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História O Stark k-idol (Jikook, Stony) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite, pessoal! Ual! Vocês não sabem da dúvida que eu fiquei para postar esta fic nova. Eu já estava com ela em mente a tanto tempo, eu escrevi um prólogo e o primeiro capítulo a vários meses, e como hoje decidi maratonar alguns clipes do BTS na tv, aproveitando que fique sozinha kkkkk, me peguei pensando nesta fic. Eu tive muita sorte de meu arquivo não ter apagado quando mandei meu tablet para assistência.

A verdade é que eu tenho medo ainda de ela não ficar boa. Era uma aposta grande escrever sobre um tema do qual pouco leio as fics e não tenho muito conhecimento, pois não conheço muito sobre a vida dos membros do BTS, mas sou bem informada com relação a Marvel, por isso resolvi trazer os BTS para o mundo dos Vingadores. Que considero minha zona de conforto das fanfiscs. Kkkk

A Helen Cho é uma personagem real da Marvel e ela aparece em Era de Ultron. Quando quis fazer Jimin filho do Stark, minha mente foi direto nela, para fazer sentido, pois ela é sul-coreana também. Eu ainda não sei se ela vai ser um par romântico para Tony. Eles terão apenas um filho juntos e não decidi o que vem depois. Pretendo deixar ela com Thor até decidir e Tony com Steve por enquanto também.

A história se passará em 2014 e até chegar em Era de Ultron. Porém, pretendo incluir todas as músicas do BTS que eu gosto, deste as antigas até as novas, mas pensem nos meninos do grupo como eram em 2014.

É isso. Beijos e boa leitura.

Capítulo 1 - Prólogo (O pequeno Ji-min)


Fanfic / Fanfiction O Stark k-idol (Jikook, Stony) - Capítulo 1 - Prólogo (O pequeno Ji-min)

Um pequeno resumo dos fatos em 1995

Helen Cho era apenas uma jovem de dezenove anos que veio da Coreia do Sul para estudar nos Estados Unidos. Vindo de uma família muito tradicional, ela foi educada à moda antiga, do tipo de casar virgem e se comprometer com apenas um homem em sua vida, assim como sua mãe. Tendo os planos praticamente todo traçado para sua vida por seus pais, Helen realmente não se via se envolvendo com um homem como apenas uma aventura, então ela ficou surpresa quando se viu na mira de um dos solteiros mais cobiçados e controverso de Nova York, o mulherengo Tony Stark, dura sente uma festa de aniversário de um grande amigo seu, Bruce Banner, que estava no último ano de seu curso de medicina, antes de iniciar o doutorado. Foi estranho estar sobre o olhar de cobiça de um homem como Tony, ele era muito bonito e conversava bem, e ela se achava muito sem graça e se vestia como uma noviça, por contra de sua cultura mais comportada. E por isso, ficou ainda mais surpresa, quando ela retribuiu o interesse dele. Aquela noite, Helen quis experimentar algo novo e ter sensações que possam dar algum rumo em sua vida. Ela não queria mais ser apenas a garota certinha da faculdade. Ela se sentiu no direito de ser a única dona de sua vida por apenas uma noite. Quis ser sua própria guia. Decidiu que aquela noite, ela iria perder sua virgindade.

Helen passou a noite com Tony, mas ao acordar na manhã seguinte, ela se arrependeu amargamente e resolveu ir embora antes mesmo de o playboy acordar. Não queria ouví-lo dispensá-la como deve fazer com todas. Apesar de ele a ter tratado muito bem, sendo cuidadoso e até preocupado quando ela lhe informou ser virgem. Ele quis parar, mas ela falou que estava tudo bem. A atitude dele durante a noite, fez ela se sentir culpada com a atitude dela ao ir embora antes dele acordar. Mas ela não poderia levar em consideração romântica as ações dele durante a noite, talvez apenas estivesse atuando em seu papel de mulherengo para não estragar sua noite ganha com ela. Então, Helen se arrumou, pegou sua bolsa e foi embora do hotel.

