1. Spirit Fanfics >
  2. O Segredo Do Vale Da Lua >
  3. Dance Comigo.

História O Segredo Do Vale Da Lua - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Depois de um bom tempo, aqui está!
Perdoem-me por qualquer erro e Boa leitura 💜🌻

Capítulo 8 - Dance Comigo.


Fanfic / Fanfiction O Segredo Do Vale Da Lua - Capítulo 8 - Dance Comigo.

            °•Meliodas Redwinker•°


Seu dia começou mais tarde do que costumava desde que chegou ao Vale da Lua. Teve uma noite de sono pesado sem qualquer pesadelo ou perturbações, sentia-se bem descansado e até mesmo entusiasmado na manhã de hoje. Depois de um banho relaxante com o novo aroma de gerânio, Meliodas guiou os passos pelo caminho tão conhecido da sala de jantar onde mais um desjejum sápido lhe aguardava.

Terminada a refeição uma nova ideia piscou em sua cabeça e realmente não pareceu nada ruim. Não admitiria que talvez a conversa com Elizabeth no dia anterior tivesse influenciado nessa decisão  repentina, todavia, um chuvisqueiro iníciou-se do lado de fora desclassificando a ideia de um passeio pela propriedade. Nessas circunstâncias, a biblioteca poderia não ser tão entediante como costumava achar.

Apoiando-se apenas na sua memória, Meliodas tentou refazer o caminho que percorreu seguindo o gato dias atrás. Algo que se mostrou meio infrutífero inicialmente, vendo-se por duas vezes diante de um beco sem saída antes de finalmente encontrar o salão da escadaria. Desta vez observou mais interessado as companheiras dos degraus: a escultura de porcelana em forma de anjo no canto esquerdo, e a porta pintada em branco adiante. A curiosidade pelo o que poderia guardar aquele porta fez com que mudasse de planos mentalmente.

- Estou sem muitas opções mesmo. - deu de ombros dando alguns passos antes de girar a maçaneta dourada e empurrar a porta.

O cômodo recém descoberto assumia uma forma cúbica nas paredes leste, oeste e sul, a terceira à  norte fora construída de forma arredondada com três longas janelas que iam do teto ao chão, por elas a luz do sol invadia desinibidamente. A decoração era composta por vários vasos de flores de todos os tamanhos espalhados em locais estratégicos, recheados principalmente com rosas vermelhas, brancas e cor-de-rosa contrastando delicadamente com o único móvel dali; um belíssimo piano branco tão bem polido que brilhava ao tênue toque da luz solar. "Pode ser uma sala de dança ou algo assim", especulou notando na aparede oposta ao instrumento um grande espelho de moldura dourada.

Meliodas respirou fundo avidamente. O ar ali era leve, passava uma sensação harmoniosa e límpida, ao mesmo que tempo que no fundo surgia uma súbita ideia de que havia algo errado, como se faltasse alguma coisa. De toda maneira, ele acabou seguindo na direção do piano imaginando se ainda saberia tocar mesmo tendo passados anos sem praticar. Mas antes que pudesse sequer sentar viu as teclas descerem sozinhas tocando animadamente uma canção.

De boca aberta em descrença, caminhou para atrás assustado. Foi nesse momento que seus olhos encontraram o espelho e o que viu prendeu totalmente sua atenção. Era o mesmo local, com os mesmos móveis e a mesmíssima decoração, porém, completamente diferente. Agora compreendia o que faltava. No reflexo tudo parecia tão iluminado que reluzia como uma cena paradisíaca, as rosas deveriam ter acabado de abrir de seus botões, e - diferente do ambiente real - não existia nenhuma poeirinha.

Então ele notou de algo extra.

No banco do piano refletido estava um casal sentado de costas. O homem era quem tocava a melodia e tudo percetível sobre ele era o longo cabelo preso por uma fita azul. Já a mulher trajava um vestido verde-folha por baixo do cabelo trançado com flores amarelas, em seus braços estava um bebê enrolado num cueiro¹ lilás.

Em passos relutantes, Meliodas se aproximou para olhar mais à fundo. Coçou os olhos para ter certeza de que não o estavam enganando. Alterava a cabeça do reflexo para o piano buscando ter certeza de que não  tinha enlouquecido. Poderia  jurar escutar risos do casal entoando juntamente com a melodia.

Foi então que o som de asas batendo se sobrepôs aos demais. Rapidamente ele seguiu o novo ruído com o olhar se deparando com um corvo branco que pousou bem no acento do instrumento. O animal era o mais robusto que Meliodas já vira, a inusitada cor contrastada com os olhos negros indicava que ele não era albino, mas sim de uma espécie própria subclasse dos corvos negros comuns. Ele o encarou durante longos dois minutos antes de Elizabeth atravessar a porta levemente ofegante.

