO! - gritou do banheiro.

Ruby correu em direção a Zelena e logo soube da resposta.

A ruiva começou a ficar vermelha e sentiu o seu coração acelerar de forma descompensada, sentia sua respiração pesada e começou a ficar nervosa e chorar descontroladamente.

- Não é possível! O QUE EU FAÇO? - entrou em pânico.

- Calma, Zelena! Sente-se ali. - disse Ruby a conduzindo até o sofá.

A ruiva começou a tentar encontrar o ar dos pulmões e não conseguia parar de chorar.

- Isso que dá querer brincar de gangorra! - disse Ruby cruzando os braços.

- Gangorra? Ele não era gordo! - respondeu nervosa.

- Isso que dá sair por ai querendo dar pro primeiro que aparece! - disse Ruby tentando descontar a raiva que sentia por Zelena ter feito o que fez. - Ligue pra ele e o avise que será pai! - pegou o celular e entregou para a ruiva.

- Eu não quero fazer isso agora! - respondeu Zelena em prantos.

- Olha aqui, Zelena, você vai atrás dele e ele vai ter que ser homem e assumir essa criança! - brigou Ruby.

- Não preciso do seu sermão agora, já basta o quanto eu estou me torturando por isso! Eu estou sozinha, como farei isso? Eu não sei ser mãe! - disse Zelena chorando em desespero.

- Ninguém nasceu sabendo! - cruzou os braços e torceu o nariz.

Ruby soltou o ar dos pulmões e sentou-se ao lado de Zelena, arrependendo-se da forma que estava falando com a ruiva. A puxou para um abraço, acariciou os seus cabelos e tentou confortá-la. Permaneceram em silêncio por alguns minutos, pensativas e distantes.

- Você não está sozinha, Zel. Eu estou com você e estarei sempre… - disse Ruby beijando o rosto de Zelena carinhosamente, fazendo a ruiva sentir seu coração palpitar.

A festa de formatura estendeu-se até altas horas da madrugada, deixando todos cansados. No dia seguinte, Emma e David foram para casa de Regina para uma reunião familiar. Cora e Ingrid haviam gostado do papo do homem e queriam trocar várias ideias e além do mais, precisavam conversar sobre o futuro das filhas. Serviram uma bebida e começaram a conversar sobre coisas aleatórias, inclusive sobre músicas antigas.

- Uau! Vocês tem um piano! - disse David eufórico admirando o instrumento e tocando em suas teclas.

Cora gargalhou com a sua reação.

- Meus pais eram músicos e eu sempre gostei de tocar. Regina aprendeu comigo. - respondeu.

- Ela toca maravilhosamente! - disse Ingrid olhando para a esposa com um brilho no olhar.

- Gosto das músicas antigas. Não se fazem música boa hoje em dia. - disse Cora tomando um gole de Martell, conhaque francês.

- Tem toda razão. Sou da época da Jovem Guarda, Michael Jackson, Guns and Roses, usava costeletas do Elvis e cantava Suspicious Minds nos botecos da cidade. - disse David rindo nostálgico.

- Isso me lembra a época que eu comecei a viajar muito durante a minha juventude e comi meu primeiro bolinho de maconha,! Achei uma delícia e acabei comprando três e não conseguia parar de rir. Me deu uma larica daquelas depois… - disse Ingrid rindo de si mesma.

- Bolinho de maconha? Sério? Você nunca me contou isso, Ingrid! - disse Cora surpresa.

- Não achei importante, me lembrei agora. - respondeu Ingrid fazendo bico.

- Não briguem por minha causa. - disse David preocupado.

- Não estamos brigando, só quero saber sobre essa história de bolinho de maconha. - reclamou Cora.

David tentou pensar rápido para quebrar aquele clima.

- Então, vamos brindar? A Emma e Regina, nossas filhas! - disse David tentando cortar aquele assunto para evitar uma briga.

- Vamos! A propósito, Emma se parece muito com você… Em quase tudo. - observou Cora.

- Ainda bem que ela puxou o lado bom da família. - insinuou David que Mary era uma péssima influência.

Cora e Ingrid gargalharam e brindaram logo em seguida. Faziam planos sobre viagens juntos e sobre o casamento das filhas. A afinidade entre eles havia sido imediata, tinham várias ideias em comum e conseguiam passar horas conversando.

Emma e Regina estavam no quarto, sentadas na cama. Henry havia ligado a chamada de vídeo pelo whatsapp, aproveitando o momento em que seu pai não estava e quis matar a saudades da mãe.

