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História O Segredo Vermelho - Sasosaku - Capítulo 9


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Notas do Autor


OLAAAA LEITORAS! Vim contribuir com a quarentena e postar capítulo novo. Ouvi um amém? Amém. Não tenho nada pra fazer, minhas aulas na faculdade estão suspensas como as de todo mundo, creio eu. Aliás, espero que estejam e fiquem todas/todxs bem e não se esqueçam de lavar as mãos.

Sobre a atualização: Tem algumas palavras "pesadas" porque tem hot... Houve um pequeno salto de tempo devido a minha demora, então algumas coisinhas básicas vão ficar offscreen nesse capítulo pra fluir mais rápido.
Leiam muito e fiquem em casa! Amo vcs ❤️

Capítulo 9 - Um novo ser humano...


Fanfic / Fanfiction O Segredo Vermelho - Sasosaku - Capítulo 9 - Um novo ser humano...

 Konoha virada de cabeça para baixo. Pelo menos era assim que eu via enquanto deitada com a cabeça pendurada na borda da minha cama. E essa não era uma realidade muito distante. Minha cabeça deu um breve giro quando eu voltei com o meu corpo para o travesseiro, pensando nos últimos acontecimentos da minha vida e das pessoas envolvidas nela. Sasori. Sempre o primeiro. Eu não me lembrava a partir de quando ele passou a ter essa importância para mim, mas era como se fossemos parte de algo. Eu não saberia chamar de relacionamento, a menos que ele o reconhecesse como tal. À essa altura do campeonato, eu deveria agir como a adulta que sou e expor toda a verdade. Sasori e eu estávamos apaixonados.

"Sakura, você precisa ser racional." Dizia meu consciente, na tentativa de olhar para aquele sentimento como algo negativo, e que, toda vez que um ninja se envolve amorosamente com alguém algo ruim acontece. Mas o meu inconsciente falava mais alto. Claro. O prazer endossado a paixão, o frio na barriga de quando eu o via, e, o mais perigoso de todos: a admiração que eu sentia por ele. Tudo isso me atingia ferozmente e me impulsionava a querê-lo.

Toc-toc

- Quem é? – ajeitei minhas mãos em cima da barriga, de prontidão.

- É a Shizune.

- Ah. Entre.

- Olá, Sakura. Como se sente?

- Olá. Estou bem... Não lembro de muita coisa.

- Bom, você teve um desmaio. Eu achei melhor que te trouxessem para o seu próprio quarto.

- Oh, sim.

Desmaio... A lembrança me cutucou e eu comecei a lembrar do mal estar que tive antes de desmaiar.

- Tenho certeza que você vai ficar bem aqui, descansando.

- Não vou poder sair? – Indaguei um pouco rápido demais. Tamanha era minha vontade de rever a cabana.

- Se for da sua vontade. E se se sentir bem.

- Estou muito bem. Preciso de ar puro.

- Aproveite. O dia está lindo para uma garota linda como você.

- Obrigada – sorri amistosa.


Sasori's Voice / p.o.v

Sentado numa velha e empoeirada cadeira de balanço, eu respiro (im)paciente. O vento sereno era capaz de balançar o móvel, o que relaxava meu corpo contra o estofado surrado. Sakura estava atrasada. Nossos encontros se tornaram escassos desde o meu enfrentamento com o Uchiha na Aldeia da Folha. Eu não poderia levantar suspeitas e prejudicá-la diante da sua mestre e Hokage, apesar de, naquele mesmo dia, eu ter invadido o seu quarto por culpa da minha carne fraca. Às vezes eu odeio ser um humano. Sempre que posso, ajo como se não fosse um. Por isso que gosto da filosofia de um marionete, não há sentimento, apenas precisão, se os movimentos certos forem executados.

Para mim, é intrigante se sentir assim de novo. Se sentir como se eu pudesse ser bom. Me sinto assustado, tanto com essa velha novidade quanto com o fato de que eu nunca tive medo de nada e agora tenho. A última vez que lembro disso ter acontecido fora quando perdi os meus pais. Estes sequer foram de verdade o tempo todo. Sakura é real. E eu a amo. Como pode um nobre sentimento ser capaz de assustar um homem? Me assusta o fato de que seja ela a mulher que eu amo, de pensar que poderão repreendê-la por estar comigo. Mas isso é tudo o que poderão fazer, porque eu jamais permitiria que a machucassem. Ela é culpada por eu ser um novo ser humano, ainda que gradativamente. E embora Sakura precise de alguém bom ao seu lado, eu não estou buscando ser bom. Só quero protegê-la agora. É tudo que eu tenho.

