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História O Sequestro - VHope - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Ola garotos e garotas <3
Como prometido eu estou aqui atualizando para vocês. Peço desculpas se eu não acertei na escrita, e peço desculpas pelos erros que possam passar despercebido.
Eu nunca escrevi uma fanfic com o tema gay. Não sou boa com isso e peço realmente desculpas se não agradar. Lésbico eu escrevi e escrevo, porem é mais fácil. KKKKK Man estou com medo realmente... Mais espero que gostem e que me digam o que acham da One. <3
- Capa feita pela amoreco da minha life @OutubroFlowers <3
- Dedico a fic a @deludedtogether e se tiverem sugestões de mais casais, é só deixar nos comentários.
- Fic totalmente escrita por mim.
- Os meninos não me pertencem infelizmente. Ideia dada pela @deludedtogether e agradeço anjo.
- Irei deixar o link do Jornal onde eu recebi essa sugestão e se quiserem mais como essa e com casais aleatórios, estou aberta a sugestões.
Com amor, Rapmon <3

Capítulo 2 - É agora ou nunca.


Fanfic / Fanfiction O Sequestro - VHope - Capítulo 2 - É agora ou nunca.

• O Sequestro

Rapmon_Clarke

 

— É o que?! — JungKook riu alto ao reler as palavras escritas naquele mediano bilhete, ou carta. Para ele não estava sendo importante o que se tratava aquilo.

 

— Imbecil! Devolve. — Ralhou Hope tomando o bilhete perfumado das mãos do irmão. — Isso é meu, então por favor, não mecha. — Os olhos dele se fixaram-nos de JungKook demonstrando toda sua raiva ao ter algo tão íntimo sendo motivo de piada. Apesar disso, se sentia alegre e sabia exatamente quem havia escrito aquilo. Os motivos seriam revelados a qualquer momento e ansiava por isso há tempos.

 

Tinha que admitir que estava surpreso com o rumo de sua vida. Desde que se tornou membro da banda coreana mais famosa, ele se imaginou fazendo tudo, menos sentindo o que sente agora. O que sua mãe diria? Seu pai? Eles sempre sonharam uma vida para ele que agora, tinha certeza absoluta que não era para ser dele.

 

Casar-se com uma mulher agora não era uma das coisas que fariam parte de sua vida. Decepcionaria seus pais, porem seria mais doloroso decepcionar a si mesmo. E seus fãs? Sua carreira? Não seria tão chocante, ou seria?

 

— Não ligue para ele Hope, ele só está chocado o suficiente. Na real, estamos todos. — Namjoon se aproximou e o abraçou de lado. Considerava-o segundo irmão mais velho, já que Jin era o primeiro.

 

— Eu sei. Só não gosto que riem de algo importante. — Olhou para o papel dobrado.

 

— Resta saber quem foi que escreveu, certo? Eu tenho absoluta certeza de que não fui eu. — JungKook voltou a chamar a atenção, porem Hope tinha certeza de que não era ele.

 

— Eu te amo muito Hope, porem eu também afirmo que não sou eu.

 

— Não é você o que? — Taehyung entra na sala segurando a jaqueta em mãos. Seus olhos vagueiam pela sala até se fixarem em Jhope que estava nervoso. — Aconteceu alguma coisa? — Ele se aproxima rapidamente de Namjoon e Hoseok que se entreolham.

 

— Não é nada. — Falou os dois ao mesmo tempo. Unindo as sobrancelhas, Tae cruza os braços e olha para Hope aguardando respostas.

 

— Hope recebeu uma carta. — JungKook decide quebrar o clima tenso que se instalou na sala. Não sabia o porquê, porem sentia algo tenso em relação ao Tae e ao Hope.

 

— Carta? — Repetiu Tae surpreso e um tanto quanto irritado. Primeiro pelo silencio que vinha de Hoseok, segundo da ousadia do filho da puta que escreveu. Hoseok por outro lado, queria rir. Seus planos estavam indo mais do que bem.

 

— Sim Tae, carta. — Revirando os olhos, Kookie pegou - mais tomou, - a carta da mão de Hope e a entregou para ele. — Veja com seus próprios olhos.

 

...

 

Ainda sem entender os motivos que levaram Tae sair daquela forma da sala. Hoseok tinha certeza de que tivera acertado o alvo, só não sabia se seria realmente o suficiente para conseguir o que queria. Tivera trabalho o suficiente para fazer o que fez e seria decepcionante demais não chegar a ponto algum.

