História O Segurança - Capítulo 9


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Rin, Sesshoumaru
Visualizações 154
Palavras 2.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá!!! Boa Noite 😁
Boa leitura 💜💜💜

Capítulo 9 - Capítulo 9


Capítulo 9- Sesshoumaru / Rin

 

 

Sesshoumaru 

 

 

 

  Saio do apartamento de Rin o mais rápido possível. Eu ainda ficaria fazendo sua segurança, mas antes de tudo eu precisava tomar um ar. Eu devo ter enlouquecido! Só pode ter sido isso! 

  Caralho, é impossível não desejar aquela boca! E agora que sei a sensação de ter os seus lábios colados aos meus, quero ainda mais tocá-los.

  Balanço a cabeça negativamente.    Ela está me enlouquecendo!

  Saio do prédio e respiro fundo.

Não entendo como Kohaku pode ter sido tão burro à ponto de trocar uma mulher como Rin por uma qualquer. Falando no diabo...

  — O que você quer aqui?– pergunto quando o vejo se aproximar do prédio.

  — Vim ver a minha namorada!– sorri debochado.

  Rio irônico.

  — Acho que não pode mais chamá-la assim.

  — Bom, de qualquer forma, eu vou subir lá em cima, conversar com Rin e depois de ela ver que eu sou o namorado perfeito, vamos fazer um sexo bem gostoso de reconciliação. Pronto!– se aproxima de mim e  sorri.— A não ser que queira detalhes da reconciliação.– ri.

  Sinto meu sangue ferver e soco o seu rosto.

  — Desgraçado!

  O seguro pelo colarinho, fazendo-o me encarar.

  — Olha só...– rosno.— Você não merece Rin! Ela é uma garota que você, nem em sonhos, vai ter novamente. Você é um merda!– cuspo as palavras. 

  O solto e ele cambaleia para trás.  

  — E quem merece?– sorri debochado.—Você?– ri alto.— O segurança? Faça-me o favor!

  — Filho da puta!– o alcanço e o chuto fazendo-o cair no chão. Sento em seu quadril e começo a disferir socos por seu rosto.— Escute o que vou te dizer! Não se aproxime dela! Nunca mais! Se eu te pegar perto dela, eu acabo com você!– me levanto e  chuto seu abdômen.

  Ele se contorce e geme de dor.

  — Sesshoumaru! Que merda está acontecendo aqui?– ouço a voz de Rin.

  — Rin, olha...– tento dizer.

  — M-meu amor!– Kohaku diz fraco.— Você viu o que ele me fez?– Rin o olha horrorizada.

  — Rin...– tento dizer mais uma vez.

  — Você fez isso?– ela aponta para o babaca.

  Suspiro e fecho os olhos assentindo.

  — Amor, e-eu te amo!

  Abro os olhos e vejo Rin agachada ao seu lado. Ela coloca a mão em seu queixo e meu coração falha uma batida. Ela não pode...

  — Escute bem o que vou lhe dizer, Kohaku!– ela fala firme.— Não ouse se aproximar de mim novamente!– ele a olha perplexo.— Agora...– ela o ajuda a se levantar cuidadosamente.— Saia daqui, antes que eu peça para Sesshoumaru terminar o que começou!– rosna.

  Essa garota!

  — M-mas, Rin...

  — Sesshoumaru, se importaria em continuar?– ela me encara.

  — Claro que não!– digo e não contenho o sorriso.

  — Não! Tudo bem!– Kohaku levanta as mãos em sinal de rendição.— Eu vou!– ele diz e sai praticamente correndo dali.

  Rin permanece em uma postura séria enquanto vemos Kohaku entrar em um carro  vermelho, mas logo escuto sua risada melodiosa e sorrio.

  — Você viu?– ri ainda mais.— Eu achei que ele fosse desmaiar!– dessa vez gargalho.

  — É, você conseguiu assustá-lo!– faço uma careta e ela ri gostosamente. 

  Ela continua rindo. Suspiro. Eu adorava tudo nela.

  — Sesshoumaru?– Rin me desperta dos meus devaneios.

  Percebo que a olhava à muito tempo.

  — Bom, melhor entrarmos!– ela sorri.

  — Rin...– ela me encara e eu fecho os olhos, já me arrependendo pelo que eu iria dizer.— Aquilo que aconteceu lá em cima, foi um...

  — Erro?– ela me interrompe.

  Suspiro.

  — Por favor, Sesshoumaru!– ela ri, mas tive certeza que não era uma risada verdadeira.— Essa desculpa é muito clichê. Não combina com você.– ela fica séria e segue para o prédio.

  Engulo em seco e logo a sigo.

 

 

 

(...)

 

 

  — Até mais, Inuyasha!– me despeço dele, quando o mesmo chega ao apartamento de Rin.

  Eu ainda não havia visto Rin. Ela estava se escondendo de mim ou seja lá o que for.

  — Até mais, Taisho!– ele acena com à cabeça.

