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História O Som [Nomin] - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Está aqui será uma fanfic simplista e leve, porém com um conteúdo rico. Espero que gostem!

Capítulo 1 - Verão


As pernas magras cortavam o ar cheias de animação, a risada infantil se espalhava com facilidade e quem visse aquela figura subindo a rua acharia loucura, quem era a mãe daquela criança fujona? Céus, parecia um cachorro correndo da carrocinha. 


Mas não, bobeira isso. Era apenas Na Jae min voando para sua pequena casa na cidade grande, uma criança irresponsável com o horário. Precisava chegar o quanto antes em casa se quisesse viajar nessas férias de verão, sua mãe iria ficar uma fera caso ele se atrasasse. 

Os fios rebeldes tampavam seus olhos vultosos e brilhantes, os mesmos que viam o céu tomando um tom alaranjado como se o sol estivesse pronto para beijar a lua. Eca. 


Namoro não é coisa de criança, eca. Era assim que pensava e há até quem ria disso quando Jaemin falava.


O baixinho passou pelas casas vizinhas, invadindo os quintais sem muros ou cercas, tudo para buscar um atalho. Apenas voltou para o asfalto quando sentiu seu vizinho jogando água da mangueira em si e reclamando para não pisar na grama. Jaemin riu e logo adentrou sua casa. Se tornou o mais silencioso possível, tirou os sapatos e se rastejou pelo chão - um espião tipo 007 - e foi para o banheiro. Até que... notou um par de pés a sua frente e sabia que eram de sua mãe, ergueu o rosto e viu a figura feminina.


- O que é isso? - mamãe cruzou os braços.


- É Bond, James Bond - ele sentou no chão. - Jaemin, Na Jaemin! 


- Que? - cerrou os olhos parecendo mais brava. - Sabe que horas são? Você vai perder o trem e eu não vou deixar você comprar bilhetes para outro até criar um pouco de responsabilidade. 


- Desculpa mamãe! Eu estava brincando na praça e me esqueci - abraçou as pernas da mulher, sabia que ela tinha um coração frágil. 


A mãe passou a mão esquerda pelo rosto e suspirou, lentamente se abaixou e abraçou o filho, em seguida sentiu as costas dele molhadas por água e nem quis perguntar o motivo daquilo, apenas o mandou ir para o banho imediatamente enquanto ela faz um lanche para ele comer durante a viagem. De todo modo, ela queria que seu filho tivesse uma boa educação e crescesse como um rapaz sincero e esforçado, não há mais ninguém além dela que se preocupe tanto com ele. É o seu pequeno tesouro.


Depois do banho, a criança de 10 anos pegou seu lanche e a figura materna levou a mala com suas roupas para passar as férias. Eles deixaram a casa para ir até a estação de trem, em um abraço caloroso e diversos avisos a mãe e filho se despediram.


Este seria o primeiro ano de Jaemin viajando sozinho para a casa de campo da sua avó, antes sempre ia de carro com seus pais. Mas após a morte do pai em um acidente de trabalho, se tornou difícil rever aquele lugar. Dessa vez, ele quis ir - mesmo sem sua mãe - para poder passar suas férias de verão na região montanhosa e antiga onde a avó mora. Lá não há preocupações e nem maus pensamentos, o vento é responsável por levar embora tudo de ruim.


Era uma viagem demorada, mas isso não incomodava a criança. Prometeu a si mesmo que faria tal ato, queria ter mais coragem e fazer as coisas sozinho. Mas estar junto de estranhos naquele trem o fez querer tremer e voltar, pensou em ligar para sua mãe ou até chorar. Quando menos percebeu, já havia dormido.


- Ei, garoto. - cutucou o estranho - O trem já chegou, acorde! 


O menino abriu os olhos um tanto assustado e viu um senhor de pé ao seu lado, Jaemin ergueu rapidamente o próprio tronco e se levantou para fazer uma reverência ao velhinho. Um agradecimento. 

