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História O Silêncio do Seu Amor - Capítulo 23


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 23 - Jeongguk


Fanfic / Fanfiction O Silêncio do Seu Amor - Capítulo 23 - Jeongguk

Dois anos havia se passado desde o nascimento dos gêmeos e muito coisa havia acontecido. Uma semana depois do nascimento dos gêmeos, Noah e DongSun foram presos por terem violado várias leis e Noah havia feito muitas falsas promessas e enganado famílias humildes. NamJoon e SeokJin finalmente haviam se casado nas escondidas no ano passado e só soubemos quando eles voltaram para casa com sorrisos nos rosto e várias fotos em seus celulares, entretanto alguns meses depois que as crianças nasceram, tivemos a triste notícia que a mãe de Jin havia falecido e fora longos difíceis meses apoiando o nosso hyung. Hoseok e Yoongi tinham saído do país, pois Hoseok recebera uma proposta de uma academia de dança e era inegável a proposta, mas aguardávamos o retorno deles para que pudéssemos celebrar o noivado deles, Hoseok havia pedido Yoongi em casamento no final de sua apresentação. Não pudemos ver, só soubemos no dia seguinte quando Yoongi ligou chorando para nós contando o que havia acontecido deixando todos nós, felizes pela notícia. TaeHyung estava firme e forte com sua academia feita especialmente para as pessoas que procuravam ajuda para se encaixar novamente entre as pessoas, havia ido várias vezes em minha casa sendo sempre muito bem recebido, não havia mais motivos para ficar tendo raiva do que ele fez, estava no passado e no passado torcia que ficasse. Minha irmã há alguns meses nos ligou dando a notícia que estava grávida de um mês, eu seria tio! No final do ano combinamos de juntar toda a família e matar a saudade, pois fazia quase um ano que não a via mais e, tinha aceitado que minha irmã fazia falta na minha vida. Minha mãe, estava feliz com os netos e não saia de casa, sempre fazia visitas trazendo vários presentes para os netos que eram um tanto, bagunceiros e amavam quando minha mãe os visitava. Os pais de Jimin também não deixavam de visitar os netos, a casa vivia lotada o tempo todo, ainda mais tendo Rosalina, Sánchez e Guadalupe que haviam voltado para a Coreia. Jimin... meu marido havia nos dado um grande susto há dois anos atrás, lembro-me com detalhe quando após o nascimento dos gêmeos a máquina que controla seus batimentos cardíacos disparou assustando a todos na sala. No momento seguinte acontecera tudo rápido demais e quando dei por mim estava no corredor agachado chorando feito criança, estava assustado achando que teria perdido meu Jimin para sempre, naquele momento só me vinha os piores pensamentos e de como teria de lidar para cuidar dos gêmeos sozinho, não conseguiria. Tinha ficado tão perdido nos meus pensamentos que nem mesmo vi quem havia me abraçado, apenas retribui de volta e chorei tanto que até me assustava um pouco, pois nunca em minha vida tinha chorado tanto que nem aquele dia. Sei que horas se passaram, pude ver meus filhos com a companhia do meu hyung Jin, quando os vi pela segunda vez solucei pelo medo e de nunca mais poder ver o sorriso do meu amado outra vez. Foi tão devagar que o tempo passou que mais me causava ansiedade por uma notícia, lembro que fora uma enfermeira a dar a notícia que Jimin estava bem, entretanto havia colocado para dormir, pois sua situação era um tanto delicada e muito sangue perdera no momento do parto. Não pude visitá-lo naquele momento, mas no outro dia eu era o primeiro e quando fui liberado para vê-lo, chorei ao quando vi seus olhos preocupados e assustados em minha direção. No momento em que me aproximei da maca fui puxado para um abraço, por muito longos minutos ficamos naquele abraço, mas foi ele afastar um pouco para me perguntar onde estava as crianças e tive de explicar que tudo estava bem. Jimin não ficou por muito tempo internado, mas quando recebeu alta, foi extremamente recomendado a ele o repouso absoluto e com as nossas mães em casa ele seguiu tudo à risca. Durante todo o tempo ele era vigiado pela família e de noite por mim, mas eu nunca podia ficar por tanto tempo acordado, pois meus treinamentos tinham ficado muito puxado depois das duas derrotas de dois anos atrás. Jimin sentia que eu estava cansado e evitava ao máximo me deixar ainda mais cansado, durante o primeiro ano, quase não tivemos muito contato por conta das crianças e do meu treinamento. Os seis primeiros meses do primeiro ano, tive que ficar viajando pelo mundo todo e pelo menos pude ter de volta as minhas vitórias nas lutas, principalmente, com o brasileiro que me derrotara. Nesses dois anos consegui muitos patrocinadores e tinha até mesmo criado uma academia para ajudar as crianças de baixa renda no Brasil, já que muito havia descobrindo sobre a situação de lá, Jimin e Wolf foram os que me apoiaram em tudo.

