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História O som do coração (Malec) - Capítulo 24


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Notas do Autor


Galera, nossos príncipes apareceram para dar cor ao nosso sábado.

Curtam o capítulo, e comentam, é muito importante a opinião de vocês.

Música: Meu grande amor - Lara Fabian

Capítulo 24 - Você me aquece.


Por Alec

O restante do tempo, eu fico quieto, passei do limite e não estou sabendo lidar com isso, Magnus e Jace parecem estar rindo da Clary, que está com um bico de todo tamanho, até que Magnus me olha, passando a mão no meu braço.

- "O que você acha Alec? Vamos lá pra casa, assistir um filme? Vocês podem dormir lá, por favor", ele pede fazendo biquinho, eu olho pra Jace que está com os olhos brilhando, esperando a minha resposta.

- "Não acho conveniente Magnus, além do mais, suas mães podem não gostar dessa ideia", eu faço os movimentos dos lábios, tentando fazer ele desistir da ideia absurda.

- "Alexander, minhas mães te adoram, tenho certeza que não haverá problemas, mas se isso te incomoda, eu vou ligar para elas", Magnus fala já pegando o celular e fazendo a ligação, Jace só falta sair pulando pela pizzaria, eu levo a mão a minha cabeça, céus, tô perdido, não sei se aguento ficar mais tempo perto desse garoto.

- "Elas disseram que vocês podem ir, Magnus fala sorridente olhando para mim, eu me dou por vencido e acabo aceitando o convite, Jace e Clary se beijam ali mesmo, dentro da pizzaria, eu dou um chute na canela do meu irmão.

- "Aí, isso doeu seu idiota", ele gesticula e Magnus me olha sem entender nada, eu fingo que não é comigo e continuo comendo, Magnus fica rindo.

- "Vocês dois devem brigar pra caramba hein? Magnus pergunta para mim, eu olho para o Jace com carinho, eu amo tanto o meu irmão.

- "Muito, você não tem ideia, só quem vive com esse aí sabe o castigo que é", eu gesticulo, Clary arregala os olhos.

- "Alec!!!! Assim a Clary vai acabar acreditando", Jace resmunga.

- "Mas é pra ela acreditar mesmo", eu falo e Magnus não para de rir.

Magnus quase faz um escândalo para pagar a conta, mas eu não deixo, então ele se dá por vencido e me deixa pagar, onde já de viu, eu que convidei ele, nada mais justo do eu pagar, tudo bem que me arrependi depois, a pizza de camarão custou bem mais do que eu imaginava.

Por Magnus.

Quando eu percebi que a noite estava quase acabando, eu me vi obrigado a convidar eles para dormir na minha casa, eu não estava pronto para ficar longe do Alec.

Ele não quis aceitar, seu senso de garoto certinho não ia deixar, mas eu acabei o convencendo.

Agora estamos dentro do carro, dessa vez estou do lado do Elias, não tinha como obrigar Jace a vir na frente, o loiro se jogou atrás do lado da Clary e agora estão no maior amasso, parecem apenas um dentro do carro, não dá nem pra saber quem é quem, Alec de vez em quando olha a cena e balança a cabeça, depois ele olha pelo vidro da janela, a cidade iluminada.

Elas estaciona o carro de frente para a enorme porta da minha casa e a gente desce, eu percebo os olhares de Alec e Jace sobre o lugar, eles parecem encantados, um tanto acanhado, mas eu não vou deixar eles se sentirem mal.

- "Vamos", eu falo pegando a mão de Alec por um impulso, e o que eu sinto me faz cambalear, a mão dele é tão quente que esquenta o meu sangue, meus batimentos cardíacos ficam em um ritmo fora do compasso, minhas pernas parecem gelatinas, e uma sensação de prazer se apodera do meu corpo, mas eu não solto a mão dele, pelo contrário, eu seguro um pouco mais firme.

- "Nossa!!! Sua casa parece um palácio", Alec falou olhando pra mim, eu aproveitei a proximidade e dei um beijo em sua bochecha, fazendo ele corar.

- "Qual filme vamos assistir?" Eu pergunto e depois de todos darem as suas opiniões, decidimos assistir um filme de comédia romântica.

Estamos indo a caminho da sala de cinema, quando minha mãe Aline aparece na sala de estar.

- "Olá crianças, fiquei muito feliz quando Magnus falou que vocês estariam vindo pra cá", minha mãe fala e gesticula ao mesmo tempo.

- "Obrigado Sra Aline, a gente não queria atrapalhar, mas a Sra conhece o seu filho né?" Alec gesticula, minha mãe começa a rir.

- "Mãe!!! Você está concordando com o Alexander?" Eu pergunto fingindo indignação.

- "Ela eu não sei, mais eu com certeza, seja lá o que o Alec disse", minha mãe Jia fala chegando na sala.

