História O segredo dos nove - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Tags Assassinato, Conto, Drama, Jovens, Mistério, Morte, Original, Shortfic, Slasher
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Palavras 2.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - 02. Santa padroeira de chupar pau


Fanfic / Fanfiction O segredo dos nove - Capítulo 3 - 02. Santa padroeira de chupar pau

"Well I know full well that you are

The patron saint of sucking cock

Señorita, you're a cheater

Well, so am I

You want to go where the girls are young and dumb and hot as fuck

Where they're dancing in the streets with nothing on"

— Young and Dumb, Cigarettes after sex

 

Cleveland, Julho de 2018

O caos estava instaurado na cidade de Cleveland. A tristeza batia em todas as portas após a morte do promissor jogador de tênis Nathaniel Van Hunter. O garoto sempre foi visto pela comunidade com bons olhos e a sua morte, de forma brutal, chocou a todos.

Mesmo após quatro dias da morte, no enterro, o clima continuava ruim entre todos. Nem parecia fim de férias, parecia mais o começo de um luto sem fim.

Jaqueline havia voltado a casa dos pais por alguns dias, não queria ficar sozinha em seu apartamento. Harry tinha os olhos tão vermelhos que as pessoas já não sabiam mais se era de tanto chorar ou se era de outra coisa. Barbara e Camila tentavam estar ao lado de Jaque para o que ela precisasse, como boas amigas. Michael parecia entorpecido, e Joss tentava não pensar no que havia ocorrido, principalmente por seu pai não lhe dar respostas, só frases vagas sobre o que realmente havia acontecido.

Joss não era estúpido, Nathe havia sido cruelmente assassinado, aquilo não era um latrocínio ou um acidente.

O rapaz encarou a blusa preta estendida sobre a sua cama e suspirou, decidindo vesti-la de uma vez para acabar com aquilo. Ao menos os mortos mereciam paz, já que pelo andar da carruagem, os vivos não teriam isso tão cedo.

Joss pegou a chave do seu carro e o celular e desceu as escadas da casa de seu pai, encontrando-o na mesa de café da manhã.

— Bom dia, senhor. — Joss cumprimentou-o.

— Bom dia, Joshuel.

Joss sorriu forçosamente. Ele odiava quando o pai o chamava por seu nome. O rapaz aproximou-se da cafeteira e serviu-se uma boa quantia numa grande xícara.

— Vai ao enterro, senhor?

— Provavelmente, vou ficar de olho em todos por lá. — comentou o xerife de forma seca.

— Pai?! — Joss sentou-se na frente do homem e encarou-o, esperando que ele retribui-se a atenção. — O que vai fazer a respeito da morte de Nathe?

Theodor suspirou.

— Encontrarei o assassino.

— Mas a Sra. Van Hunter acha que a Jaqueline é a culpada mesmo? — Joss ousou perguntar.

O pai fechou o jornal local e o colocou sobre a mesa.

— Joshuel, o que a Sra. Van Hunter acha é levado em consideração, mas dado a violência do crime, não teria como Jaqueline ser a culpada. — o homem fez uma breve pausa, considerando suas palavras, afinal, ao trabalhar na polícia tanto tempo, ele bem sabia que nada poderia ser descartado. — Ao menos não com as atuais provas.

 

Cleveland, Julho de 1995

A tensão no corpo de Theodor era clara, mesmo ele não querendo que fosse. Era ridículo colocar seu pescoço a prêmio dessa forma, mas Bob o prometeu que tudo ficaria bem. O suor acumulava-se na sua testa e quando o homem de cabelos castanhos e barba rala entrou na sua sala, ele esperou que viessem as boas notícias.

— O Klaus e a Cecce resolveram o problema. — declarou Bob.

Theodor sentou-se um tanto aliviado em sua cadeira.

— Ah, que bom... — suspirou pesarosamente. — E o que precisa mais?

— Que essa história seja enterrada esta noite, assim como essa criança. — respondeu o braço direito do prefeito da cidade. 

 

Cleveland, Julho de 2018

Jaqueline tentava não desabar em choro pela incontável vez desde que resolveu abrir seus olhos. Ela pensou em dopar-se de remédio para conseguir ao enterro, mas preferiu não o fazer. Ela colocou seu melhor vestido preto e fez uma maquiagem que esperava que não virasse um rio negro em seu rosto, mesmo sabendo que a probabilidade disso ocorrer era gigantesca.

Barbara acordava nos braços de Harry, na casa dele. Mas o mesmo não podia se dizer do rapaz, que não acordava de nada, já que mais uma noite ele havia passado acordado.

Michael ainda incrédulo, olhava pela janela do apartamento de Camila. Ele tentava, talvez, encontrar a resposta naquela paisagem, contudo ao sentir as delicadas mãos de sua amada sobre o seu peito desnudo, Michael esqueceu-se por um segundo daquele pesadelo todo.

