História O Som do Coração( Mia e Sam) livro 1 - Capítulo 12


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Novela, Romance
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Palavras 1.745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 12 - Duas horas antes


Fanfic / Fanfiction O Som do Coração( Mia e Sam) livro 1 - Capítulo 12 - Duas horas antes

Mia 

Não consigo decidir o que vestir, fiz uma bagunça na minha mala.

Acabo escolhendo uma regata branca, saia de couro e sandália estilo gladiadora. Vou para o banheiro me maquiar, enquanto estou me maquiando, meu pensamento vai para longe.

Fico lembrando daquele dia no bosque. As coisas que ele me disse. O jeito que ele me olhava. Seu sorriso. Sua boca. O gosto dela. Suas mãos em mim. 

Eu lhe disse que queria ir devagar, mas a verdade é que eu menti. Eu precisei usar toda a força de vontade que eu tinha para afastá-lo de mim. A minha vontade era arrancar a roupa dele, e fazer o que eu havia sonhado tantas noites. Mas o bom senso venceu, e com muito custo o afastei.

A verdade é que eu pensei no Derick. Em como ele fazia eu me sentir. Quando estávamos apenas nós dois, ele era o mesmo Derick por quem eu me apaixonei. Quando tinha outras pessoas ele se tornava possessivo, ciumento. Teve uma vez que ele quebrou o nariz de um cara apenas por ele dizer que eu era bonita. 

Mas a verdade é que eu tenho medo de me envolver, me deixar levar pelos sentimentos que tenho pelo Samuel. 

E assim que ele descobrir que estou com outra pessoa, ele vai vir atrás de mim. Porque ele ainda acha que vou voltar, que só estamos dando um tempo. E como eu sei disso? Ele me diz. Sim eu ainda tenho contato com ele. Ele me manda emails, pelo menos duas vezez por semana. Eu não respondo, mas eles continuam chegando. Ele sabe o que estou fazendo agora, segundo ele, somos o novo sucesso no mundo da música. 

Ele repete muito uma coisa nos últimos emails. Que nos veremos em breve. Não sei exatamente o que ele quer dizer com isso. Só sei que não é o momento exato para me envolver publicamente com Sam. Assim que ele souber que estou com alguém, ele vai aparecer e reenvindicar o que ele acha que ainda é dele.

Eu gosto muito do Samuel, não quero que o Derick atrapalhe isso. E é por isso que pedi para irmos com calma. 

Termino a maquiagem e saio do banheiro, as garotas já estão prontas e eufóricas para sair.

.........

A festa é em uma mansão enorme com porteiro e tudo, tem muita gente. Tento localizar os rapazes, mas só vejo Tom. Dakota é toda sorrisos quando vai em sua direção. Eles fazem um casal bonito, pena que nenhum dos dois viu isso ainda. Sempre que falo algo, ela fica repetindo que são apenas amigos. Acho que nem ela acredita nisso de verdade.

Vou na direção do bar, preciso de uma bebida. Faço meu pedido ao barman, e enquanto espero olho a minha volta, então eu o vejo. Ele esta lindo em uma camiseta preta, as mangas enroladas nos cotovelos, salientando aqueles músculos, uma calça de brim preta justa, e cuturnos. Eu não consigo olhar para ele sem me excitar. As vezes isso é constrangedor. 

De repente sinto como se tivessem jogado um balde de água fria em mim. Quando a vejo passando suas mãos nele, ele a segura pelos braços, e por alguns instantes nosso olhos se conectam, mas logo ele volta sua atenção para ela, que continua se esfregando nele. Eu não tenho estômago para ver isso rolar. 

Não espero pela bebida. Procuro Dakota apenas para avisar que estou saindo. Ela entende porque estou indo, não aguento ver a pena nos seus olhos.

.....

Não demorou muito pra chegar ao hotel. Assim que entro no quarto, tiro minha roupa e coloco minha camiseta de dormir. Vou para a cozinha fazer pipoca, e olhar um filme idiota qualquer em que provavelmente a mocinha sempre fica com o cara no final. Termino a pipoca e volto para o quarto, esquecendo de pegar a bebida, então volto para a cozinha. Mas alguém esta batendo na porta, e parece estar com pressa. 

Quando abro a porta eu o vejo. Até parece que ele correu uma maratona, seu rosto esta vermelho, e ele respira com dificuldade. 

Estou surpresa, era a última pessoa que eu espera encontrar na minha porta.

— Samuel? O que você está fazendo aqui?

— Eu posso entrar? Eu preciso de uma água.

— Claro, entra. Eu digo, dando espaço para que ele entre, vou na direção da cozinha, ele me segue. Alcanço uma garrafa de água, ele bebe sem tirar a garrafa da boca, uma gota de agua escorre pelo queixo e escorre em direção ao peito, e meus olhos viajam com ela, vejo seu peito vibrar com uma risada, então olho para seu rosto. Deus porque ele tem que me olhar desse jeito.

— Ta admirando a paisagem Micaela?

— Não, eu vim pegar uma bebida e voltar para o meu quarto para assistir o meu filme, quando um idiota bateu na minha porta, me atrapalhando. Eu tento disfarçar me virando para a geladeira para pegar a minha bebida, e viro na direção do quarto. Ele pega uma bebida e me segue.