 

Suspirou.

 

Como a banda estava de férias devido aos recentes shows que fizeram. Ele decidiu caminhar, precisava focar seus pensamentos em algo que não seja o loiro furioso. Amava Taehyung de uma forma inexplicável, só não sabia se era correspondido da mesma forma.

 

Parou de andar e se sentou no banco da praça movimentada. Apesar de sua fama, ele estava preparado e bem vestido para não ser reconhecido por ninguém. Estava escurecendo e o frio ajudava-o a se esconder no casaco vermelho que usava. Fechou os olhos, colocou os fones no ouvido e ligou a música "filter" de seu amigo, tentando falhamente em pensar em algo que não seja Kim Taehyung.

 

...

 

Furioso era o que resumia Tae naquele momento.

 

Saiu com o papel que Hoseok recebeu entre os dedos amassado mais do que poderia ser amassado. Não estava contente por aquilo e tiraria satisfações com o dono daquela carta. Ou melhor, daquela maldita carta.

 

Entrou em seu carro e arrancou com ele dali o mais rápido que pode. Não ligava para a atenção que receberia nas redes sociais só por ter arrancado com o carro. Porem estava puto o suficiente para ligar no momento.

 

Dirigiu por algum tempo sentindo a brisa gelada bagunçar seus cabelos. Precisava agir agora ou perderia Hoseok para sempre, e não queria. Realmente não suportaria vê-lo com outra pessoa. Queria-o para si como nunca, e cumpriria com a vontade que sentia de possui-lo como um louco, faria dele o que quisesse e o torturaria para saber quem foi o desgraçado que escreveu aquela maldita carta.

 

Como? Como tiraria Hoseok de perto dos outros e o faria dele?

 

Ao menos que ele estivesse sozinho. Sorriu, daria um jeito. Pegou o celular enquanto refazia o caminho, discou o número do amigo, porem quando viu alguém, ou melhor, quando viu Hoseok sentado no banco de olhos fechados, teve a maior ideia já pensada.

 

Freou o carro e desligou a ligação, saindo do carro em seguida. Andou rapidamente até o moreno distraído e tirou sua jaqueta a enrolando na cabeça dele. Sentiu Hoseok se debater e quando o sentiu desmaiar, o amparou pegando-o nos braços.

 

Agradeceu por ninguém ter notado o que fazia e com Hoseok nos braços, ele se apressou para chegar no carro e quando o colocou de maneira confortável no banco e entrou no carro, acelerando-o dali novamente.

 

...

 

Sentado frente a cadeira onde havia amarrado Hoseok, Tae o encarava. A lareira estava aquecendo o lugar, além de deixar o clima mais gostoso. Além disso, podia-se ouvir os grilos perto do pequeno lago que havia no fundo da cabana.

 

Tae gostava dali. Sempre que podiam, a banda se reunia ali para descanso e muitas das vezes para encontros escondidos. Afinal, tinham um contrato a obedecer e fãs para não decepcionar. Suspirou. Tinha medo de que Hoseok o odiasse para sempre e não queria isso, queria que ele gostasse dele da mesma maneira.

 

Queria ser retribuído com a mesma intensidade. Se sentia confuso desde que se viram pela primeira vez. Achava Hoseok um total idiota. A risada escandalosa era o que mais achava engraçado nele, porem quando passou a nota-lo de forma diferente, notou que tudo nele o agradava.

 

Gostava do modo como ele balançava os cabelos. Principalmente quando ele os coloriu de vermelho. E amava assistir repetidas vezes o clipe Danger pois achava a performance dele maravilhosa. Hoseok se tornou um vício para ele. E maldição, se sentia um completo idiota por começar a ter iniciativa agora.

 

Tinha medo. E com razão. Iria tê-lo para sempre ou perde-lo. E sentia que a segunda opção estava ganhando.

 

Não demorou muito para que JHope se remexesse e por fim, abrisse os olhos.

 

É agora ou nunca.

 

Olhando para Tae, Hoseok balançou a cabeça sentindo-se um pouco zonzo. Só se lembrava de ser sufocado e desmaiar. E ao ver Tae em sua frente, ele teve a certeza de que o causador disso era ele.

