História O Sucessor - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Tags Céu, Demonios, Deus, Diabo, Inferno
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
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Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Sweet Home Alabama


Fanfic / Fanfiction O Sucessor - Capítulo 5 - Sweet Home Alabama

O carro passa por vários comércios fechados. As ruas da cidade vazias devido ao feriado. O Natal chuvoso e frio estava pairando a cidade.

Até que o carro para na frente um prédio residencial.

— Olá de novo inferno. Eu voltei. - Murmurou Pedro, olhando do carro.

— Chegamos. - Disse Maria Aparecida. — Pedro, você precisa de ajuda para sair do carro?

— Não mãe, obrigado. - Respondeu Pedro.

Os dois saem do carro e nisso, o porteiro chega até eles.

— A senhora tá precisando de ajuda? - Disse Seu Aldamir. É muito estranho um porteiro ser assim tão… prestativo, né?

— Não obrigado, Seu Aldamir. Um Feliz Natal pra você. - Disse Maria.

— Eae Pedro. Como você está? Como foi se atropelado? Todo mundo ficou preocupado com você por aqui. - Disse o porteiro. Que cara chato.

— Eu estou bem Aldamir. Só estou com umas pequenas dores no corpo. - Disse Pedro.

— Só isso!? Meu filho, você foi atropelado pela porra de um ônibus lotado. Eu conheço alguém que quase passou o que você está passando. - Dizia Aldamir, até que foi interrompido pelo motorista do táxi, finalmente.

— Oh dona, o seu troco! - Disse o taxista... Eu nunca vi... um taxista honesto... Ah tá! Ele é motorista do Uber. Ufa! Nossa! Eu até fiquei preocupado aqui, tipo, o fim do mundo começou. O céu ficando vermelho, os mares fervendo, motoristas de táxi sendo educados e honestos com os passageiros. Mas continuando…

— Ah! Obrigado moço. Muito obrigado. Vamos filho, você não pode ficar nesse tempo frio, pode pegar um resfriado. - Disse a mãe de Pedro, pegando o troco da viagem e indo para dentro do prédio.

— É melhor ouvir sua mãe. Tchau Pedro, se cuida. - Disse o porteiro.

— Tchau Seu Aldamir. - Disse Pedro

Então, os dois entram no elevador e param no seu andar.

E assim, Pedro e sua mãe param na frente da porta, e ela diz.

— E lá vamos nós.

Pedro abre a porta e dá de cara com toda a família em sua casa. Mais que ótima visão, hein? Agora sim virou o inferno que ele disse antes. Tios, primas, primos, avós, até gente que nem são da família, os cunhados, sogras e sogros.

Cada um está ali para prestigiar Pedro, pela grande burrice que ele fez? Lá no fundo, sim, mas não é só isso, estão ali para comemorar a sua melhora.

— Bem-vindo de volta. - Disse toda a família.

— Ah! Meu filho! Desculpa por não ter visitado no hospital é que eu estava ocupado no trabalho, você sabe, né? - Disse José, o pai mais “presente” que pode imaginar.

— Ae, Pedro! Como você está? Eu e sua tia ficamos muito preocupados, sabe? Íamos até ver se ajudamos com as despesas do hospital. - Disse Silvio, o tio de Pedro… “má oe”!

— Brigado, tio. Sou muito grato pela sua ajuda. - Disse Pedro.

— De nada. - Disse Silvio… “mas vem pra cá”, ok parei.

Pedro começou a comprimentar todos que estava na sala, até se deparou com os seus amigos, Lukas e Matheus.

— Olá gente! - Disse Pedro chegando perto dos dois.

— Pedro! Ah cara, como você está? Achamos você tivesse morrido, por conta das convulsões. - Disse Matheus.

— Como assim? Convulsões? Perguntou Pedro.

— Em alguns momentos, nós dois tentamos visitar você lá no hospital, mas, sempre diziam que não era permitido a visitação, pois você estava no CTI. Mas você nos conhece, né? Em uma noite, a gente invadiu o hospital e vimos várias coisas bizarras. - Disse Matheus tentando mostrar que é o foda… mas a gente sabe que não é. E olha que, para esses dois acharem algo bizarro… eu nem quero saber o que é.

