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História O Ship é Real! - Capítulo 3


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Notas do Autor


Terceiro capítulo tá aí. Espero que gostem, apesar de ter errado uma ou outra personalidade de novo. Roda VT!

Capítulo 3 - A Cidade Maravilhosa


E lá vamos nós, Varig. Hoje é o dia.

Terminei de arrumar a mala, com um detalhe meio estranho. Eu levei, único e exclusivamente camisas de times de futebol que ninguém liga. Eu avisei que era estranho. Mas, fazer o quê, né. Eu gosto de futebol alternativo.

 Chamei meu Uber por volta de 12:40 e cheguei no aeroporto. Sentei próximo a um portão da Varig, então eu ouvi um som, que eu sabia que era alguma coisa da Varig. Era o jingle da empresa, que anunciava o seguinte:

"Atenção, passageiros do voo RG-1234, dirijam se ao portão 10 da esquerda e embarquem no voo." Sem enrolação fui até o portão, embarquei e logo procurei a Baby. 

Esse momento é comparável como algo teleguiado, porque eu andei pelas fileiras, e virei. Lá estava aquele cabelo de pontas rosas, touca branca e jaqueta preta. Cheguei ali do lado e falei "Salve, salve!" "Ah, e aí, Felipe, beleza?" "Estou bem sim, Baby." "Liga a TV, aqui é Smart." "Caramba, não é dessa vez que a Varig me decepciona!" Baby riu e continuou a ver um vídeo do Goularte. Bem, eu comecei a pensar. Nada vai ser melhor de assistir num avião do que um vídeo do Lito. Propaganda grátis, só aqui, yeah! Eu escolhi o vídeo sobre a história da própria Varig, claro. Não sou maluco de ver qualquer vídeo de história de companhia áerea dentro de um avião de qualquer outra que não seja a que eu viajo. Um combo de viagem da minha mente.

 A Baby olhou para o lado e perguntou o que via. Respondi que era um vídeo do canal Aviões e Músicas. Ela respondeu que não conhecia. Continuei a assistir, e então, no vídeo, Lito comenta sobre lanches na Varig. Na mesma hora, a aeromoça chegava com um hambúrguer e uma lata de refrigerante. É timing perfeito que fala, né? Enquanto eu comia aquele lanche, eu ouvia sobre o funcionário que tinha o emprego dos sonhos, na Varig. Viajar para o mundo para comprar salmão do Alasca, caviar russo, champanhe francês, entre outros produtos finos servidos na primeira classe. Terminei de comer. Na mesma hora eu vi a pista beirando o mar. Eu disse "Perfeito, chegamos!" A Baby também percebeu, e logo recebemos as ordens para tirar os cintos e descer do avião. Bem, um salve pra Cidade Maravilhosa!

A Baby logo ligou o celular, tirou do modo avião e logo apareceram dois pop-ups de notificação do ZipZop. Era o Goularte com duas mensagens: "Eu estou esperando no guichê de check-in da Lufthansa Brasil" e uma foto do guichê. Entramos no RioGaleão e já fomos atrás do Gou. Enquanto andávamos, o ar-condicionado impedia a chegada do abafado clima do Rio de Janeiro no dia. Mais alguns metros e eu via o logotipo da Lufthansa. Fomos até ele e logo reconheci o cabelo loiro do Gabriel Goularte. Fui lá perto e ele, sempre com voz calma me saudou com um "E aí, Felipe? Bem?" "Claro!" "Uau, que camisa legal!" Ele se referia à minha camisa do Grêmio Prudente, com patrocinadores estourando. É, assim como quem não tem cão caça com gato, quem não tem macacão de F1, usa camisa do Grêmio Prudente.

Ele pediu um Uber até a casa dele, onde eu e Baby passaríamos a estadia. Eu sabia dos ships e tals, mas imaginava que não acontecia nada entre eles: Não eram um casal. Porém, desde que eu entrei naquele Uber, a minha percepção entre Baby e Goularte mudou muito. O que eu vi? Foi intrigante. Só sei que foi MUITO intrigante.



Notas Finais


Bem, esse foi o terceiro capítulo, meus jovens. Se você achou alguma coisa errada, fala pra mim. Abraaaaaaaax!


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