Pegou sua bagagem e também o lanche que acabou não comendo por nervosismo, desceu do grande transporte e botou os pés no cimento da linha de chegada, finalmente. Com entusiasmo, virou o rosto para todos os lados que podia tendo o objetivo de procurar sua querida avó, ela viria busca-lo na estação.


- Vovó!! - gritou vendo a senhora a alguns metros, ela vestia sempre as mesmas roupas simples e de tons pastéis, sua avó era linda. Correu até ela e a abraçou tão de repente que foi possível ouvir um suspiro da parte dela, que logo riu e abraçou de volta. - Estava com tanta saudade.


- Eu também querido, esperei tanto por você - bagunçou os fios do netinho e em seguida tomou sua mão com cuidado. - Deixe eu levar sua mala, querido.


O menor arranjou uma careta de braveza e negou várias vezes com a cabeça, apertou os dedos pequenos contra a pequena mala e começou a andar.


- Não vovó, já sou um homem forte. Eu posso levar sozinho. - sorriu largo e a avó se contagiou por tal ato, sorrindo também.


Foram juntos a pé observando os vaga-lumes brincando em meio a grama curta e flores, andaram pelo caminho conversando e também subiram vários degraus até chegar na casa da senhora Na, uma moradia em um campo limpo no meio das montanhas. Era mágico para Jaemin. 

Quando finalmente chegaram, nenhum dos dois estavam cansados e pareciam ter muito para contar um ao outro, principalmente o neto. Jantaram assistindo televisão e depois até jogaram um jogo de palavras. Mas a noite só se encerrou ao tomarem chá e irem dormir, Jaemin quis dormir no antigo quarto de sua mãe, afinal, ela cresceu ali. Mesmo querendo muito estar ali, ainda sentia falta da mãe assim como uma criança mimada. 


- Boa noite, bagunceiro - falou em um tom doce e beijou a testa do neto. E antes de se levantar da cama, teve sua blusa levemente puxada. - O que foi? querido.


- Vovó, antes da senhora ir, pode me contar uma daquelas histórias? - a luz da lua atravessava naturalmente a janela e refletia nos olhos pidões do menino.


- Histórias sobre os espíritos da natureza? - ela franziu o cenho e riu vendo o neto balançando a cabeça positivamente. - Okay, mas só um pouquinho.


E então o quarto se invadiu de bons contos, um garoto curioso se apaixonando pelas palavras da avó, seres místicos que vagam as florestas, bosques, rios e montanhas. Estão na terra, estão no céu. Devem ser incríveis!. Jaemin queria se aventurar com eles, porém o máximo que teve foi sonhar com tais contos. Uma noite bonita com sonhos bondosos, era tudo o que uma criança precisava.





No outro dia. 





Jaemin se levantou cedo e ajudou sua avó a colher feijão, isso o deixava faminto pela sopa de feijão dela. A senhora Na, na visão do garoto, era a melhor cozinheira do mundo todo e também a melhor contadora de histórias. Na verdade, por muitas vezes o garoto quis morar no campo para poder explorar todas as paisagens bonitas que havia entre aquelas montanhas assim como a vovó Na.


- Vovó, vou sair para andar! - colocou o chapéu azul pastel e sorriu cativante enquanto colocava as pequenas botinas. 


- Tudo bem, mas não vá longe e tome cuidado. - avisou o neto e o ajudou a amarrar os cadarços. 


Saindo dali, Jae caminhou animado pela grama e procurou por dentes de leão para poder assoprar e ver os pelinhos brancos saírem voando. Talvez todas aquelas partículas branquinhas formem uma família feliz, e ao assoprar se separam para sempre. E então, o garotinho tentou juntar tudo novamente tendo pressa com seus dedos desastrados.


- Desculpe, dentes de leão! - tampou o rosto com as mãos caindo na vergonha. - Eu sou tão descuidado! 


Famílias não devem se separar. Foi algo que Jaemin aprendeu com tristeza.


