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História O talento da familia - Capítulo 1


Escrita por: Mifuyu e Lizzzz_

Notas do Autor


O que eu estou fazendo da minha vida? Tbm não sei.
As capas ficaram ruins? Provável. A fic vai ficar ruim?
Provavelmente não, pq é a @Lizzzz_ quem ta me ajudando.

Em resumo a fic se passa contada pela Emma e a perspectiva de vida dela. Entao os personagens da série raramente vão aparecer. Ou vão... Ainda veremos o que terá pela frente.
"O que terá?" Isso aí, a fic começara em breve, quando eu e a Liz tivermos escrito boa parte da fic. Então fiquem com uma prévia do que vem por ai.

Capítulo 1 - Em busca de um talento


Fanfic / Fanfiction O talento da familia - Capítulo 1 - Em busca de um talento

Muito bem..m Vamos lá. Olá, essa garota loira da capa sou eu. Você já deve ter ouvido falar de mim. Meu nome é Emma e eu tenho 14 anos. Isso mesmo! A Emma, filha de Marinette Dupain Cheng e Adrien Agreste, mas diferente deles eu não sou famosa nem algo do tipo, sou uma simples pré-adolescente me preparando para a vida. Se você chutou que eu tenho dois irmãos você acertou de novo! Eles se chamam Emi, minha irmã mais velha, e Lucien, meu segundo irmão mais velho.

Não os conhece? Então terei que contar sobre eles!

Emi Tsurugi é minha irmã mais velha, ela é 3 anos mais velha que eu. Ela é o fruto da relação do meu pai e de sua ex-esposa Kagami. Tenho que dizer que Emi é a minha idola. Ela além de ser completamente linda, ela é completamente talentosa. Esta duvidando de mim? Só uma listinha das coisas que ela faz, ou em que ela é boa: Emi é a mais inteligente de sua turma, popular, participa do clube de matemática, querida dos professores, monitora de corredor nas horas vagas e, aliás, líder do Conselho de classe. Ela canta, pinta, atua e interpreta, prática piano, esgrima, Jiu Jitsu e taekwondo, além de chamar bastante atenção por sua aparência perfeita, ela também faz cosplay!

Uff//respira. Como ela é capaz de tudo isso? Eu também não sei. Só sei que eu quero ser como ela algum dia.

Ok, mas vamos falar sobre meu segundo irmão mais velho. O nome dele é Lucien Dupain Couffaine. Sobrenome familiar? Isso mesmo, ele é filho do músico mais bem sucedido do momento, Luka Couffaine! E também da mulher mais sortuda do mundo, Marinette Dupain Cheng -A mãe de quem vos fala-. Esse garoto de 1,80 com o coração mais mole que existe, é o orgulho da minha mãe e droga, ele também é tão talentoso! Ele simplesmente é bom em tudo que faz, principalmente nos esportes, ou até mesmo na cozinha! Ele tem uma gangue de amigos bem estranha. Lucien é do tipo garoto popular, bonito, capitão do time de futebol, skatista, arrasador de corações, que por incrível que pareça, não é nem um pouco escroto. Ele pode ser um pouco grudento demais com as pessoas, mas é realmente um amor de pessoa.

 Quanto a nossa relação? Lucien e eu moramos juntos e a nossa relação é um máximo! Ele me trata como uma criancinha, mas isso é de boa. Já Emi e eu... Sim, ela é minha idola, mas digamos que nossa relação não é das melhores.

Flashback:

 -Olha só Emi, você está prestes a ganhar uma irmãzinha. -Adrien diz, com a garotinha no colo, enquanto acaricia a barriga de poucos meses de Marinette.

 - Eu não quero uma irmãzinha. - Ela disse, cruzando os braços, fazendo biquinho.

Marinette ergueu as sobrancelhas e lançou um olhar preocupado para Adrien.

-Como assim, não quer? Ela vai ser sua amiguinha, vocês vão poder brincar juntas...-A criança o interrompeu.

- Eu não quero uma irmã! -Gritou e começou a chorar.