- "Pensei que você não gostasse de ser chamado pelo nome todo Alec", minha mãe Jia fala olhando pra ele que cora.

- "Seu filho é muito irritante, ele não ia parar de me chamar pelo nome todo mesmo, acabei me dando por derrotado".

- "Eu sei bem como é", minha mãe Jia concorda com Alec, eu fico muito puto.

- "Gente, vamos assistir o filme, minhas mães estão muito engraçadas hoje", eu falo e eles começam a rir.

Jace e Clary sentam perto um do outro, na primeira fileira, Alec decide sentar bem mais atrás, eu fico sem saber se devo ir até onde ele está, então decido ir fazer pipocas, mas antes eu coloco o filme, ativo a legenda e apago as luzes, quando meu celular vibra no meu bolso.

- Oi gato, boa noite, durma bem, eu leio a mensagem e quando olho para Alec, antes de sair, ele está com o celular na mão.

Como assim, esse garoto está aqui comigo, me lambeu na pizzaria e agora tá conversando com outra pessoa?

- Oi Arqueiro, eu respondo simplesmente, colocando um pacote de pipocas no microondas.

- Tá onde? Podemos conversar? Eu pergunto.

- Só passei para te dar um boa noite, eu estou na casa de um amigo, vamos assistir um filme juntos, eu leio a resposta e sinto meu corpo tremer todo.

- Me trocando por outro Arqueiro? Eu fingo ciúmes, mas que merda, eu estou com ciúmes e irônico, de mim mesmo, tô puta de um ferrado.

- Eu nunca te trocaria por ninguém gato, você é um grande amigo, graças a você eu voltei a ter confiança nas pessoas, é muito bom acreditar que existem pessoas boas como você, eu leio e quase morro, Alexander pensa isso do gato, não poderia ficar pior, ou poderia?

- Eu quero muito te conhecer gato, te apresentar o meu amigo, você vai adorar ele, ele é muito legal, fashion, despojado, tem um sorriso lindo, só não pode se apaixonar por ele, só não pode se apaixonar por ele, só não pode se apaixonar por ele, eu repito a última fala mil vezes na minha cabeça.

- E porque não Arqueiro? Se ele é tudo isso aí que você disse, olha que eu posso me apaixonar, eu provoco.

- Engraçadinho, só por isso não vou te contar o motivo, tchau, eu fico olhando feito bobo a resposta.

Eu volto para a sala de cinema com dois baldes de pipocas nas mãos, algumas latas de refrigerantes e barras de chocolates dentro de uma sacola.

- Toma, eu falo entregando um balde para Jace com alguns chocolates e refris.

Eu vou até onde Alec está sentado e entrego o outro balde, dou também um refrigerante e chocolates, depois me viro para sentar mais a frente, mas sinto meu braço sendo segurado.

- "Onde você pensa que vai?" Alec faz gestos?

- " Você sentou tão longe, só pensei que queria ficar sozinho", eu falo e ele dá um sorriso de lado lindo pra mim.

- "Deixa de graça Magnus, além do mais, tem muita pipoca aqui só pra mim" , Alec fala e eu sento do seu lado.

Estar assim tão perto de Alec me deixa pegando fogo, eu nem sei o que fazer, é muito bom, tudo nesse garoto é bom, seu jeito, seu cheiro, e pelo anjo, como eu gostaria de conhecer o seu gosto.

Quando o filme acaba, Jace e Clary estão no maior amasso, Alec revira os olhos, eu acho graça.

- " Quer dar uma volta pela casa?" Eu pergunto, mesmo com receio dele estar se sentindo mal com tanta riqueza.

- " Eu prefiro dar uma volta no jardim, posso?" Alec pergunta, tão fofo, eu fico babando por ele.

- "Claro, mas está muito frio lá fora, tem certeza que ir?" Eu pergunto, a noite está realmente fria.

- " Talvez eu queria sentir um pouco de frio hoje, ou talvez você possa me aquecer, eu vou decidir isso depois que estivermos lá", Alec fala na maior naturalidade, eu fico tipo, Ohhhh, como assim?

- "Alexander, o que aconteceu com você?" Eu pergunto e ele dá de ombros, caminhando até a porta.

Já do lado de fora, eu levo Alec até onde tem um lindo jardim de tulipas vermelhas, no meio dele há um banco branco, Alec caminha até ele e se senta, bem de frente para um chafariz, com uma cascata de águas dentro dele, que em contraste com a luz dos postes, dá um brilho azulado ao lugar.

- " Lindo jardim Magnus, eu ficaria aqui pra sempre, sentindo o doce perfume das flores", Alec fala olhando nos meus olhos, eu deixo um leve sorriso brotar no meus lábios.