— Ei, não pense demais sobre isso... — comentou a loira. — O dia será bem longo, não precisamos nos torturar ainda mais.

Michael sorriu fraco e virou-se, beijando levemente os lábios de Camila.

— É talvez você tenha razão, minha linda.

Ela sorriu fraco e passou suas pálidas mãos sobre a pele negra do namorado.

— Eu sempre tenho razão. — ela tentou brincar, mas tudo o que conseguiu do namorado foi um forçoso sorriso fraco.

Ele segurou nas mãos dela e por instante esqueceu-se do resto do mundo quando deixou que as palavras que guardava para si tomassem seus lábios e escorressem para fora. Palavras que ele estava aguardando o verão todo para poder dizê-la:

— Eu amo você, Camila. 

 

Cleveland, Julho de 1995

Theodor tentava respirar aliviado depois de todos os problemas daquela noite, mas era difícil, principalmente quando sua esposa estava no hospital. Ela estava muito doente e seu pequeno Joshuel não tinha completado um ano ainda. Era doloroso imaginar que poderia perdê-la e mais complicado ainda era saber o que um homem fazia para ser pai.

Ele aproximou-se do leito em que a esposa estava e tentou sorrir para ela, mas Monica era sensitiva e sabia que algo incomodava o marido profundamente.

Mesmo com a pele pálida, beirando um tom mais cinza, Monica falou:

— O que houve? — questionou ela com a voz fraca.

Ele sorriu.

— Nada com que deva se preocupar.

— Como está Joshuel?

— Ele está bem, Moni. — o homem respondeu sentando-se na poltrona ao lado da cama. — Não há com o que se preocupar.

— Theo, me prometa que será um bom pai...

O rosto pálido dela e o tubo de respiração indicavam o quão ruim estava a situação. Ele amava a sua esposa e morria de medo de pensar em um futuro próximo sem ela.

— Theo... Me prometa...

Ele sorriu.

— Eu prometo, meu amor. Joshuel será um homem incrível. 

 

Cleveland, Julho de 2018

— O senhor é meu pastor e nada me faltará. — o reverendo dizia e o povo dentro da igreja repetia.

Jaqueline tentava conter as lágrimas, mas não conseguia, o mesmo podia dizer-se da mãe do rapaz. Ambas quase competiam para ver quem chorava mais na igreja. Camila, Harry, Michael, Joss e Barbara estavam logo atrás de Jaqueline, que por uma bondade extrema, foi permitida pelo Sr. Van Hunter a ocupar um dos lugares da primeira fileira.

A missa seguiu-se durante uma hora, palavras belas ressoaram o local e o clima de luto prosseguiu, passando pela tristeza e alcançando a aceitação de alguns dos presentes.

A mãe do falecido não teve condições de se pronunciar, enquanto isso  o Sr. Van Hunter decidiu que falaria. Ele subiu ao púlpito da igreja e respirou fundo antes de começar a dizer coisas tão desconexas que a maioria ali não conseguiu entender exatamente o que estava acontecendo com aquele homem.

— Eu descobrirei quem fez isso ao meu filho... Eu descobrirei. — ele começou. — Sei que a maioria aqui conhecia o meu filho e sabia a pessoa maravilhosa que ele era, mas mais do que isso... Ele foi um presente que tivemos tanto medo de ter. — a sua honestidade arrepiava alguns. — E então algo aconteceu, mas aquilo parece que só nos trouxe desgraça! Ele tirou a vida do meu filho e... O sangue do meu garoto está muitas mãos agora.

E o choro veio copiosamente.

O xerife caminhou até o púlpito e retirou o pobre homem cheio de dor de lá. Olhou para Cecce e levou Klaus Van Hunter para uma saleta lateral. 

 

Cleveland, Setembro de 1995

Os gritos ecoavam até o corredor enquanto Cecce Van Hunter estava em trabalho de parto. Klaus estava ao seu lado e segurava a sua mão firmemente. A emoção cobria os dois, afinal era seu primeiro filho que estava chegando. Um filho tão aguardado e que seria tão amado, durante toda a sua vida. 

 

Cleveland, Julho de 2018

Theodor sentia o ódio preenchendo-o e sabia que aquele discurso acalorado de Klaus traria problemas à todos envolvidos no passado.

— Que merda está pensando? — Theodor questionou de forma rude, quase jogando Klaus no sofá que havia ali.

Cecce entrou na sala naquele instante e enfureceu-se.

— O que você está pensando? Consegue respeitar a nossa dor? — questionou ela quase aos berros. — Nosso filho está morto, Theodor! MOR-TO!

