História O sucessor do Diabo (Jikook) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jikook, Mpreg, Namjin, Yoonseok
Visualizações 186
Palavras 760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, LGBT, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Chapitre Un.


Surpresa! — Algumas vozes inundaram o pequeno ambiente que era a sala de estar em uníssono, ao que Park Jimin adentrou em sua casa.

E pude sentir cada músculo de meu grande corpo se tencionar ao que o garoto de cabelos inteiramente tingido de loiro, sorriu de um modo terno e caloroso. E, como o perfeito reflexo de um espelho eu sorri também. Seus olhos, que naturalmente já são pequenos e puxados, transformaram-se em dois lindos traços, consequência de seu lindo sorriso formado no belo rosto. Meus olhos desceram um pouco mais e focaram em suas pequenas e delicadas mãos. Prendendo assim, toda minha atenção por longos minutos...

Dedos compridos estavam entrelaçados aos seus, e, o que mais me intrigava era o fato de que você parecia não se incomodar com tal, não, ao contrário, você se sentia extremamente confortável com aquele toque e eu podia ver claramente em seu rosto angelical, pelas expressões que deixava transparecer no momento.

As poucas pessoas que estavam alí presentes, começaram a cantar parabéns e como de costume, a mãe de Jimin surgiu na sala com um pequeno bolo feito especialmente para o loiro. Este que abriu um sorriso ainda maior no rosto ao botar os olhos no doce. E, confesso que vê-lo assim últimamente, tão feliz, me deixava inquieto e com um sentimento estranho habitando meu corpo e meus pensamentos, o qual você não deixava um segundo sequer desde que nasceu.

Assim que a pequena mão de Park abandonou a grande mão daquele rapaz de cabelos negros, eu soltei o ar que sequer sabia que havia prendido. Aquela sensação ruim e amargura não era um sentimento nada bom ou bem-vindo em mim, porém era difícil me segurar quando você trocava sorrisos com ele.

Mais tarde ainda naquela noite, quando todos já tinham ido para suas respectivas casas, sem exceção ao amiguinho de Jimin, o loiro ajudou sua progenitora a limpar a louça e com um beijo de despedida da mulher de cabelos castanhos, ele foi para o quarto e eu o acompanhei em passos leves e lentos. Por mais que eu tivesse esperado quase duas décadas por aquele não tão simples momento, de início queria ir com toda calma possível.

Park adentrou em seu quarto e começou a despir. E a cada peça retirada, eu sabia que as íris de meus olhos brilhavam com mais intensidade de desejo e vontade em cima do corpo do loiro.

O pescoço mediano e extremamente atraente, os mamilos rosados e eriçados pelo clima frio e denso de Busan, a barriga lisinha e a famosa linha que ligava abaixo de seu umbigo até seu membro, o qual por segundos me prenderam de uma forma anormal, assim me deixando com água na boca. Um pouco mais para baixo encontravam-se suas coxas as quais eram grossas e chamativas e por fim mas não menos importante, seus pés gordinhos com dedos adoráveis nas pontas.

Quando o loiro se virou para seguir seu curto caminho até o banheiro que havia em seu quarto, sua bunda ficou exposta para mim e com essa maravilhosa visão eu sorri abertamente, abaixando meu olhar enquanto afundava minhas grandes mãos nos bolsos de minha calça preta. Seu traseiro avantajado atraia olhares de muitos homens, — os quais o garoto ao menos notou —, e alguns, eu sequer os poupei da morte certa, por que era isso que eles mereciam por olhar tão descaradamente para o homem do Diabo.

Aquela não era a primeira vez que eu te via nú, mas, você sempre parecia me surpreender cada vez mais, mesmo que ainda nem soubesse de minha inútil (Talvez?) existência. Ainda.

Eu aguardei o baixinho no batente da porta que dividia o quarto e o banheiro, de braços agora cruzados, observando o mesmo de costas para mim, tomando banho de um modo que na minha concepção era tão sensual. E mesmo que fizesse sem intensão, seus gemidos de satisfação me atingiram em cheio como um tiro no peito, — mesmo que, apenas uma bala disparada por um revólver sequer tiraria minha noção —.

Eu apenas observei com cautela Park secar cada parte de seu belo corpo curvilíneo, antes de vestir com calma um de seus costumeiros pijamas com estampas infantis e se deitar na cama. Porém, antes que caísse num sono profundo por conta do cansasso, eu me deixei transparecer em seu quarto, o qual era iluminado apenas por um abajur sobre a cômoda que se encontrava ao lado de sua cama.

Eu fiquei sobre o canto do quarto, e então, você me viu.

Olá, Park Jimin. 



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