Deixando os dentes de leão, correu pela floresta e viu vários pássaros bonitos nos galhos. O céu estava limpo, totalmente nu sem nenhuma nuvem. O vento era fresco e equilibrado, o clima se mantinha agradável e o barulho de grilhos eram muito presentes. Juntando tudo com as risadas e surpresas de Jaemin, parecia perfeito. O brilho no olhar transbordava de tanta felicidade.


O chapéu azul em tom pastel pareceu criar vida, fugiu do topo da cabeça da criança e voou junto com o vento. O menino saiu correndo tentando captura-lo e em estrondo caiu em várias moitas verdinhas após tropeçar em algo. Choramingou segurando firmemente o joelho que se ralou no acidente, mas de repente seu rosto se acendeu e espantou a dor, viu logo o chapéu azul caído no gramado em frente a uma caverna com vários lodos. 


- Espertinho, tentou fugir de mim! - agarrou o tecido azul com as mãos infantis e o abraçou, logo o pondo na cabeça. Quando a ergueu, finamente encarou a caverna em frente, nunca havia passado por esse caminho e visto tal caverna. - Será que tem saída por ela? 


A ingenuidade é tão grande e perigosa que pode espantar o medo, um local desconhecido e escuro simplesmente se transformou em um local de curiosidade para Jaemin. Descobrir se há luz no fim pode ser uma grande aventura, e é por isso que o garotinho não hesitou em entrar naquele ambiente úmido e desconhecido. Atravessou como se fosse um corredor, dizendo várias vezes "olá?" e quando finalmente avistou uma luz correu até ela.


- Ai! - resmungou ao cair novamente, mas dessa vez na saída da caverna. - O que? - questionou sozinho se sentando na grama e vendo várias casas pequenas e simples logo a frente. 


Não fazia ideia de onde estava, seriam os vizinhos da vovó?. Coçou a própria nuca e não perdeu tempo em se levantar e sair correndo para explorar o local. Passou pelo corredor de casinhas, todas eram pequenas e tinham cores diferentes uma das outras, em tons pastéis e apagados, talvez por serem antigas. O garoto olhou para as janelas e não parecia ter ninguém, também não tinha movimentação fora das moradias. Logo a frente também viu algumas vendinhas e uma ferroaria, tudo abandonado. 


- É tão silencioso - suspirou se sentiu sozinho em meio a redondeza. - Uma lagoa! - disse alto de maneira alegre ao avistar a porção pequena de água com uma ponte vermelha de madeira por cima. 


Jae deslizou suas palmas pela madeira vermelha e sorriu de olhos fechados e inclinando a cabeça para trás. O sol dispersava sobre seu rosto e aquecia o corpo todo, a camisa rosa claro e a bermuda amarelinha se balançavam conforme o vento refrescante batia. Tudo ali podia estar solitário, velho e abandonado, e mesmo assim tinha uma certa beleza presente.

De cima daquela ponte vermelha, Jaemin podia perceber que envolva do lago se formava uma pequena praça com muitos lampiões pendurados sem nenhuma chama de fogo, bancos de madeira e flores brancas por todos os cantos. Logo a frente, tinha as pequenas moradias e seus poucos estabelecimentos sem donos, havia varais de bandeirinhas laranjas e amarelas que se ligavam entre as casas, alguns tinham palavras escritas: alegria, pureza, força, tempo e gentileza. 

E toda aquela brisa refrescante parecia vir das arvores enormes contidas do lado direito do local, já que em volta de tudo havia grandes montanhas, como se fosse um local escondido por elas. Jaemin podia ver tudo ali de cima, se sentia grande e confortável, mesmo sozinho.


- O que é esse lugar? - resmungou sozinho e acabou por se sentar na ponte, deixando suas pernas penduradas nela e acima da lagoa. Apoiou suas mãos na madeira e inclinou o corpo para frente, encarando a água. Observou seu reflexo e algumas plantas fofas boiando na superfície. Via seu rosto claramente refletido ali e conforme rolou seus olhos para o lado acabou se assustando, viu o reflexo de outra pessoa ao seu lado! 


