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História O Símbolo do Desespero - Interativa - Capítulo 2



Notas do Autor


Bem-vindos a mais um capítulo! Dessa vez, a maior parte foi escrita por nosso fabuloso autor, Leonidas!

Capítulo 2 - Prólogo - Parte 2


Fanfic / Fanfiction O Símbolo do Desespero - Interativa - Capítulo 2 - Prólogo - Parte 2

Em um banco de praça em frente à fonte, estava uma linda jovem de longos cabelos negros e olhos violetas; estava vestida com uma jaqueta cinzenta levemente pesada acompanhada de uma blusa amarela por baixo, além de uma saia cinza por cima de sua calça negra de frio e tênis das mesmas cores do conjunto jaqueta-blusa. As presilhas de coelhinho rosas denotavam um ar de inocência à garota, o que era irônico, visto que seu temperamento era grosseiro, e estava com um semblante impaciente.

A jovem em questão era Bakugou-Kirishima Harumi. Como filha do herói número 2 do Japão, ela era popular, nunca perdendo a oportunidade de tirar fotos com admiradores, embora fosse incômodo em certas ocasiões. Esse incômodo era ocasionado pela forma como as pessoas a tratavam. A individualidade de Harumi fazia olhares serem atraídos a ela, de forma que fosse impossível não ser notada, mesmo em uma multidão. De fato, os efeitos da individualidade tornavam-na irresistível para quem gostasse de garotas, fazendo a pessoa sucumbir aos desejos de obedecer Harumi exacerbadamente. Por conta desse constante assédio, a jovem teve que passar boa parte de sua vida isolada em casa. Felizmente isso não era problema já há algum tempo, visto que Hatsume Mei desenvolvera um colar que inibia o efeito da individualidade, o qual Harumi usava por debaixo da blusa.

– CADÊ O AKIO?! – Gritou a plenos pulmões, enquanto balançava os braços de um lado para o outro. Se ela pudesse fazer um bom uso de sua individualidade agora seria usá-la para ver se endireitava a cabeça do Midorya.

Dois adolescentes que estavam sentados a seu lado esquivaram-se, evitando de serem golpeados por acidente. A fúria de Harumi não era algo a ser levado levianamente, afinal, ela ainda é filha de Bakugou, o herói número dois.

– Gritar não vai fazer ele aparecer, querida. – Disse uma loba azul antropomórfica que estava ao seu lado esquerdo, seu tom irônico na voz apenas fez transparecer ainda mais o quão esperado já era esse comportamento vindo de Akio – Aquele sem noção já deve ter se perdido ou sido sequestrado por alguns fãs do “herói número um”. – Comentou ela enquanto fazia aspas com os dedos, para enfatizar a ironia no título do herói.

Ela era Lívia Wilkians, melhor amiga de Harumi, devido a uma série e fatores, as duas acabaram ficando mais próximas do que o esperado, contudo, não havia uma centelha de arrependimento na relação das duas. Usando um simples moletom de corrida aberto fazendo par com uma leve camiseta preta por debaixo dele com uma gola em V, seu estilo atlético era complementado por seu short leg e, devido a sua fisionomia que sua individualidade causava, ela se recusava a usar qualquer tipo de calçado, seus pés lupinos eram mais que o suficiente, além de que suas “peculiaridades” a permitia usar esse tipo de roupa até nos dias mais frios.

– Você sabe que o tio Izuku é mesmo o herói número um, e não o nosso pai, né? A gente já te falou pra tirar isso da cabeça... – Tentou explicar o garoto para sua amiga que teimava na ideia de que o verdadeiro herói número um na verdade era Bakugou Katsuki, um dos pais da dupla de irmãos. Contudo, a tentativa de explicação de Yuudi acabou sendo completamente ignorada pela antropomorfa, fazendo com que o garoto de olhos azuis suspirasse. – Mas ela tem razão mana. E além do mais, meus ouvidos estão doendo por conta dessa gritaria, poderia se acalmar um pouco? – Disse o irmão de Harumi, Bakugou-Kirishima Yuudi, que estava sentado ao lado direito do banco.

