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História O Sumiço - Capítulo 1


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Capítulo 1 - O Sumiço


Fanfic / Fanfiction O Sumiço - Capítulo 1 - O Sumiço

- Levanta Guilherme, se não você vai se atrasar pra aula! - gritava a mãe de Guilherme.

- Já estou indo, não posso dormir só mais um pouquinho?

- Vão bora menino

- Já bom

Depois de um certo tempo, Guilherme conseguiu se levantar de sua cama. Tomou seu café, se trocou, arrumou sua mochila e estava a espera de Gabriela . Todos os dias, eles iam juntos para escola que ficava a um quarteirão da casa de Guilherme.

- já estou indo mãe! - gritava Gabriela da sala de sua casa, indo em direção a porta.

- você vai passar na casa o Gabriela ou prefere que eu te leve? - dizia sua mãe, descendo as escadas.

- vou passar na casa dele

- beleza então, vai com cuidado

- ok

Cinco minutos depois, Gabriela chegou na casa de Guilherme.

- mãe estou indo - gritava Guilherme pegando sua mochila

- ok meu filho, vai com cuidado ok?!

- beleza

Os dois foram para escola, alguns minutos depois o sinal tocou e eles se dirigiram para sala.

- a primeira aula é de que mesmo Gabi? - disse Guilherme

- literatura

- nossa!!!

- quê que foi menino?!

- esqueci o livro em casa

- ixi! Logo hoje que vai ter aquele trabalho sobre o livro

- acho que a professora não chegou ainda, será que da tempo de eu ir até em casa para pegar?

- acho que sim, quer que eu vá com você?

- acho melhor você ficar, inventa alguma coisa pra professora se eu ainda não estiver voltado na hora que ela chegar, beleza?!

- beleza

Guilherme aproveitou a chegada de um aluno para sair da sala de aula.

Ao chegar na rua da sua casa, Guilherme vê uma maçã em uma árvore que pertence a propriedade de seu vizinho, um velhinho rabugento que vivia reclamando do barulho que vinha da casa de Guilherme. Ele resolveu pular o muro da casa para poder pega-la. Ao pular o muro e tentar escalar a árvore, ele acabou caindo e desmaiando.

A professora chegou e Guilherme disse a ela que Gui tinha ido ao banheiro e que já voltava mas, aproximadamente, 30 minutos se passam e nada de Guilherme chegar e a professora já estava distribuir o trabalho. Gabriela começou a ficar preocupada e foi a procura de Guilherme pela escola. ela não achou seu amigo e durante o intervalo, que acontecia as 9:30, ela resolveu ir a procura de seu amigo em sua casa. Chegando lá, tocou a campainha e quem atendeu foi a mãe de Guilherme.

- oi dona Márcia, o Guilherme está?!

- Gabi ele deveria estar na escola

- ele tinha dito que tinha esquecido o livro de literatura em casa e que vinha buscar.

- ele nem veio aqui. quer ver que está matando aula

- obrigada dona Márcia, vou procurar ele

- me avisa quando você achar ele

- aviso sim. Obrigada

Gabriela ligou diversas vezes para Guilherme e nada dele atender. Quando ela passou pela casa do vizinho se Guilherme, ela viu a mochila dele do lado de fora e resolveu ver o que tinha acontecido. Quando ela gritou por ele, o dono da casa veio ver o que tinha acontecido.

- para de gritaria!! essa hora da manhã?!

- oi seu Francisco, você viu o Guilherme por aqui?

- não, por que??

- não estou achando ele em lugar nenhum e a mochila dele está aqui na frente da sua casa

- eu não vi esse menino aqui não

- estranho... mas mesmo assim obrigada

- de nada e chega de gritaria na frente da minha casa - disse seu Francisco, em direção a porta de sua casa

- ok

Gabriela pegou a mochila de Guilherme e seguiu a sua procura. Depois de andar algumas quadras, ela percebeu que tinha um celular tocando dentro da mochila de Guilherme. Ele tinha deixado seu celular dentro da mochila e sua mãe estava ligando.