Tudo estava ocorrendo dentro dos conformes. Bom, neste momento estou saindo do aeroporto sendo altamente atingido por muitos flashes de câmera e gritarias dos meus fãs, entretanto isso não me incomoda mais, pois passei dois meses longes da minha família tendo apenas como contato dos meus filhos e marido as chamadas de vídeos. Tive de fazer um treino novo em outro país e ainda fui convidado por Sánchez - que havia virado um irmão para mim - para ser o seu rival em sua última luta, já que sua filha pedira para ele se aposentar e desse mais atenção para a família. Confesso que quando soube, fiquei imaginando se meus filhos ou Jimin pediria a mesma coisa, mas os conhecendo bem, sei que não irão pedir algo assim para mim, pois Jimin sempre os ensinou que o sonho de ninguém deve ser impedido por apenas capricho, mas se for pelo bem estar da família ou da pessoa, deve ser aceito sem discussão. Penso sempre comigo que, pretendo lutar até aos trinta anos ou quem sabe até mais, mas se minha saúde não permitir, irei parar antes que fique pior e acabe trazendo complicações para minha família. Arrumando o boné sobre minha cabeça onde alguns fios escapavam, acenei para uma pequena fã e parei para tirar foto com uma fã tarada. Quando consigo entrar na SUV, suspiro aliviado escutando o risinho do meu motorista ao meu olhar pelo retrovisor do centro.

- Para casa, sobrevivente? - brincou comigo como sempre fazia.

- Sim, estou com saudade do trio - acabo rindo ao colocar o cinto de segurança. Sinto o carro se mover e toda aquelas pessoas vão ficando para trás, me deixando outra vez desacreditado por ver que todas aquelas pessoas acompanham meu trabalho desde a minha primeira vez no tatame e outros foram apresentados para me conhecer. Nunca que pensaria que pensaria que teria tantas pessoas me acompanhando, até nas minhas redes sociais, havia muitas pessoas mencionando ou deixando alguma mensagem de apoio. Claro que, tinha aquelas pessoas que eram auto denominadas de hater e disso eu tinha muito, mas nunca levei em conta esses comentários. - Amigo? - O chamo, pois mesmo que fosse um tanto tarde e poucas lojas estavam abertas, precisava comprar um presente para Jimin. Eu sempre o presenteava com algo, até mesmo ele reclamava de tanto presente que recebia.

- Sim?

- Poderia passar no shopping ao lado da pizzaria? Jimin deve estar com vontade comer pizza e os meninos também.

- Mudando nosso trajeto! - brincou outra vez.

Todo o caminho apenas escutava uma música que tocava nos fones, quando o carro parou coloquei a máscara e puxei o capuz para cobrir ainda mais o meu rosto. Quando desci do carro suspirando em alívio por não ser reconhecido por ninguém, fui até a joalheria e comprei a choker de veludo que Jimin tanto queria quando viu num modelo de revista e também aproveitei para comprar mais dois anéis que ele gostava de usar. Saindo dali com a sacola na mão, passei pela loja de brinquedos e comprei duas pelúcias de leãozinhos que os gêmeos tanto gostavam, pois Jimin havia colocado eles para assistir Rei Leão o clássico e Joshua se apaixonou pelo Simba e Jeonghan, esse não parava de falar Zazu. Tinha dia que eles passavam o dia todo cantando as músicas do filme, um tanto embolado, mas não deixava de ser fofo para nós. Ao sair do shopping, passei na pizzaria e encomendei as duas pizzas que eles tanto gostavam. Quando retornei para o carro, meu amigo o motorista, ficava rindo por me ver com tanta sacola e ainda tentando equilibrar duas caixas de pizza.

- Vai rindo, só não esqueço que você vai ser pai daqui um mês - brinquei ao colocar as coisas no carro com sua ajuda.

- Não sei do que tá falando - desconversou saindo de perto, acabei rindo com aquilo e logo o segui indo para dentro do carro. O trajeto para casa não fora demorado, mas para mim por ter ficado dois meses longe deles, estava mais que ansioso para vê-los e poder tê-los nos meus braços de novo. Joshua, o mais novo por alguns segundos, era meu bebê e muito dengoso, agora Jeonghan era um tanto bruto e que puxara muito a mim. - Chegamos, Jeon!

Agradecendo ao motorista desço do carro e nem dá tempo de pegar nada dos meus pertences quando escuto Jeonghan gritando "papai" enquanto corre em minha direção, só tive tempo de abaixar para pegá-lo no colo e ser recebido por um abraço no meu pescoço.

- Senti tanta saudade do papai - ele disse me fazendo sentir culpado por ter ficado tanto tempo longe, mas tudo que sempre faço é pelo bem deles. Beijo seu rostinho gordinho de tanto que comia, mas foi desviar o olhar para trás em direção a porta que vi Jimin com Joshua no colo segurando uma fatia de maçã entre seus dedos gordinhos, fazendo um sinal com a mão para que se aproximasse, Jimin veio em nossa direção chorando junto de Joshua. O recebi com beijo nos lábios e beijinho na bochecha dos meus pequenos, puxando todos para um abraço em família, chorei junto aos três e pude ouvir um fungar atrás de nós, sabia que era o motorista chorão.