E mais lágrimas deixaram os olhos castanhos de Cecce. A sua dor era algo digno de piedade, mas Theo já sabia que só Deus poderia salvá-los daquilo.

— Eu não consigo entender o que vocês estão passando e sinceramente, espero não descobrir tão cedo, mas há algo que vocês precisam saber. — o xerife começou.

Na porta da saleta, Joss tenta entender o que está acontecendo lá dentro. Por quê a Sra. Van Hunter está gritando com o seu pai? Não parecia ser sobre investigação criminal, não em um primeiro momento. Ele gruda a sua orelha na porta, tentando entender melhor aquilo.

— Theodor, o assassino deixou uma porra de um bilhete ao matar o meu filho... — esbravejava Klaus. — Você acredita mesmo que isso foi só uma coincidência?

Um momento de silêncio se fez presente.

— Não interessa no que eu acredito e sim no que as investigações... — mas o policial foi interrompido, pelo estalo que Joss escutou, imaginou que aquilo fora um tapa.

— Nathe era meu filho, Theodor. — Cecce dizia mais calma, quase pausadamente. E depois continuou a falar algo incompreensível para Joss.

O rapaz suspirou e passou a mão pelos seus cabelos cacheados. Estava saindo de perto da porta quando alguém segurou em seu braço, o puxando com certa brutalidade a outra porta, do lado oposto do corredor. A porta foi fechada e Joss pode suspirar um pouco aliviado ao ver seus olhos azuis.

Joss tocou o peitoral de Vic e empurrou-o um pouco para trás.

— Que merda foi essa? — ele questionou nervoso com a situação. — Onde estamos?

— Sei lá, em uma sala qualquer da igreja. — Vic o respondeu em um tom mais leve. — Precisava ver você. — Joss permaneceu em silêncio. — Seu amigo faleceu, achei que seria bom vê-lo.

O moreno negou com a cabeça e afastou-se um pouco de Vic. Ele caminhou pela saleta e apoiou-se na mesa que havia ali.

— Nathe era um bom amigo... É horrível pensar que nunca mais o verei. — dizia com toda a sinceridade. — Eu o amava, como amigo.

Vic sorriu fraco.

— É, eu sei... — ele aproximou-se do rapaz por quem estava se apaixonando. Tocou seu rosto e o fez encará-lo. Aproximou seu rosto do dele e o beijou, causando uma sensação estranhamente boa nos corpos de ambos.

— Nós nunca fizemos isso...

— Sem que você estivesse vestido. — Vic completou. — Mas eu quero estar com você Joss e não com Skylar. Não hoje.

O mais alto voltou a beijar Joss e dessa vez com uma intensidade monstruosa. Joss levantou-se da mesa em que estava e permitiu que suas cinturas se colassem como ímãs. As mãos de Joss agarram os cabelos de Vic, que rapidamente soltou o cinto do menor e abriu a braguilha da calça dele.

Joss suspirou pesadamente, e mordeu o lábio inferior quando Vic depositou-lhe beijos molhados no pescoço antes de ajoelhar-se no chão. Os olhos de Joss mal conseguiam acreditar que aquele homem corpulento e terrivelmente charmoso estava de fato de joelhos na sua frente.

— É só porque você merece um alívio hoje. — comentou Vic antes de puxar a calça, junto com a cueca de Joss, para baixo, revelando o seu pau já ereto.

Isso não era normal de Vic, geralmente ele não se prestava ao papel de dominado, odiava isso, mas vê-lo assim, só fazia com que Joss o quisesse mais.

Os lábios rosados de Vic abocanharam a extensão todinha de Joss, o fazendo jogar a cabeça para trás. Seus dedos engataram nos cabelos dourados do outro, o fazendo sentir ainda mais prazer.  As mãos grandes de Vic apoiavam-se nas coxas de Joss, enquanto o ritmo das chupadas aumentavam, fazendo o moreno morder o lábio inferior para que não anunciasse a todos o tamanho pecado que estavam cometendo em uma saleta da Igreja.

Joss tentava não se martirizar por estar transando no funeral do seu amigo, mas a verdade é que era difícil se concentrar em qualquer pensamento além do delicioso boquete que Vic o fazia.

O menor suspirou e puxou a cabeça de Vic para trás, apenas para olhá-lo no olho e ter certeza de que ali havia o próprio diabo o atentando. Eles sorriram um para o outro e Vic voltou ao que fazia, o chupando mais e mais. Joss já sentia a pressão querendo se espalhar por todo o seu corpo, mas não queria que aquele momento acabasse. Ele respirou fundo e um gemido grosso deixou a sua garganta, foi quando ele atingiu o ápice. 

