História O Sociopata - Capítulo 40


Escrita por: e IBMMiguel

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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags O Sociopata, Psicopata, Psicopata Eu, Sociopata
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Palavras 1.381
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu estou de volta. Psycos aqui com um capítulo fresquinho pra vocês

Capítulo 40 - A Batalha


Dou uma olhada no que estava atrás da porta com cuidado, ando um passo e abro ela vendo 5 reféns estando do mesmo jeito que Alicia estava da última vez que a vi. Marcos estava na frente de todos e na minha frente. Iara não vai aparecer tão cedo, talvez ela nem mesmo o conheça se chegar a tempo.

Marcos: E então? O que vai ser, meu caro? “Falou tirando uma arma e a jogando no chão aos seus pés”

Robson: Quer jogar limpo? Ou ir direto ao assunto?



Algumas horas antes


Robson: Que diabos...

Iara lia a carta com Alex e ambos se olham um tanto quanto preocupados, se posso dizer isso. Iara pegava uma caneta e anotava tudo de importante, coisas que ela acha estranho e Alex apenas senta numa cadeira.

Iara: Acho que uma pessoa como Marcos jamais erraria tanto no português, muito menos formaria palavras com a primeira e a última palavra da carta. Veja: Estou com reféns, seja rápido, quero ver do que é capaz, dessa vez você não me escapa; foi isso ele escreveu. Não parece ser coincidência.

Robson: Então ele está me desafiando? Então eu aceito o desafio, dessa vez eu não vou perder... Ainda estou enraivecido pelo que houve.

Alex: Mas e se for uma armadilha?

Robson: claro que é uma armadilha.

Iara: Vamos estar preparados para isso. Sempre temos mais de um plano.

Robson: É, vamos nesse local, à noite, se prepare Iara, isso vai ser um estouro.

Vou andando até o meu quarto, troco de roupa e vou até o segundo subsolos, preparo, limpo, esterilizo e por fim equipo meus canivetes. Pego luvas e minha lâmina científica, terei meu troféu, vou até o escritório saber sobre o local, pego diversas plantas de todos os andares do prédio e estudo cada um. Paredes e entradas fechadas e até mesmo partes mais fáceis e acessíveis até chegar a ele. Continuo preocupado em quem seria os reféns, minha família? Acho que não, costumo muito proteger isso. Amigos? Nunca tive tão bons para os chamar assim... Quem seria??

Iara: Robson, tudo pronto, simbora. “Ela me joga uma bala sem motivo algum”

Alex: Posso ir junto?

Robson: Não, será seguro se estiver aqui, se você for junto, vão saber quem você é e irão te procurar mais que um elefante na época de caça ao marfim.

Vamos ao local de moto, era mais rápido e as motos não faziam tanto barulho essa noite. Quando chegamos lá, Iara já traça o plano, simplesmente entra antes de mim, distraindo os guardas numa direção enquanto eu vou em outra para que fiquem com o foco somente nela. Dutos de ventilação são um máximo, principalmente as salas ao qual estão escondidas. Tive que matar cinco dos guardas que estavam na minha cola ao me ver, sorte que não anunciaram minha chegada. Entro na sala de central das câmeras e sufoco o guarda, procuro as imagens onde estava localizado Marcos... É onde eu o encontro... Sala 36, último andar, diretoria.

Corro rápido até lá, nem me importo com os guardas presentes no local, quando Iara me deu a lista de quem era criminoso, eu olho seus rostos, me lembro da lista e mato os criminosos. Mas é tão triste, tão poucos sabiam a real face da empresa.

É quando vejo a porta da sala e voltamos ao presente.

Agora


Os reféns estão com sacos na cabeça, os corpos envoltos de panos, não consigo distinguir a identidade deles.

Marcos: Sem armas, é um jogo limpo, sem truques. Sua vez de tirar suas armas.

Eu tiro todos os canivetes, menos um, ele jamais deve confiar num sociopata, muito menos ter mentido que é sem armas, posso ver uma faca escondida em sua calça.

Robson: Por que mais reféns? Já tem a mim, pare de envolver inocentes!

Marcos: Você matou mais inocentes que eu. Ou se esqueceu da explosão de uma das minhas empresas? Sabe quantas pessoas estavam trabalhando lá no dia?

Robson: Aquilo não fui eu! Você mesmo armou para cima de mim!

Marcos: Não confio em você.

