História O Safado do 105 - Sprousehart - Capítulo 12


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Categorias Riverdale
Tags Bughead, Riverdale, Sprousehart
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Palavras 3.199
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


editei varios capitulos hj de tarde socorro

Capítulo 12 - Capítulo 12



Amizade não é troca de favores, tampouco é uma troca;amizade é uma espécie de amor incondicional que não sinto por ninguém

 


A semana foi muito corrida, tudo por causa de um novo cliente, dono de uma empresa muito famosa na cidade. Ele queria um sistema bem diferenciado para a melhoria dos processos, e precisei quebrar a cabeça junto com os desenvolvedores. O meu chefe estava uma pilha de nervos, morrendo de medo de que algo desse errado. A grana era tão preta que ele até me ofereceu uma bonificação maravilhosa caso tudo ficasse nos conformes.


O meu dinheiro dava exatamente para tudo o que precisava pagar, mas a minha avó costumava dizer que “abraço e bufunfa nunca são demais”. Fiz o possível para seguir cada recomendação do chefe e dos programadores, estudando o projeto com afinco para conseguirmos liberar a tempo. Levei trabalho para casa na segunda e na terça-feira. Na quarta e na quinta, fiquei diante da minha mesa até quase dez horas da noite, pois percebi que ir para casa me atrasava muito, acabava perdendo tempo preparando o jantar e dando uma arrumada no que estivesse bagunçado.


O nível do meu estresse estava cada vez mais alto, e a da minha paciência cada vez mais baixa.


Em nenhum dia da semana tinha visto o meu delicioso vizinho, e isso estava me incomodando (não devia, mas estava). Dormia tão profundamente que não escutava a sua presença em “nosso” quarto.


Apenas pela manhã ouvia a sua respiração alta no meu pé do ouvido, e lhe dava um bom dia silencioso antes de sair para o trabalho.
Pensando melhor, nossos horários desencontrados era uma sorte tremenda na minha vida. Eu não podia suportar aquelas doses homeopáticas e embriagantes do Calvin, por isso decidi que o melhor mesmo era seguir em frente sem pensar na ausência dele.lo (quase estilo Matrix), em que coisas impossíveis podiam acontecer. Coisas como o meu vizinho deixar de transar com as vadias gostosas, martelar a parede e cumprir a promessa de tirar a minha roupa todas as noites.


Certo, eu não parava de pensar nisso, mas precisava.


Na quinta-feira, dia mais difícil, trabalhoso e estressante que já tive em meu trabalho, cheguei a minha casa absolutamente mal-humorada. Acho que a TPM não ajudava em nada; meus nervos estavam à flor da pele, meu ventre andava inchado, sentia-me gorda, feia e uma espinha do tamanho de um tiranossauro havia nascido bem na minha bochecha direita.


Ignorei qualquer novidade na minha varanda (mentira, não ignorei, só não havia nada diferente mesmo), entrei na minha querida casinha, joguei a bolsa no sofá, tirei os sapatos e me joguei no tapete da Sra. Klein. Quero dizer, foi assim que comecei a chamá-lo. Não me lembro exatamente desde quando. Não sabia o nome da mulher, então podia nomeá-la como quisesse, certo? Eu não conseguia chamar aquele tapete de “meu tapete”, era demais para mim. Devo ser mesmo muito esquisita!


Fui tirando as minhas roupas e jogando-as no sofá acima de mim. Terminei de calcinha e sutiã, soltando suspiros de irritação. Meu estômago roncava, pedindo algo delicioso (ou pelo menos diferente da comida do refeitório da empresa), mas sabia que não teria ânimo, coragem ou destreza para preparar alguma coisa realmente legal.


Ouvi a porta do vizinho ser aberta. Não sabia que o Calvin estava em casa, ainda era relativamente cedo. Levantei-me depressa na esperança de vê-lo. Cheguei até a abrir a porta, mas me lembrei de que tinha retirado as minhas roupas no último instante. Fui até a janela e a abri. Coloquei a minha cara toda para fora.


Calvin estava vestindo apenas cueca e sandálias Havaianas. Reconheci a Karen-quenga com ele.