Ao chegar em casa, Helen foi direto para o banheiro, queria tomar um demorado banho, e foi quando mundo dela mudou um pouco de sintonia, e a preocupação ocupou seu peito. Ela havia esquecido que estava em seu período fértil, e como não esperava perder a virgindade tão cedo, não havia preocupação para tomar pílulas anticoncepcionais, e uma das três vezes em que transou com Tony Stark, foi sem camisinha. Ela chorou de amargura contra si mesmo por ter sido tão estúpida e imatura, por ter sido imprudente e ingênua. Helen sabia que os próximos dias seriam de medo e apreensão para ela.

 realmente foram. Helen não presta atenção nas aulas , não dormia direito, não dava atenção aos amigos, e passou todo esse tempo sem entrar em contato com seus pais em Seul, pois não saberia esconder sua aflição e mentir. Seus pais a conheciam bem e sempre souberam dizer quando ela não estava bem até por uma ligação. Apesar de tudo eles eram ótimos pais e sabe o quanto eles a amavam. Contudo, não fazia ideia de qual reação eles teriam, talvez a renegassem ou apenas ficassem sem falar com ela por um tempo. Ela não sabia. E teria que esperar para contar suas suspeitas para poder saber.

Então seu período menstrual chegou, que sempre foi muito pontual todos os meses, seu mundo voltou a desmoronar outra vez. Sua menstruação não desceu, e quando na manhã seguinte, ela também não veio, ela finalmente criou coragem para compror alguns testes de gravidez Helen chorou toda a angústia que carregava em seu peito nas últimas semanas: seus medos; anseios; sua vergonha e arrependimentos de uma só vez. O resultado do teste de gravidez havias sido positivo nos três que havia feito. Ela não tinha mais dúvidas. Estava mesmo grávida de Tony Stark. Isso não poderia ter acontecido nunca. Ela era muito nova, apenas dezenove anos, e lutando para se formar longe de casa. Seus pais ficarão tão decepcionados. Ela estava esperando um filho sem estar casada. Seria uma vergonha para sua família tão tradicional. E estava fora de cogitação relevar quem era o pai do filho que esperava. Nem mesmo para o próprio.

Sem mais poder fugir de revelar aos seus pais sobre o erro que cometeu, Helen decidiu, não somente ligar, mas ir direto para Seul, na Coréia do sul, enfrentar seus pais pessoalmente. E a reação foi a que já esperava. Seus pais não aceitaram que ela tivesse esse filho e a incentivaram a abortar, mas isso ela não faria de jeito nenhum. Ela poderia não estar preparada para ser mãe, mas estava menos preparada ainda em ser uma assassina de seu próprio filho. Então seus pais e ela entraram num acordo. Helen realmente não queria criar a criança, e por isso aceitou a outra proposta de seus pais. Ela ficará em uma pequena cidade no interior de Busan, chamado Geunjeong-gu, aonde ficaria na casa de amigos da família.

Lá, Helen passou por todos os estágios da gravidez até chegar o momento de saber o sexo. Ela daria a luz a um menino. Ela chorou e se sentiu um monstro por abrir mão de um serzinho tão pequeno que nem havia sido trazido ao mundo ainda. Mas ela não poderia voltar atrás de sua decisão. Então foi atrás de achar a família certa para entregar seu filho ao nascer. Conversou com uma assistente social que lhe apresentou alguns casais, e encontrou os pais perfeitos quando conheceu os Park. Um casal com quase dez anos de casados, mas que ainda não conseguiram ter filhos, pois a mulher sofre de um problemas no útero, e depois de dois abortos, eles haviam decidido pela adoção. Helen adorou a senhora Park. Era baixinha e muito adorável, e até mesmo ela poderia vê-la cuidando de seu pequeno bebê com todo amor, carinho e proteção que ele merecia e que ela não estava pronta para dar. E muito menos o pai Tony Stark.

Os restos dos meses foram um tanto conturbados para Helen. Ela entrou em contato com Bruce algumas vezes, e ele sempre dizia que Tony perguntava por ela e queria saber o que havia acontecido entre eles na noite de seu aniversário quando ambos sairam juntos da festa e se Tony a havia destratado. Claro que Helen desconversava sempre. Falava que não tinha acontecido nada entre ela e Tony e que ele a tratou muito bem, mas ela precisou voltar para seu país para cuidar de assuntos pessoais. Helen não poderia nunca dar a entender que escondia algo sério do bilionário playboy.

