História O sonho do Herói! - Capítulo 8


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Categorias Pokémon
Personagens Agatha, Alain, Alexa, Ash Ketchum, Black, Blaine, Blue, Bonnie, Brendan, Brock, Bruno, Calem, Cilan, Clemont, Crystal, Cynthia, Daisy, Dawn Hikari, Delia Ketchum, Diantha, Drew, Erika, Flint, Gary Carvalho, Giovanni, Gold, Grace (mãe de Serena), Iris, James, Jessie, Korrina, Lance, Leaf (Green), Lorelei, Lt. Surge, Lyra, Max, May, Melody, Misty, Natural Harmonia Gropius "N", Paul, Personagens Originais, Professor Birch, Professor Carvalho, Professor Elm, Professor Rowan, Professor Sycamore, Professora Juniper, Red, Riley, Ruby, Sabrina (Natsume), Sapphire Birch, Sawyer, Serena, Shauna, Silver, Tierno, Tobias, Trevor, White, Yellow
Tags Agencyshipping, Amourshipping, Egoshipping, Feelingshipping, Luckyshipping
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Palavras 2.370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção Científica, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Seinen, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ñ vão se iludindo. Eu tô fazendo os cap de pouco em pouco, pois eu ando muito ocupado com a escola e tudo mais, mas eu prometo q tudo vai voltar ao normal em dezembro, e q eu ñ vou sumi dnovo.

Enfim, chega de enrolação. Tenham uma boa leitura.

Capítulo 8 - Cara a cara! O resultado final!


            Na sala escura, os professores Sycamore e Elm estavam de queixo caído devido ao que aconteceu anteriormente, enquanto Rowan e Juniper tinham expressões neutras. Birch pulava de alegria pela sala e a diretora mostrava satisfação na postura e feição que tinha. Nesse momento, Kukui entra na sala sorrindo e chegando perto da mesa.

            - E ai povo lindo? Impressionante esse teste, né? Principalmente aquele garoto que derrubou o no gigante sozinho e com um soco incrível. – Ele se senta em uma poltrona desocupada.

            - Aquele menino tem fibra! Nunca vi na minha vida alguém fazer uma coisa dessas!

- Acho melhor você se acalmar Birch. – Juniper tinha um olhar de espanto.

- Certo! Eu me acabei me empolgando!

- Mas você sempre está empolgado. – Lembra Kukui enquanto o professor se sentava.

- Esse teste superou minhas expectativas. – Cynthia se levanta de sua poltrona para se pronunciar. – Com certeza nesse próximo ano veremos vários jovens promissores de diferentes lugares, com objetivos únicos: se tornarem os melhores. – Os outros se levantam. – Agradeço o apoio de vocês, como meus amigos e colegas de trabalho. Agora vamos nos retirar e analisar detalhadamente cada participante. No mais é isso e até amanhã pessoal.

- Até amanhã, diretora Cynthia. – Respondem todos, e logo em seguida indo embora deixando a diretora sozinha na sala.

- Vejamos novamente aquele último ataque. – Sorri colocando no momento em que eu derrubei o robô.

NO FINAL DA TARDE:

Depois do final do teste físico, muitos participantes foram levados para a enfermaria da academia, devido estar muitos ou pouco machucados depois daquela rajada de energia que o robô havia liberado que também destruiu grande parte da cidade montada. Eu fui um deles, por exemplo, já que eu acabei exagerando na quantidade de poder que eu liberei pra derrubar o gigante. Agora eu estava sendo atendido por uma jovem de cabelos rosa, pele branca, olhos azuis e seios pequenos, que enfaixava o meu braço direito.

- Ainda está doendo rapaz?

- Só um pouco. Muito obrigado enfermeira.

- Não precisa agradecer. – Sorri. – Ajudar as pessoas sempre é algo gratificante pra mim.

- Eu consigo entender um pouco esse seu lado. – A enfermeira termina de enfaixar meu braço.

- Muito bem. Agora não mexa seu braço. – Diz esticando as duas mãos e colocando encima das bandagens.

