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História O Tatuador - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Agradecimentos:

Gostaria de agradecer aos meus amigos que acreditaram em mim e me ajudaram a superar um momento de bloqueio criativo, agradeço também à todos os outros que me ajudaram, dando dicas de como eu poderia destravar-me do mau bocado que passei. Agradeço aos meus queridos leitores por seguirem até o final essa fanfiction que amei escrever, a criei com muito carinho. Obrigadx à todos por acreditarem em mim! Serei eternamente gratx!

Uma boa leitura e até mais!

Capítulo 3 - O Sabre de luz


Fanfic / Fanfiction O Tatuador - Capítulo 3 - O Sabre de luz

–Vai, escolhe. Sopa de legumes ou salada? -Sebastian estava de pé diante do fogão na ilha de sua cozinha. 

–Bolo. -eu estava de joelhos no sofá, debruçada no encosto, enquanto apoiava o rosto em uma das mãos para olhá-lo. 

–É sério, amor. Você precisa comer algo leve por conta da cicatrização. -ele apoia as duas mãos  na ilha e me encara sério. –Sopa de legumes ou salada de tomates?

–Chocolate. -era divertido irritá-lo, ele ficava adorável com a expressão de perplexidade no rosto.  

–Imogen! -apoiou uma de suas mãos na cintura.

–Sebastian! -o imitei e ele deu a volto no balcão parando de frente para o sofá. Me encarou fixamente, enquanto estava sério. Se abaixou o tronco, para seu rosto ficar bem próximo ao meu. Sorri pelo canto dos lábios, enquanto mordi o lábio inferior.

–Está querendo me enlouquecer, Srta. Wallace? -ele sorri apoiando as duas mãos no encosto do sofá, enquanto me mantém entre seus braços, me fazendo encostar para trás também.

Nada respondi, queria provocá-lo.

–Você está se mostrando uma garotinha malvada, será que terei de ser malvado também? -ele se ajoelha em minha frente, tirando-me a expressão sapeca e colocando-me uma expressão de preocupação. 

–O que vai fazer, Michaelis? -me desesperei ao vê-lo afastar minhas pernas e levantar minha saia.

–Ser malvado. -ele sorri, enquanto suas mãos caminham pelas laterais de minhas coxas até a barrinha fina da minha calcinha e a puxa pra baixo.

Eu estava ficando arrepiada, Sebastian tirou-me a calcinha com tanta facilidade que mal pude lutar contra. Quando dei por mim, já estava sem ela.

O de olhos escarlates enfiou a cabeça entre minhas coxas e embaixo de minha saia solta, não pude mais ver seu rosto, mas sentia seus lábios depositando um leve beijo em minha virilha. Corei.

Sebastian, como se houvesse previsto meu rosto vermelho, sorri e lambe minha entrada de forma leve e excitante. Solto um gemido manhoso, o qual não consegui segurar. Ele era realmente muito bom com sua língua.

Sem perder mais tempo, o maior puxou a saia de meu corpo a rasgando. Fiquei um pouco assustada e arregalei meus olhos, o mais velho sorri e me faz deitar sobre o sofá.

Subindo no móvel junto de mim, Sebastian pois-se a me chupar na vagina, enquanto estimulava meu pequeno clitóris com o polegar. Eu me senti obrigada a segurar em seus fios negros e lisos, enquanto soltava mais um murmuro pelos meus lábios. 

Não era necessário ser um gênio para saber que eu estava com o rosto coberto de prazer, meus olhos lacrimejavam um pouco, enquanto fechava um. Minha boca estava entreaberta, de onde saía meus sons mais manhosos e sujos. 

Sebastian intensificou a pressão das sugadas, deixando meu rosto com bochechas coradas e suando um pouco. Não sabia como controlar meu quadril, que rebolava contra o rosto dele em busca de mais contato. E quando eu achei que era impossível ficar melhor, Sebastian penetrou a ponta de sua língua em minha entrada.

Mesmo que não fosse fundo, mesmo ali no raso, a língua de Sebastian me deixava enlouquecida e já não continha mais meus gemidos. Pouco me importava se alguém ouviria-nos. 

Sebastian continuou a acelerar o movimento da língua e do polegar, me fazendo sentir que algo se aproximava, ou como se meu corpo fosse explodir de uma maneira boa. E eu sabia o que aquilo significava, estava entregue e preparada para esse momento.