 

— Porque fez isso? — Ainda se sentia zonzo, porem queria saber o motivo para o feito dele. Queria entender os sentimentos do loiro em relação a si e teria que ser agora e se ele o negasse, desistiria para sempre de Taehyung.

 

— Porque? — Riu amargo. — Achei que soubesse. — Agora quem ri é ele. Se desvencilhando da corda, Hoseok se ergue da cadeira e se coloca frente ao mesmo.

 

— Não! Eu não sei. — Falou sério. — Se realmente quer falar, desembucha Tae. Porque realmente me sequestrar depois de me sufocar, tem que realmente ter um motivo plausível.  Na verdade, eu quero a verdade. Somente ela. — Cruzando os braços Hoseok encara-o firme. Tae por outro lado estava nervoso.

 

Era agora ou nunca mais. E estava disposto a ser agora.

 

— Você quer a verdade? Você a terá. — Tae se aproximou tão rápido de Hoseok que o mesmo só sentiu quando foi prensado na parede atrás de si ao sentir uma leve dor ao se chocar com a firme estrutura. — Maldição. — Hoseok queria rir, mais estava chocado demais com a súbita mudança do louro. Ele o encarava com tanta luxuria que nem mesmo dava para notar a raiva existente naquela mudança.

 

Manteve o olhar fixo no dele e ninguém o faria desviar.

 

— Diga-me qual é a verdade. O que tanto esconde? — A respiração estava pesada, nem mesmo a lareira aquecia agora.

 

— A verdade, a maldita verdade é que eu amo você porra. — Tae bateu a mão na parede fazendo um leve tremer de olhares, nada que os fizessem desviar o olhar um do outro. — Desde o maldito momento que percebi que você era a razão pela qual eu não desisti de nada. Você é a maldita razão das inspirações das minhas músicas. Você é a luz do meu dia e é a maldita luz da minha noite. Você é como uma droga. Tudo em você é como a porra de uma droga.

 

— Tae...

 

— Me deixe terminar. — Me interrompeu. — Eu me sinto um imbecil por conseguir falar isso somente agora. É que a carta me deu a coragem que faltava e eu posso matar quem a escreveu depois. — Hoseok conseguiu rir, enfim. Estava com borboletas no estômago pelo que ouviu de Tae. Estava para pular de alegria a qualquer momento por enfim, escutar o que tanto queria. — Do que está rindo? 

 

— A carta. — Não se afastaram, pelo contrário, Hoseok tocou o rosto do louro acariciando a sua bochecha. — Eu e Namjoon a escrevemos.

 

— É o que?  — V tentou se afastar porem foi impedido.

 

— Escute. — O moreno segurou os ombros do louro ainda olhando em seus olhos. — Aquela carta na verdade era uma forma de expressar o que eu sentia por você. Acha mesmo que eu o deixaria ver se eu realmente tivesse recebido de outra pessoa?  Eu precisava que você visse e tanto Namjoon quanto JungKook me ajudaram.  E você mordeu a isca direitinho. — V queria o matar e depois matar os outros dois cuzões. Porém estava satisfeito pelo empurrão que teve.

 

— Você realmente conseguiu me pegar de jeito. — As expressões dele suavizaram. — Porque não me disse? 

 

— Pelas mesmas razões que você. — Foi sincero. — Acha mesmo que eu conseguiria chegar e dizer "Oi loiro, eu te amo viu? Você é a metade da minha laranja e a tampa da minha panela. " Não!  Precisava ser no momento certo e eu até fui sequestrado para isso. — Os dois riem. — Agora podemos focar no que nós dois queremos?  — Tae sabia exatamente o que Hoseok, o seu Hoseok queria.

 

Se inclinando, Tae se aproximou o suficiente para que seus narizes se tocassem e suas respirações se tornassem uma só. O doce perfume de Hoseok se mesclava com o amadeirado de V. Eles eram como céu e inferno, como sol e lua, como dia e noite.

 

Estavam ansiosos e excitados pelo momento. Estavam focados o suficiente para que o único som ouvido seja o bater acelerado de seus corações.

 

Quando o momento chegou e a distância existente entre os lábios foi quebrada. Um gemido de ambos os lábios escapou. Riram baixinho e com a passagem concebida, Tae invadiu a boca do moreno com carinho. Deliciando-se com o gosto doce do mesmo. A carne quente de seus lábios se moviam, enquanto as mãos se tocavam.