É, dizem que ela não foi muito receptiva com a minha chegada, mas nem por isso eu deixo de amá-la. Ela mora com a mãe Kagami e as vezes passamos o fim de semana ou feriado juntas.

Mas todos estudamos no mesmo colégio. E acho que vocês já já vão conhecê-lo.

O sinal toca anunciando o intervalo e eu e Tom saímos da sala.

 -E lá vamos nós. 

 Ele diz e nós paramos perto dos armários, vendo os adolescentes saindo de suas salas. Os som dos saltos baixos se mesclava com a multidão de pessoas falando e, no meio daquela multidão, andando com extrema classe e postura, a garota fazia com que todos abrissem caminho para que a mesma pudesse passar. Esbanjando uma beleza intelectual e presença forte, a garota atraía olhares de todos os cantos. Olhares particularmente receosos. Um garoto correu na direção contrária a dela e ela imediatamente o derrubou, atraindo ainda mais os olhares de todos no corredor.

 -É proibido correr nos corredores. - Ela disse de modo firme e lhe entregou uma multa.

La estava ela. Minha maninha mais velha.

-Ela é imperdoável. -Tom comentou e eu esbocei um sorriso.

-Ela é super dedicada ao que faz.

Disse e do outro lado surgiu um amontoado de gente que parou na frente do grupo de Emi, impossibilitando sua passagem.

 -Bom dia, minha luz do luar. Você está radiante como sempre. -O garoto alto diz para Emi com um sorriso encantador nos lábios.

 -Primeiramente, a lua não tem luz, o sol quem reflete sua luz nela e em segundo, não deveria empacar no corredor com seu grupo enorme, está impossibilitando a passagem das outras pessoas. - Ela disse.

 -Vai me dar uma multa por isso?- Ele debochou. A garota de cabelos escuros ergueu uma sobrancelha e o mesmo endireitou a postura rapidamente. -Estou apenas brincando! Você me conhece.

 Ele brincou, liberando espaço para que pudessem passar e o seu grupo fez o mesmo. O garoto riu e dispersou seu grupo, vindo na nossa direção.

 -Meu raiozinho de sol! - Ele disse, me dando um abraço de urso e beijando o topo da minha cabeça. - Oi Tom. Como é que ta? Como estão indo nas aulas?

 -Oi Lucien... Bem, eu acho. -Tom disse, hesitante.

 -Estamos bem! -Eu disse de imediato.

 -Eu sei que isso é mentira. A madrinha disse que você esta indo consideravelmente mal nos últimos dias. -Lucien apontou.

 -Você sabe que arte não é o meu forte. -Fiz bico, não querendo mais falar sobre aquele assunto.

 -Arte é literalmente qualquer forma de arte. Fala sério, você é talentosa também! -Ele disse, tentando me animar.

 -Então me diz aí uma coisa que eu sou boa. -Disse e olhei para meu irmão mais velho que desviou o olhar, pensativo. -Vai Tom, me fala você.

 -Você... É boa em costura. -Ele disse, também se esforçando para pensar em alguma coisa.

 -A ultima vez que costurei, não consegui mover minha mão porque sem querer eu perfurei uma veia com a agulha. -Contei.

 -Você é boa em cantar. -Lucien disse.

 -Você diz isso pra me animar, mas eu sei que toda vez que a gente vai cantar você acha que sou pior que uma taquara rachada. -Disse e ri com sua cara de indignação.

 -Ei, eu nunca disse isso! -Lucien disse e viu um de seus colegas o chamar. -Foi mal, tenho que ir agora. Mas você tem talento, só precisa descobrir qual é.

 Ele disse e se despediu, dando um beijo em minha testa e um soquinho no ombro de Tom.

 -Sabe, ele tem razão. Você é boa em alguma coisa, só precisa descobrir o que é.

Pausa na programação enquanto eu e Tom andamos até a cantina. Me deixem explicar algumas coisas: Esse é Tom Lahiffe, filho de Alya Cesarie e Nino Lahiffe, meu companheiro de guerra, dupla do caos, dueto do karaokê mais desafinado da cidade, aka, mais conhecido como meu melhor amigo. Somos amigos desde o pré já que nossos pais são melhores amigos e somos inseparáveis. Quando crianças, fazíamos muita bagunça juntos, o que era o terror para os nossos pais, mas a maior diversão para nós dois.

