História O Segredo de Isabella Swan - Capítulo 4


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Categorias Harry Potter, Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan, Edward Cullen, Harry Potter, Hermione Granger, Lord Voldemort, Personagens Originais, Ronald Weasley
Visualizações 160
Palavras 1.372
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hi, como estão?

Capítulo 4 - Uma verdade escondida


Pov Bella Swan

 

  Quando acordei na manhã seguinte já estava bem melhor, o resto da tarde na companhia de Alice fora ótima, nunca imaginei que uma tarde de compras pudesse ser tão divertido, olho as sacolas de compras que Alice insistiu para que eu trouxesse, eu com certeza havia adorado aquele dia. Levanto da cama e caminho ate o banheiro, havia decidido que iria para Hogwarts, precisava ver o que poderia ser tão importante para Dumbledore querer me ver. Quando termino minha higiene, caminhei até meu armário o abro e empurro as roupas para o lado, olha a madeira e coloco minha mão sobre uma leve inclinação apertando com força, me afasto e vejo o armário se deslocar para o lado revelando uma escada que descia em espiral.

 Desço calmamente tentando não pisar em falso por causa da escuridão que envolvia o corredor estreito, quando cheguei ao fim da escada me viro para o lado direito e puxo a tocha que havia ali, rapidamente as outras tochas ao redor da sala se acendem e observo o local, um ano e meio que não entrava aqui, um ano sem ver essa sala, havia me esquecido de sua beleza, era um lugar amplo e ficava no subsolo da casa, meus ancestrais montaram quando a casa fora construída, havia uma passagem que vinha do quarto de Charlie também, as paredes eram de pedra assim como o chão, no fundo havia quatro portas, todas se ligavam entre si, a primeira do lado esquerdo era um quarto, nas cores verde e azul, ao lado do quarto havia uma biblioteca, maior ainda do que se parecia, depois vinha outro quarto, suas cores eram vermelho e amarelo, e a ultima mais escura, era um cemitério, mas não havia caixões e nem túmulos, nas paredes havia caixas com a essência da vida de meus ancestrais, eles não acreditavam em vida após a morte, talvez por isso não tenha nenhum quadro deles, a essência se refere aos seus restos e principalmente, seus corações, era algo mórbido, eu sei, mas eles tinham lendas sobre isso.

No centro da sala havia uma mesa com duas caixinhas encima, caminhei ate ela e peguei uma caixa na cor preta com as iniciais “I.M.S.R.” gravada nela, respirei fundo antes puxar a tampa e encontrar o que procurava, uma varinha de teixo e pena de fênix, 34 cm estava dentro, minha varinha, desde que voltei a Forks nunca mais a peguei, ela era minha e por descuido meu, ela havia sido esquecida, a seguro em minha mão e logo sinto uma vibração percorrer o meu corpo, em aceitação, sorrio de lado, ela havia me perdoado afinal.

Com a varinha em mãos caminho ate o quarto nas cores verde e azul, sorrio levemente ao olha-lo, minhas coisas do mundo bruxo estavam todas aqui, perfeitamente arrumadas em seus devidos lugares, deixo a varinha sobre a estante e caminho ate o closet no canto esquerdo da sala, ele era grande apesar de não parecer, olho para todas as roupas, sapatos, capas, muitas coisa que nunca cheguei a usar, lembro-me de quando adquiri cada uma delas, lembro-me da vida que tinha no mundo bruxo e por um momento, eu queria tudo àquilo de volta, todos os convites, festas, jogos, tudo. Pego uma legging preta, uma regata branca e um casaco de couro preto, tiro roupa que vestia e coloco a legging que colava em meu corpo, a regata e por fim o casaco, pego um salto preto lembrando de quando o ganhei de Guilherme em meu aniversário, coloco em meus pés e caminho ate o espelho, fazia tempo que não me via assim, quando vim para Forks não mudei apenas a historia, mas também a personalidade e o estilo.

[...]

