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História Love is a Dagger (O Sócio) - Capítulo 9


Escrita por: VSblue

Notas do Autor


Atenção, Neste capítulo teremos conteúdo sensível, leiam por sua conta risco.

Capítulo 9 - Ódio


Fanfic / Fanfiction Love is a Dagger (O Sócio) - Capítulo 9 - Ódio

A sala ficou pequena demais para Tom e Lizzie, que mais pareciam entrar em combustão a qualquer minuto, em razão disso subiram para o quarto aos beijos, pareciam incapazes de saírem de perto um do outro.

- Talvez devêssemos parar um pouco para respirar, não somos mais adolescentes – Disse a ruiva separando do beijo quente em que estava.

- Para que perder tempo? Não sabe o quanto estava sentindo sua falta, tive que esperar muito tempo para estar com você novamente! – Lizzie riu.

- Realmente, faz muito tempo desde que nos vimos no bar do Sebastian! – Disse em tom irônico, Thomas acabou rindo do deboche da mulher.

- Sabe o que eu percebi? Você anda muito estressada, precisa de uma massagem para relaxar um pouco.

- O que? – Ela não havia percebido, mas já estavam próximos a sua cama, com um movimento Thomas a jogou lá e se fez sob a mulher.

- Você fica linda de qualquer forma, mas confesso que sempre que a vejo de saia sinto vontade de fazer o que fiz hoje no almoço – E lá estava o sorriso e o olhar de Thomas, uma combinação fatal principalmente para uma mulher com tesão.

- O que está esperando então? – Ela perguntou erguendo a sobrancelha.

Tom a segurou pelo pescoço e se aproximou, mas ao invés de um beijo preferiu mordiscar o lábio inferior da mulher, fixou os olhos aos dela e desceu a outra mão para a coxa da dela.

- Abra! – Ele disse sério, e sinceramente Elizabeth achou aquele comportamento autoritário completamente sexy – Abra as pernas Olsen, não vou pedir de novo! – ela obedeceu e afastou as pernas, ele passou a beijar e morder o pescoço da ruiva enquanto apertava a sua coxa, subindo a mão até a área de seu interesse, mas por pura provocação não tocava o local, a mulher se encontrava arrepiada e com a respiração pesada, gostava de ser provocada mas queria que Thomas agisse logo, ele pareceu ler os pensamentos dela e tocou o clitóris da ruiva massageando lentamente. Ela se contorceu e abafou um gemido. – Assim que gosto de te ver – Ele lambeu os lábios se deliciando com as expressões de Lizzie, mas resolveu se afastar, se fez entre as pernas dela e as afastou com as mãos, passou a deixar beijos e mordidas nas duas coxas da ruiva.

- Pare de provocar! – Ele gargalhou, mas não pareceu se importar muito com a exigência da ruiva, continuou suas provocações com beijos e apertões nas pernas da moça, até que com as mãos levantou ao máximo que deu a saia de Lizzie deixando sua roupa intima a mostra, uma calcinha de renda vermelha, ele sorriu largo, passou a deixar beijos no ventre dela deixando a mesma cada vez mais arrepiada, a ruiva agarrou nos cabelos de Thomas já se preparando para sentir a boca do homem em sua intimidade.

Ele passou a língua na intimidade ainda coberta pelo tecido vermelho. A ruiva se contorceu e gemeu o nome dele, era isso que o loiro queria ouvir, com a boca começou a puxar a peça vermelha para fora do corpo de Lizzie.