— Pedro… não queria saber o que eles viram… sério. - Disse Lúcifer… falando sério pela primeira vez. Xiii… é sério isso, mesmo? Eu nunca vi você assim. — Eu não estou brincando não… É bem pesadinho, sabe?

Pedro ouvi o que Lúcifer disse, e dentro dele, cria-se o desejo de saber o que aconteceu no hospital.

— E o que aconteceu? - Perguntou Pedro… nada curioso com tudo isso.

— De algum jeito, conseguimos a numeração do seu quarto e vimos que alguém estava nele. A gente viu um vulto branco que estava em cima da sua cama, escutamos alguns sons de gemidos baixos e sua cama estava se mexendo muito. Nós não conseguimos discernir quem ou o que estava lá. Até que… ele deu um gemido um pouco mais alto. - Disse Lukas, o filho da… Meu Deus.

Pedro, como no segundo capítulo, muda sua expressão facial, como se estivesse morrendo por dentro… de novo. O semblante mal-tratado e macerado de Pedro é visualizado por Matheus e Lukas… e só agora, com Pedro presente… eles entendem o que aconteceu.

— Ah não… Pedro, eu sinto muito por isso. Eu só entendi agora… Caralho, cara. - Disse Matheus, tentando consolar Pedro.

— Eu tentei te avisar… mas você é muito curioso e inocente ainda. - Disse Lúcifer.

— Mas não acabou… Logo depois de… o cara lá… ter terminado o… serviço lá em você, ele saiu do quarto, e vimos algo bem estranho. - Disse Lukas. Ah cara, lá vem mais putaria, eu já estou com pena de Pedro já.

— Entramos no seu quarto e vimos o seu estado. Você estava de barriga pra baixo e em sua costas, tinha duas marcas grandes e vermelhas. A gente pegou você e colocamos de barriga pra cima e em seu peito, uma marca bem parecida com a das costas. Até que você começou a se debater, a gritar… - Disse Matheus quando foi interrompido por Lukas dizendo;

— Gritar não, você urrava. Na parte de seu pescoço e cabeça, as suas veias começaram a saltar, tipo, bodybuilder levantando algo bem pesado. E os seus olhos… cara, os seus olhos estavam vermelhos. Parecia que você estava possuído ou algo do tipo.

— E por isso que a gente ficou tão preocupado com você. - Disse Matheus.

— Caralho! Eu fiz isso? Mas eu nem me lembro disso. - Disse Pedro — Lúcifer, eu posso fazer algo? - Pensou Pedro.

— O que você quer… Ah tá. Bom, se eles não ficarem igual a você, quando eu me apresentei no segundo capítulo, por mim tudo bem. - Disse Lúcifer

Então, Lukas e Matheus vão até o quarto de Pedro, quando são parados pelo primo de Pedro, Felipe.

— Eae, vão algum lugar? - Perguntou Felipe.

— Eu vou pro meu quarto conversar, porque a pergunta? - Respondeu Pedro.

— Nada não. Só curiosidade. - Disse Felipe. Pessoa intrometida, né? Dois socos na cara e isso já tinha acabado.

— Então tá. - Disse Pedro, entrando no quarto.

Pedro pede para que os dois se sente em sua cama e diz;

— Olha, eu tenho uma coisa pra mostrar a vocês dois e… - Dizia Pedro, quando foi interrompido, por Lukas;

— Xiii, esse papo está estranho, hein?

— Calma. Não é nada demais. E uma coisa bem simples e pequena. - Disse Pedro.

— Ok, essa conversa está indo para algum lugar que não quero saber. - Disse Matheus.

— Pedro, tu sabe que minha mente e o próprio Chernobyl, em relação a ter uma mente suja. Eu já estou pensando em um monte de coisas… fala logo. - Disse Lukas, e eu também fiquei pensando, mesmo já sabendo o que ele vai dizer.

— Ok. Então… pode aparecer. - Disse Pedro.

Então, o quarto de Pedro começa a tremer, os objetos que estão nas prateleira são jogados para longe, as lâmpadas começam a piscar, a luz do Sol, que entrava em seu quarto fica avermelhada, até que, uma rachadura se abre no chão, fazendo abrir um buraco que saía fogo, fumaça preta e gritos de milhares de pessoas. E de lá de dentro, um ser completamente negro, com formato humanoide, com asas gigantes, chifres e com os olhos vermelhos e brilhantes, aparece flutuando na frente dos dois garotos dizendo;

— Ajoelhem meros mortais, pois o Senhor do Inferno, Lúcifer está em sua frente. Quem desafiar a minha autoridade, será torturado pelo Fogo Infinito do Inferno por toda sua eternidade. - Disse Lúcifer, com uma voz grossa que ecoava em todo o quarto.