  Saio de lá. Eu não conseguia parar de pensar em Rin. Eu sabia que dali em diante, desde o momento em que havíamos nos beijado, iria ser uma total tortura deseja-lá. Eu precisava relaxar, tanto em um bom banho, como em uma foda.

 

 

 

(...)

 

 

 

  QUE DROGA! Acordo mais uma vez com o meu celular tocando. Desde que cheguei na droga do motel ele não para de tocar.

  — Desliga isso!– a morena reclama com a voz sonolenta.

  — Alô?– me levanto da cama e me afasto da mesma.

  — Sesshoumaru? Onde você está?

  — Inuyasha, não queira saber!– rio, olhando para o belo corpo da morena.

  — Que se foda!– franzo o cenho.— Você está atrasado e Rin está sozinha!

  — Ela está em casa, não é?– começo a vestir minhas roupas.

  — Não, Sesshoumaru!– ele bufa.— Ela disse que iria ao Orfanato. Já era para você estar com ela, eu insisti em acompanhá-la, mas ela disse que eu não precisava me preocupar, por que ligaria para você!

  Droga! As ligações eram dela!

  — Droga, Sesshoumaru! Seja lá onde estiver, é bom trazê-la segura para casa! Já faz horas que ela saiu e já está tarde! Droga! Eu pensei que ela já estivesse com você!

  Olho no relógio, eram dez da noite.

  — Eu não estou afim de virar picadinho de delegado, Sesshoumaru! Portanto, se apresse!– ele desliga a chamada.

  Olho o registro de chamadas. Haviam diversas de Rin e a última, foi à poucos minutos.

  — Onde você vai?– a morena pergunta ao me ver apressado no quarto.

  — Não importa!– visto minha jaqueta.— Já está tudo pago!– digo e saio dali o mais rápido possível.

  Entro no carro e dou partida. Acelero sem me importar com as multas que possivelmente levaria.

  — Droga, Sesshoumaru!– bato as mãos no volante.

  Eu bebi demais, acabei transando com aquela mulher e me atrasei para o trabalho.

  Droga, droga, droga!

  Finalmente chego ao Orfanato. Meu coração acelera quando vejo todas as luzes apagadas e nenhum movimento nas ruas.

  — RIN!– grito.

 

 

 

Rin

 

 

  — Rin! Eu tenho que acompanhá-la!–Inuyasha reclama pela quinta vez, me seguindo.

  — Eu já disse que não precisa, Inu!– digo e chamo um táxi.— Sei que não pode me vigiar o tempo todo!

  Sesshoumaru Taisho estava mais uma vez atrasado, e não atendia a droga do celular. Ele havia trocado de turno com Inuyasha, ou seja, faria minha segurança à noite. 

  Inuyasha tinha que ir embora, afinal, sua vida não é só o trabalho.

  — Rin!– Inuyasha protesta quando entro no táxi.

  — Não se preocupe!– grito da janela, enquanto o táxi se afasta.— Eu vou ligar para o Sesshoumaru!

  — Rin!– protesta mais uma vez.

  — Até mais, Inu!– grito e o táxi acelera.

 

 

 

(...)

 

 

 

   —Sua chamada está sendo encaminhada para a caixa de mensagens...– reviro os olhos.

  Já era a milésima vez que eu tentava ligar para Sesshoumaru e como o esperado, ele não atendia nenhuma das minhas ligações. 

  Já fazia em média duas hora que eu havia saído do orfanato, então, resolvi comer um cachorro quente em uma pequena lanchonete não muito longe dali. Mas eu havia perdido a noção do tempo, por estar tão entretida com um dos meus livros preferidos.

  Saí de lá as pressas e voltei ao orfanato, mas todas as luzes estavam apagadas e portas fechadas. Por "sorte" minha, não havia nenhum ponto de ônibus ou táxi por ali, nem mesmo perto da lanchonete, ou seja, eu teria que procurar por algum. 

  Respiro fundo e olho o celular. Ótimo! A bateria estava fraca, pra variar. Suspiro e tento ligar para Sesshoumaru uma última vez. Disco seu número e mais uma vez cai na caixa de mensagem. 

  Bufo.

  Ando apressadamente pelas ruas e finalmente, depois de alguns minutos, encontro um ponto de ônibus. Respiro fundo e aperto ainda mais a jaqueta contra meu corpo.

  A rua estava totalmente vazia e escura. Como o movimento pelo visto não era muito grande, a espera por um ônibus seria longa. Depois de alguns minutos vejo um carro se aproximar. 

  Engulo em seco. 

  Ele estaciona e dois homens saem do mesmo.

  — E aí, gata!– um deles diz, passando as mãos pelos cabelos castanhos.— Sabia que ficar numa rua dessas é muito perigoso?–eles se aproximam.

  — Eu sei!– digo tentando parecer firme.—Estou esperando um ônibus.

  — Podemos te dar carona.– o outro, de cabelos loiros e olhos esverdeados profundos, diz.

  — Não, obrigada!– tento sorrir.

  Os dois homens se entreolham.

  — Está com medo?– os dois se aproximam.

  Dou alguns passos para trás e sinto minhas costas colidirem contra a parede fria.