 -Se lembra de quando você e eu tiramos a maior nota na aula de ciências fazendo recicláveis e experimentos? Talvez seu talento seja esse. -Ele diz, pegando uma bandeja e entrando na fila.

 -Pois é, foi incrível! Só que você se esqueceu de um detalhe, ficamos um bom tempo com as mãos grudando depois dos experimentos recicláveis e os de laboratório, eu só me lembro de tudo explodindo no meu rosto. -Ri.

 Era óbvio que eu tive diversas experiencias ruins tentando descobrir meu talento, mas eu não enxergo isso como uma coisa ruim, mas sim como experiências divertidas que tive. Teve uma vez com a aula de piano... A uns quatro anos atrás eu via meu pai tocando piano e pedi para ele me ensinar. Até aí tudo bem, mas acontece que eu queria botar um toque especial de Emma nas aulas e eu acabei arruinando tudo. Mas foi uma experiencia divertida, ao menos agora eu sei onde estão Fa, mi, sol, dó.


 -Tem razão. O que vai fazer? A professora Fréiia vai pegar bastante no seu pé. -Tom disse.

 -Eu tenho certeza disso.

Fréiia Stella, a mulher que consegue ser estilosa mesmo se vestindo como uma hippie é uma amiga antiga da família. Ela é madrinha de Lucien e por coincidência, nossa professora de artes.

-Muito bem classe, hoje iremos treinar a arte da escultura. Escultura é uma arte que representa... -Ela dizia, andando entre as mesas.

Arte era meu pesadelo, pois nossa professora tinha muita expectativa em mim. A minha família é cheia de talentos por todos os lados e ela havia ficado supresa com a minha... Falta de habilidade em fazer qualquer coisa.

 -Sabe que não vai conseguir fazer em uma vez só. Tudo o que fazemos necessita de aprendizado e é por isso que eu estou aqui. -É o que ela dizia para mim.

 -Mas talento não é algo que você já nasce sendo ótimo com aquilo? -Perguntei.

 -É claro que não. Acha mesmo que sua mãe já nasceu costurando? Ou que seu pai já nasceu bonito? Ta, ele pode até ter nascido bonito, mas deixa eu te contar uma coisa, ele nasceu careca e banguela. -Sussurrou a ultima parte, me fazendo rir. -Tudo exige esforço. Eu tenho certeza que você vai conseguir despertar seu talento, Emma.

 Ela disse sorrindo e eu olhei para o grande bloco de argila em minha frente, dando um sorriso otimista.

Spoiler: Não, meu talento com certeza não é escultura por argila.

-Já experimentou algo que sua família faz? Talvez você seja boa em algo que ta no sangue. -Tom perguntou, se sentando em uma mesa vazia na cantina.

-Costurar ta fora de questão, piano menos ainda. Cozinhar eu acho que devia tentar mais vezes. -Disse ao me sentar em sua frente. -Posar... Eu acho que posso fazer isso, acho que puxei um pouco a beleza dos meus pais. -Eu disse, botando a mão no queixo, fingindo posar, enquanto fazia algumas caretas, rindo logo depois.

-Podia tentar isso. -Tom disse, disfarçando sua animação. 

-Não, não. Eu tenho uma boa auto-estima, mas não sou tão bonita quanto minha irmã ou quanto... Elas. -Apontei com a cabeça em direção as garotas, líderes de torcida que estavam amontoadas em uma mesa onde meu irmão estava.

-Eu acho você tão bonita quanto elas. -Tom murmurou sem me olhar nos olhos, enquanto comia a comida oferecida pela escola. Corei com o comentário e ri.

-Já começaram a flertar? Ainda é tão cedo. -Maira disse, ao se juntar a nós na mesa.

-Deixa eles Maira. -Ariel disse, ao se sentar ao meu lado. -Eles não tem tempo para pensar em amor, agora que o bimestre ta acabando e alguém vai ser reprovada.

