História O Som do Coração( Mia e Sam) livro 1 - Capítulo 11


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Novela, Romance
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Palavras 1.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Texas, duas semanas depois


Fanfic / Fanfiction O Som do Coração( Mia e Sam) livro 1 - Capítulo 11 - Texas, duas semanas depois

Sam 

— Você já convidou a Mia para ir com você ao casamento? Tom me pergunta. Estamos apenas nós dois no estúdio.

— Não. Ainda não. E você já falou com a Dakota?

— Falar o que pra Dakota? Ele me pergunta com uma cara de quem não tem a minima idéia, do que eu estou falando.

— Falar para ela que você gostaria que ela fosse ao casamento com você? Ou tem alguma outra coisa que você quer falar pra ela?

— De onde você tirou isso. Nós somos apenas amigos. Mas não vou pedir a ela para ir comigo, mamãe já cuidou dessa parte.

— A é! E quem é a sortuda da vez. Tenho que admitir, pelo menos mamãe tem bom gosto.kkkkk.

— Há, há, há. Que engraçado.

— Então quem foi que ela arranjou pra você, em irmãozão!!!

— Elisa Myers.

— Bom pelo menos você vai se divertir, Elisa é uma gata.

— Se você diz. Ele diz parecendo chateado.

— Tom

— O que é?

— Se você quer ir com outra pessoa, deveria falar com a mamãe.

— Não esquenta ta tudo bem. Eu vou com a Elisa.

— E sobre hoje a noite, está tudo certo? Eu falo trocando de assunto, porque o Tom é teimoso como uma mula, ele não vai admitir que é com outra pessoa que ele gostaria de ir, e não com Elisa.

— Festa na casa do Pieter, e eu já falei com as garotas, tá tudo certo. É bom estar em casa de novo. E depois do show de amanhã, vamos pra fazenda. Duas semanas de folga, e o casamento da nossa caçula. Cara nem acredito que a Maia já é uma mulher e vai se casar. Quando descobri que o Lincoln estava pegando a nossa irmãzinha, eu queria enforcar ele com as cordas da guitarra.

— Ainda bem que você não fez. Se não aquela pequena diabinha, teria acabado com você, e ia sobrar até pra mim.

— Vamos terminar isso aqui de uma vez, quero voltar para o hotel e descansar um pouco, antes da festa.

— Claro.

A noite na festa... 

Nossa tem muita gente aqui, e nada da Mia ainda. 

Desde aquele dia não consegui ficar um tempo sozinho com ela. Só alguns minutos, e quando ia rolar algo, alguém interrompia. Espero que nessas duas semanas depois do casamento, as coisas fiquem mais calmas. E se tivermos sorte vamos conseguir um tempo juntos.

A fazenda dos meus pais é bem grande, tem espaço pra todos. Minha mãe fez questão que as garotas ficassem hospedadas lá. Disse que ficamos muito em hotéis, comemos fast food demais, então precisamos de ar livre e comida de qualidade. As garotas adoraram a idéia. Então elas vão junto conosco depois de amanhã.

Meu pensamento é interrompido, quando escuto vozes familiares, por cima do barulho da festa. Então eu viro na direção das vozes. Sim, as garotas chegaram, mas não vejo Mia entre elas.

Eu olho em volta para ver se a encontro, não demora muito para achá-la. 

Ela está na frente do bar, apoiando se em seus cotovelos, debruçada, tentando chamar a atenção do garçom. 

Então eu tomo meu tempo admirando a paisagem, ela está usando sandálias de salto fino, que parecem alongar mais aquelas pernas deliciosas, uma saia de couro preta, que fica perfeita naquela bunda. Quantas vezes imaginei as minhas mãos lá. Uma jaqueta de couro vermelha, por cima de uma regata branca, seu cabelo preso em uma trança. 

Ainda não consegui entender porque ela quer  manter segredo da gente, tentei lhe perguntar, mas ela sempre consegue mudar de assunto. Tentei arrancar algo das garotas. Ou elas não sabem nada, ou tem medo da Mia. Eu tenho certeza de que se alguém sabe os motivos, esse alguém é a Dakota. 

Então algo chama a minha atenção, eu paro de olhar para ela, e olho para o outro lado da sala. Katy, acabou de entrar e vem na minha direção, eu não gosto nem um pouco do jeito que ela me olha. 

— Oi baby! Sentiu minha falta? Ela coloca as mãos sob minha camisa, e começa a esfregar o seu corpo no meu.