- oi dona Márcia - disse Gabi ao telefone com a mãe de Guilherme

- oi Gabi, já achou o Guilherme?!

- nada ainda, eu achei a mochila dele caída em frente a casa do seu Francisco e celular dele estava lá dentro, por isso que eu atendi.

- entendi. Que estranho!

- realmente

- o que o seu Francisco disse?

- que não tinha visto o Guilherme

- entendi... quando você encontrar ele você me avisa. Vou ligar pra uns amigos dele, ele pode estar na casa deu um deles.

- liga sim, qualquer sinal dele eu ligo pra senhora, ok?!

- obrigada Gabi!

Elas desligaram e Gabi continuou procurando seu amigo. Já estava anoitecendo e ela resolveu voltar casa. Antes, ela passou na casa de Guilherme e disse sua mãe que não tinha o encontrado e ela fez um boletim de ocorrência.

Três dias se passam e nada de Guilherme aparecer. A polícia já tinha aumentado o raio de busca, mas nada de encontrar Guilherme. Toda a família de Guilherme e de Gabi estavam desesperados. Já tinham espalhado diversos cartazes sobre o sumiço de Guilherme.

- come alguma coisa minha filha. Desse jeito você vai passar mal! - dizia a mãe de Gabriela

- Não estou com fome mãe!

- mas você precisa comer!

- não quero agora, talvez mais tarde

No quarto dia, todos já tinham perdido as esperanças, menos Gabi, que continuava à procura de seu amigo. Certo dia, Gabi resolveu ir até a casinha na árvore que ela e Guilherme tinham quando eram crianças.

Chegando lá, Gabi encontra tudo revirado. Cadeiras de ponta cabeça, as gavetas do pequeno armário que eles tinham na casinha, abertas e reviradas. Ao ver tudo aquilo, Gabi se lembra de tudo que ela e Guilherme viveram juntos, das brincadeiras, das brigas, de tudo que eles vivera ali naquela casinha e começa a chorar. Ela lembra que tinha um mapa que eles tinham feito para se lembrar onde estava a cápsula do tempo que tinham escondido quando tinham apenas 6 anos. Ela revirou a casinha inteira a procura do mapa, mas não achou nada.

Já estava anoitecendo e Gabi resolve ir embora. no meio do caminho, ela encontra um papel e ao pegá-lo. Ela percebeu que era o mapa e não pensou duas vezes. Logo mudou seu destino para o lugar onde estava a cápsula do tempo, no caso, no meio de uma floresta. Chegando lá ela percebe que o lugar onde ela estava, estava cavado e ao olhar lá, viu que a cápsula não estava mais lá.

Ela se desespera e liga para a mãe de Guilherme que correu para o local onde estava Guilherme. Chegando lá elas começaram a gritar por Guilherme pela floresta. Gabriela acabou indo longe demais e tropeçou em uma pedra no meio do caminho, bateu a cabeça e desmaiou.

No dia seguinte, ela acordou e percebeu que estava perdida, ela não se lembrava mais o caminho pra casa. Ela se desesperou, tentou usar seu celular, mas onde ela estava não tinha sinal. ela tentou se lembrar do caminho e seguiu o que achava mais certo, mas depois de 1 hora, percebeu que estava andando apenas em círculos.

Ela se desesperou, se sentou em um tronco de árvore caída até se acalmar e voltou a olhar seu celular que já estava 20%. Eram meio dia e meio, foi quando ela ouviu um barulho vindo das plantas atrás dela e resolveu verificar. quando ela olhou era apenas um cachorro. Ela chegou mais perto quando percebeu que ele estava com uma ferida em sua perna e que havia um pedaço de pano a cobrindo. Foi quando Gabi percebeu que esse pedaço de pano se parecia com a bandana que Guilherme estava usando no dia que ele tinha desaparecido. Naquela hora, Gabriela se alegrou e resolveu seguir o caminho reto a partir daquela moita. Isso poderia levá-la até Guilherme.