- Então você está aqui! - disse ela e andou diretamente ao encontro do animal sem perceber sua presença. Notou que mão direita dela estava coberta por uma luva de couro marrom, a qual estendeu para o corvo - Venha. - pediu e obedientemente ele agarrou firme o couro com as garras.

- Ele é seu? - Elizabeth deu um sobressalto cômico  quando finalmente se pronunciou, Meliodas teve de se conter para não rir.

- Senhor Meliodas?! - virou-se para si - Desde quando está aí?

- Desde que...- Meliodas começou relutante. Antes de completar olhou novamente para o espelho se surpreendendo ao ver que havia voltado a ser apenas um reflexo comum. - Eu, Ehr... Me perdi novamente.

- Oh! - ela deu um risinho - Entendo. O que acha de nos acompanhar?

- Adoraria. Na verdade, admito estar bem curioso sobre este… - ele deu pausa - exótico  animal. 

Voltaram pela porta branca e passando pela sala da escada andaram até o fim de um corredor, a qual ele não se preocupou em prestar atenção na decoração. Quando a porta foi empurrada, os sons de incontáveis cantos de pássaros brincaram em seus ouvidos antes de poder se acostumar com a claridade solar excessiva (mais invasiva ali do que em qualquer outro local da Mansão).

Piscou algumas vezes antes de contemplar o lugar; o teto era totalmente aberto em forma circular tendo apenas um caramanchão de madeira como cobertura, esse cheio de rosas- trepadeiras e jasmins-estrelas. Nas paredes, treliças haviam sido colocadas para trepadeiras se enrroscarem livremente, dentre elas reconheceu primaveras, dipladênias, maracujazeiros e alamandas de diversas cores jutamente com videiras e outras frutas exóticas plantadas exclusivamente para alimentação dos animais.

No entanto, o que mais lhe impressionou foi a quantidade de pássaros, ele nunca vira uma variação tão grande de espécies em um único  local. Uns bebiam água do pequeno chafariz no centro do salão com piso de cerâmica, outros faziam ninhos nos vãos entre as tábuas das treliças, o resto simplesmente cantava melodias singulares de todos os cantos. Sábias, rolinhas, canários, cardeais e periquitos entre outros não identificados voavam como pontos coloridos.

- Eles… - iniciou Meliodas maravilhado - São todos seus?

- Não. - Respondeu Elizabeth no momento em que o corvo voou de sua mão para se empoleirar no caramanchão - São do mundo, vêm e vão quando querem. - a observou andar de encontro à uma pequena estante de duas portas pregada na parede - Esse lugar foi o presente de casamento do meu bisavô para a minha bisavó. Ela era ornitóloga². - de lá pegou um saco de alpiste e voltou ao seu encontro. - Desde então, é o nosso aviário livre e particular.

    - E o corvo? Vejo que tem até mesmo uma luva especial para ele.

- Asativa foi encontrado tempos atrás com a asa machucada, depois de curado estava livre para ir mas decidiu ficar. Pode segurar para mim, por favor? - pediu gentilmente a platinada indicado o saco de alpiste. Prontamente ele tomou o peso. - Obrigada Sr.Meliodas.

- Meliodas! Ghár! Meliodas! Ghár! Milho! Milho! Ghár! - grasnou Asativa de cima. Elizabeth riu se dirigindo para a estante mais uma vez.

- Esse folgado prefere milho, é esnobe de mais para comer alpiste como os outros. - encheu a mão com grãos de um segundo saco já aberto e pôs numa tigela rasa perto do chafariz, em um único  bater de asas Asativa já estava lá se esbaldando derramando grãos dourados por todo lado.

Seguidamente, Elizabeth retornou para junto dele e abrindo a saca que segurava pegou uma quantidade significativa da ração. Em poucos segundos seus braços estavam lotados de passarinhos se alimentando, alguns pousavam em sua cabeça fazendo-a gargalhar jubilosa, cena essa que maravilhou Meliodas. Alguém que estava tão acostumado a viver sempre a cem por hora que deixava de lado as coisas mais simplórias, porém, incríveis da vida, como alimentar os pássaros.

- Ai! - gemeu Meliodas acordando dos devaneios sentindo uma pontada na cabeça. Bem ao seu ombro um sabiá-laranjeira segurava no bico um fio dourado, antes de poder fazer qualquer coisa ele voou para longe - Ei!

- Parece que em algum lugar um ninho terá um fio de ouro! - zombou a Bontempo - Au! - guinchou  logo em seguida quando um corrupião tirou-lhe um fio prateado. Foi a vez de Meliodas rir.

- E outro terá um fio de prata como decoração! - ambos gargalharam.

- Por que não tentar também?  - sugeriu Elizabeth limpando o resquício de alpiste das palmas.

