História O Santuário dos Arcanjos (interativa) - Capítulo 1


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Palavras 594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Steampunk, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Esse é apenas um prologo, mas espero que gostem.

Capítulo 1 - Prologo (fichas)


Fanfic / Fanfiction O Santuário dos Arcanjos (interativa) - Capítulo 1 - Prologo (fichas)

-Damian Park-

 

Mais um dia comum em minha peregrinação, dessa vez foi conduzido até uma pequena cidade na Inglaterra, os ventos gelados eram uma boa experiência pra mim que sempre andei por lugares muito quentes e áridos, mas mesmo assim eram bons lugares pra se visitar. Bem, cá estava a poucos metros da entrada da cidade onde vi vários oficiais, acho que são policiais da cidade.

- Ei, você ai! Se identifique! – disse o chefe dos policiais num megafone.

- Sou Damian Park, sua cidade está no meio do meu percurso.

- Se aproxime para ser revistado. – anunciou o chefe da policia.

E assim o fiz. Revistaram-me, me fizeram perguntas estranhas, mas no final disseram que eu estava limpo.

- Me desculpe, mas é que ultimamente tivemos ataques de estranhas criaturas e algumas sabiam se disfarçar muito bem.

- Então quer dizer que posso entrar?

- Sim, você está limpo.

- Obrigado, senhor policial! – responde com um grande sorriso no rosto.

E assim entrei na cidade.

- Senhor, tem certeza de que é uma boa idéia deixá-lo ir? – perguntou um dos subordinados.

- Ele não parece igual aos outros, mas vamos ficar de olho mesmo assim. Nossa cidade já teve ataques de demônios até de mais. – respondeu o chefe de policia.

- Entendido! – o subordinado junto de outros oficiais se retirou para fazer o que lhes fora ordenado.

Dentro da cidade pude apreciar um pouco dela, vi floriculturas, lojas, lanchonetes e cafeterias, no entanto minhas roupas desgastadas e meu cajado chamavam muita atenção. Bem, agora eu já estava em outra parte da cidade quando ouvi um barulho estranho, como se algo de metal fosse rasgado, amassado e retorcido. Corri até o local e vi um senhor idoso sendo atacado por um inseto enorme, acho que tinha o tamanho de uma pessoa, ele estava em cima de uma carreta que estava bem danificada.

Rapidamente me coloquei entre a formiga metálica e o senhor idoso, a criatura recuo como se estivesse assustada. Eu aproveitei a chance para acertá-la com um chute. Ela se recompõe, mas ao invés de lutar ela cava um buraco no chão e foge.

- O senhor está bem? – perguntei enquanto o ajudava se levantar.

- Sim. Muito obrigado, meu jovem.

- Que nada, acho que só fiz o que qualquer um faria. – sorri meio nervoso.

- Como vou fazer pra levar tudo isso agora? – disse ele olhando para seu carro destruído e algumas caixas e sacolas no chão.

- Se quiser eu posso ajudar.

- Não, não precisa. Acho que consigo levar. – disse ele humildemente.

- Eu insisto. – disse enquanto empilhava algumas caixas e carregava algumas sacolas.

Sorrimos um para o outro e finalmente chegamos a casa, sua esposa o recebeu preocupada e explicamos o que aconteceu e aparentemente a cidade realmente vivia sob constante ataque de criaturas estranhas. Depois me os ajudei a guardar suas compras, eles eram padeiros e de manhã a filha deles os ajudava com a padaria. Quando terminei me despedi e sai da casa dele, mas já era tarde da noite decide dormir antes de voltar a minha jornada. Peguei alguns panos velhos e os usei como travesseiro e tentei dormir naquela silenciosa noite fria.

- Garoto. – era aquele senhor de novo. – Você não tem casa nem onde ficar?

Balancei a cabeça dizendo que não.

- Venha dormir com a gente hoje. – quando ele disse isso quase chorei, foi a primeira vez que me estenderam a mão assim.

- Temos um quarto que era do nosso filho você pode dormir lá hoje. Ele me disse enquanto entravamos.


Notas Finais


Nome:

Idade:

Gênero:

Espécie:

Aparência:

Alinhamento:(Herói/anti-herói/anti-vilão/vilão)

Signo:

Personalidade:

História:

Poderes: (não há quantidade limite exata. Se possível busquem poderes criativos, pois poderão ser úteis ao personagem)

Técnicas:

Arsenal:

Transformações:

(poderes/técnicas/arsenal/transformações são opcionais)

Gosta:

Não gosta:

Medo:

Sonho:

Par:

Algo mais:


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