Muito tempo se passou e ela resolveu olhar o celular, já eram três horas da tarde e seu celular estava com 15%. Ela estava com muita fome então resolveu procurar algum fruto, mas não achou nada para comer. Depois de mais uma hora de caminhada, ela acabou se deparando com uma casa no meio do caminho. A casa estava acabada, com as paredes sem reboco e repleta de pichações, parecia estar abandonada. Mesmo com muito medo ela resolveu entrar para ver se encontrava algo para comer.

A casa tinha apenas um sofá, uma caminha e uma pequena cozinha, com apenas um armário. Ao abri-lo, ela encontrou apenas alguns biscoitos e não pensou duas vezes antes de devora-los.

Ao terminar de comer os biscoitos, ela se sentou no sofá e verificou novamente seu celular, que estava apenas 9%. Eram 18:30, ela acabou adormecendo no sofá e acordou com os gritos de um homem que aparentava ter 45 anos. Ele gritou pois se assustou quando viu ela deitada em seu sofá. Ela se explicou e o homem deixou ela ficar em sua casa. Seu nome é Antônio. Ele disse que ajudaria Guilherme no dia seguinte.

No dia seguinte, Guilherme acordou primeiro que o homem, ela consultou seu celular, que estava 5%. Eram 7 horas da manhã. Ela se levantou e foi tomar uma água. Logo depois dela, o homem se levantou.

- Oi, já de pé?!

- Já sim, estava com um pouco de sede

- Olha, aqui em casa, tudo que você quiser comer, beber e tudo mais você vai ter que buscar na floresta.

- Ok, você sabe onde tem um rio onde eu possa encontrar água?!

- Tem um aqui perto, vou te levar lavar lá, também estou com sede

- Podemos ir agora?!

- Vamos sim

Eles foram e chegando lá, Guilherme se ajoelhou na margem do rio para beber um pouco d'água que ela conseguiu pegar com suas mãos.

- Ela bebeu até saciar sua sede.

- Melhor?! – disse o homem

- Estou sim

- Vou dar uma volta para procurar algo para algo para comer, e você mocinha, não saia andando por aí se não vai se perder de novo

- Ok, não vou sair daqui

O homem foi procurar comida e Guilherme estava a sua espera, enquanto isso, ela verificou seu celular novamente, que já estava descarregado. Depois de mais ou menos 30 minutos esperando, ela resolveu dar um mergulho. Ao mergulhar e chegar ao fundo, ela viu um tênis. Ao pegá-lo ela viu que pertencia a Guilherme e resolvem chegar no outro lado para ver se seu amigo estava lá. Ela atravessou e saiu a procura de seu amigo na floresta que estava no outro lado do rio.

Ela gritava por seu amigo quando viu o mesmo cachorro que estava com a bandana de Guilherme em sua perna. O cachorro correu mancando pela floresta, parecia que estava chamando por Gabi. Ela correu atrás do cachorro mas acabou caindo e quando conseguiu se levantar ela ouviu o homem a chamando. Ela correu até ele e disse que achava que seu amigo estava vivo e contou sobre o tênis. O homem não ligou para os argumentos dados por Gabi, ele apenas disse que ele iria levá-la para casa.

Gabi não conseguia tirar a imagem do tênis de Guilherme caído dentro do rio e acreditava que seu amigo estava vivo.

O homem ajudou ela a chegar em sua casa. Chegando lá, todos estavam a procura de Gabi, seus pais já tinham ligado para a polícia.

- O que aconteceu minha filha?! – dizia a mãe de Guilherme com lágrimas nos olhos

- Eu me perdi enquanto eu e a dona Márcia procurávamos o Guilherme. Ele tá vivo mãe, está vivo!

- Como assim?!

- Eu vi o tênis dele dentro do rio, eu vi!