Trocaram algumas palavras e riram, depois ela segurou a cintura dele. Passou unhas enormes pintadas de vermelho em sua pele, e então o Calvin se inclinou para beijá-la.


O meu cérebro não queria ver aquilo por mais nem um segundo, mas obriguei a mim mesma a não perder nada. Tentei ficar atenta aos movimentos dele, e percebi que aquele beijo desentupidor de pia era estranho. Eles usavam mais línguas do que lábios, na verdade acho que os lábios nem


chegavam a se encostar. Muito estranho.


Karen-quenga sorriu e deu as costas, caminhando decididamente até a portinha de madeira. Foi embora sem olhar para trás, enquanto Calvin certamente analisava a bunda dela até se perder de vista.


Ele pareceu soltar o ar dos pulmões quando a vadia se foi, e logo deu alguns passos na direção do pé de goiaba.


Continuei o observando silenciosamente. Sr. Klein tocou nas folhas com cuidado. Recolheu uma goiaba madura (droga, a que eu estava de olho durante toda a semana) e deu uma mordida. Depois, virou-se na direção da própria varanda. A anta aqui se esqueceu de sair da janela, por isso ele acabou me descobrindo. Seu sorriso se iluminou, e veio até mim em passos lentos, com o corpo másculo preenchendo a cueca de um jeito maravilhoso.

 

– Oi, sumida! Como estamos? – Parou bem na minha frente e se inclinou para me dar um beijo na bochecha. Em cima mesmo da minha espinha jurássica.

– Estamos bem, na medida do possível. E você?
Calvin me observou com mais cuidado e notou que eu estava apenas de sutiã. Percebi que se aproximou um pouco mais para observar o restante. Debrucei-me na janela, evitando a sua ousadia.
Ele riu.

– Estou ótimo... Lili, quer me matar? – Sua voz saiu carregada pelo desejo, mas tentei ignorá-la. Calvin se aproximou bastante de mim, de modo que seu peitoral nu quase grudou na minha cara. Olhei para cima no último instante, e meu queixo o tocou.

– O que eu fiz?

– Abre a porta... – murmurou baixinho, com a voz ainda afetada. Meus braços começaram a tremer de nervosismo. Olhos cativantes não desviaram dos meus. Achei que fosse morrer antes mesmo de me decidir se abriria a porta ou não.
Balancei a cabeça em negativa.

 

– Tudo bem, não precisa. Afaste-se.


Calvin virou de lado e levantou uma perna, buscando apoio para se sentar na beirada da janela.


Afastei-me no impulso, quase sem acreditar no que o maluco estava fazendo. Ele passou primeiro uma perna e depois a outra, concluindo seu serviço com um pulo curto. Em segundos, o meu vizinho delícia tinha invadido a minha casa. A janela ampla não lhe trouxe dificuldade alguma.
Acompanhei os seus olhos atentos, que me analisaram dos pés a cabeça em uma lentidão sufocante. Dei alguns passos para trás, mas parei. Não sabia para onde fugir. Nem mesmo se queria fugir.


Tentei buscar algum motivo para não deixá-lo avançar, e o encontrei no mesmo instante. Amém!

 

– Aquela era a Karen-quenga? – perguntei e me sentei no sofá. Levei minhas pernas para cima e a abracei, tentando proteger a minha nudez parcial.
Calvin pareceu ter saído do transe. Sorriu e se sentou ao meu lado, de um jeito bem largado.

– Era. Veio jantar comigo hoje. – Observou as minhas pernas expostas, e só depois olhou para mim.

– Sei. Você não devia estar trabalhando?

– Estou de folga. Lili, você quer me matar.
Fiz uma careta.

– Não tenho culpa se não se cansa nunca. Karen-quenga deve ser muito ruinzinha, viu?
Ele me olhou de um jeito confuso.

– Do que está falando?

– Dessa sua cara de jacu. Não basta transar com uma mulher por dia? Pelo amor de Deus, Calvin, que mania feia de ser canalha! – Nem eu sabia que estava tão irritada.