- Ok. – Ela se concentra um pouco e uma luz azul e rosa envolve meu braço, que logo desaparece. – Que incrível. Nunca vi um poder assim. A dor até passou.

- Essa é a minha individualidade.

- Você é uma heroína por acaso?

- Mais ou menos. – Ela se levanta da cadeira e fecha a cortina da sala pra eu me trocar. – Sou mais enfermeira do que heroína, já que eu entrei na profissão há pouco tempo.

- Qual é seu codinome? – Pergunto curioso.

- O meu nome é Joy, e meu codinome é Blissey.

Ficha:

Nome: Joy

Nascimento: 06 de março de 1999

Signo: Peixes

Nome de heroína: Blissey

Individualidade: Cura: Usa esse poder para curar outras pessoas e a si mesmo, eliminando dores musculares e cicatrizando alguns ferimentos.

Fraqueza: O poder de início não pode cura alguns ferimentos mais graves ou doenças, pois ele é limitado até certo tempo de prática.

- Pior que você é mesmo uma novata. Não me lembro de escutar esse nome na televisão.

- Eu estudava aqui no ano passado. Depois que eu terminei o ensino médio e tirei o meu diploma pra engrenar em alguma associação de heróis, eu recebi uma proposta da diretora pra trabalhar aqui com ela e os outros professores.

- Isso foi muito legal da parte dela. – Digo saindo de trás da cortina já vestido. – Eu preciso ir encontrar meus amigos agora, mas foi bem legal conversa com você. – Eu coloco a mochila nas costas.

- Eu digo o mesmo, é...

- Ash. Meu nome é Ash. – Estendo a mão e ela cumprimenta.

- Foi bom conversar com você. Quem sabe não nos vemos algum outro dia.

- Sim. Até mais enfermeira. – Aceno indo embora e ela abre e fecha a porta pra mim.

Chego à saída da academia e encontro meu primo, os gêmeos e as meninas me esperando pra gente ir para a estação e pegar nossos respectivos trens. Blue e Yellow demonstravam serem duas irmãs, já que passaram o caminho inteiro discutindo sobre tudo, inclusive o interesse de Blue pelo Red, algo que o próprio não ouviu por está de fones escutando música. Quando chegamos à estação, que era nas margens da ilha, nos despedimos das duas.

- Olha aqui Red, esse é o meu número. – Blue entrega a ele um papel com seu telefone, o que o deixa sem jeito e Gary furioso.

- Claro. Eu ligo pra você assim que chegar em casa. – Sorri e pega o pedaço de papel.

- Não se esquece de ligar, tá bom? – Ela faz uma posse fofa.

- S-s-s-sim. Eu não vou fazer isso. – Responde nervoso.

- BLUE, ANDA LOGO SE NÃO VOCÊ FICA PRA TRÁS! – Berra Yellow dentro do vagão.

- É melhor eu ir antes que algo pior aconteça. – Ela se aproxima e deposita um beijo na bochecha de Red. – Tchauzinho. – Ela acena e embarca no trem, que logo vai embora. Red fica parado por um tempo até a ficha cair.

- EU TENHO O TELEFONE DELA! E GANHEI UM BEIJO TAMBÉM! – Comemora saltitando de felicidade.

- Você se deu bem primo.

- Digo o mesmo. – Concorda Green. – Ela parece ser uma garota legal e divertida. Né Gary? – O mesmo estava longe, fingido que não tinha ouvido. – Seu idiota! Eu tô falando com você!

- Para de encher! – Rebate. – A droga do Red ganhou um número de telefone e um beijo. E eu não consegui nada. – Chora.

- Deixa de ser dramático Gary. – Reclamo.

- Vão se ferrar. – Continua chorando.

O tempo passa e o nosso trem não chegava. Já estava anoitecendo e o frio começava a aumentar.

- Que demora cara. – Ando agitado de um lado pro outro, enquanto os outros estavam sentados em um banco. O tempo continua passando, até que uma voz chama meu nome.

- Espera! Ash espera! – Me viro rapidamente e vejo Serena correndo e o grupo dela um pouco mais atrás.