O barulho de madeira se partindo me acordou dos meus "pensamentos humanos". Eu pude ver a cor de seu cabelo aparecer pelas pequenas brechas e o meu sorriso se formou. Ela entrou, corada como um morango. Perfeita como sempre. Avancei para abraçar e beijar a garota que eu amo, que me retribuiu.

- Calma. Eu sempre perco o fôlego – ela me segurava os braços.

- Termine a frase – eu a segurava pela cintura.

- O quê?

- "Eu sempre perco o fôlego com você, Sasori." – Eu disse sarcástico, e ela abriu-se num sorriso de quem fora apanhada numa brincadeira.

- Só você. – ela disse com um leve bico, envolvendo os braços no meu pescoço.

Seus olhos verdes podiam me perfurar se quisessem. Era incrível como eu estava de quatro por ela. Nós nos beijamos docemente, entre selinhos e estalos.

- Você se atrasou hoje – observei.

- Tive um contratempo – ela forçou um sorriso.

- Está tudo bem? – perguntei curioso.

- Tudo ótimo! – ela disse animada.

Eu assenti e então beijei novamente a boca e o pescoço daquela que tanto mexia comigo.

- Sakura, o que fez comigo? – perguntei em voz baixa em seu ouvido, sentindo o aroma do perfume em seu pescoço.

- Eu não sei – ela me olhou timidamente.

- Você me deixa indefeso.

- Ah é? – ela levantou o rosto. – Eu quero te deixar indefeso sempre.

- E quem irá nos defender?

- Eu – sussurrou, com a boca no meu ouvido.

- Oh... – Gemi. – Então me faça indefeso.

Sakura me empurrou para a cadeira onde eu inicialmente a esperava. Segurei em cada lado buscando um certo equilíbrio, e não é nem de equilíbrio espacial que eu estou falando. Ela mostrou a coxa, subindo seu vestido. Um frio instantâneo correu abaixo do meu umbigo. O simples fato de vê-la mostrando para mim uma parte de seu corpo foi capaz de fazer o meu pênis acordar. Ela subiu em mim de joelhos, seus seios em meu rosto e o perfume misturado ao suor cada vez mais excitante.

- Se eu a quebrar, como irei consertá-la? – eu a encarei.

- Podemos descobrir – desafiou ela.

- Não faça assim comigo – eu disse e ela me beijou.

O beijo na boca deu lugar a beijos por todo o corpo. Sakura sorriu enquanto eu beijava-lhe os pequenos seios redondos. Minhas mãos apertavam a bunda ainda coberta pelo vestido carmim, que estava incomodando. Eu apertei o tecido e o rasguei bruscamente. Sakura gritou excitada. Logo ela pôde sentar no meu colo sem empecilhos. Segurei seu cabelo com uma mão e tracei um caminho malicioso para dentro de suas pernas com a outra. 

- Nossa – eu fechei os olhos, excitado. Ela estava sem calcinha e sua pele úmida; aquilo me deixou louco. – Tão molhada para mim.

- Eu sou sua – ela disse no meu ouvido.

Mordi o lábio e tirei meu pênis para fora da calça na mesma hora. Sakura me segurou os ombros e eu enfiei toda a glande e a base em sua intimidade. Ela rolou os olhos, como quem esperava muito por aquilo. Começamos a nos mover ali, naquela cadeira rústica. Sakura sentava em mim com o seu vestido rasgado de lado e parte da bunda à mostra. 

- Gostosa pra caralho – eu disse, dando a ela um tapa na bunda.

Ela quicava e gemia, eu apertava com força cada parte de seu corpo. Possivelmente eu deixaria algumas marcas, mas ela era minha.

- Tão minha... – eu gemi, dando-lhe mais um tapa na bunda.

Sakura me encarou com os olhos ardentes.

- Você acha mesmo que eu sou sua? – provocou.

- É claro que é – eu disse, sério.

Eu estoquei mais fundo e mais forte. Sakura sorriu como uma puta. Ela me fez perder o controle. Passei e investir com mais rapidez e usei meu chakra para criei fios ao redor de seus punhos e braços, enquanto eu a fodia amarrada.