- O que? Quer que eu alimente os passarinhos? - levantou as sobrancelhas loiras - Ah, não, não, não, não me dou bem com animais.

- Vamos, será divertido! - Elizabeth tomou o saco de suas mãos e incentivou-o com o olhar. Suspirando Meliodas cedeu e pegou uma pequena quantidade de grãos.

De um modo quase acanhado, ele estendeu as mãos sem nenhuma expectativa de que algum animal pousasse. Surpreendentemente várias aves logo apareceram como em Elizabeth, os pezinhos agarrando sua pele e couro cabeludo faziam cócegas deixando-o com um sorriso nos lábios.

- Vocês Bontembo têm mesmo um talento para animais. - admitiu ele.

- Não acontece coisas assim com frequência na Capital não é? - proferiu a platinada em tom vantajoso.

- Admito ser verdade. - concordou - Mas temos bastantes festas animadas, coisa que não aparenta ter aqui com frequência.

- É... Você venceu... - a voz de Elizabeth pareceu sair em tom entristecido às suas costas quando ela afastou-se para guardar o alpiste - Eu nunca fui em nenhum festa ou baile.

- Está brincando! - exclamou ele verdadeiramente chocado - Nunca teve sequer um baile de aniversário?! - de resposta a mulher balançou tristemente a cabeça em negativa.

Tal descorbeta chateou o Redwinker e ele pegou-se pensando em algum modo de aliviar a tensão que se formara. Então o canto sincronizado dos passarinhos inspirou-lhe uma ideia nada ruim. Bateu as palmas livrando-se do pó que sobrou do alpiste e foi de encontro à Bontembo, estendeu a mão canhota à frente de seu olhar baixo surpreendendo-a.

- Então dance comigo agora. - Meliodas sorriu de lado, o tipo de sorriso que derretia o coração de qualquer uma e que fez os olhos de Elizabeth brilharem e suas bochechas corarem, era a primeira vez que uma situação dessas acontecia com ela.

- M-mas, não há música…

- Usamos o canto dos pássaros. Basta fingir que somos Adão e Eva dançando no Jardim do Éden. - deu uma piscadinha - Vamos Ellie, será divertido. - repetiu as palavras dela ironicamente.

- E-Ellie?

- Sim, é seu novo apelido, isso é, se não se importar em ser chamada assim por mim. Agora também lhe dou o direito de me dar um.

- N-não me importo. - ela balançou a cabeça para os lados como forma de reaprender sua gagueira.

Acanhada, Elizabeth deu a mão para o homem que não tardou em puxá-la para o centro onde banhados pelo sol e perdidos entre as várias  vozes de aves começaram a primeira dança da vida da mulher prata. Ele levou a mão pálida dela até seu ombro e pôs a sua própria na cintura fina de Ellie. No início ela mantinha o olhar abaixado constrangida, - principalmente quando pisou acidentalmente no seu pé  - depois, parecendo mais segura, deixou o corpo leve para ser guiada em rodopios ao redor do chafariz.

Dançavam de maneira livre, como duas crianças inocentes bailando em seu primeiro baile. Elizabeth parecia-lhe a perfeita personificação da luz celestial, um anjo radiante, e a pedra em seu pescoço cintilava nos mais diversos tons parecendo ser a fonte do arco-íris. Em um último movimento, Meliodas soltou a mão de sua cintura e a fez girar ao redor de si mesma antes de agarrá-la novamente unindo seus corpos. Um podia sentir a respiração levemente alterada do outro sobre as bochechas, um simplesmente se deixou perder dentro do olhar do outro. Ela viu um verde juvenil de florestas no início da primavera onde os novos brotos de folhas saem, ele viu o mais intenso azul de uma paisagem marítima onde não se sabe onde o mar termina e o céu começa.

- Elizabeth…

- Meliodas…

Teriam ficado perdidos um no outro para sempre, se a realidade não estivesse ali para joga-lhes um balde de água fria em forma de um homem insatisfeito com a cena.

- Com licença… - a voz grave de Escanor foi o suficiente para desarmonizar todo o âmbito.

O casal prontamente separou-se como se estivessem realizando o ato mais impróprio de todos. A Bontembo mais uma vez encontrou o chão com o olhar acemelhando-se aos cardinais, e o honoureble virou-se para o lado oposto ajeitando defeitos imaginários nos botões de seu sobretudo.

- A-algum problema Senhor Escanor? - perguntou um mulher totalmente vermelha num timbre tão  baixo e falho que o cocheiro quase não entendeu.

- A senhora sua avó… - iniciou Escanor sem desviar o olhos fulminantes de Meliodas.

Este, por sua vez, fingia que nada de errado estava acontecendo enquanto experimentava uma das uvas das treliças. Eram realmente bem docinhas, tanto que sutilmente sequestrou algumas extras para os seus bolsos.

