História O Soldado. - Capítulo 8


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Categorias Guardiões da Galáxia
Tags Drax, Gamora, Guardiões Da Galáxia, Peter, Rocket, Starmora
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Palavras 1.549
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá! Demorei né? Eu na verdade tinha parado de escrever, mas não gosto de deixar pela metade então terminarei esta história. Desculpem os erros e eu de verdade espero que gostem.

Capítulo 8 - Oito


 

Continuando...

 

Peter passou dias ensinando a Gamora tudo o que ele achava ser de boa índole, a ensinou um pouco da cultura da terra e a fez chamar o planeta pelo nome, e não por C-53, isso fazia Peter se achar estranho. Ela não tentara mais fugir e até estava acostumada em dormir na cama do senhor das estrelas, onde ela passou a habitar desde a noite que tentou escapar.

 

Ela sabia que o tempo que eles teriam juntos agora seria pouco e que ele iria acabar seus ensinamentos uma hora, sabia também que ele ja estava ciente de que com total certeza ela escolheria ficar na nave e finalmente entrar para o grupo. Ele não tinha ideia de que isso não passa pela cabeça dela. E isso a deixa um pouco triste, nesse período de tempo ela passou a se importar com o terráqueo e sobre como ele se esforça a cada dia em lhe ensinar algo bom. Claro que muitas vezes ele age como um egocêntrico, na verdade...na grande maioria das vezes o que faz ela muitas vezes querer bater nele, más ela acaba por achar que ele fica até engraçado.

 

Ela entra no quarto e respira profundamente enquanto fecha a porta, Peter está colocado as novas coordenadas da nave já que por conta de Arthur eles não podem passar muito tempo no mesmo lugar. Isso faz Gamora se lembrar de Arthur e o quanto o casamento deles agora parece errado, em nenhum momento nesse tempo casada ela se sente bem quando está com o marido tanto quanto fica bem quando está com Peter, ela ainda se limita em ficar de costa para Quill quando vai dormir para não criar nenhum tipo de vínculo com ele, mas isso não impede de acordar-se enrolada nos braços de Peter por que o senhor das estrelas é inquieto e simplesmente acorda toda manhã debruçado em cima da esverdeada. Por um momento isso faz Gamora sorrir e ao mesmo tempo a faz sentir ódio de si mesma por se permitir tal pensamento. Ela vai tomar banho e trocar de roupa, já usou todas as roupas que o imprestável do Kraglin comprou para ela menos aquela camisola praticamente transparente e curta que ela jurou jamais vesti-la. Ela veste então um dos vestidos mais molhinhos e preto um tanto curto, mas Peter já viu ela vestida nele algumas vezes, e adorou pelo que ela pode perceber, mas essa é a primeira vez que ela vai dormir com esse. 

 

Ela sai do banheiro e dá de cara com um Peter sem camisa a esperando para poder tomar banho, ela dá um sorriso quase imperceptível para ele e do espaço para que ele passe. Peter passa propositalmente lentamente roçando seu braço no dela. Ela odeia quando ele faz isso, é uma provocação da parte da feitiçaria pélvica, ela se afasta um pouco e vai para a cama onde se deita e apenas tenta relaxar. 

- Que dia em... - Ele diz ao sair do banheiro de toalha.

- Mas o que se passa pela sua cabeça? Perdeu a cabeça? - Ela diz ao vê-lo ainda molhado e só de toalha.

- Ora, você já é de casa Gamora, está acostumada a me ver a vontade. - Ele diz.

- Estou acostumada a ver você vestido, e me recuso a vê-lo sem suas vestes. Vista-se terráqueo! - Ela diz voltando a deitar de costas para ele.

- Por quê? Me ver de toalha te incomoda tanto assim? - Ele diz sentando-se na cama.

- Não me incomoda...é só que isso é falta de... vergonha e respeito. Esqueceu que sou casada? Vista-se! - Ela diz sentindo o peso dele sobre a cama.

Peter não dá atenção para o que ela está dizendo e se deita ao lado dela do jeito que está, isso faz o corpo da esverdeada se enrijecer.

 

- Se meu estado está incomodando você cá entre nós isso quer dizer alguma coisa. E sobre seu casamento, perdoe minha petulância, mas não passa de um grande erro. - Diz ele ficando de frente para as costas dela.

- Não sabe o que diz! - Ela diz se virando raivosa.

- Então tudo bem, se não incomoda eu não vejo problema em dormir assim hoje, sinto muito calor essa noite. - Ele diz.

- Não, você não vai dormir assim! - Ela diz incrédula.

- O que você vai fazer para me impedir? - Ele pergunta.