- Olha, eu acho que ela está delirando – disse o homem

- Não estou!!!!

- Senta aqui minha filha – disse o pai de Guilherme levando ela para sentar no sofá

- Acreditem em mim...

- Obrigada por trazer ela pra casa, tem algo que podemos fazer para agradecer?!

- Aceito um pouco de comida

- Claro, fica para o jantar

- Se não for incomodar

- Não é incômodo nenhum

Eles jantaram e Gabriela não parava de pensar no que tinha visto e em Guilherme. Ela deixou seu celular carregando e todos foram dormir inclusive o homem que dormiu no sofá da casa de Gabriela e iria voltar para sua casa no dia seguinte.

Durante a noite, Gabriela não parava de pensar em Guilherme e resolveu voltar a floresta para procurar novamente por Guilherme. Ela saiu escondida e foi até a floresta. Eram 2:35 da manhã. Ela levou uma lanterna, seu celular, alguns biscoitos e uma garrafa d'água.

Quando chegou lá e viu o mesmo cachorro. Ela o seguiu e ele o levou até o rio. Ela atravessou o rio e começou a andar e latir para Gabriela. Ela andou muito e resolveu fazer uma parada para consultar seu celular, já eram 3:00 horas da manhã. O cachorro tinha seguido ela até lá. Ele não parava de latir e correr em círculos. Até que o cachorro andou para trás de uma moita e se deitou ali. Depois de um tempo, o cachorro se levantou e correu para dentro da floresta latindo muito. Ela achou aquilo muito estranho e resolveu ver o que tinha acontecido.

Quando ela verificou atrás da moita, ela viu o outro tênis de Guilherme. Ela voltou a seguir o cachorro e ele começou a correr mais rápido até desaparecer entre o mato. Ela começou a chamar pelo cachorro mas parou quando olhou pra frente e se deparou com um grande galpão.

O galpão parecia estar abandonado, repleto de pichações, quase sem iluminação do lado de fora. Ela chegou mais perto mas correu quando viu um homem saindo de dentro dele. Ela se escondeu entre as árvores. Quando os homens foram embora, ela resolveu entrar e procurar por Guilherme.

O galpão não tinha quase nada dentro, apenas uma pequena mesa com uma grande mala encima e uma escada que levava ao segundo andar. O galpão estava mal iluminado, com apenas duas lâmpadas quase queimadas. O chão feito de g Ela subiu as escadas praticamente aos pedaços. Ao chegar ao segundo andar ela viu uma porta no fim do corredor escuro, quando ela abriu, viu Guilherme sentado em uma cadeira, desmaiado, com uma venda nos olhos, e uma fita tampando a boca. Suas mãos e seus pés estavam amarrados com cordas.

Ela correu e desamarrou as mãos e os pés de Guilherme e tentou acorda-lo, foi quando ela ouviu duas pessoas conversando e tentou escutar atrás da porta.

- O que nós vamos fazer com esse moleque?!

- Também não sei

- Acho que poderíamos deixa-lo ir...

- Jamais!!!! Eu comecei com isso, agora eu vou até o fim.

- Acho que já deu!

- A família dele vai provar do próprio veneno...

Eles entraram e Guilherme conseguiu fugir mas acabou tropeçando, caindo e desmaiando. Ela acordou dentro do galpão, amarrada junto a Guilherme.

- Guilherme!!! – Disse Gabriela com voz fraca

- Gabi ... O que você está fazendo aqui

- Vocês já acordaram? – disse o homem com um ar de deboche

- Solta a gente...

- Não solto não!!!!! Sua mãe vai ver tudo que eu passei

- Guilherme, você conhece esse cara?

- Ele nunca te contou?! – disse o homem

- Cala a boca... – disse Guilherme

- O pai dele é um criminoso... Matou meu pai, tratou meu pai como se fosse um lixo, fez ele de bobo. Meu pai morreu de desgosto.