- AH! - gritou por se assustar com a nova presença e também por se desequilibrar, seu corpo pequeno pareceu se virar para a água pronto para cair e de repente seu próprio braço foi envolvido.


Envolvido pelas mãos daquele outro ao seu lado, um garoto que parecia bem mais velho que si e acima de tudo, parecia carregar muita tristeza no olhar. Então não está realmente sozinho. 

A criança teve o corpo puxado totalmente de volta para a ponte e soltou alguns grunhidos, se agarrou naquelas madeiras com a mínima vontade de ir a água.


- Quem é você?! - perguntou como se estivesse em perigo e se afastou do rapaz silencioso, ele é meio estranho. Pensou. - Meu nome é Na Jae Min, agora você está me devendo a sua apresentação! - tirou seu chapéu azul da cabeça para o encarar melhor.


Demorou um pouco para o rapaz olhar a criança frente à frente, ambos se levantaram e ficaram de pé acima da lagoa. Jaemin finalmente pode contemplar a presença alheia e ele era diferente de qualquer outro garoto que já tinha visto, também tinha olhos puxados como os seus e estatura magra, mas seus cabelos eram loiros e tão claros. A criança nunca tinha visto alguém loiro assim, ainda mais um asiático. 


Sem perceber, Jae estava encarando o rapaz mais alto de todos os lados e mantinha um semblante desconfiado. Só se afastou quando o loiro finalmente se mexeu e levou a mão direita até seu bolso traseiro da calça negra surrada que vestia. O baixinho se aprontou logo em sua pose de guerra, ergueu os punhos pronto para brigar caso fosse preciso, já que um movimento estranho foi detectado. Entretanto, o movimento não tinha nada de suspeito, apenas tirou do bolso um caderninho de capa amarela, parecia caloroso. 

Ele tirou a caneta da lateral do caderno e o abriu, começou escrevendo algo e isso encheu o peito da criança de curiosidade. 


"Olá, meu nome é Lee Jeno, ou melhor, só Jen"


O menor leu assim que o caderno foi estendido diante de si, ainda bem que sabia ler. 


- Ér.. Então é só Min pra você, ta? - cruzou os braços tentando manter seu orgulho. - Moço, por que você não fala comigo? não precisa escrever, conversar é mais fácil - sorriu tentando por vez ser simpático como sua mãe tentou lhe ensinar.


"Eu não posso falar, sinto muito."


Leu novamente após o loiro escrever e Jaemin franziu o cenho achando tudo isso muito confuso, por quais motivos alguém não pode falar? Será que ele não sabe?.


- Tudo bem Jen, porque eu sei ler! - descruzou os braços e cutucou o caderninho - Pode continuar escrevendo e eu lerei tudo!


Nesse momento, o semblante triste de Jeno pareceu um pouco menos triste, algum tipo de alegria exótica tomou seu semblante e o fez assentir positivamente com a cabeça. Na verdade, poderia estar aliviado.


- Então Jen, você sabe que lugar é esse? ou está perdido? pensei que estivesse sozinho aqui - o mais novo apoiou os braços na ponte e novamente observou as moradias. - Não tem ninguém por aqui.


"Aqui é uma antiga vila, se você olhar para aquela placa da entrada..."


Jeno abaixou o caderno interrompendo a leitura e ficou ao lado da criança, assim apontou para uma placa na entrada da vila.


"Verá que está escrito Firefly, é o nome daqui. Eu moro em Firefly."


Jaemin arregalou os olhos e apertou seu chapéu entre os dedos, olhou para os lados e se sentiu confuso.


- Você mora aqui sozinho?? Deve ser tão triste! - bateu os pequenos pés na madeira da ponte em forma de protesto. - Ah! já sei, você pode vir comigo para a casa da vovó, vamos brincar juntos lá e então não ficará sozinho e nem triste!