 

Hoseok agarrou a chance para poder aprofundar o beijo, tornando-o apaixonado, dando a entender o que ele queria. Queria o amor de Tae de todas as formas possíveis e tinha certeza de que o teria para sempre.

 

...

 

Uma trilha de roupas jogadas levava até o único quarto daquela cabana. O calor consumia o espaçoso quarto enquanto aos beijos os dois encontravam-se sobre a cama.

 

Hoseok sentia a ereção de Tae roçar sua perna e sabia que o louro sentia o mesmo, já que estavam grudados, literalmente. Estava se sentindo completo. Porém não cem por cento, precisava do louro todo dentro de si, porém queria prová-lo primeiro.

 

Trocou as posições e viu o loiro sorrir para si.

 

— Deixe-me prova-lo primeiro. — Hoseok beijou os lábios do louro e espalhou beijos molhados e quentes pela pele pálida e tão quente quanto a sua. Mordiscou o pescoço ouvindo um gostoso ronronar. Seguiu seu caminho, beijando, lambendo, mordiscando e provocando.

 

Ficando agora frente ao dotado pau rosado, ele lambeu os lábios. As mãos coçavam de vontade de toca-lo e assim o fez.

 

Massageou as bolas sentindo-as quente. Depois, com uma mão deslizou pela extensão firme e pulsante. Moveu a mão para cima e para baixo ouvindo os gemidos roucos do seu loiro.

 

Sentia-se dolorido também, porém precisava provar cada parte que sempre teve vontade. Hoseok se inclinou o suficiente para sua língua tocar a cabeça rosada do pênis de V.

 

Sugando o líquido que se encontrava ali, sorriu satisfeito. Era diferente, um gosto que estava longe de ser ruim. Porém não ligava, queria mais então de uma vez só colocou o máximo que conseguiu na boca. Achou que iria engasgar, mas não aconteceu.

 

Voltou a tirar o pau da boca e colocá-lo novamente. Fez isso repetidas vezes enquanto massageava as bolas. Tae estava extasiado o suficiente para conseguir tirar Hoseok do desejo que o envolvia. Sentia-se satisfeito cada vez mais e quando ejaculou na boca do menor, acabou soltando um "porra". O que fez Hope rir enquanto limpava o liquido que escorreu de seus lábios.

 

— Eu preciso de você. — V puxou o moreno para a cama novamente, desta vez. Hoseok ficou de costas para si, o que resultou V espalhar seus dedos sobre a carne quente de sua bunda redondinha. O loiro mordeu os ombros do moreno e lambeu sua bochecha. — Morda o lençol, tentarei ser menos duro. — Prometeu. Sabia que doeria, não é porque são homens que não sentem dor. Hoseok tinha certeza de que doeria, havia estudado um pouco sobre isso e é como se você tivesse uma vagina prestes a perder a virgindade. — Eu te amo. — O moreno perdeu totalmente a concentração e seus olhos se umedeceram.

 

— Eu também amo você. — Sorriram um para o outro. O loiro levou os dedos até os lábios e os lambeu. Precisava umedecer o local para que deslize com facilidade. Feito, ele se posicionou e aos poucos se sentia dentro de Hoseok. Ouvia seus gemidos, sabia que ainda não eram de prazer. Sentiu-se todo dentro do moreno e esperou um pouco para que se acostumasse. Voltou a sair e o penetrou de uma vez arrancando um gemido rouco de dentro de si.

 

Os movimentos começaram lentos. Precisava que Hope se acostumasse com ele e que a dor se tornasse prazerosa, e no momento que isso aconteceu. Ele ergueu o corpo do moreno o colocando de quatro enquanto metia fundo dentro dele. Os corpos estavam suados e o desejo era evidente naquele cômodo. Ainda mais quando os corpos se encaixavam tão bem.

 

Movia-se com precisão e desejo enquanto os dois lados gemiam de prazer e excitação. Iam gozar juntos. Por isso movia sua mão sobre o pau de Hoseok enquanto metia. Era uma tarefa difícil, mais conseguia senti-lo completamente entregue a si.

 

E quando gozaram ao mesmo tempo os nomes dos dois, misturado aos corações acelerados e a respiração descompassada era o som que preenchia aquele lugar.

 

“Eu sei que se eu estou com você, estou com você

Para você, você deve estar em cima de mim”


Notas Finais




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