A sensação de aparatar não era as melhores, havia me esquecido de como era se sentir puxada em todas as direções, de como era se sentir estranha. Quando cheguei a Hogwarts após dar uma paradinha em Hogsmeade meus olhos vibraram ao observar o enorme castelo, sentira saudade dos momentos vividos aqui. Caminho pelo corredor silencioso deveria ser hora do almoço, não saberia dizer ao certo, paro enfrente a gárgula que protegia a passagem para a sala do diretor, ela pede uma senha a qual eu não sabia, tentei as que me lembrava do tempo em que ainda estudava, mas nada funcionava, respiro fundo e fecho os olhos lembrando do momento em que recebi a carta de Hogwarts, quando Edward me pediu em casamento, com essas lembranças ergo a varinha para cima e digo o feitiço.

– Expecto patronum! – Da ponta de minha varinha sai uma luz que logo se revela uma cobra e uma águia, a cobra rastejava e a águia voava ao seu redor, os dois param na minha frente e me olham esperando a ordem.

– Preciso apenas de um de vocês – Os dois se olham e a cobra some, se dissipando no ar – Quero que vá ate Dumbledore e diga que estou aguardando em frente a gárgula.

 Vejo a águia sumir pelo corredor, minutos depois um senhor com longa barba branca e capa igualmente branca caminhar pelo corredor, ele vinha em minha direção me fitando sobre os seus óculos meia lua e em seus lábios habitam um sorriso doce.

– Olá Isabella, como vai? – Perguntou me olhando e logo em seguida olhando para a gárgula – Acidinhas. – A gárgula girou para o lado e a parede oculta se abriu, uma escada circular de pedra apareceu, coloquei os pés nela depois de Dumbledore, quando chegamos à porta de seu escritório, Alvo a abriu e deu passagem para que eu pudesse passar primeiro, sorrio ao observar o escritório, não havia mudado tanto desde a última vez que vim aqui.

– Estou bem, e o senhor? – Sentei-me na cadeira a sua frente. – O que queria falar de tão importante?

– Bem, você se lembra da profecia não é? – Assenti – Pois bem, uma parte dela está errada, ou melhor, uma parte dela é falsa.

– Como assim?

– Irei lhe explicar tudo, só peço que me escute com atenção – Ele cruzou os dedos sobre a mesa e então começou a falar – Tudo começou quando fui entrevistar Sibila Trelawney para o cargo de professora de Adivinhação, naquele dia a profecia foi feita, Severo ouviu uma parte da profecia e logo foi contar a Voldemort, Snape acabou por entender errado e passou à informação errada, a profecia dizia que o herdeiro da luz e a herdeira das trevas, duelaram entre si e apenas um poderá sobreviver.

 Dumbledore me fitava, mas eu não prestava mais atenção, se isso fosse a verdade, eu quem teria que batalhar contra Harry no final, isso só poderia ser brincadeira.

– Eu acho que não ouvi direito

– Você ouviu perfeitamente Isabella - ele fez uma pausa - Não é Voldemort que está na profecia, é você.

– Mas isso significa que terei que duelar contra um irmão que nunca tive, terei que duelar contra Harry – Dumbledore precisava estar errado, eu não poderia machucar uma das pessoas mais importantes para mim – O senhor tem certeza que entendeu certo?

– Entendi perfeitamente Bella, a batalha final será entre você e Harry, precisava lhe contar antes que Voldemort te ache e diga ele mesmo a verdade, agora você precisa tomar cuidado, muito cuidado, ele está atrás de você.

– Essa semana eu sonhei algo estranho, achava que era um pesadelo, mas não, era um aviso, agora os entendo – Encarei os olhos de Dumbledore e deixei que ele olhasse os pesadelos como eu olhei, deixei que ele visse o que vi, quando terminei vi em seu rosto que estava pensativo – Acha que eu vou ajudar Voldemort a ganhar essa guerra? Aquela não era eu, mas ao mesmo tempo era.

– Você é melhor que ele Bella, e também mais forte, em suas veias corre o sangue de Salazar Sonserina e Rowena Corvinal, você pode ganhar dele.

– O senhor acha?

– Tenho certeza disso, agora vá, tem três bruxos lhe aguardando e loucos para entrarem aqui.

 Dou um sorriso a ele e me viro para sair da sala, sabia que ele estava escondendo coisas, muitas coisas e depois que lhe mostrei os pesadelos ele tinha guardado ainda mais coisas para si mesmo, mas se ele não falou era porque ainda não era a hora para isso, precisava acreditar nisso.


Notas Finais


Se gostaram ou não, comentem, criticas construtivas sempre serão bem vindas
Bjss Divas


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