Levantei-me do sofá e fui direto para cozinha. Estava morrendo de fome, acho que era o estômago vazio que me fazia ficar ainda mais estressada. Abri a geladeira e constatei que não tinha nada. Precisava fazer compras, mas havia ignorado o meu apetite durante aqueles quatro dias de muito trabalho. Restos mortais do pudim de morango ainda estavam lá, quase no fim. Ignorei-os.


Fechei a geladeira e abri um armário. Tinha apenas uma caixa de sucrilhos sem açúcar. Droga!
Senti a aproximação do Calvin. Fechei os olhos e contei até dez.

– O que há contigo? – perguntou com interesse, mantendo uma distância segura.

– TPM. Das brabas.
Calvin gargalhou. Meu Deus, como ele conseguia manter o bom humor tão constante?


Continuei vasculhando o armário, mas nada interessante deu o ar da graça. Comecei a ficar desesperada, e então fechei o armário com força e apoiei meus cotovelos na pia. Cobri o meu rosto com as mãos, sentindo vontade de chorar.


Calvin chegou muito perto. Tomou a liberdade de passar sua mão ao longo da minha coluna. Não pestanejei. O maldito, ganhando liberdade (dê tudo para um cara safado, menos liberdade, porque ele vai aproveitar sem dó), veio por trás de mim, colando seu corpo grande no meu. As mãos pararam nos meus ombros e apertaram.

 

– A gente não transou.
Bufei.
– Tá certo.

– Ei, Lili... Já disse que não sou mentiroso.

– Não quero saber, Calvin. Tanto faz. – Ele me puxou para si, de modo que fui obrigada a me reerguer. Minha cabeça foi apoiada em seu peito másculo, e então suas mãos percorreram a minha cintura até parar nos meus seios, por cima do sutiã.
Sua boca encontrou o meu ouvido.

– Já jantou? – perguntou baixinho.


Balancei a cabeça e gemi. Foi um gemido estranho, que misturou a frustração por não ter nada gostoso para comer com o prazer de ter algo realmente gostoso para comer, se é que me entende, mesmo sabendo que não seria nada legal cair em tentação de novo.

– Vamos lá em casa, Lili. Prometo que você só vai sair de lá quando estiver bem alimentada.

– Calvin e suas frases de duplo sentido. Senhor...
A proposta era irrecusável. Nenhuma parte de mim não quis que o Calvin me desse um trato completo. Nem mesmo o pensamento sobre a Karen retirou a minha vontade de me deixar ser guiada.

– Promessa é dívida, Sr. Klein... – sussurrei com os olhos ainda fechados, concentrada em sentir suas mãos navegando o meu corpo.
Calvin riu e fez o meu corpo girar. Parei de frente a ele. Seus braços apoiaram as minhas coxas, erguendo-me até que eu me pendurasse completamente. Começou a andar como se o meu peso não fizesse diferença alguma. Abriu a minha porta e seguimos até a casa dele em silêncio. Depositei o meu rosto no seu ombro e deixei o meu cansaço ser jogado para bem longe de mim.


Eu disse que ele me fazia bem. Mais do que isso, Calvin estava disposto a me fazer bem. Não sabia até quando isso seria possível, mas o futuro precisava ficar no lugar dele. Não podia trazê-lo para o presente, do contrário viveria em uma espécie de inércia eterna.


Fui colocada em cima da sua mesa, a que ficava na cozinha. Ele ficou me olhando como se o jantar fosse eu o tempo todo. Daria a minha vida para desvendar os seus pensamentos. Aqueles olhos escuros guardavam coisas que eu não conseguia compreender, mas gostava muito. Era o tipo de mistério que só me deixava ainda mais atraída.

 

– Fique aí, Lili... Vou te servir de tudo o que você quer.


A promessa provocou espasmos em todo o meu corpo. Fiquei imediatamente quente, mesmo estando frio lá fora.

– O que sabe sobre o que eu quero? – perguntei quase sem voz.
Calvin sorriu e se afastou devagar, seguindo até o fogão.

– Uma mulher de TPM quer as mesmas coisas. Não é tão difícil assim.