— Estava dando graças a deus, que você não tinha aparecido para estragar a festa. Eu respondo com nojo, pegando suas mãos e tirando da minha camisa, me afastando um pouco dela.

— Você não acha que essa nossa briguinha idiota já foi longe demais. Ela responde, tentando jogar os braços em volta do meu pescoço.

 Mas, eu sou mais rápido, e pego seus braços. Fico bem perto do seu rosto, para que ela escute o que tenho pra dizer. Desvio o olhar do seu rosto apenas um momento, para procurar outros olhos, e os encontro, olhando diretamente na minha direção, ela me olha de um jeito que não gosto. Ela deve estar achando que tem algo rolando entre mim e Katy, eu a vejo desviar os olhos e seguir na direção das garotas. Eu tenho que acabar logo com isso, então viro para encarar Katy. 

Ela me olha com desejo, achando que esse joguinho é algum tipo de preliminares. Vou ter que acabar com suas esperanças de novo. Já estou ficando cansado disso.

— Eu vou falar pela última vez Katy. Não estamos dando um tempo, estamos acabados. Desde o momento em que você decidiu ir para a cama com aquele babaca. Eu não sinto nada além de desprezo e nojo por você. Eu estou sendo claro.

— É por causa dela não é? Ela pergunta, já mudando seu jeito, ela não está mais tentando me seduzir, ela está com raiva.

— Não sei do que você está falando. Eu me faço de idiota, fugindo do seu interrogatório.

— Daquela vadia da Micaela.

— Sabe o que mais me irrita Katy. É o fato de você se achar no direito de chamar outra garota de vadia.

— Eu vejo o jeito que você olha pra ela. Você não vê? Ela só esta brincando com você, e quando ela se cansar, vai te jogar para escanteio.

— Do mesmo jeito que você fez. Eu falo, e sei que isso vai fazer com que ela fique calada. — Eu não vou voltar pra você Katy, nunca mais. E se você atacar a Mia, eu vou acabar com seu emprego também, e você vai ter que voltar a trabalhar no café da família. Você me entendeu?

Ela não responde, ela só me dá as costas e vai na direção do bar. Vou ter que desligar o telefone mais tarde, sei que ela vai encher a cara e ficar  me ligando bêbada. 

Me viro e vou na direção da Dakota e do Tom. Não estou vendo a Mia.

— Você sabe onde está a Mia? Eu pergunto.

— Ela disse que não estava se sentido bem, e ia voltar para o hotel.

— Ela parecia bem, quando eu a vi.

— Sam é o seguinte, ela viu você com a Katy, e não gostou. Ela achou que tava rolando alguma coisa, e disse que não ia conseguir assistir. Então ela foi embora.

— Mas não rola nada entre mim e Katy, eu já falei isso para ela.

— Desculpa Sam, mas não era o que estava parecendo. Dakota responde.

— Olha mano, eu tenho que dar razão pra Dakota, parecia que estava rolando algo sim.

— Mas que merda! Tá bem!  Eu vou atrás dela. Eu respondo e me viro para sair, mas alguém me puxa pelo braço. Me viro para ver que é Dakota. O jeito que ela está me olhando, me lembra do Tom, quando está prestes a nos dar um sermão. E é exatamente isso que ela vai fazer.

— Escuta bem o que vou te falar Samuel. Se você machucar a minha amiga, eu vou atrás de você pessoalmente e vou arrancar as suas bolas com minhas próprias mãos. Estou sendo clara.

— Perfeitamente clara! Confesso que fiquei com medo dela.

— Então vai de uma vez. Ela diz agora com um sorriso.

Enquanto passo, várias pessoas chamam meu nome, eu ignoro todas. Vou depressa em direção ao elevador. Quando chego na rua peço para que o porteiro chame um táxi pra mim. Assim que o táxi para, eu entro e dou o endereço do hotel, jogo algumas notas pra o motorista e peço para que vá o mais rápido possível. Assim que o táxi para, eu abro a porta e me lanço em direção ao elevador, aperto o botão com urgência, mas ele parece estar trancado em algum andar, então resolvo ir pelas escadas.  

Quando chego no andar dela eu paro em frente ao seu quarto, pra respirar e me acalmar um pouco. Depois de alguns minutos eu bato na porta. Ela não demora muito para abrir, esta vestindo apenas uma camiseta velha de banda toda surrada, os cabelos soltos, mas isso não me impede de percorrer os olhos por todo o seu corpo de baixo para cima, parando apenas alguns instantes naquela boca, e depois naqueles olhos azuis, que parecem surpresos com a minha presença. 

— Samuel? O que você está fazendo aqui?

Continua....






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