Ela chega e para na minha frente e finalmente nos encaramos. Os garotos se levantaram devido a sua chegada, enquanto os outros chegam um pouco ofegantes.

- Maninha... Precisava sai... Correndo desse jeito? – Ralha Calem um pouco ofegante.

- Eu esperei quase dez anos pra reencontra-lo. Como acha que eu me sinto? – Pergunta sem olhar para seu irmão, que nada mais diz.

- A gente vai deixar vocês sozinhos pra conversarem melhor. – Recomenda Red e os outros concordam.

- A gente tem que ir também? – Perguntam a dupla de pevertidos, que logo são puxados pela orelha por Shauna.

- Sim, vocês também. – Ambos se debatiam devido à dor que sentiam. Calem e os outros se afastam também.

- Você quer se sentar? – Ela acena que sim e ambos nos sentamos no banco perto da gente. Ficamos um tempo sem dizer nada, até que ela decide falar.

- Não sei por onde começar.

- Relaxa, você tem todo o tempo que precisar. – Encosto a cabeça na encosta do banco.

- É muito complicado procurar palavras o suficiente pra ti agradecer por ter me salvado daquela vez e hoje.

- Um simples obrigado é suficiente pra mim. – Sorrio.

- Não. Não é suficiente.

- Não se preocupa. O importante é que você não se feriu.

- Já que é assim, eu quero saber do por que você se importou em me salvar?

- Eu te salvei porque se eu tivesse visto alguém morrer na minha frente e eu não tivesse feito nada, eu nunca ia me perdoar.

- Tá falando de quando éramos crianças?

- Não. Naquela época, eu não sei o que deu em mim. De repente eu comecei a me mexer sem pensar e eu fiz aquilo.

- Eu fiquei impressionada pela sua coragem. Quer dizer, você não demostrou medo nenhuma das vezes.

- Eu apenas me concentro no objetivo. Nada demais.

- E qual é o objetivo? – Sorrio com a pergunta.

- Salvar cada pessoa que precise de ajuda. – A encaro, que demonstra um sorriso contente.

- Você ficou muito diferente daquele garoto magrinho que conheci antes. – Ela se levanta. – Ficou maior e mais forte.

- Você também ficou diferente. Seu cabelo cresceu e você ficou mais atraente. – Com esse comentário ela cora um pouco. – Eu quase não reconheci você.

- Fico feliz em ter te encontrado de novo. – Ela coloca a mão no bolso e tira um papel. – Esse é o meu número, pra gente manter contato.

- Digo logo que eu não mexo muito no meu celular. – Brinco e ela rir fraco, mas eu aceito o papel e o guardo no meu bolso. Me levanto ficando na frente dela, que se assusta um pouco. – O que foi?

- N-nada. Eu só me espantei com você se levantando desse jeito.

- Tudo bem então. Foi bom te encontrar de novo Serena.

- Eu digo o mesmo. Mas agora eu preciso ir.

- Tá bom. Eu vou tentar ligar pra você.

- Por quê? – Sorri de canto.

- É que eu sou uma pessoa muito ocupada. Sabe? – Imito uma voz esnobe e ela rir de novo.

- Você é uma graça. – Ela se aproxima e me abraça rápido. – Tchau Ash.

- Tchau Serena. Até outro dia. – Ela sorri e vai embora. De longe, o grupo dela observava curioso, principalmente Shauna. Tierno e Trevor estavam de cara feia devido o abraço que Serena deu em mim.

- A Serena nunca me abraçou desse jeito. / Viu também a forma que ela olhava e sorria pra ele Tierno? – Aponta Trevor e Calem acerta um pescotapa nos dois.

- A possessão de vocês pela minha irmã é algo inexplicável.

Depois de ela ir embora, eu me junto ao resto do pessoal, que me soltavam sorrisos maliciosos, piadinhas de duplo sentido e apelidos, sendo que esse último só o Gary fazia. Passa-se mais um tempo e finalmente o trem chega, e logo embarcamos rumo a nossas casas.