- Quando volta pra me visitar? - perguntou o garoto sorridente ao ver o rosto da mãe.

- Semana que vem! Tenho outra reunião e aproveito pra te ver, amor… - respondeu Regina.

- Emma vem? - perguntou Henry eufórico com a notícia.

- Sim, ela vai comigo. - respondeu Regina olhando para a loira.

- Estamos ansiosas para vê-lo novamente, Henry! - disse Emma sorrindo para o garoto.

Regina estava pensativa e ansiosa para ver o filho, mas queria contar a Henry toda a verdade. Queria ser totalmente sincera com ele e mantinha a esperança de tê-lo em breve em sua casa, para isso, não queria que houvesse nenhum segredo entre eles.

- Henry, preciso contar algo. - disse Regina receosa olhando para baixo e em seguida para o celular.

- Sobre o que? - perguntou curioso.

Emma e Regina entreolharam-se.

- Emma e eu… - disse Regina soltando o ar dos pulmões.

Henry franziu o cenho.

- Emma e eu estamos namorando. Na verdade, noivas! - disse Regina mordendo o lábio inferior.

- Espero que me aceite ao lado de sua mãe. - disse Emma observando a reação do garoto que estava boquiaberto.

- Eu sei que não é legal contar assim pela internet, mas eu queria que quando nos visse, já soubesse… - disse Regina ainda preocupada.

- Eu fico feliz, mãe! De verdade. Espero que se deem tão bem quanto as minhas avós. - disse Henry ainda surpreso.

- Sério? Isso não te deixa… Chateado de alguma forma? - perguntou Regina nervosa.

- Não. Se está se referindo sobre o papai, eu sei que não tem mais volta. Ele está em outra e eu já estou acostumado com isso. Só queria ficar perto de você e Emma é legal! - disse Henry sorrindo para a loira.

Regina respirou aliviada.

- Então podemos sair nós três juntos? - perguntou Regina tentando decifrar o que o filho realmente pensava.

- Sim, estou ansioso para isso! - disse Henry sorrindo.

- Fico muito feliz em saber que pensa assim, Henry. - disse Emma emocionada.

Logo despediram-se e desligaram a chamada, Daniel quase o flagrou. Regina estava muito feliz com a reação do filho e por ele ser um garoto aberto como ela, por ter crescido tendo sabido da relação de Cora e Ingrid. A morena sempre o educou bem e sempre o ensinou a respeitar todas as pessoas independe de qualquer coisa.

- Preciso buscar a Ava. Está sozinha com a minha mãe desde aquele dia que nem quero lembrar… - disse Emma cabisbaixa.

- Como você deixa a Ava sozinha com aquela louca? Amor, desculpa, mas a sua mãe extrapola o limite da sanidade! - disse Regina indignada.

- Eu sei, mas eu não tinha como levá-la e não estava com muita vontade de encarar a minha mãe. Preciso ir agora porque é provável que ela não esteja em casa. - disse Emma arrumando-se.

- Eu vou com você, mas é capaz de eu chegar lá e deparar com um boneco de vodu meu espetando com um monte de agulhas! Já estou até sentindo as dores… - disse Regina brincando.

Emma gargalhou.

- Boba! Então vamos. - disse Emma puxando-a pela mão.

Ao chegarem lá, Emma abriu a porta com cuidado. Entraram juntas, de mãos dadas e procuraram por Ava que estava silenciosa. A loira sentiu o seu coração gelar, a cadelinha sempre latia com a sua presença e já estava com medo da mãe tê-la doado ou soltado em algum lugar qualquer.

- Ava. - chamou assoviando.

No mesmo instante a porta se abriu. Emma sentiu um gelo na espinha, sentiu o clima ficar pesado e o ar estava quase impossível de passar pelos seus pulmões, podia sentir uma nuvem negra tomar conta do local.

- O que faz aqui? Eu não quero mais que entre em minha casa, muito menos com essa mulher. Te repudio como filha, você nunca chegará a lugar algum, nunca será feliz e desejo que se dê muito mal ao lado dela! - disse Mary Margaret com todo ódio que carregava no peito.


Notas Finais


SIM! Regina disse sim! Ainda citou um trecho da música Videogames da Lana del rey haha
Zelena tá prenha mesmo! Aaaa será que agora isso aproxima ela de ruby ainda mais?
David gostou da nova família 😍
Senti o impacto da praga da Mary, será que pega? Praga de mãe sempre pega 😢
E agora Emma?
Comentem!


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