 

Cleveland, Novembro de 1995

Nathaniel dormia como um anjo em seu berço. Cecce estava sozinha em casa e sentia que deveria dormir também, afinal poderia aproveitar esse descanso junto com seu filho. Mas tampouco deitou-se, ouviu batidas na porta.

Um tanto preguiçosa, levantou-se da cama e foi até a porta da frente, a abriu e deparou-se com pessoas que definitivamente não queria ver.

— O que fazem aqui? — questionou a mulher sentindo um certo calafrio pela sua espinha.

— Podemos entrar? — Bob Potter questionou de forma incisiva, enquanto Dylan McWilson estava ao seu lado.

— Não. — ela replicou rudemente. — Meu marido não está e vocês não são bem vindos aqui, não depois de tudo o que houve.

Bob revirou os olhos enquanto Dylan segurava a porta, afim de impedir que Cecce a fechasse em suas caras.

— Cecce, eu insisto. — declarou Dylan pela primeira vez.

Cecce sentia um medo corriqueiro passando por seu corpo. Há um ano que evitava os Potter e os McWilson, eles eram os maiores culpados pelas desgraças da cidade, principalmente as desgraças que aconteciam a sua família. Ela não os queria ali.

— Não sabia que eram amigos depois de tudo. — provocou.

— Não somos! — Dylan a replicou de forma grosseira. — Mas tudo tem seu preço e há um ano tomamos a decisão certa no fim das contas.

— Claro, agora os dois tem poder demais nessa cidade. — respondeu ela empurrando mais a porta e finalmente a fechando. Pelo vidro ainda conseguia enxergá-los. — Nunca mais voltem aqui! — ela gritou e fechou a cortina da porta. 

 

Cleveland, Julho de 2018

Joss fechou o zíper da sua calça e observou Vic por um instante. Ele sorriu para o loiro, que puxou seus cabelos para trás, tentando inutilmente ajeitá-los.

— Sabe que fica lindo de qualquer jeito, não sabe? — o moreno questionou-o.

Victor riu fraco.

— É o que você e a minha mãe sempre me dizem. — brincou o mais alto aproximando-se e depositando-lhe um selinho nos lábios.

— Deve ser porquê nós dois te amamos. — Joss deixou que aquela afirmação escapasse de seus lábios, e só depois de ditas, foram que as palavras foram compreendidas por quem as disse. — Ah, muito cedo?! — ele brincou sentindo-se ruborizar.

Vic riu.

— Não, eu acho que não. — o loiro disse tentando soar educado. — Só queria ser mais corajoso talvez para dizer à todos que sinto o mesmo por você.

— Ou seja? — provocou Joss.

Vic riu um pouco sem graça.

— Eu te amo, Joshuel.

— Eu te amo, Victor.

Joss lhe deu mais um beijo e aproximou-se da porta da saleta, mas abriu apenas uma fresta, colocando o seu dedo indicador nos lábios ao encarar Vic. Ele olhou pelo corredor e estava prestes a sair, quando a sala onde seu pai estava com o casal Van Hunter foi aberta. Joss voltou rapidamente para dentro da saleta em que estava e deixou a porta entreaberta, ouvindo o que aqueles três conversavam.

— Theodor, faça o seu trabalho e encontre o filho da puta que matou o meu filho. — pedia Cecce Van Hunter. — E por favor, não tenha medo de olhar para o reverendo e nem para o prefeito, por favor.

— Cecce, com todo o respeito...

— Não quero ouvir desculpas, quero o assassino do meu filho preso ou morto. — Cecce declarou, interrompendo o xerife. — Se Bob Potter, Sarah McWilson e Dylan McWilson tem culpa, quero que paguem. Todos eles.

Joss ouviu a informação quieto e esperou que os passos saíssem do corredor para que finalmente saísse da saleta em que estava com Vic.

O loiro encarou-o confuso.

— O que o reverendo, o prefeito e a primeira dama tem haver com a morte de Nathaniel? — questionou Vic baixinho.

— Não sei, mas espero que meu pai descubra. 


Notas Finais


Olá, amores! O que acharam desse capítulo? Estão conseguindo entender os Flashbacks e quem é quem?

Se você curtiu o capítulo, não esquece de comentar :)

Se você conhece alguém que possa curtir essa história, não esquece de indicar "O segredo dos nove".

Se ainda não adicionou o livro na biblioteca, aproveita e adiciona para não perder as atualizações.

Ah, no meu Instagram eu também aviso viu?! Podem seguir o pessoal (anafrancaft) ou o exclusivo das histórias (anaedrama), mas eu sempre aviso mais no pessoal, o outro uso mais para citações, spoilers, artes para os livros e tal.

Próximo capítulo veremos mais do passado e talvez entenderemos melhor algumas coisas, como por exemplo, quem é Bob Potter de fato. Então fiquem atentos a próxima sexta.

Beijos, Ana


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