Ele vem e me ataca, tenta me dar um soco, mas eu desvio e o soco mais de uma vez, ele bloqueou o último soco segurando meu punho e me deu uma joelhada no estômago e então pisa em minhas costas. Sinto a dor, mas o bom é que eu aprendi a controlar isso. Giro para trás evitando outro ataque e então chuto a cara de Marcos que se desequilibra e cai no chão, onde eu o empurro e fico em cima dele o socando, ele me soca de volta várias outras vezes, ele me soca no peito, na boca, no olho e na orelha, ele é forte, resistente, fazia tempo que eu não tinha um oponente assim. Meu olho ficara roxo, saia sangue de minha boca, meu corpo passou a pedir por descanso e ele também. Logo Iara chega escancarando a porta, ela ofegava e quando Marcos a viu, ele pareceu mais nervoso, estava vermelho de raiva. Já ela, parecia assustada e então fez uma cara que eu conhecia bem, descontrole.

Marcos: Sua puta infeliz!

Ele joga a faca em Iara, que logo, com uma rapidez incrédula, pega um dardo e gira no cabo da faca manipulando a faca na própria mão e jogando a mesma no chão.

Iara: Ele mereceu!

Marcos avança nela e ela só pula no pescoço dele tirando duas seringas, mas ela já estava ejetando no ar, então... Ela perdeu mesmo o controle, vai o matar com as agulhas! Essa não é a Iara, tenho de pará-la. (Não, deixa ela. Salve os reféns, agora!)

Robson: Quando nos descontrolamos não sabemos qual será o final. Tenho que impedi-la. (Cala a boca e faz o que eu falei. Não quero mais inocentes em nossas mãos)

Troco de ideia, solto os reféns e, sei que ela paralisou todos os guardas então os deixo ir para a saída sozinhos. Não tardou a ver todos eles indo embora rapidamente, pedindo ambulância e indo ao hospital. Mas, não demoraria para que eles chamassem a polícia sobre o ocorrido.

Olho a luta e avanço nele pelas costas colocando um de meus canivetes fincados no seu ombro. Ele não parava de se mexer então acabei por errar o pescoço. É quando ouço um tiro e algo me atinge perto da cintura. Adentrou tão rápido, e era quente e me queimava. Eu caí e Marcos torce o braço de Iara e a faz se ajoelhar perante ele, ele a chuta no peito extremamente forte e logo a joga para o fundo da sala. Ele se vira e ri.

Marcos: Achou mesmo que eu lutaria limpo? Kkkkkk Eu sou seu pior inimigo Robson.

Eu o chuto no pênis e ele cai no chão.

Robson: Eu também sei golpes baixos!

O chuto na cara de novo o fazendo cuspir sangue, pego o canivete sobrando e avanço nele, mas ele levanta rápido e desvia de minha investida. Logo ele segura meu pulso e bate a cabeça dele na minha me deixando tonto.

Robson: Maldito! “Jogo o canivete enquanto ele corria, ele não teve tempo de desviar e é atingido no outro ombro e a faca finca e ele não consegue tirar. Me aproximo e fico girando a faca!” A dor é alucinante, não é? Mas não chega nem perto da dor que eu senti quando você me fez matar ALICIA!

Mudo a direção da faca para o pescoço, consigo perfurar a veia, mas eu não havia percebido outra faca que ele tirara, me atingindo num órgão vital. Ouço Iara gritar meu nome e me puxar, logo ela atira no pescoço de Marcos, mas aparecem mais dos guardas, provavelmente para uma emboscada. Ele ferido no pescoço mais de uma vez agora não tem chances, mas, se o salvarem rapidamente ele tem alguma chance, Iara me puxou pulando a janela de costas para o acontecimento, atirando e logo caímos. Com a pressão atmosférica era para termos morrido, mas, não aconteceu, caímos em algo fofo e logo Iara começa a me tratar sem anestesia, isso piorou minha dor e eu acabo desmaiando pela perda de sangue...

Antes de desmaiar eu me pergunto... de onde ela tirou aquela arma? Os dois já se conhecem? Como fui abatido tão facilmente? Meus olhos se fecham e eu desmaio.


Notas Finais


É, algo aconteceu aí. O que será? De onde Iara e Marcos se conhecem? Veremos mais a frente.
Cuidado com as sombras você não sabe o que elas escondem... geralmente sou eu!


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