Segurando em minha cintura e me puxando para si, o rapaz chupava meus lábios maiores e os mordiscava levemente. Eu sentia minha vagina pulsar chamando por ele.

Sem que eu pudesse fazer algo, meu corpo todo estremeceu, explodiu e se contorceu. Senti os espasmos tremerem minhas pernas e eu tentava me controlar para não fazer um movimento brusco e machucar meu amado, que se encontrava entre minhas pernas me observando atentamente.

Ele estava excitado, seus olhos apresentavam-se ainda mais vermelhos e algo me fazia enxergá-lo ainda mais sensual do que das outras vezes. 

Mais cedo estávamos tomados por um sentimento puro de amor, com a vontade de demonstrá-lo da forma sexual.

Agora, o prazer estava se demonstrando maior, junto de nossos lados selvagens a desabrochar e ainda sim de forma amorosa. 

Sebastian sabia que precisaria se controlar, era minha primeira vez. Esse dia foi cheio de 'primeiras vezes' para mim: foi a primeira vez que beijei alguém sentindo realmente amor, foi a primeira vez que fiz uma tatuagem e provavelmente, será minha primeira vez fazendo sexo se nada nos interromper.

Senti a necessidade de puxar Sebastian para cima e o beijei, enquanto enroscava meus dedos em seu cabelo macio e maravilhoso. O mesmo acariciava meu rosto com uma mão, enquanto apoiava a outra no sofá para controlar seu peso sobre mim de modo que não me machucasse. Ele era cuidadoso demais.

Quando invadi sua boca com minha língua, já encontrava minhas mãos no encontro dos botões da camisa social do meu amado. A tirei de seu corpo e o pude sentir arrepiar-se. 

Deslizei meus dedos por seu peitoral em um carinho gentil, enquanto levava minhas mãos para suas costas o abraçando contra mim e o arranhando levemente. Sebastian arfou. 

Aquilo me excitou e o empurrei um pouco, dando espaço para tirar minha blusa e ficar apenas de sutiã. Eu já me encontrava praticamente nua, aquela peça não escondia mais nada. Já estava jogada no chão. Sebastian fez aquilo numa velocidade desumana, o qual me deixou surpresa e pensativa.

Não ficando para trás, caminhei minhas mãos para a barra da calça masculina que ainda o vestia. Abri o botão escuro, enquanto descia o zíper, deixando sua box vermelha à mostra. Era a visão mais tentadora que já presenciei e que não era alguma guloseima que eu via no Pinterest. 

Subi meus olhos de seu membro marcado e sufocado, para os olhos de Sebastian que me olhava como um predador olhava sua caça. E eu sabia, que gostava de ser sua caça deixando-o devorar-me de corpo e alma se pudesse.

Levei minha mão esquerda para a barra de sua cueca e a puxei, seu membro pulou aliviado para fora de imediato. O de olhos avermelhados gemeu rouco em meu ouvido, me arrepiei e o senti pegar em minha mão. A guiou até seu pênis e eu corei mais uma das milhares de vezes atrás, não importa o quanto de intimidade ele tenha comigo, sempre corarei com coisas do tipo. 

–Gosta de senti-lo? -ele sussurrou para mim, enquanto movia minha mão acariciando seu membro devagar. 

–S-Sim… -sussurro de volta, estava mais para sem jeito.

–Se você quiser, posso fazê-la sentir em outro local. -ele sorri malicioso, logo mordendo meu lábio inferior.

–Eu não aguento mais, Sebastian. Faça agora antes que eu arregue. -pedi o olhando nos olhos e ele passou a língua pelos lábios finos e atraentes.

Sem que eu pudesse entender bolhufas, ele se levantou sumindo no corredor. Eu me sentei no sofá, achando que havia dito algo que não deveria. Mas logo ele voltou trazendo consigo um pacotinho escuro e subiu no sofá novamente, de modo que me fizesse deitar.

–Você vai ter uma experiência incrível, gatinha. -percebi que ele se segurava para não rir, enquanto vestia o preservativo. 

Subiu por cima de mim se enfiando entre minhas pernas, ele passou o membro sobre minha entrada e quando foi penetrar, todas as luzes se apagaram e lá fora já era de noite. Soltei um gritinho de medo, mas Sebastian sorriu. 

–Shhh… Faz parte da experiência. -ele disse brincalhão e logo entendi que o mesmo havia apagado todas as luzes pelo celular, apenas para me mostrar o que tramava.