Lukas e Matheus surpresos e aterrorizados com tudo, só consegui dizer única coisa;

— Eae, tudo show?

Lúcifer olha, e percebe que… que merda, hein? Você mal conseguiu assustar dois adolescentes de 18 anos. Mas tu tá muito enferrujado.

— Sério, dá pra perceber? Nossa, trabalhei muito pra assustar vocês, e nem isso eu consegui. - Disse Lúcifer decepcionado. 

— Então você é o Diabo? Mas está mais para o Diabo da série Lúcifer ou da série Sobrenatural? - Disse Matheus.

— Se diz “Supernatural”. - Disse… tinha ser ele mesmo, Lukas. Odeio gente que faz isso, cara. — Eu acho que está mais para o Lúcifer de Constantine ou do filme Advogado do Diabo.

— Na verdade, eu sou todas as representações do Diabo que existem na Cultura Pop. - Disse Lúcifer.

— Tipo, todos? Até com o do filme nacional A Comédia Divina? Aquele filme é uma merda. Eu fui ver ele, e pra você ter a noção… se tinha 15 pessoas, era muito. Eu ouvi um grupo de tiazinhas la com um bando que criança dizendo “vamos embora, está muito chato isso.” - Disse Lukas.

— Sim, infelizmente… mesmo sendo o Murilo Rosa que me interpretando, aquele filme é uma merda, sem dúvida. - Disse Lúcifer. 

— Entendi. E como você conhece o Pedro? Perguntou Matheus.

— Sabe o acidente incrível que ele sofreu? Então, eu estava passando por lá e resolvi ajudar, até porque, foi extraordinário o que aconteceu com ele, né? - Respondeu Lúcifer.

— E verdade. Mas as pessoas lá na escola lembram dele mais pelo vômito do Exorcista que ele deu na garota que gosta, do que pelo atropelamento. - Disse Lukas.

— É sério isso, Pedro? Porque você não me disse isso antes do vômito? - Perguntou Lúcifer, voltando o seu olhar para Pedro que estava estagnado devido ao grande susto que ele tinha preparado para Lukas e Matheus. Só me faltava ele ter tido o aneurisma cerebral que você falou lá no segundo capítulo.

— Ele não teve, não. Vai por mim, eu saberia se tivesse. - Disse Lúcifer. — Está tudo bem com você?

— Vai está. Só… me avisa quando for… fazer essas coisa, ok? - Disse Pedro se tremendo todo, e com meio esbranquiçado. — Então… esse é o Lúcifer e… resumidamente, eu vou ser o sucessor dele.

Lukas e Matheus olham um para o outro, e começam a cair na gargalhada. É… como pode uma pessoa com Pedro… ser o sucessor do Diabo… HAHAHAHAHAHAHAHAHA!

— Gente… eu tô falando sério. - Disse Pedro… HAHAHA.

Lukas e Matheus… haha continuam a rir muito… hahaha e eu também… haha até que Lúcifer entrar junto nesse coral de risos, que não tem fim…. HAHAHAHA!

— Ok, então. Eu espero acabar. - Disse Pedro… haha.

Depois de 5 minutos chorando e se mijando de rir… Ai minha barriga, tá doendo… pera aí gente…

(Intervalo do narrador, por favor… Aguarde.)

Voltei… Ah! Foi muito bom isso. Continuando…

Eles conseguem parar de rir, e retomam o seu estado anterior.

— Acabaram? Ok. Continuando, Lúcifer está comigo até o final do corrompimento de minha alma. - Disse Pedro.

— Como é o corrompimento de uma alma? - Perguntou Lukas.

— AAh! É muito bom… e o seguinte, eu venho… - Dizia Lúcifer, quando Pedro interrompe dizendo;

— NÃO PRECISA FALAR PARA ELES, OK!? VAMOS FALAR DE OUTRA COISA, OK?! ESTÁ BEM?! - Gritou Pedro, desesperando pela chance de seus dois amigos saberem o que o Pedro teve que se submeter para ter sua alma corrompida.

