História O Show - Capítulo 129


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Categorias 5 Seconds Of Summer, Camila Cabello, Fifth Harmony, The Vamps
Personagens Ally Brooke, Ashton Irwin, Bradley Simpson, Calum Hood, Camila Cabello, Connor Ball, Dinah Jane Hansen, James McVey, Lauren Jauregui, Luke Hemmings, Michael Clifford, Normani Hamilton, Tristan Evans
Tags Camren
Visualizações 31
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 129 - You Still Love Her



Havia passado alguns minutos desde que o doutor entrou no quarto onde estava Camila. E enquanto isso, Dinah  ficava cada vez mais aflita do lado de fora.
- Se acalme Dinah! Nós não queremos mais ninguém passando mal aqui. Dizia Mani.
- Me acalmar? Você viu o que eu fiz?. Perguntava roendo as unhas.
- Não foi sua culpa. 
- A Ally mesmo disse que se algo acontecesse a culpa iria ser minha. Dizia em lágrimas.
- Eu falei por falar Dinah, eu não imaginei que isso iria realmente acontecer.
- Mas aconteceu. Diz Dj.
- A culpa não foi sua. Tentava convencê-la. - Olha, se eu não tivesse empacado você, talvez ela não tivesse tido esse ataque.
- Ally, não precisa me convencer de nada. Falou esmurrando a parede. - Eu só espero que não tenha sido nada grave.
- Olha, o doutor está chegando. Avisou Ally.
- Então doutor como ela está? Perguntou Dj.
- Agora está mais calma... Mas poderia ter sido algo mais sério se não tivessem me chamado a tempo. Disse.
- Está vendo Dj, ela está bem. Diz Mani.
- Sim, ela está. Mas recomendo à vocês que poupem ela de notícias ruins... O caso dela não é grave, mais também não é 100% instável. Avisou o médico.
- Está dizendo que ela tem chances de... morrer?. Dinah perguntou assustada.
- Ela tem mais chances de viver do que ao contrário disso. Mas como havia dito, não temos 100% de certeza.
- Você é médico e não sabe me dizer se minha filha vai viver ou não? Gritou Alejandro desesperado.
- Me desculpe senhor, eu sei que está aflito mas eu não posso mentir para vocês. O caso dela pode tanto continuar progredindo, quanto regredir. 
- É para isso que pago a droga desse hospital? Gritava. - Eu não quero nem 1% de incertezas, eu quero que minha filha saia viva daqui ou eu acabo com a vida de cada um de vocês aqui.
- Senhor se acalme...
- Me acalmar? O senhor tem alguma filha ou filho? Acho que não...
- De qualquer forma senhor, estamos tentando fazer o possível...
- Esse é o problema... Eu não quero que tentem só o possível... Quero que tentem até o impossível. Se virem!
- Alejandro, deixe o moço trabalhar. Disse Sinu.
- Tá... tá. Falou. - Eu posso pelo ao menos vê-la? Perguntou.
- Acho que é melhor deixa-lá descansar. 
- Tudo bem doutor, ele entende. Não é mesmo Alejandro? Perguntou Sinuhe olhando para ele. - Ótimo... e me desculpe a falta de educação do meu marido.
- Está tudo bem senhora Sinu, eu o compreendo. Um filho é um filho né? A nossa prioridade, o nosso orgulho... Nunca queremos que nada demais aconteça com eles... são os nossos tesouros mais preciosos. Eu realmente sinto muitíssimo pelo o que vocês estão passando, e espero que a filha de vocês se recupere logo.
- Também tem filhos?
- Tenho... quer dizer. Ele abaixou a cabeça. - Tinha!. Voltou os olhos sobre os dela. - Era um garoto, Charlie... Eu o perdi em um acidente de carro.
- Deus! Eu sinto muito...
- Não... está tudo bem. Disse. - Eu vou indo... Qualquer coisa me chamem garotas.
- Como é seu nome mesmo? Pergunta Ally.
- Alessandro... Alessandro Dellisola. Mostrou o crachá.
- Alessandro. Repetiu ela. - Não vou esquecer!
[...]
No quarto de Lauren...

- Olá maninha.
- Brad!?
- Eu mesmo!
- É tão ruim não conseguir enxergar nada.
- Você logo ficará melhor. Disse. - Mas me diz uma coisa. Gargalhou. - Por que está como os olhos fechados?
- Que diferença iria fazer se eu tivesse com eles aberto? 
- Eu talvez não acharia graça e pararia de rir da sua cara. Continuava a gargalhar.
- Para de ser palhaço, não é nada legal ficar assim. Dizia abrindo os olhos.
- Me desculpe Laur...
- Brad!?
- Uhum...?
- A luz está acesa? Perguntou animada.
- Sim, está... mas... Como você sabe?
- Estou vendo uma pequena quantidade de luz... Não sei explicar... Ainda está muito borrado, mais eu juro que estou vendo uma luz.
- Tem certeza Lo?
- Claro Bradley! Acha que estou ficando maluca?
- Não. Riu. - Acho melhor chamar o médico.
[...]
- Ok Lauren, quero que me diga exatamente o que está vendo.
- Agora? Gargalhou. - Nada... Desligaram a luz?
Agora quem riu foi o doutor: 
- Sim. Disse. - Brad, pode acendê-la?
- Claro. Falou.
- E agora Lauren, o que consegue ver?
Ela sorriu:
- Eu sabia que não era um surto!... Continuo vendo a mesma quantidade de luz... pequena mais que me deixa feliz.
- Parece que nosso tratamento começou a dar resultado.
- Ela ficará aqui até recuperar toda a visão doutor? Perguntou Brad.
- Não. Ficará até se recuperar do ferimento... Mas isso é  também mais uma das boas notícias, logo ela voltará pra casa.
- Uhum... Eu não queria perguntar mas... A Camz... Uhum... A Camila... Ela também irá voltar para casa em breve?
- A Camila teve pequenas complicações hoje, devido ao nervosismo que a fizeram passar... Acredito que ela irá levar mais tempo aqui do que você.
- Que!? Como assim nervosismo? Foi o pai dela não é?. Dizia irritada.
- Ei ei, calma. Riu do jeito dela de dizer as palavras. - Não foi nada tão grave...
- Acho que alguém está preocupada com o amorzinho. Brincou Brad.
- Cala a boca Brad! estou preocupada com a mãe do meu filho, e não com a pessoa que um dia amei.
- Eu sei que o amor continua ai dentro, em algum lugar desse coração cheio de mágoas.
- Mágoas?. Riu. - Não sabe o que esse coração teve que suportar!!... Dói mais que a ferida da bala que me atravessou.
- Eu sei que isso é temporário, vai passar... sabe por quê? Você ama ela, e de qualquer forma, mesmo depois de tudo o que aconteceu eu sei que ela também te ama.
- Eu não acredito no amor dela por mim.
- Por que ela quis fazer tudo sozinha?
- Não... Simplesmente porque ela usou isso para me fazer de besta.
- Acha mesmo que ela ficou com o Austin por isso?
- Eu não acho Brad, eu tenho certeza!... E já que você defende tanto ela, porque não fica com ela?
Brad riu:
- Cabeça dura igual o papai.
- Não! Eu apenas não sou burra...
- Igual a mim. Diz Brad.
- Haha! Não.
[...]
- É sério isso!? Perguntava com o rostinho mais triste do mundo. - Eu não deveria ter... não deveria ter...
 



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