Era algo interessante e novo para mim, desci meus olhos para baixo e vi que o preservativo era florescente na cor vermelha. Acabei rindo um pouco.

–Que foi? Nunca viu um sabre de luz? -Sebastian disse diante do meu rosto, só conseguia ver seus olhos vermelhos e brilhantes.

–Desse tipo não. -solto uma risada e ele me acompanha. 

–Ótimo! Agora relaxa, pode doer um pouquinho. -ele sussurra e me beija logo após.

Conforme nos beijávamos e acariciávamos-nos, senti que estava segura e relaxada o suficiente. Sebastian ajeitou seu sabre outra vez e o senti pressioná-lo para que entrasse dentro de mim. 

O que senti, não foi dor. Apenas um desconforto conforme entrava ainda mais dentro de mim. 

Era grande, quente e duro. Sentia lugares que não sabia da existência, lugares molhados e pulsantes.

Era algo gostoso, dava vontade de pedir por mais. Era algo maravilhoso. Então é isso o tal sexo que todos gostam e fala? 

Percebi o olhar de Sebastian, ele parecia esperar alguma reação de mim para saber se tudo estava bem. Sorri para ele e pedi por mais dando uma leve reboladinha, ele percebeu e movimentou-se lentamente.

Conforme eu gemia e o recebia com vontade e tesão, meu companheiro acelerava suas estocadas até que se tornassem rápidas o suficiente para fazer barulho no local. 

Sebastian me beijava cheio de prazer, não parava de estocar-me e falava-me besteiras ao pé do ouvido.

Eu, totalmente entregue e passiva, gemia enquanto arranhava suas costas e abraçava seu corpo com minhas pernas. Chupava o pescoço de meu amado e já previa que roxões estava por ali, mas não os via pela escuridão. 

Estava sendo maravilhoso. Apenas eu, Sebastian e nossos corpos conectados. Sem preocupações, sem julgamentos, sem o estresse do dia-a-dia. Era apenas nós dois, nos amando.

Sebastian se sentou no sofá, me puxou para seu colo e agarrou um de meus seios. Enquanto o chupava, segurava em minha cintura e me ajudava a rebolar em seu pênis. Eu gemia alto, ainda mais quando ele erguia o quadril inesperadamente, fazendo que seu membro entrasse fundo quando eu me abaixava o corpo. 

Encostávamos nossas testas, sussurrando um para o outro o quanto nos amávamos. Sebastian alcançou seu celular e acendeu as luzes deixando-as em cinquenta por cento de sua capacidade. Nem muito claro, nem muito escuro e a coloração amarelada, deixava o ambiente aconchegante.

Eu sentia que logo gozaria, parecia que o maior também estava próximo. Segurei firme em seus ombros e acelerei o movimento de meu quadril.

–Assim você me faz querer fazer isso todos os dias. -ele disse contra meus seios, sua testa estava apoiada entre eles, enquanto me abraçava firme pela cintura.

–Isso é tão bom. É tão bom estar assim contigo, Sebby. Não quero mais te soltar. -gemia baixo, apenas para que ele soubesse como era bom estar ali. 

–Não me solte mais então, posso viver perfeitamente abraçado a ti. 

Eu sorrio, enquanto o puxava pela nuca para mais um beijo, nossas línguas dançavam, enquanto eu acariciava seu rosto. Ele era tão lindo, uma beleza daquela era descomunal. Nem em sonho um humano teria tanta beleza assim, naturalmente. 

–Quando me pretendia contar? -sorrio enquanto movimentava-me para cima e para baixo.

–Contar o que? -ele me olha com aquelas orbes lindas.

–Que é um demônio. -beijei seu pescoço e ele fechou os olhos deitando a cabeça para trás, no encosto do sofá.

–Bem… Tinha receio de que me deixasse.

–Jamais. Mas demônios possuem sentimentos então? -perguntei curiosa, sem deixar de chupar seu pescoço.

–Nem todos, mas eu sou um sortudo por sentir algo tão puro e verdadeiro por você. -ele me diz e é inevitável não sorrir.

–Então eu ganhei na loteria por ter alguém tão especial e perfeito como você. 

E sem que avisassemos, chegamos ao nosso clímax juntos. Abracei Sebastian com força e ele fez o mesmo, enquanto gemiamos juntos. 

Eu me contorcia em seu colo, ele me segurava e eu sentia algo dentro de mim aumentar. Sai de seu colo e vi o preservativo cheio, arregalei os olhos. Era desumano a quantidade, por pouco não estouraria aquele latéx.