- Sasori! – ela gritou – Eu vou gozar.

- Tão rápido – sorri de canto, com meu ego inflado. – Goze para mim, meu amor.

Sakura se debateu ainda preenchida pelo meu membro; eu a segurei, já que estava amarrada, e então ela teve seu orgasmo. Tudo que ela merecia.

- Você conseguiu me quebrar – ela disse, ofegante.

- Fico feliz – eu disse, normalmente.

- Metido e cínico – ela ficou vermelha.

- Sabe, eu vou te deixar amarrada por isso – eu elevei o rosto, numa postura superior.

- E se eu fizer algo para ser solta? – perguntou ela com a voz sensual.

- O que seria?

- Você ainda não gozou – ela tateou minha perna.

- Para mim, o seu prazer vem primeiro – confessei.

- Deve estar bem cheio – ela lambeu os lábios, me provocando.

- Você quer provar? 

- Você tem uma naturalidade invejável, Sasori – ela corou.

Eu adorava saber que a desarmava quando eu falava coisas safadas.

- Somos um casal. Quanto mais naturalidade, melhor.

Sakura não disse nada. Ela tentou não sorrir mas eu conhecia aquele rosto. Estava feliz. Ela passou a língua no meu membro e eu apertei a cadeira, pego de surpresa.

- Não quer que eu a solte para fazer isso?

- Mudei de ideia – ela disse, sapeca. – Quero te chupar amarrada.

De novo o calafrio no baixo ventre, só que dessa vez mais forte. Aquilo foi como um estímulo fatal. Ver Sakura amarrada pelos punhos com o meu chakra enquanto me chupava era demais para mim. Ela sequer precisava usar as mãos para me dar prazer, apenas a boca. Eu segurei meu membro para que ela fosse chupando, ajoelhada e empenhada. Sua boca no meu pau era como seda. Eu bati com ele em seu rosto, só para vê-la reclamar de um jeito sexy. Ela se arrumou no chão com um pouco de dificuldade pelos fios e inclinou a cabeça para colocar todo ele na boca. Tossiu um pouco após ter conseguido e voltou a praticar a garganta profunda. Segurei seus cabelos obedecendo meus pensamentos viscerais e pressionei sua cabeça contra ele de modo que ela quase me engolia. Sakura me deixou fazer aquilo mais de uma vez. Puta que pariu, como era bom. Ela me olhou com o rosto repleto de luxúria, seus cabelos rosados colados sobre as bochechas molhadas pela sua própria saliva. A imagem mais excitante que eu já vira. Meu membro começou a latejar violentamente, eu me arqueei na cadeira e ela abriu a boca, esperando. Então eu cheguei ao ápice. Sakura ficou com a boca cheia.

- Nunca gozei tão forte. – Eu disse, ofegante. Minhas pernas tremiam. Fiquei tão fraco que meu chakra desfez os fios que prendiam Sakura e ela sorriu plena. De fato, ela podia. Sakura poderia fazer qualquer coisa comigo, até mesmo se me machucasse.

Ainda me recuperava quando ela levantou rapidamente. Eu olhei perdido quando a vi vomitar.

- Sakura! – Corri até ela preocupado e a segurei pelo braço, vendo as últimas gotas. – Está tudo bem?

- Sim. Desculpe, Sasori. Estou com muita vergonha agora. Toda minha pose de mulherão caiu.

- O quê? Fale devagar, Sakura. Importa que você fique bem – eu a abracei.

- É a segunda vez que isso acontece hoje – respirou fundo.

- Como assim? Você está doente? – perguntei aflito.

- São enjôos, do nada – ela franziu a testa.

- E você disse que estava bem... – eu passei minhas mãos por entre meus cabelos.

- Mas eu estava – insistiu

- Vou cuidar de você – limpei os cantos de sua boca. – Aqui tem um pouco de água e...

- Eu tenho que voltar – ela hesitou, me interrompendo.

- Não vai voltar assim. Pode desmaiar.

- Como sabe que eu desmaiei hoje?

- Você desmaiou?! – arregalei os olhos.

- Sasori, estou cansada.

- Eu vou levar você comigo – a encarei firme, ainda segurando com cuidado.

- Para onde? – ela me olhou com seus globos verdes curiosos.

- Para a Akatsuki.



CONTINUA...



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