- Senti sua falta, amor - sussurro para Jimin que aperta mais o nosso abraço, mas quando Jeonghan resmungou tivemos de nos afastar sorrindo para o biquinho que ele fazia.

[...]

Terminando de secar meus cabelos que ainda continuavam compridos, pois eu já não me via mais de cabelo curto e meus filhos preferiam também que meus cabelos ficassem na altura dos ombros. Jimin também mantinha seus cabelos longos, mas vez ou outra ele pedia para a própria mãe cortar um pouco, já que Joshua enroscava seus dedinhos em seu cabelo. Termino de me vestir e deito na cama sentindo cada pedacinho meu estalar, Jimin não demora muito a vir segurando o presente que comprei para ele. O deixando sobre a cama, Jimin se aproxima beijando meus lábios, enquanto seguro firme sua cintura e quando o ar nos faz falta tendo que se afastar, ele sorri.

- Estava com saudade disso e de você, amor - digo deixando mais um selar sobre seus lábios. Jimin se afasta sentando na cama sobre os calcanhares.

- "Coloca em mim?" - Ele pede me entregando a caixinha com a choker, apenas assinto tirando-a de dentro da caixinha e Jimin se virou ficando de costas para mim. Quando coloco a choker em seu pescoço deixo um selar em seu ombro desnudo, já que sua blusa branca era grande demais e na parte dos ombros escorregava a todo segundo deixando visível aquela parte que eu amava beijar. - "Jeonggukie, não faz mais essas viagens longas, senti muita sua falta nesses dois meses." - ele gesticula de forma triste fazendo com que-me sinta culpado.

O puxo para um abraço e afago seus cabelos castanhos claros, o deixando totalmente acolhido em meus braços.

- Promete à você, ok? Não irei mais fazer essas viagens longas, não quando os nossos filhos estão crescendo e não quero perder nada na vida deles. Nem mesmo na nossa relação de marido e marido - sussurro sentindo Jimin beijar meu pescoço enquanto me direciona para deitar na cama, quando deito por completo e Jimin se levanta correndo para trancar a porta, voltando e subindo na cama para se sentar sobre meu colo, sinto seus olhos felinos em minha direção e um sorriso um tanto que provocativo ao deslizar sua mão sobre meu tronco desnudo.

Só esperava que os gêmeos continuassem a dormir e que o leite morno que fizemos para eles funcionasse como minha mãe explicara.

[...]

Durante a madrugada, Jimin após ter me deixado esgotado, bem mais que numa luta. Me pediu para que fôssemos olhar um pouco as estrelas e sentado no sofá da sacada do nosso quarto, tendo nossos corpos cobertos pelos roupões, Jimin observava - agarrado a mim - as estrelas, Saturno e Cloud estavam no quarto dos gêmeos, já eu não precisava de olhar o céu para ver as estrelas, pois as estrelas e tudo que continha no universo estava em meus braços e Jimin, Jeon Jimin e meus filhos era meu mundo. Eles eram as estrelas que iluminavam todo a escuridão que um dia se fizera presente em mim, e, eu pretendia e iria todo esforço para manter essas três luzes protegidas e acesas em minha vida.


Notas Finais


Último capítulo postado, mds... Parece que foi ontem que postei ela e hoje ela conseguiu conquistar a atenção de vocês tanto aqui no spirit quanto lá no wattpad, eu realmente sou muito grata pelo carinho de vocês e já de antemão agradeço aos novos leitores que estão por vir 💕

Eu não sei como me despedir da brega, pois fico lembrando de como tive o plot e fui correndo mostrar para o meu amorzinho @Ggukiechu 😳 Fiquei tão animada com a brega, que escrevi ela todinha em poucos meses e cá está ela recebendo todo esse carinho. Na sinceridade, fiquei com medo que ela flopasse, mas deu certo e vocês aceitaram ela 💕

Sou realmente, muito grata pelo apoio que deram e ainda estão dando para essa nenê aqui.

Não revisado.

Tag de interação: #saturnoecloud

Bom, acho que esse é o fim. Eu disse sobre a spin off, talvez eu demore um pouco, pois ainda estou escrevendo o prólogo >.<

É isto, não se esqueçam que tenho outras fanfics em andamento também e Seu Inferno Particular e Sensação Entre Mundos vai ser as que irei dar mais atenção agora. Conto com o apoio de vocês 💕😳

Obrigada novamente e até a próxima meus amores 💕😭

Estou mais ativa no wattpad, e pra quem quiser me acompanhar por lá o link do meu perfil é esse aqui:
https://www.wattpad.com/user/Bono351


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