— E que filme nós vamos olhar? Ele pergunta tirando os coturnos e deitando na minha cama.

Eu tento me livrar dos pensamentos pecaminosos que estão passando pela minha cabeça agora, imaginando outras coisas que eu queria fazer com ele na minha cama e respondo:

— Você eu não sei. Eu vou olhar " Dez coisas que odeio em você ". Ele me olha de canto de olho, e da um sorriso. Acho que ele entendeu a indireta.

— Tudo bem. Roda o filme então.

Assistimos o filme, comemos a pipoca, demos boas risadas. Quando o filme chega ao fim, me levanto e vou na direção da cozinha para tomar água. Não demora muito eu sinto ele atrás de mim. Me viro lentamente e ergo a cabeça, encontrando aqueles olhos verdes tão escuros agora, me olhando com puro desejo, suas mãos estão ao lado do seu corpo, ele não está me tocando, e ele nem precisa.

— Porque você saiu da festa? Ele pergunta.

— Não sabia que você iria se importar se eu estivesse lá ou não. Você parecia bem ocupado.

Tento passar por ele, mas ele me segura pelos braços me precionando contra a geladeira. Ele baixa  um pouco mais o rosto, ficando bem próximo do meu.

— Vamos ter aquela mesma conversa de duas semanas atrás. Eu não quero a Katy. Sempre que ela bebe, ela tenta se insinuar pra mim, na cabeça dela eu só estou bravo, dando um tempo, e assim que ela estalar os dedos eu vou voltar correndo.

— E não é assim?

— Eu já superei a Katy faz tempo. Antes de você aparecer. E depois que você  apareceu, eu não consigo pensar em outra coisa. Você é a última coisa que penso antes de dormir, e a primeira que penso ao acordar Micaela. Eu vou ter que ser mais claro para que você me entenda.

Então ele me beija, e eu não consegui pensar em mais nada, depois de sentir sua boca na minha.

Ele me ergue me colocando sentada na bancada da cozinha, se colocando entre minhas pernas. Com uma mão ele me segurava pela nuca. Segurando minha cabeça para que eu não me afastasse. Como se eu fosse fazer isso de qualquer maneira. A outra mão ele usava para me puxar, segurando minha bunda me precionando contra a evidência de sua excitação. Eu aproveitei e coloquei minhas pernas ao redor da sua cintura, o puxando para mais perto. Minhas mãos estavam por baixo de sua camisa, explorando aquele corpo delicioso. Sem quebrar o beijo, ele me segurou pela cintura com um braço, e com a outra mão me ergueu da bancada, segurando minha bunda. Indo em direção ao quarto, fechando a porta com o pé, ele me deitou de costas na cama. 

Então ele interrompe o beijo apenas para se erguer e tirar a camisa, eu não me canso de olhar pra ele. Ele segura meu rosto com as mãos, sorrindo pra mim, olhando nos meus olhos.

— Durante esses meses eu sonhei tanto com isso que até parece que ainda tô sonhando.

— Me conta como eram esses sonhos. 

— Pequena! Não vou te contar, prefiro te mostrar! 

Então ele volta a me beijar, dessa vez com mais intensidade. Tira a minha camisa expondo os meus seios. Ele para um segundo apenas para admira-los, soltando um gemido baixo, ele resmunga algo, e então captura um dos seios com a boca, enquanto usa a outra mão para acariciar o outro. Com esta tortura lenta, eu deixo escapar um gemido entre os dentes. Isso só faz com que ele aumente um pouco o ritmo. A mão que acariciava meu seio, começa a descer pela lateral do meu corpo. Ele acaricia o meu sexo por cima da calcinha. Isso já é demais pra mim.

— Sam! Por favor! Eu preciso... Eu não consigo nem articular uma frase inteira.

Então ele ergue a cabeça e me olha, aquele sorriso safado, aquelas covinhas.

— Eu sei exatamente do que você precisa, baby.

Então ele me deixa apenas um instante e fica de pé, tira as suas calças, tira um camisinha da carteira e coloca lentamente. Eu não desvio os olhos dele, ele e tão lindo, melhor do que nos meus sonhos. Então ele retira a minha  calcinha, e se posiciona no meio das minhas pernas, segura meu rosto com as mãos, ao mesmo tempo que ele me penetra, lentamente. Nunca desvia os olhos dos meus. Começa lentamente um movimento de vai e vem, e eu sinto que vou explodir a qualquer momento. Isso é tão bom. Ele é muito bom. Nós dois juntos é melhor ainda. Ele começa a ir mais rápido. E não consigo segurar os sons que saem da minha boca. E quando eu chego no clímax eu grito seu nome com toda a força que me resta. Então ele me acompanha e no  seu orgasmo é meu nome que sai da sua boca.

Ficamos algum tempo ainda, sem falar nada, apenas olhando um para o outro. Ele então se levanta, e vai até o banheiro. Ouço o som que ele faz enquanto está lá dentro. Ele volta a se deitar, e me puxa para o seu peito, me abraçando.

Não precisamos falar nada, apenas ficamos ali em silêncio, abraçados. Não demora muito eu sinto sua respiração mudar, ele dorme, não demora muito para que eu o acompanhe. 

Essa noite vou dormir tranquilamente como a muito tempo não faço.



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