- Eu? Nada! Eu vou dormir em outro quarto. - Ela diz.

- Você não vai fazer isso sabe por quê? Porque você está adorando isso aqui. - Ele diz se aproximando.

- Que petulância! Você está mentindo. - Ela diz agora se sentando na cama.

- E você está se enganando. - Ele diz chegando tão perto dela que dá quase para sentir a respiração da esverdeada em sou próprio rosto.

- Eu nunca me engano senhor Peter Quill. – Ela diz enquanto se afasta ao ponto de suas costas encostarem na cabeceira da cama.

- Isso é bom. Significa que você sabe o que é melhor para você sempre. – Ele diz.

- Sim! Então pode vestir sua roupa e vamos dormir. – Ela diz colocando a palma da mão no peito molhado de Peter para impedi-lo de se aproximar mais. Más isso não foi uma boa ideia, porque ela agora pode ter certeza de que está com seu rosto mais verde que o normal. O que parece ruim, mas por outro lado, ela está sentindo coisas que nunca sentiu enquanto estava com Arthur em todo esse tempo casada.

Peter então cola seus lábios nos dela em quanto tenta ao máximo fazer a mesma coisa com seus corpos.

- Peter, não devemos fazer isso. – Ela diz entre os beijos que começam a se seguir.

- Por que não? Estamos dormindo juntos a uns cinco meses. – Ele diz a beijando novamente.

- Você sabe muito bem o porquê. – Ela diz. Más de repente todo o argumento que ela tem em mente parece realmente não fazer sentido, e ela quer sentir a sensação de poder dormir com alguém que faz toda essa confusão em sua cabeça e seu corpo. Ela então entrelaça seus braços no pescoço dele o puxando para mais perto e finalmente colando os corpos, Peter a abraça pela cintura e a puxa para o centro da cama onde agora ele pode deitar-se sobre ela e sentir o batimento cardíaco da esverdeada que agora bagunça seus cabelos aloirados e passa a mão por seus braços fortes.

Peter rasga o vestido preto que ela está usando e percebe que isso a deixou corada e surpresa, Arthur nunca iria ter essa coragem, ele tinha um respeito hierárquico muito grande pela sua chefe que mesmo sendo sua esposa não fazia com que ele tivesse menos medo dela. E aqui está finalmente a diferença entre Quill e o seu marido. Peter não tem medo da Gamora, ao contrário de Arthur. Isso acendeu ainda mais o calor que a esverdeada sente pelo senhor das estrelas.

Ela sabe que não deveria fazer isso, mas não está se importando agora. A toalha que esconde o único pedaço do corpo de Peter que não está a vista cai e agora Gamora pode ver como são os machos terráqueos por inteiro, e pode-se dizer que ela gostou do que viu. Peter se mete entre as pernas dela e percorre com beijos toda a linha do pescoço até chegar aos seios, o que faz a esverdeada arfar e soltar um gemido baixo. Aquele som acendeu ainda mais o desejo de Peter, ele roçou a perna na parte do corpo dela que une as pernas e viu que ela estava pronta. Ele então adentrou lentamente a fazendo gemer mais alto e afundar ainda mais as unhas nas costas dele. Lentamente ele foi encontrando o ritmo necessário para levar Gamora ao delírio.

A visão daquela mulher a baixo dele com suas caras e bocas gemendo seu nome encheu o peito do senhor das estrelas de um sentimento que ele ainda não tinha experimentado, ele sabe que para ele não tem mais escapatória, ele se apaixonou por aquela mulher, por aquele soldado que todos só conseguiam ver ruindade e ódio. Eles passam a noite com os corpos conectados se entregando aquele prazer totalmente novo para ambos até que tudo termina e Peter se deita sobre ela com sua respiração ofegante e o suor pegajoso escorrendo pelo corpo.

- Gamora, o que eu tinha sobre mim para te mostrar eu mostrei. Esse era nosso acordo. Não quero que você fique aqui somente por que é uma detenta, quero que você fique por que quer. – Ele diz com frio no coração, más ele se apegou a ela, e a ama de mais para mantê-la presa.

Gamora olhou para ele, passou a mão por seu cabelo com os olhos tristes, beijou seus lábios.

- Obrigada Peter, por tudo o que você me ensinou e por ter me doado seus sentimentos, por ter aberto seu coração para mim. Ninguém jamais havia feito isso por mim antes. Más meu lugar não é com vocês. Eu não vou ficar Peter. – Ela diz. Vendo o semblante de Peter se entristecer e afundar seu rosto na curva do pescoço dela a abraçando como se aquele abraço a fizesse querer ficar.

 


Notas Finais


Até o próximo capítulo.


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