Yuudi possuía cabelos pretos e olhos azuis como o mar, os quais combinavam com sua personalidade calma. Suas roupas deixavam transparecer esse ar de empatia que ele emitia naturalmente, uma camiseta branca simples, acompanhada por uma calça de frio levemente larga para o seu tamanho e por cima de tudo dois moletons, um verde e um preto. Terminado com um par de luvas e tênis comuns, ele se mantinha encolhido para tentar afastar o frio ao máximo.

- E?! Por mim o Akio podia ter sido atacado pelo próprio All for One, ele que marcou, ele que chegue na hora... – Comentou a menina, a personalidade do herói explosivo parecia haver sido levemente estampada em Harumi... Mais do que a mesma gostaria de admitir.

- Nem diga isso... Imagina se algo realmente tiver acontecido, o que você vai fazer? – Perguntou Yuudi já preocupando-se com o amigo.

- Nah, mais fácil dele ter feito alguma merda do que ter recebido. – Respondeu Lívia olhando para o céu, a situação realmente era algo tedioso. Respirando profundamente ela recostou-se ainda mais no banco, até ter visão do que estava atrás do grupo. – E falando no diabo...

- Desgraçado finalmente teve a cara de pau de chegar?! – Harumi se levanta já buscando Akio. E assim ela viu o menino caminhando a passos pesados para a praça onde eles estavam, sua feição estava longe de ser uma das as melhores.

- Oi... – Disse ele secamente para a dupla que estava no banco, ignorando completamente a menina de olhos violeta. No momento em que ele fez isso, todos os três perceberam ser de propósito, pois era lógica a impaciência do Midorya de ouvir um sermão de sua colega, porém...

- Isso vai dar... – Comentou Yuudi para o ar, porém não teve a chance de completar sua sentença.

- Vai dar merda... É isso que vai dar – Lívia completou a frase de colega, enquanto sorria levemente de maneira nervosa preocupando-se levemente com uma possível cena que seria causada em praça pública. Enquanto Yuudi a repreendia com os olhos por o ter interrompido.

- VOCÊ... – Harumi parecia estar rangendo os dentes de tão irritada que estava com o, agora, suposto amigo.

- Antes de você estourar, saiba que eu já fui abordado por um sorveteiro folgado que queria que eu virasse babá da filha boba dele, e ainda tive que aturar os olhares de todos o fãs malucos do meu pai, então, me dá um tempo, ok? – Disse Akio já sentando-se onde a menina estava antes.

- Você incomodado com gente te olhando? Meu Deus... Como você deve se sentir horrível... – O sarcasmo que saia da boca de Harumi era algo inconfundível, nem mesmo uma máquina seria capaz de levar as palavras dela de forma séria. – Como eu saberia disso, NÃO É?! Não é como se eu convivesse com isso TODO. O. SANTO. DIA. – Terminando seu comentário colocando o dedo indicador no peito do recém chegado.

- Primeiro, não é todo o dia. – Disse Akio dando de ombros para a proximidade da menina. – Por que até onde eu sei esse seu equipamento aí está te dando um tempo – Comentou ele indicando o colar que ele usava. – E segundo, convenhamos né, seu caso e o meu são coisas completamente diferentes, então...

- Ok, você tá morto... – Comentou Harumi já começando a avançar, contudo, seu irmão tinha outros planos.

- Ei gente, está divertido aqui e tudo mais... Mas podemos ir para um lugar mais quente? – Perguntou o garoto de olhos azuis para o restante do grupo, tirando a atenção da intriga. O restante do grupo se olhou por algum tempo, até que a Lívia sugeriu.

- Café?

- Eu topo! Só vamos! – O garoto logo tratou de puxar sua irmã para longe do local o quanto antes para evitar qualquer incidente. Enquanto que Akio apenas deu de ombros, depositou ambas suas mãos nos bolsos de sua jaqueta, e fez caminho ao café.

Não tardou muito para que o grupo alcançasse seu objetivo, um pequeno café que se situava no meio da cidade. Suas paredes eram marrons, o fazendo se lembrar da coloração que um café possuía, também contava com uma pequena área externa de madeira onde havia mesas onde clientes poderiam ficar, todas vazias devido ao tempo mais ameno, portanto optaram por entrar no recinto e se sentarem em uma das mesas próxima da janela com vista para a rua. Os irmãos se sentaram um ao lado do outro, enquanto que Lívia e Akio cobriram o restante do espaço.