  — N-não!– respondo. 

  Eles riem.

  — Não é o que parece!– um segura meu braço.

  — O que vocês querem?– pergunto sentindo as lágrimas se formarem em meus olhos.

  — Só... Brincar!– o outro acaricia meu rosto e eu tento recuar.

  — Me deixem em paz!– digo num fio de voz.— Por favor!

  — Não precisa ter medo!– começa a desabotoar minha blusa.— Aposto que vai gostar!-ri.

  — Não!– tento me afastar, mas sinto meu rosto arder pelo tapa.

  — Nós estamos tentando ser gentis! Colabore!– um grita.

  — RIN?– ouço a voz conhecida e meu corpo treme.

  — SESSHOUMARU!– grito e recebo outro tapa.

  — Cala a boca!– eles tampam minha boca e tentam me levar para um beco.

  — NÃO!– grito depois de morder a mão de um deles.— SESSHOMARU!  

  Sou jogada no chão e recebo um chute no abdômen. Sinto o gosto metálico do sangue em minha boca e o salgado das lágrimas.

  — RIN!– Sesshoumaru grita.— SEUS FILHOS DA PUTA!

  Sesshoumaru usa um tipo de ferro que encontrara no beco e acerta um deles, fazendo-o desmaiar imediatamente. Empurra o outro e o mesmo cai no chão, ele se senta  em sua cintura e começa a disferir socos pelo seu rosto com força.

  — Desgraçado!– mais um soco.— Eu vou matar você!– a voz dele estava carregada de ódio.— Filho da puta!– o homem não respondia a mais nenhum de seus golpes, pois ele havia desmaiado.— Maldito!– ele soca mais uma vez, mas fraco, e diz com à voz embargada. 

  Ele estava chorando?

  Ele sai de cima do homem e vem até mim. Eu estava encolhida no chão, sentindo dores pelo meu corpo. Ele se ajoelha em minha frente e me abraça. Me envolve em seus braços e me aperta. Não me importo com os protestos de dor do meu corpo, apenas queria me sentir segura nos braços de Sesshoumaru.

  — Me desculpe!– ele acaricia meus cabelos.— Se eu não tivesse me atrasado, você...

  — Eu fiquei com tanto medo!– soluço.— Não precisa dizer nada, só... Fica comigo!– ele me aperta ainda mais e eu suspiro.

  — Eu não sei o que faria se acontecesse algo a você!– ele segura meu rosto com as mãos e olha profundamente em meus olhos.—Vamos sair daqui! Vou mandar alguém dar um jeito nesses dois.– diz e me puxa dali, deixando para trás, os homens ensanguentados e desmaiados.

  Me leva até seu carro que estava estacionado em frente ao orfanato. O trajeto foi todo feito em silêncio. Eu ainda estava tentando aceitar que tudo aquilo aconteceu comigo. Isso é assustador! Ninguém merece passar por isso!

 

 

 

(...)

 

 

 

  Sesshoumaru abre a porta do apartamento, ao me ver ainda distraída em meus pensamentos. Entramos e ele tranca a porta. Ele se senta no sofá e eu vou direto para o banheiro, onde tomo um relaxante banho. Depois de vestir qualquer roupa do meu guarda roupa, volto para a sala e encontro Sesshoumaru na mesma posição.

  — Rin...– o encaro.— Me desculpe!– fecha os olhos.— Eu... me atrasei e se eu estivesse com você ou atendido suas ligações, aquilo não aconteceria.– ele passa as mãos pelos cabelos.— É tudo...

  Não deixo que ele termine e beijo seus lábios levemente. Ele respira fundo e cola sua testa à minha, fechando os olhos com força.

  — Por favor, pare!– sussurro sentindo lágrimas invadirem meus olhos.— Só não me deixe sozinha!  

  Ele segura meu rosto.

  — Mesmo que eu quisesse te deixar, eu não conseguiria!

  Ele tira suas mãos do meu rosto e coloca o seu no vão do meu pescoço, beijando-o levemente.

  — Eu não vou te deixar!– sussurra.— Eu não posso! 

  Ele olha em meus olhos e se aproxima de mim ainda mais.

  — E eu não quero te deixar!– toma meus lábios em um beijo urgente.

  Eu queria aquilo, como nunca quis  alguma coisa. Os seus lábios tomavam os meus com habilidade e nossas línguas se movimentavam em um ritmo perfeito. Ele me empurra contra a parede e prensa delicadamente seu corpo contra o meu. Agarro seus cabelos e mordo seu lábio inferior. Ouço seu gemido rouco e suas mãos apertam ainda mais minha cintura. Sinto sua ereção contra minha intimidade e meu ventre se contrai.

  — Temos que parar...– ele sussurra.

  — Eu não quero parar!!!


Notas Finais


Tive que fazer o Kohaku apanhar mais um pouquinho, ele merece, né gente 😈👊
Algo me diz que vocês irão adorar o próximo capítulo 😏😏😏
Se preparem 😉
Espero que tenham gostado
😘😘😘


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