— Está... bem…  Então... ta. Vamos falar sobre essa festa que está tendo aí. Natal pra mim é bem chato, sabe. Não tem nada de bom acontecendo. - Disse Lúcifer mudando a sua forma de antes, para a qual se apresentou a Pedro… mas usando um manto vermelho com detalhes em preto, que cintilava em todo o quarto… nossa viado, toda trabalhada na purpurina ela.

— É! Eu também acho… vamos fazer algo pra animar todo mundo? O que você acha Lúcifer. - Perguntou Lukas… olha a merda que está por vir.

— Uma ideia ótima, minha criança! E já tenho algo em mente. - Disse Lúcifer desaparecendo na frente dos garotos.

— LÚCIFER! Por favor não faça nada! AAAH Que merda. Viram o que vocês acabaram de fazer? - Disse Pedro desesperado com a ativação da bomba nuclear que estava na casa dele chamada Diabo.

— Bom… agora não tem volta mais. - Disse Lukas… AAH Que grande filho da puta, hein? Dá até raiva.

A mãe de Pedro abre a porta e diz;

— Gente, vem ver quem chegou. É o Papai Noel e trouxe vários presentes. Venham ver!

Os pequenos se olharam correndo para a sala eles foram, esperando o pior, pois aquilo seria um estouro. Quando chegaram, não sabiam o que olhar, era tanto presente, que nem dava pra contar. Todos os familiares, comemorando a chegada, do Bom Velhinho… que de bom, não tinha nada. Os três jovens conseguiram reparar, que o Lúcifer estava ali, em carne e osso, você pode apostar.

— Feliz Natal a Todos e um Próspero Ano Novo. - Dizia Lúcifer, de novo... e de novo.

Rosa são vermelhas, violetas não são azuis, tudo estava dando certo, e sou eu é quem conduz. Os carros são as lanças, e as motos são como os jet skis, e eu não sei mais rimar. Só um instante…

— Eu vim pelo menino Pedro, alguém sabe onde ele está? - Disse Lúcifer… estou ansioso para saber o que ele está prestes a tramar.

— Eu estou aqui, o que você quer? - Disse Pedro… se segurem onde puder.

— Eu vim te presentear, pela vida que está a começar, o presente é bom, não desconfie, é só olhar. - Disse Lúcifer, apontando para um presente gigante e reluzente.

Tá ficando chato e cansativo ficar tentando rimar toda hora, sabe. E o autor nem me ajuda nessa parte. Eu tenho que continuar mesmo? Sério? Ok…

Pedro se aproximou e abriu o presente, e de lá, sai um mulher seminua… nossa, que indecente. Luzes de balada, começaram a brilhar, em toda a sala a festa já começou a se espalhar. Stripes e gogoboys entraram pela porta da frente, trazendo mais gente, enchendo a sala, de putaria num nível alarmante e emergente. Idosos, adultos e crianças descendo até o chão, ao som do pancadão que balança a multidão.

Tudo aquilo é uma maravilha, a visão e um esplendor, tinha gente quase tendo ataque cardíaco… alguém chamar um doutor.  Pedro se arrependendo por ter desconfiado de Lúcifer foi aproveitar a festa, que já estava virando uma orgia… nossa, que tanta alegria.

— Ei, aonde vai? - Disse Lúcifer, segurando a gola do rapaz. — Eu tenho que conversar com você, pra explicar toda essa situação, vamos logo, e não aceitarei um “não”.

Pedro sai de casa com Lúcifer, cabisbaixo e triste. A chance de ele ter perdido a virgindade com uma garota foi embora para longe, onde o Sol não reside.

— Ok. Vamo para com as rimas, já saímos daquele ambiente. - Disse Lúcifer já ao ar livre, daquela noite relusen… Ah é! Desculpa. — E tem rimas que nem são boas, você sabe, né?.

Sim… eu sei.

O Natal… uma época que me remete a tantas lembranças, como de meu Filho ter nascido no meio da minha criação. Bebê bonitinho, você tinha que vê, eu só fiquei meio preocupado e com o José ter ficado meio... sabe? incomodado por alguém ter engravidado Maria. Eu já prometi que nunca mais faço mais isso…. nunca, ouviu? Nunca! Eu sou fiel! Bem… depende da pessoa, né? E de quando eu estou carente e tal...

 



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