- Então? Podemos começar a falar sobre o assunto mais sério? – Perguntou Akio olhando o cardápio levemente, revelando seu óbvio desinteresse.

- Que tal como você deixou a gente plantado lá na fonte? No frio? – Perguntou Harumi, olhando de canto a sua melhor amiga mexer no celular brevemente antes de guardá-lo.

- Honestamente? Acho que vocês deveriam realmente pensar sobre o que vocês vão fazer no exame de admissão, seria chato entrar na U.A sem minha melhor amiga. – Provocou Lívia enquanto chamava um garçom, porém ela deixou escapar um pequeno sorriso denunciando sua brincadeira.

- Muito engraçada Furry Orelhuda, mas não vai fácil assim esse ano não querida, o exame será em grupo. – Disse Harumi usando o apelido da colega. Porém parou de falar quando o garçom chegou à mesa.

A Wilkians logo fez seu pedido de um café americano GG, contudo o garçom nem a olhava, a atenção no homem estava focado na Kirishima e ela logo notou isso. Era apenas mais um dia para ela, o colar realmente ajudava, porém algumas “situações” ainda pareciam ser inevitáveis... No entanto, com sua amiga na mesa, Harumi já sabia que o aconteceria.

- OU! – A loba logo ativou sua individualidade, projetando uma aura mais animalesca em volta de sua mão direita para agarrar o colarinho do homem que os estava atendendo. – Quem está pedindo sou eu, e os olhos estão aqui. – Rosnou Lívia para o homem que já suava frio. – Eu vou querer um café americano, minha amiga vai querer um chocolate quente, o irmão dela vai querer o mesmo que ela e o Akio vai querer...

- Um café Irlandês. – Disse ele simplesmente divertindo-se com a situação.

- M-Mas não podemos servir álcool para m... – Estava dizendo o garçom.

- Mas? – Perguntou a antropomorfa já agarrando o homem com mais força enquanto exibia um sorriso de mostrar as presas.

- Mas nada. – Completou o garçom sorrindo nervosamente.

- Ótimo, obrigada. – Terminando suas ameaça/ pedido, a Wilkians deixou o homem ir.

- Você vai acabar sendo presa qualquer dia desses. – Disse Akio brandamente para ela.

- Nah, se o pior acontecer eu arrasto sua bunda junto comigo e seu pai salva nossa pele. – O último comentário de Lívia fez com que Akio lambesse os beiços para se acalmar, pois não deseja ter que fazer outra cena tendo já feito seu pedido.

- Então... Qual será o plano? – Perguntou Yuudi para desviar o foco uma vez mais, o garoto amava de todo seu coração seus amigos, mas havia dias nos quais os mesmos realmente encarnavam o demônio.

- Por que vocês não fazem um time, com você e a bruta montes aqui, não pode ser muito difícil. Você pode ir na vanguarda, ela fica na retaguarda e Harumi no meio. – Sugeriu Akio prontamente.

- Rápido no gatilho, como sempre. – Provocou Lívia, fazendo o garoto bufar uma vez mais. – Queria saber se você é rápido assim com todo o resto... – Terminou de dizer enquanto fazia menção ao colo do garoto sentando ao seu lado. A piada fez com que Harumi tivesse que segurar a risada, enquanto que Akio assumisse cores levemente avermelhadas e Yuudi permanecesse inerte a todo o assunto.

- Não é do seu interesse... – Disse o Midorya olhando a janela em uma tentativa de esconder o rubor que surgia em seu rosto.

- Até porque, até aonde eu sei, você tem namorado. – Soltou a Kirishima para aliviar a barra do amigo.

- Vamos fazer o time que o Akio sugeriu então? – Perguntou Yuudi enquanto que os pedidos finalmente chegavam.

- Eu preferiria estar na vanguarda. – Falou Lívia já bebendo alguns goles de seu café.