– Acho que você é o único homem que sabe lidar com uma mulher em estado de fúria.
Gargalhou alto enquanto pegava um prato dentro do armário. Não me respondeu nada, apenas foi colocando a comida cheirosa dentro do prato, separando-a com uma dedicação impressionante. Não soube identificar o que era, mas confiava até de olhos fechados nos dotes culinários daquele homem.


Uma dúvida irritante decidiu pousar sobre o meu consciente. Calvin veio com o prato e um garfo nas mãos, parando bem diante de mim. Quando me viu, fez uma careta.

 

– O que foi, Lili?


Suspirei.

– Por que não transou com ela? – Decidi ser bem direta. Não queria me importar, mas já me importava com o relacionamento que ele tinha com sua melhor amiga.


Sou muito burra mesmo, sério.

– Dificilmente nós transamos sem a companhia de outra mulher, Lili. Karen é lésbica. Sou o único homem com quem ela consegue se relacionar mais intimamente. Eu a ajudo com algumas mulheres que a princípio não são lésbicas.


Abri a boca involuntariamente. Tive a sensação de que estava vivendo em um mundo desconhecido. Porque, sério, no meu mundo não existia esse negócio todo de juntar três pessoas (ou mais, vai saber) para transar. A minha ideia de sexo é muito romântica, totalmente diferente daquilo.


Na verdade, o cenário todo me parecia grosseiro, desrespeitoso.

– Suas amizades são assim? Troca de favores sexuais?
Calvin fez uma careta bem séria. Nunca tinha visto aquela expressão nele, pareceu irritado.

– Claro que não. Ela veio aqui hoje... E não tivemos nada. Somos muito amigos. Isso vai além da cama.

– Será?
Ele colocou o prato, que estava segurando até então, do meu lado. Ficou me observando durante um tempão. Acho que pensava um pouco mais no que faria comigo. Pelo olhar ferino, não podia ser algo muito bom. Estava visivelmente chateado.

 

– Desculpa, isso não é da minha conta.


Calvin aquiesceu devagar. Coçou a cabeça e voltou a pegar o prato. Pensei que não seria possível, mas seu sorriso se fez presente de novo, como se nada tivesse acontecido. Uma parte de mim quis saber se aquele tão famoso sorriso era verdadeiro mesmo.

– Eu não sei o que você quer de mim, Lili. Temo que seja alguma coisa que não possa te dar.
Seria muito triste.
Ri com desdém. Pareci estar bem tranquila, mas a verdade é que suas palavras me abalaram muito.

– Por que acha que quero algo de você? Acredito que se acostumou demais a barganhar amizade.
É por isso que não tenho amigos, não se pode esperar que alguém te dê conforto de graça.
Calvin juntou uma boa quantidade de comida no garfo. Encarou-me, ainda sério, e praticamente enfiou o garfo na minha boca. Comi de um modo meio esquisito, mas logo a esquisitice deu lugar à admiração. Estava uma delícia!

 

– Puta merda, que troço bom! O que é isso?

– Moranga com filé mignon. É basicamente um creme feito de abóbora com pedacinhos de filé.
Bom, né? – Sorriu amplamente. O papo sério pareceu ter se esvaído entre nossos dedos.


Calvin preencheu o garfo mais uma vez. Fez questão de me servir novamente. Senti-me uma criança indefesa e incapaz de manejar a própria comida, mas a sensação não era ruim. Muito pelo contrário, acho que o Calvin tinha razão sobre mim: gosto de ser paparicada.

 

– Divino! Fora do comum... Minha nossa, era tudo de que eu estava precisando. – Abri o bocão quando ele veio com mais uma garfada. Rimos juntos do meu desespero.


Foi difícil me acostumar com a velocidade dele. Eu estava com tanta fome que devoraria aquilo tudo em um segundo, mas Calvin era paciente e detalhista, queria que cada garfada estivesse com o alimento bem distribuído. Além do creme de abóbora, havia arroz e batatas, que estavam igualmente divinas.


Depois de um bom tempo, quando já estava quase no fim, ele resolveu cortar o silêncio que tinha se formado entre nós:

– Não tem amigos?

– Não.

– Por quê?

– Sou péssima com amizades. – Percebi o seu rosto se contorcendo de um jeito engraçado.