DUAS SEMANAS DEPOIS:

Durante esse período de tempo eu fiz muita coisa legal, uma delas foi que eu conversava todo o dia com a Serena pelo telefone. As outras foram sair com o pessoal e o meu treinamento que eu faço em casa. Eu ainda estava esperando o resultado final, enquanto conversava com o meu Sensei pelo notebook, sentado na cama do meu quarto.

- Eu não acredito que o senhor estava me observando desde o inicio do teste.

- Eu me esforcei o máximo pra ninguém perceber que eu estava observando você e os outros.

- Imagino o que podia acontecer se descobrissem o senhor.

- Nada aconteceria comigo Ash. – Sorri.

- Só o senhor mesmo Riley Sensei. Mas o que eu quero perguntar é o que o senhor achou do meu desempenho?

- Vejamos. – Ele pensa um pouco. – Você derrotou um grande número de robôs, sendo um deles o nível quatro. Demonstrou coragem, dedicação e humanidade no campo de batalha, já que salvou aquela garota. Eu creio que você se saiu bem.

- Assim espero. Se eu não passar nessa prova, tudo o que eu almejo pode ir por água abaixo.

- Basta apenas relaxar e esperar o resultado. – Aconselha. – Eu adoraria conversar mais com você Ash, mas agora eu tenho trabalho.

- Tudo bem. Falo com o senhor mais tarde Riley Sensei. Até.

- Até. – Ele encerra a chamada e eu me deito na minha cama e cochilo um pouco, até ser acordado pela minha mãe.

- Filho! Vem aqui embaixo! – Eu dou apenas um pulo da cama e saio correndo até a sala.

- O que foi mãe? Por que a senhora tá gritando assim? – Ela se vira segurando um envelope.

- Olha o que eu tenho na minha mão. – Eu não digo nada, apenas pego o envelope rapidamente.

- Finalmente o resultado saiu.

- Abre logo Ash. – Eu respiro fundo e abro o papel. Começo a ler o documento e fico com uma cara triste.

- Filho? Você não passou? – Pergunta. Eu me viro pra ela e abro um sorriso largo mostrando o resultado.

- Por que assenhora não ver com seus próprios olhos. – Ela pega o documento e o ler.

- Aprovado! Você passou! – Ela me dá um abraço apertado e eu apenas sorrio. – Meu filho já está mesmo crescido. Não acredito que você conseguiu. – Ela fala lagrimando.

- Agora eu estou a poucos passos de me tornar um herói de verdade mãe. O que a senhora acha?

- Eu nem sei o que dizer. – Ela me abraça de novo, e dessa vez eu retribuo. – Vamos comemorar. Chame o Red e os gêmeos que eu vou pedir uma pizza pra vocês.

- Ok. Vou perguntar pra eles se eles passaram também. – Me levanto e subo até meu quarto, e minha mãe apenas observa com um sorriso doce no rosto.

A NOITE:

Depois de comer a pizza com o pessoal, que também haviam passado no teste, eles vão embora e eu subo pro meu quarto pra dormir. Fiquei conversando com o Riley Sensei falando do resultado, e ele me parabenizou e desejou boa sorte pra mim. Depois de desligar o notebook e terminar a conversa com ele, eu vou até o banheiro tomar um banho e escovar os dentes. Quando eu volto, vejo que tinha uma mensagem da Serena no meu celular.

- Oi Ash. Você passou?

- Oi Serena. Passei sim. E você?

- Também. Meu irmão, a namorada dele e meus outros amigos também passaram.

- Que legal. Não vejo a hora de começar as aulas.

- E eu de reencontrar você de novo.

- Não se preocupa. A gente ainda vai se ver muito.

- Verdade. Eu tô muito entediada aqui. Posso falar com você sobre coisas nada a ver?

- Tenho a madrugada inteira pra conversar com a senhorita.

E assim foi a minha madrugada, que foi uma das mais legais que eu tive. Não por eu ter conversado com a Serena por um tempão, e sim porque eu comecei a perceber uma coisa, que seria muito importante pra mim mais pra frente.


Notas Finais


Até outro dia.


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