- E eu nem vou fazer o mesmo exame de vocês, fui recomendada, lembra? – Harumi lembrou seu irmão que logo abaixou seu olhar. O jovem gostaria de ter sua irmã consigo em um momento importante como esse, contudo, algumas coisas não podem ser evitadas.

- Burguesia é outra história mesmo, não é? – Provocou Lívia, fazendo sua amiga retrucar na mesma moeda enquanto jogava seus cabelos para um lado.

- Claro amore, quem você pensa que eu sou? – As duas se fitaram por algum tempo, até desatarem em uma leve gargalhada por causa da brincadeira. – A gente não presta!

- Você tinha alguma dúvida disso?

- Duas, que tal prestarem mais atenção no menino aqui, ao contrário de vocês ele tem cérebro o suficiente para saber que deveria estar preocupado.

- Bem, sei que no teste escrito eu estudei bastante, então nisso eu me viro. E eu não me importo de cuidar da retaguarda... – Começo a falar o menino de olhos azuis molhando os lábios e pegando um pequeno pedaço de papel que trazia consigo no bolso esquerdo de sua calça. – Porque parece que o segundo dia de testes vai ser tipo um labirinto, mas vão haver alguns inimigos pelo que parece.

- Você roubou isso? VOCÊ?! O meu irmão fofo e certinho está indo pro lado dos vilões agora?! É isso mesmo? – Perguntou Harumi em um leve surto resultando em um espetáculo de escala menor, já que os testes anteriores todos foram sigilosas, então seu irmãozinho saber do que se tratava um era algo a se suspeitar.

- Não né boba. – Negou Yuudi rindo da reação de sua irmã. – O diretor fez um anúncio na TV e eu anotei

- Robôs de novo? – Perguntou Akio sem se importar com a pequena discussão de irmãos. – Eles não inventam mais nada não?

- Não sei, aqui não especifica nada. – Respondeu o garoto enquanto olhava o verso de seu papel para ver se havia alguma informação que ele tinha deixado passar.

- Vocês falam como se tivesse algum problema, robôs, individualidade, vilões, tanto faz, se fazerem o que eu disse vão passar por cima de qualquer desafio. – Disse Akio esboçado seu melhor sorriso confiante. Apesar dos pesares, a frase do menino, assim como seu espírito de liderança, foram puxados de seu pai e ele os exibe com louvor.

- Finalmente falou alguma coisa de útil! – Falou Harumi, enquanto que Lívia, entre risos, batia nas costas do menino com força, fazendo o mesmo quase derrubar sua bebida.

- Concordo, fico muito feliz de poder fazer isso com você Lívia! – Comentou Yuudi já animando-se.

- E assim talvez com a nossa ajuda o senhor “filhinho do herói número um” consiga desencalhar depois de tantos anos. – Falou Harumi enquanto esquentava suas mãos na quente caneca de chocolate.

- Não é culpa minha que todos que encontrei até agora eram extras. – Defendeu-se Akio na mesma moeda.

- Ui, obrigada viu, damas à mesa viu. – Falou Lívia.

- Dama? Aonde? A pessoa mais descente aqui é o Yuudi! – Afirmou Akio apontando para o garoto de olhos azuis que estava apreciando a paisagem, apenas saindo de seu pequeno transe quando interagido.

- Que? Descente? Eh... Obrigado? – Disse ele com leve estranheza. Arrancando risadas de sua irmã, devido a inocência do garoto.

O mesmo ficou com quase que visíveis pontos de interrogação sobre sua cabeça enquanto olhava para todos seus colegas que estavam desatando de rir, sem entender tudo ao certo, optou por juntar-se a eles, mesmo sem entender por completo o motivo da piada. Após isso, não tardou para que a conversa esfriasse a ponto de que o silêncio as vezes realmente se tornava presente na mesa, isso até que o celular da antropomorfa vibrasse sobre a mesa, a mesma logo o atendeu.

- Alô? Está chegando? Tá bem, estou de olho na janela, beijos. – Falou ela no celular já o desligando, logo tratando de o guardar e deixar o dinheiro sobre a mesa para não esquecer na correria.

- Ei, aonde vai? Só bebeu metade desse café. – Disse Akio apontando para o copo.