– Não parece.

– Mas é. Acho que não acredito em amizade.


Sr. Klein juntou o resto da comida em uma só garfada e me ofereceu. Já me sentia devidamente satisfeita.

 

– Bom, você me fez refletir sobre isso. Acho que tem razão, a gente sempre procura uma espécie de retorno.

– Viu só?


Calvin colocou o prato sujo em cima da pia. Foi até a geladeira e remexeu algumas coisas.


Fiquei observando a sua bunda enorme e redonda. Por um segundo, quis descer dali e apertá-la como se não houvesse amanhã (até imaginei ela fazendo um barulhinho tipo aqueles brinquedos de apito), porém, quando estava quase tornando meus devaneios realidade, ele se ergueu e retirou uma torta enorme de dentro da geladeira. Meus olhos brilharam.

 

– Esta é de prestígio. Fiz hoje de manhã.

– Você definitivamente sabe do que uma mulher de TPM precisa.
Ouvir a sua gargalhada foi só mais um item que compunha a capacidade que ele tinha de me fazer bem. Ele pegou uma colher grande e um prato menor. Fatiou um pedaço enorme de torta e veio na minha direção. Novamente, parou entre as minhas pernas.

 

– Lili... – Brincou com a torta, imitando um aviãozinho. Ri de leve. – É sério, não estou fazendo isso porque quero algo em troca. – Abri o bocão e me deliciei com aquela preciosidade sambando na minha língua.
Meu Deus, tudo o que aquele cara fazia era perfeito!

– Sei o que você quer de mim, Calvin. Felizmente, posso te dar. – Encarei-o com malícia. Ele fez a mesma cara sacana. Depois, começou a rir forte.

 

– Você melou a sua boca toda!


Comecei a rir junto, mas a situação piorou. Pedacinhos de torta voaram por toda parte. Ele riu ainda mais alto e começou a tentar me limpar com o seu polegar. Seu rosto foi se aproximando gradativamente, até que precisei parar de rir.


Seus olhos encararam a minha boca. Não tive tempo de raciocinar, sua boca urgente atirou contra o alvo demarcado pelos seus olhos. Percebi a mim mesma envolvida em um beijo profundo, repleto de línguas, lábios e tudo o que eu tinha direito. O sabor do prestígio foi dividido entre nossas salivas, e o negócio ficou tão nojento quanto excitante. Não consegui mais parar.


Trouxe seu corpo ainda mais para perto quando lhe abracei com as minhas pernas. Minhas mãos seguraram seus cabelos, e senti braços quentes tomarem a minha coluna com muita precisão. Sua boca deixou a minha, mas não foi capaz de se afastar da minha pele. Uma língua áspera fez trajetos que partiram do meu pescoço, fizeram parada no meu ouvido e foram descendo pelo meu colo.


O meu sutiã foi aberto em algum momento, e no seguinte já não estava mais em mim. Soltei um gemido alto de prazer quando a mesma língua encontrou a ponta de um seio. Calvin parou o que estava fazendo só para me observar.

 

– Lili... Sinto que vou morrer a cada vez que geme assim. – Sua mão segurou a minha com jeito, guiando-a até a sua cueca. Senti um volume impressionante entre os meus dedos. – Mas uma parte de mim nasce como se fosse a primeira vez.


Respondi com um sorriso tímido. Minha respiração já se encontrava ofegante, bem como a dele.


Seu corpo quente voltou a tomar o meu, e a boca retornou ao início, onde tudo começou: na minha.


Calvin só se afastou para deixar claro o que faria, como se estivesse enumerando mais um item do cardápio daquela noite:

 

– Agora, você vai comer os meus dedos, a minha língua e o meu pau, que quase morreu de saudade da sua boceta molhada. – A voz saiu como a de um animal feroz no cio.


A única certeza que eu tive foi a de que tudo aquilo seria mais gostoso do que prestígio. Aliás, por mais que o Calvin fosse um bom cozinheiro, nada do que preparasse se compararia ao sabor do seu corpo feito para a luxúria possuindo o meu.



Notas Finais


favoritem...
comentem...
divulguem..
Até a proxima
XOXO


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