-Como você esta hoje? -Perguntei, ignorando sua pergunta.

-Podem me tratar no masculino por todo o os resto do mês. Meus sentimentos estão a mil, mas eu não posso perder o foco, temos Handbol na sexta. -Ele disse, cutucando a salada em sua bandeja. -Mas não muda de assunto.

-Ele tem razão, sabe que vai sair com nota vermelha esse bimestre, não sabe? Esse é o preço a se pagar quando se quer ser amiga de todo mundo, você acaba não dando atenção aos estudos. -Maira me disse, cruzando os braços e negando com a cabeça, fingindo desapontamento. -Mas você sabe que pode recuperar tudo entrando para um clube.

Ela disse tentando me aconselhar, mas com uma segunda intenção em sua voz.

-É verdade. Atividades de clube dão pontos extras no bimestre. Você pode recuperar. -Ariel disse.

-Além de influenciar em algum talento. -Tom disse.

-Se quiser pode entrar pro clube do livro, sabe? Se afundar em histórias, ficções, aventuras, poesias ou romances, levar sua mente para outro mundo, descobrir conhecimento oculto da nossa realidade e fazer uma critica ao final da leitura. Vai, eu sei que você gostou da proposta. Junte-se a mim, pequeno gafanhoto. -Maira dizia, enquanto balançava um livro em minha frente, trazendo risadas para a mesa.

-Não sabia que estavamos na época de recrutação de clube. -Eu disse e ela voltou para a própria comida.

-Falta uma semana na verdade, mas eu estou me antecipando. É bom focar nos veteranos sem clube como você, pois fica mais fácil de convencê-los a entrar, eles já nos conhecem e sabem o que temos a oferecer. Já os novatos são muito disputados. -Bufou, mordendo a batata murcha.

-Maira sempre a frente de todos. -Tom disse e ela deu uma reverencia exagerada, trazendo risadas para a mesa novamente.

-Ora, ora, ora, se não são os perdedores. 

-Totalmente perdedores. -Escutei e ergui o olhar apenas para ver a cópia de loiros na minha frente.

-Continuando a dar desgosto para seus pais? -A garota com roupa de torcida perguntou em tom de deboche.

-Aposto que eles ficam completamente decepcionados pelos filhos serem um bando de zé ninguém. -O rapaz com o uniforme do time disse.

-Menos você, não é Dupain? Eles não precisam dar atenção pra você porque já tem dois filhos que fazem a sua presença parecer nada. -Ela disse.

-Olha Chandler, Chelsea, talvez vocês tem razão. A presença dos meus irmãos me faz parecer uma nada. Mas eu sou a nada mais divertida da família e isso ninguém pode negar. Agora, os meus amigos não são inúteis. -Disse os encarando firmemente.

-Emma, deixa pra lá. -Ariel murmurou.

-Não, eles não podem tratar vocês assim. Poxa, Chelsea, você é bonita e é uma das Cheerleaders mas, eu duvido que você seja tão esperta quanto a Maira, tão mente aberta quanto o Ariel, ou tão amigo quanto o Tom. -Disse.

-Com certeza ela não é. -Ariel sussurrou e eles riram baixinho.

-E você Chandler. Pode participar do time de futebol, mas nunca vai ser tão bom quanto o meu irmão. A verdade é que vocês são populares pela beleza, ou talvez pela pressão que botam nos outros, mas a verdade é que vocês não tem nada aqui. -Apontei para minha própria cabeça.

-Acha que pode nos insultar desse jeito e sair ilesa Dupain? Espere para ver. -Chelsea disse e se virou jogando o cabelo. -Vamos Chand.

Ela disse e ambos saíram, fazendo a mesa rir novamente.

-Gosto da Emma pelo fato dela ser uma das únicas a conseguir encarar os herdeiros gêmeos Bourgeois. -Maira diz.

-É, mas agora corre grande risco deles se voltarem contra nós. -Tom disse receoso.

-Eu não tenho medo deles. Alguns podem ter mais do que outros, mas ninguém é melhor que ninguém. -Eu disse, dando uma garfada na comida.