Por Izzy

Minha conversa com o meu tio Valentim foi horrível, saber que a história que meu pai me contou era tudo verdade, que eu tive um irmão que foi colocado para adoção por ser surdo, só para não se tornar rei, chega a doer.

Decidi junto a corte, como minha primeira obrigação antes de ser coroada, que irei viajar, depois do luto oficial de vinte e um dias pela morte do rei, vou para Nova York, quero encontrar o meu irmão pessoalmente.

Simon se ofereceu para ir no meu lugar, mas meu irmão sempre foi abandonado por todos, eu preciso fazer isso por ele, por mim.

- Izzy, você precisa se alimentar meu amor, você não come nada desde que seu pai morreu mais cedo, Simon fala chegando perto de mim, estou na capela mortuária que há no palácio, que está lotada de nobres, reis, duques, condes, até o presidente do EUA está no velório do meu pai.

- Eu estou enojada Simon, não sei se consigo comer qualquer coisa sem colocar tudo para fora, tudo que eu mais queria é que fosse mentira, que meu pai não tivesse feito o que fez com meu irmão, nem chorar a morte desse homem eu consigo, eu passei a vida sonhando com um irmão ou uma irmã, e eu sempre tive um, isso é tão injusto, eu choro.

- Eu sei meu amor, mas nós vamos encontrar o seu irmão, eu prometo.

Por Alec.

Magnus está tão perto de mim, estamos sentado um do lado do outro, posso sentir o calor que emana do seu corpo.

- "Alexander, eu preciso te dizer uma coisa, preciso falar um negócio com você", Magnus se atrapalha um pouco com as palavras, estamos muito próximos.

- "Eu preciso te fala uma coisa também", eu movo os lábios, Magnus me olha atentamente.

- "Fala você primeiro então Alexander" Magnus pede, eu chego perto dele, coloco uma perna aberta em volta do banco, ele se aproxima de mim.

- "Eu me apaixonei por você Magnus, e não sei bem como lidar com isso, eu juro que tentei, você é dono da empresa onde eu trabalho, isso nunca"..., eu não termino a frase, porque os lábios macios de Magnus estão colados aos meus, eu fecho os olhos, sentindo todo o prazer daquele simples ato.

Eu me entrego, Magnus conduz o movimento, ele é habilidoso, sua boca está com gosto de chocolate, ela é facilmente viciante.

- "Tá gostando?" Ele move os lábios em uma distância mínima, o suficiente apenas para que eu consiga ler, eu estou tão enebriado por ele, que não consigo responder, apenas dou um sorriso.

- "Vou entender como um sim" Magnus diz e volta a me beijar, agora com mais movimentos, sua língua invade a minha boca, sinto pontadas no meu baixo ventre, sinto meu corpo reagindo ao toque de sua boca na minha.

A gente para apenas para buscar o ar de vez em quando, voltando logo para os lábios um do outro.

Eu me atrevo um pouco e levo as minhas mãos até às coxas grossas de Magnus, deixando alguns apertos nela.

Depois de um tempo, Jace e Clary aparecem e nos pega aos amassos, não sei como e quando aconteceu, só sei que em algum momento, Magnus veio parar no meu colo.

- "Vocês dois? Eu sabia, não te falei Jace, que de hoje não passava", Clary faz gestos, eu enfio a cabeça na curva do pescoço de Magnus, totalmente envergonhado, ele ri de mim.

- "Gente, não é querendo atrapalhar não, mas já são quase três da manhã, vocês estão com a boca inchada e roxa, acho melhor entrar para não congelar", Jace fala e eu quase empurro Magnus do meu colo.

- "Vamos", eu faço gestos.

Magnus nos leva até um quarto de hóspedes, um lugar tão grande, que cabe dois apartamentos meu e do Jace dentro facilmente.

Ele pega dois moletom e duas camisetas e nos entrega, e nos avisa que tem escovas na gaveta do armário do banheiro.

Ele se despede de mim com um beijo na minha bochecha, eu acho fofo, depois ficamos eu e Jace.

A cama é de casal, então depois de roupas trocadas e dentes escovados, eu e Jace deitamos de frente um para o outro.

- "Isso aqui é muito luxuoso né?" Jace pergunta.

- "Sim maninho, muito", eu falo bocejando, não demora muito e a gente dorme.

Já é quase de manhã, quando eu acordo com vontade de ir ao banheiro e vejo Jace sentado na cama, com as pernas puxadas para cima, abraçadas entre os braços.

- "O que tá acontecendo?" Eu pergunto assustado e esfregando os olhos.

- "Eu acordei com uma terrível dor de cabeça maninho, eu tive uns flash de memórias Alec, eu me lembrei de como foi o meu acidente, eu lembrei irmão, agora eu sei o que aconteceu antes de eu ir para o orfanato.


Notas Finais


Vamos de comentários, rsrsrs.
https://youtu.be/RRtPv4TJIb4


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