- Seu gosto deve ser maravilhoso – O homem disse se posicionando entre as pernas da ruiva, logo em seguida afundou o rosto no local e passou a dar prazer oral a mulher, oras ela apertava o colchão, oras puxava os cabelos de Tom, se contorcia loucamente na cama enquanto ele prosseguia o magnifico trabalho, percorrendo toda a intimidade da mulher com a língua, saboreando o gosto da ruiva. Lizzie pôde sentir seu orgasmo chegando pelo talento de Tom, passou a gemer mais alto e jogar o corpo para trás, ele continuou os movimentos, segurou forte e firme as pernas dela para que não se fechassem, ela soltou um gemido alto, seus olhos ficaram vermelhos escarlate e se desmanchou na boca do loiro. Ela prosseguiu ali deitada com a respiração descontrolada e ele exibia o sorriso vitorioso. – Pelo visto valeu a pena esperar não é mesmo Srtª Olsen? – Ele se aproximou do rosto dela e de repente o sorriso sumiu, ele viu a mulher de respiração ofegante e olhos vermelhos brilhantes o olhando e inevitavelmente lembrou do pior dia de sua vida.

O grande Rei de Asgard se encontrava olhando o seu reino da varanda do palácio, quando um de seus filhos se aproxima.

- É um belo dia meu pai, Asgard está radiante! – Disse o príncipe de cabelos longos e escuros.

- Não só Asgard, mas você também meu filho, a muito tempo não o vejo com tal brilho no olhar, acredito que a Feiticeira de Midgard tenha papel importante nessa mudança de humor.

- Meu pai, eu Wanda nos casamos ontem, obviamente estaria de bom humor! 

- Talvez não, se este casamento fosse arranjado, provavelmente estaria menos feliz, sua mudança de humor foi nítida desde o dia em que seu irmão a trouxe para Asgard, você tem fascínio por tudo que tenha grande poder, inclusive a sua esposa.

- Não amo Elizabeth pelo seu poder, meu pai, e sim porque ela é a única capaz de me entender e me aceitar da forma que sou.

- Claro meu filho, o fato dela ser uma mulher extremamente bela não tem nada a ver com isso!

- Ah, francamente Odin, o que quer que eu diga? Diferentemente do que as más línguas deste reino dizem, eu não me casei com Wanda pelo fato dela ser a portadora da magia do caos, me casei porque a amo com todo meu coração, seria capaz de dar a minha vida por ela, satisfeito?

- Eu já sabia disso, apenas queria ver o deus da trapaça admitir que está amando! – Os dois riram e voltaram a admirar a vista – Espero que esteja preparado para o que está por vir meu filho!

- Do que está falando?

- Odin! – Wanda apareceu por detrás de pai e filho, estava com seus cabelos ruivos e ondulados soltos e vestia um belo vestido Escarlate – Diga Adeus ao seu filho, e a tudo que conhece! – A mulher levitou e teve seus olhos transformados, agora brilhavam em um tom de vermelho vivo, assim como a magia do caos que saía de suas mãos.

- Wanda, o que está fazendo? – Perguntou o marido da ruiva, mas ela o ignorou, fez com que Odin saísse do chão enquanto o encarava com ódio. – Solte o meu pai – Mais uma vez o moreno foi ignorado, então ele fez aparecer suas adagas e tentou se aproximar da mulher, mas a mesma o jogou para longe enquanto ainda mantinha o pai de todos acima do chão, Wanda voltou seu olhar ao mais velho.

- Morrerá pelas minhas mãos, sentindo a minha raiva e o meu nojo por você, pai! – Ela disse a si mesma enquanto encara o homem que estava sendo asfixiado a sua frente, Odin não lutou, apenas aceitou o seu fim, e logo parou de respirar.

Thomas voltou a si, e sua expressão, que antes era de desejo, se transformou em raiva, ele agarrou Lizzie pelo pescoço, inicialmente ela achou que se tratava de algo sensual, mas logo percebeu que não, Thomas apertava cada vez mais forte o pescoço da mulher, ela tentava se desvencilhar, mas sem sucesso, ele era extremamente forte.

- Tho.. Tho.. mas... Me solte – A mulher estava ficando sem ar, e com expressão de pânico começou a se debater na cama, mas viu que era inútil, prestes a desmaiar, conseguia ver apenas os olhos de Thomas num tom verde mais brilhante expressando ódio contra si e algumas lágrimas.

- Sinto muito, Mas você matou o meu pai!

 


Notas Finais


Calma, vai dar tudo errado!


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