- O resto não é meu. – Respondeu sua colega, deixando o garoto ainda mais confuso.

- Morceguinho Furry? – Perguntou Harumi levantando levemente sua sobrancelha.

- Você sabe como ele odeia esse apelido. – Respondeu Lívia em uma risada seca enquanto lembrava-se da primeira vez que seu namorado ouviu o apelido que a ele foi concedido por Harumi.

- E? Eu nunca precisei da opinião dele. – Falou Harumi ainda provocando sua amiga.

- Deixa ele ficar sabendo disso, nunca mais cozinha pra gente. – Disse Lívia.

- Ui, ele é sensível assim?

- Só com pessoas chatas como você tonta.

- Ei, antes da Lívia ir embora, a gente podia tentar descobrir qual vai ser o exame especial da minha irmã. Que tal? – Sugeriu Yuudi.

- Preocupado com a irmã mais velha? Oh, como você é fofo! – Disse Harumi já pegando nas bochechas do irmão que se afastava dela enquanto ruborizava.

- Mana!

- Tá bom, tá bom, parei... Mas pode relaxar, não há exames que podem segurar essa sua irmã e você já deveria saber disso. – Comentou ela esboçando um sorriso de mostrar os dentes, a confiança, assim como o orgulho da Kirishima eram coisas a serem levadas em consideração, ela não era alguém que se abalava facilmente, não mais.

- Até porque os exames dos recomendados são mais fáceis do que os normais. – Disse Akio bebendo mais um gole de sua bebida.

- Sério? – Perguntou Yuudi esperançoso com a aprovação de sua irmã.

- Não acredito, isso é injusto! – Falou Lívia, afinal, sua melhor amiga teria uma colher de chá. Quem é que monta essas coisas?

- Eu achei pelo menos... – Falou Akio dando de ombros.

- Não sei por que... Mas sua opinião não me parece ser algo que possa ser categorizada como “normal”. – Disse Lívia olhando para o Midorya que apenas deu de ombros.

- Você acredita se quiser. – E a menina iria retrucar uma vez mais, contudo o som da buzina de um carro pôde ser ouvida do lado de fora da cafeteria, fazendo as orelhas da antropomorfa se levantarem e ela logo se levantar.

– Tchau gente, se precisar de mim só mandar mensagem Yuudi! – Conclui a menina já correndo para porta enquanto acenava para seus colegas, pela janela o trio foi capaz de vê-la entrar em um carro recém estacionado e de lá partir.

- Então né... Conversa estava boa, mas também precisamos ir filhinho de papai – Despediu-se Harumi.

- Mas por que precisamos ir? – Perguntou o irmão mais novo da menina.

- Porque se não formos agora, papai vai ficar do jeito que fica sempre que nos atrasamos, e hoje o pai Eijiro não está em casa, e você já viu né...

- Recado recebido, vamos. – Disse Yuudi já pegando na mão de sua irmã para ir embora. Até mais Akio. – Acenou ele já da porta, era óbvio o medo do menino a essa altura do campeonato.

- Até mais... Bando de palhaços. – Falou Akio consigo mesmo em uma risada, para logo em seguida dar mais um gole de sua bebida. Apesar de não deixar transparecer, o Midorya realmente tinha certeza sobre o sucesso de seu grupo de amigos, estando ciente de que poderia confiar neles mesmo de olhos fechados se a situação exigir... O grande exame está chegando, e eles estão prontos.

Enquanto isso, na casa da família do segundo melhor herói do mundo, o ranger de uma porta pode ser levemente ouvida ecoar pelos corredores da casa enquanto que a dupla de irmãos mordem os próprios lábios enquanto rezam mentalmente para que sua falta tivesse passada despercebida por seu pai.

- Será que ele ainda não chegou? – Perguntou Yuudi tentando olhar mais afundo na casa.

- Provavel-

- ESTÃO ATRASADOS MALDITOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! – Os gritos de Katsuki junto de sons de pequenas explosões foram ouvidas ao fundo.

- Fudeu. – Disseram juntos.


Notas Finais


As vagas ainda estão abertas ^^
Até a próxima!


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