- Quer conversar com a senhorita…sobre as vendas… - continuou Escanor pausadamente ainda de olho na cara de pau do outro.

- Ah, sim. - Elizabeth se recompôs e forçou uma torce para chamar a atenção do informante - Me leve até ela, por favor.

Finalmente Meliodas foi liberado do olhar desconfortável vendo-se sozinho no aviário, suspirando em meio a sentimentos totalmente novos e incompreendidos por ele borbulhando em seu interior como borboletas.



    


                      ...*•°🍇•°*...


              


                 °•Ban Fosfoway•°


"Merda! Meu melhor casaco!", foi seu primeiro pensamento ao encontrar o chão do jardim da frente do Casarão da família Redwinker, quando os brutamontes do barão lhe jogaram para fora como um saco de lixo.

- E não quero mais ver você aqui, seu maldito rato de taberna! - cuspiu Charles Redwinker para ele enquando tentava se levantar batendo a terra da roupa.

- Qualé' senhor Charle', eu sou praticamente seu afilhado! É só me deixar dar umas palavrinhas com o seu filho e eu vazo daqui. - Ban tentou argumentar mais uma vez, certo de que Meliodas deveria está em algum daqueles quartos de castigo.

O barão olhou-o com desdém.

- Eu nunca aceitaria ser padrinho de uma escória da sociedade como você. - disse ríspido - Não sei como permiti que meu filho andasse com um Fosfoway³, sendo induzido a cometer ignomínias. O importante é que agora estou corrigindo isso.

- Agora está me magoando. - Ban pôs a mão no peito fingindo exageradamente uma magoa.

- Suma daqui agora mesmo e da vida do meu filho! - Charles apontou na direção da estrada abruptamente - Caso eu o veja novamente chamo a polícia para levá-lo para trabalhar nas minas! - terminou com os brutamontes fechando cada um com força as portas duplas.

Ban cuspiu no chão e saiu dali carrancudo. "Pior que esse aí só o Diabo".

- Parece que o raposo finalmente foi expulso pelos cães. - zombou uma voz feminina vindo de sua direta.

Olhando na direção de origem reconheceu Friesia, uma das empregadas da Mansão. Tinha cabelos curtos de cor castanho claro assim como os olhos, uma figura de corpo curvilíneo e extremamente agradável aos olhos, de tal forma que tanto ele como Meliodas já dormiram com ela mais de uma vez - as vezes ao mesmo tempo. Vendo a mulher de pé ali, usando o costumeiro uniforme de empregada costurado com o brasão da família a qual servia e carregando um balde com roupas recém tiradas do varal, o Fosfoway sorriu presunçoso tendo uma ideia e foi na direção  dela.

- Friesia, Friesia, minha doce flor de primavera...

- Ah não - ela se pôs a andar apressada - Tenho trabalho a fazer! Não tenho tempo pra' isso!

- Só quero uma informaçãozinha Frié! - ele a seguia de perto - Onde o seu querido amarelinho está,  Ãhn?

- Pare! Se me verem com você posso ser demitida!

- Vai, Friézinha, ou eu dou meu jeitinho do seu marido descobrir as loucuras que nós três faziamos naquele seu quartinho. - a mulher travou e uma gota de suor escorreu por seu rosto. Ban sorriu vitorioso sabendo que tinha dado o xeque-mate.

- O barão o mandou para uma cidade de interior, bem distante pelo que eu ouvir falar, para puni-lo. - disse Friesia derrotada com os ombros caídos.

- Que cidade?

- Se não me engano, se chama Vila da Lua, ou Vale, algo assim.

Balançando a cabeça positivamente, Ban demonstrou que havia entendido e com ligeireza correu na direção da saída da propriedade.

- Ei Ban! - gritou Friesia. Ele virou a cabeça para olhá-la ainda em movimento - Não vai contar nada ao Ruin não é?

- Relaxa! Aquele corno vai continuar sendo só um corno ignorante! - e seguiu correndo tentando imaginar quando sai o próximo trem para a Vila (ou Vale) da Lua.



                      •°•...~*°•🌻•°*~...•°•

  



Notas Finais


🔴Vocabulário:
1-Cueiro: tecido de flanela usado nos enxovais de antigamente para enrolar bebês.
2-Ornitóloga: é aquele que se dedica ao ramo da biologia que estuda as aves a partir de sua distribuição na superfície do globo.
3-Fosfoway: como visto, é o sobrenome do Ban e uma família conhecida como fracassada desde que o bisavô dele perdeu todas as posses em apostas e jogos de azar, resultando no estilo de vida quem têm hoje: como apostadores fraudulentos de esquina e até ladrões. O Ban tem um linguajar mais coloquial justamente por não ter recebido uma boa educação.

Até o próximo capítulo!🦋


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...