Jen abaixou o próprio rosto e pareceu rir de tal situação, não houve som de risada e também não durou muito tempo. Logo negou com a cabeça e juntou suas mãos, onde apenas seus dedos esquerdos e direitos se tocaram, formando a figura de um telhado de casa.


- Casa? - perguntou tentando entender a mímica e o loiro se prontificou em escrever novamente.


"Não posso sair daqui, é a minha casa."


O menino formou um bico com seus lábios e pareceu não aprovar isso. Na verdade, não entendia muito dos motivos de Jeno, mas como uma ingênua criança acreditou em tudo sem questionar, mesmo que fosse curioso.


"Podemos brincar juntos aqui."


Jae leu em voz alta e quando raciocinou a frase criou um sorriso enorme no rosto, deu alguns curtos pulos e afirmou com a cabeça. Era a melhor ideia do dia, agora tem um amigo!


- Jen, vamos brincar juntos! - segurou a mão do maior e saiu correndo e puxando-o, ambos desceram juntos da ponte vermelha e foram em direção ao lado esquerdo que parecia ser um canteiro de flores. 


Não havia muitos objetivos naquilo, estavam se unindo por gosto. Jaemin via sinceridade no rapaz, ele não parecia ser o tipo comum de amigo e isso não atrapalhava em nada a recém amizade. E Jeno, brincando entre as flores, correndo de um lado para o outro e inventando brincadeiras junto de uma criança, parecia satisfeito. Não podia dizer aquilo, dizer que se sentia menos vazio, e também não queria escrever isso, já que não teria coragem e sentiria vergonha se lesse.


Apenas é uma boa coincidência, alguém finalmente atravessou a caverna e o achou. Sempre pensou que ninguém viria, e se viesse, não enxergaria. 


O dia se passou rapidamente, os dois garotos pareciam cansados deitados sobre a grama enquanto olhavam o céu se tornando alaranjado. Jaemin sabia que deveria voltar antes do anoitecer.


- Eu tenho que ir, não posso ficar aqui de noite. - falou de maneira tristonha se sentando.


O mais velho também se sentou e pela segunda vez no dia tocou a criança: bagunçou seus fios e afirmou com a cabeça. Como se dissesse: tudo bem, pode ir.


- Obrigado por hoje Jen! Foi muito divertido -  se levantou e vestiu o chapéu azul pastel. - Com certeza virei amanhã.


Algo palpitava em Jeno, lhe dizendo que nessas vindas aquela criança poderia acabar se perdendo.


"Se você pudesse ficar de noite, nós poderíamos caçar estrelas. Mas de todo modo, tome cuidado ao vir para cá, não se perca!."


- Não vou me perder... e QUE? caçar estrelas? Eu quero muito! - saltou com os braços erguidos olhando o céu,  como se pudesse agora segurar qualquer estrela. 


O maior riu e também se levantou, colocou as mãos dentro dos bolsos da calça e pendeu a cabeça para o lado. Começou a caminhar e Jaemin o seguiu, ambos atravessaram o curto caminho entre as casinhas e chegaram ao fim da vila, nesse momento o loiro parou de andar e a criança continuou sem notar.


- Jen, durma bem hoje - olhou para o lado e se assustou ao não ver o amigo junto de si. Rapidamente se virou para trás, com medo dele ter sumido e ter sido apenas sua louca imaginação, mas lá estava o Lee, parado na entrada da vila. Jaemin sorriu aliviado e ergueu a mão para acenar. - Até amanhã! 


A criança saiu correndo para a caverna e sumiu da vista do rapaz vestido de branco, o qual tentou puxar as mangas brancas da camisa para cobrir suas mãos.


Até amanhã. Pensou.


Notas Finais


Até o próximo capítulo, por favor comentem sobre as primeiras impressões e favoritem caso tenham gostado. Me sigam também, ajuda a ter notificação!


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