- Gabi, não acredita nisso

- Agora você tem vergonha né?!

- Guilherme, isso é verdade?

- É sim!!! Se você não vai contar, eu vou! – disse o homem

- Guilherme...

O homem saiu

- Gabi...

- Depois a gente conversa Guilherme, agora a gente tem que dar um jeito de sair daqui.

- Não dá, eles ficam vigiando isso aqui o dia todo

- A gente vai dar um jeito

- Não tem como a gente sair daqui

- Acho que....

Ela começou a passar as mãos pelo bolso da sua calça jeans

- O que?

- Meu celular... Eu vim com ele

- Eles devem ter pegado...

- Droga!

- O que?!

- Eles pegaram meu celular

- Sabia...

- Não tem o que fazer...

- Eu disse, a gente vai morrer aqui

- Fica calmo, a gente vai dar um jeito...

Guilherme começou a fazer força até conseguir soltar o nó e depois ela soltou Guilherme.

- Conseguimos, agora temos que arrumar um jeito de sair daqui

- Não tem jeito Guilherme... Eles vão nos matar aqui

- Alguém sabia que você vinha pra cá?!

- Não

- Estão com fome?! Kkk – disse o homem entrando na sala com um prato de comida na mão.

Ele começou a comer e não deu nada para Guilherme e Gabriela.

- Quando vocês vão soltar a gente?

- NUNCA!!!! Por mim vocês apodreciam aqui!

Ele saiu da sala e Gabriela e Guilherme começaram a conversar

- Como que você veio parar aqui Guilherme?!

- Eu tinha visto uma maçã na casa do seu Francisco e...

- Pera aí - disse Gabriela interrompendo Guilherme - Você passou na casa do seu Francisco?!

- Sim, mas ele não me viu.

- Por isso sua mochila estava caída na frente da casa dele...

- Exatamente. Bom... continuando, eu pulei o muro e quando eu subi na árvore eu acabei caindo e desmaiando. Quando eu acordei, eu já estava aqui, com meus pés e mãos amarrada e com uma fita tampando minha boca.

- Deve ter sido horrível!

- E foi...

- Você conhece esses caras?

Quando Guilherme iria responder a Gabriela, um dos homens entrou na sala e lhes deu água com uma espécie de remédio, que iria fazer os dois dormirem em poucos minutos. Logo em seguida, eles adormeceram.

Dois dias depois, Guilherme já estava fraco, quase desmaiado por causa da fome e da sede.

- Guilherme... Guilherme...

- Eu tô com muita fome Gabi...

- Eu também, será que eles não vão deixar a gente sair daqui?!

Pouco tempo depois, Gabriela ouviu a porta abrindo, eram os homens saindo.

- Guilherme, essa é a hora... Eles saíram

Eles saíram e Gabriela estava quase carregando Guilherme, pois ele estava muito fraco. Eles correram pela floresta e viram os homens. Eles correram atrás deles, foi quando Gabi ouviu uma voz conhecida. Era o Antônio procurando por Guilherme. Os dois conseguiram fugir e ligaram para a polícia.

Os dois homens foram encontrados no meio da floresta e foram presos. Guilherme foi para o hospital pois estava muito fraco.

- Guilherme...

- Oi Gabi

- Era verdade o que aquele homem disse?

- Era sim, meu pai já foi um criminoso... Agora ele está preso já faz um ano

- Mas ele não estava viajando?!

- Era mentira... Eu não queria que você pensasse coisas ruins de mim e da minha família.

- Tá tudo bem. Só não queria que você mentisse pra mim.

- Desculpa por isso

- Tá tudo bem!

Gabi ligou para a mãe de Guilherme que foi correndo para o hospital junto com os pais de Guilherme. Eles voltaram para a casa e Guilherme teve que ficar tomando soro durante algum tempo. Já Gabriela, teve alguns cortes na perna e na cabeça, mas foi ao hospital para confirmar que não era nada grave.




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