Já no último mês de gestação, a documentação necessária para que ela abra mão da sua função de mãe de seu filho ficou pronta, e a única cláusula que ela quis que seu advogado exigisse estar presente no acordo foi de que a própria Helen iria dar o nome de seu filho. Ele iria se chamar Ji-min. A senhora Park adorou o nome que ela escolheu e garantiu que esse seria o nome dele. Antes de assinarem o documento, a mulher baixinha que será a mãe de seu Ji-min, pediu para conversar a sóis com ela. A senhora Park queria saber se havia alguma chance de a Helen mudar de ideia até ela dar a luz e se não queria esperar para assinar o documento quando isso acontecesse e assim ela poderia ter seu filho e ficar com ele. Mas Helen garantiu que estava decidida, que apesar de amar muito seu bebê, sabe que ela não saberia cuidar dele enquanto iria atrás de seus sonhos. E que estava confiante de que seu filho seria muito feliz sendo criado pelos Park. Ainda assim, logo que assinou o documento que fazia ela abrir mão de ser mãe de seu pequeno Ji-min, e viu os Park e os advogados irem embora de seu apartamento, ela voltou a chorar.

Estava sendo difícil para Helen agora que estava na reta final de sua gravidez. Não imaginava que ficaria com esse gosto amargo na boca, e nem que se sentisse traindo seu filho ainda não nascido. Foi a primeira vez que Helen quis ser a mãe de seu filho. Ela quis ser mãe de Ji-min. Um filho que agora, pela lei, já não pertencia à ela. Naquele dia, Helen hesitou em ir atrás dos Park e avisar que havia mudado de ideia, ela queria anular o contrato assinado, mas não fez isso. A um ato impensado de alguém que estava apenas se sentindo culpada, e não, preparada para assumir a responsabilidade de se tornar mãe, não era a melhor solução. E ainda havia o outro fator determinante: ficar com Ji-min, significava correr o risco de Tony descobrir sobre ele, e Helen sabe e reconhece que o mundo, no qual o playboy vive, e o modo em que vive, não caberia um serzinho frágil que carregaria um sobrenome que o faria ser marcado para sempre. Então pensou que talvez, o que estivesse fazendo, fosse uma forma de compensar o fato de o estar entregando a outras pessoas.

Quando finalmente o dia 13 de outubro de 1995, o dia do nascimento de Ji-min chegou, Helen teve a companhia do pai e da mãe pela primeira vez depois de quase nove meses inteiros. Eles ainda estavam magoados com ela, mas agora pareciam também magoados com o que estavam fazendo com seu neto. A mãe de Helen chorou emocionada ao saber que bebezinho de sua filha iria se chamar Ji-min. Que foi o nome de seu avô. Mas não foi apenas por isso que Helen escolheu este nome. Mas foi somente quando já estava com aquele serzinho pequeno berrando alto em seus braços que ela soube que o nome escolhido por ela, também homenegearia os pais dele, pois "Ji" significa "sabedoria e intelecto", era mais do que justo, já que o pai dele, Tony Stark, era um dos homens mais inteligente que ela tem conhecimento, assim como seu amigo Bruce. Já a parte "min" do nome de seu filho: significa "compreender", e era isso que ela espera de Ji-min um dia, se ele vier a descobrir ser adotado, que compreenda que o que a mãe dele fez foi para seu próprio bem. Ela espera que seu filho seja inteligente como seu pai e compreensivo como Helen acha que é. Que entenda o sacrifício que ela estava fazendo por ele, e a perdoe um dia.

Enquanto Helen Cho estava sozinha no quarto da maternidade, ela quis gravar cada momento daquele rostinho lindo e delicado de seu filho. A pele alva, os ralos cabelinhos negros, os olhinhos puxadinhos que a faziam querer sorrir, pois eles quase não abriam, até mais que os dela mesma, mas na primeira oportunidade, ela notou o tom castanhos amendoados dos olhos de Ji-min, tão parecidos com os do pai. E outra onda de culpa se apossou de seu ser, quando se deu conta de que não era apenas da mãe verdadeira que estava privando seu filho conhecer, mas de seu pai biológico também. Assim como estava privando Tony de saber que tem um filho. Mas ela sabe que havia tomando a decisão certa. E ele nunca descobriria que tem um filho sul-coreano. A verdade era que o mundo não estava pronto para um novo Stark, assim como Tony não estava pronto para ter um herdeiro. Seu filho teria uma vida normal. Ele chamará Park Ji-min, e será muito feliz vivendo em Busan, Coréia do Sul, com seus pais adotivos.

 Pelo menos era nisso que ela tentava se convencer, e a se agarrar, quando entregou seu bebê para os Park, e enquanto ouvia o choro de Ji-min se distanciar a medida que ele iria embora de sua vida para sempre.


Notas Finais


Amanhã a noite, devo postar "O escolhido do Conde", e no outro sábado " Guarda Compartilhada".

Até lá!!


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