-Eu louvo essa sua opinião, mas fico assustado em como seu psicológico não é fudido com tudo isso. -Ariel disse.

-Como assim?

-Tipo, você sempre diz que não é boa em nada e seus irmãos são bons em tudo. Como seu psicológico fica bem com isso?-Maira perguntou.

-Galera, chega. Deixa ela ser assim, não tem nada de errado em não ver o lado ruim das coisas. -Tom interviu.

-É. Não é o fim do mundo eu não ter nenhum talento. -Eu disse.

Ta, talvez eu tenha mentido. Eu realmente me importava se eu tinha um talento ou não e eu não desistiria de saber qual é. A busca pelo talento começa!

 Após a aula, lá estava eu ao lado de Tom, esperando no lado de fora da companhia onde Emi fazia Jiu-jitsu, nos escondendo atrás de um arbusto.

 -A pergunta é: o que estamos fazendo aqui? -Tom disse indignado.

 -Estou seguindo a sua ideia. Emi tem diversos talentos, talvez eu seja boa em alguma coisa que ela é também. -Eu disse, olhando por de cima do arbusto. -Olha ela lá! Se abaixa!

 Disse, puxando-o para baixo ao ver Emi saindo do edifício.

 -Por que estamos nos escondendo? -Tom sussurrou.

 -É pra ela não nos ver. -Sussurrei da mesma forma.

 -Por que eu não posso os ver? -Ouvi.

 -Gah! -Gritei, caindo para trás ao ver Emi ali, nos olhando por cima dos arbusto. - M-maninha!

 -O que tão fazendo aqui? -Ela disse com um olhar desconfiado.

 -A-ah... A gente? N-nós estavamos dando uma caminhada e acabamos vindo parar aqui e...

 -Você é igualzinha a sua mãe. -Ela disse e eu parei de falar, sorrindo sem graça. -Vieram se inscrever na aula de Jiu-jitsu?

 -Na verdade nã-- Tom dizia.

 -Sim! -Disse de imediato e a vi suspirar.

 -Tanto faz. -Ela disse dando as costas, mas hesitando alguns segundos. Logo ela voltou a se virar e mexeu na própria bolsa, me estendendo um cartão. -Falem com esse professor e diga que me conhece. Ele pode te dar um desconto para as primeiras aula.

 -Obrigada mana! -Disse animada e ela se afastou antes que eu pudesse pular nela e a abraçar.

 -Não foi nada, o papai iria gostar que eu fizesse isso. -Suspirou. - Ah, Emma. Se quiser aprender Jiu-jitsu, precisa ser insistente e começar do início. -Ela disse e eu a lancei um olhar confuso. -Sei que você vai acabar pedindo para aprender lições do meu nível, do jeito que você é precipitada, mas não pode fazer isso. É difícil de mais para qualquer principiante.

 Ela disse e eu desviei o olhar, sem graça ao ter sido pega no flagra. Como ela sabia que eu queria aprender logo no nível dela?

 -Ok! Muito obrigada maninha! -Disse esboçando meu melhor sorriso.

-Precisa ser insistente! -Ela disse novamente.

-Ok! -Eu disse, fazendo sinal de continência.

-Não pode desistir no primeiro dia!

-Entendi, entendi! -Disse com um sorriso e a mesma suspirou novamente, dando ad costas e partindo sem se despedir. -Ah, tchau maninha! Ela não é incrível?

 -Ela é completamente ameaçadora. -Tom murmurou, encolhido ainda no chão.

 -Deixa de ser bobo. Vamos, tenho certeza que irei sair daqui hoje com o incrível talento da luta! -Disse, dando alguns socos no ar.

 -Tem certeza de que isso é uma boa idéia...? 

 -Ah, vamos lá. Quebrar algumas tábuas não pode ser tão difícil. -Disse e entramos no edifício.

Quer um spoiler? Essa com certeza também não é a minha praia!


Notas Finais


Proximo capítulo, apresentação dos amigos da Emma!
O que estão achando??
Em breve mais capitulos!!
See ya♡~


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