–Desculpa, não pude evitar. Você me deixa muito excitado. -ele dizia arfando, enquanto ainda estava ereto. Retirou com cuidado o preservativo e deu um nó na ponta.

–Como é possível ainda estar com excitação? -eu disse incrédula, enquanto me ajoelhava entre suas pernas e acariciava o pênis em pé. 

Ele sorri e eu faço questão de passar a língua sobre a bela glande rosada, vi que o maior arfou. Agora que comecei, iria até o fim. 

Segurei na base do membro e comecei a chupar a ponta devagar, tinha medo de não caber tudo na boca, mas ao menos iria tentar.

Lentamente fui chupando mais alguns centímetros e senti a boca cheia, não caberia mais dele ali.

–Não se esforce, não quero que engasgue. Se não couber, entenderei. -ele fazia carinho em meu cabelo e se abaixou beijando minha testa, eu o olhava com admiração. 

Sebastian marcava presença em qualquer lugar que fosse, era de sua natureza ser marcante e isso muitas vezes deixavam as pessoas nervosas. Principalmente nós mulheres. Mas agora, estando ali, eu não me sentia envergonhada, ou receosa ou até nervosa. 

Ele incrivelmente tinha a capacidade de me deixar normal com aquilo, mesmo sabendo que coraria se lembrasse do ocorrido mais tarde. 

Me senti confortável para começar a movimentar a cabeça no membro dele, chupando com cuidado para não irritar a área tão sensível. A parte que não me cabia, acariciava e estimulava com as mãos.

Não desviei meu olhar em nenhum segundo dos olhos e do rosto de Sebastian, era tão recompensador saber que eu causava as expressões e gemidos mais bonitos que ele fazia. Eu me sentia poderosa e maravilhosa, apenas por causa disso.

Sebastian ergueu as mãos por minha nuca e desde ali, foi juntando meu cabelo até o topo de minha cabeça, tirando os fios de cabelo que até então me atrapalhavam.

Conforme eu ia chupando e movimentando a língua em volta de seu pênis, senti que as veias estavam engrossando. Fiquei eufórica, gostaria de experimentar o seu sabor. Gostaria de saber se esperma era bom, como havia ouvido em algumas mesas no Dalles'Coffee.

Garotas e mulheres de todas as idades iam bater papo com as amigas lá, vira e mexe, dava-se para ouvir o que diziam enquanto servia outros clientes. Ficava surpresa que garotas bem mais jovens que eu, já haviam feito mais de dois tipos de sexo. Entre eles, anal e oral.

Agora, tendo Sebastian ali, para me ajudar a realizar todos os meus fetiches e vontades, ficava curiosa para saber o gosto de seu esperma.

Mas não precisei esperar muito para ser atingida em cheio na boca, quase me engasgando e não conseguindo conter tudo na boca. Mais uma vez, ele havia gozado um tanto incomum e nem tudo coube em minha boca.

Tive um pouco de dificuldade para engolir, mas assim que fiz, senti um gosto um pouco amargo e quase neutro. Mas eu havia gostado, diria que era delicioso. Sebastian estava de olhos fechados, enquanto eu aproveitava para limpar seu pênis com a língua. 

Me levantei ficando de pé em sua frente, avistei seu celular na mesinha que ficava ao lado do sofá e o alcancei. 

–O que vai fazer? -me olhou com um dos olhos fechados, seu rosto estava avermelhado, além de molhado com alguns fios de cabelo grudado no suor.

Pelo tempo que estive aqui, percebi que tudo no apartamento de Sebastian poderia ser controlado pelo celular. Então tive uma ideia que há tempos gostaria de realizar. 

No aplicativo de comando, procurei pelo som ambiente do apartamento, o ativando. Minimizando aquele aplicativo, procurei por um outro de música, nele, pesquisei e executei a música Crystalized  (The XX).

–Que música é essa? -ele perguntou sério e com uma das sobrancelhas arqueada. 

–Shh… Quieto amor, observe. -toquei seus lábios com o indicador e fiquei de costas bem à frente do sofá.

A música começara e eu rebolava conforme as batidas, sensualizando nos vocals. Virava para Sebastian e o olhava maliciosa, enquanto sorria e virava de costas novamente para rebolar.

Ele havia fixado seu olhar em mim, me desejava ainda mais. Mordia o lábio inferior e sorria malicioso,  enquanto se levantava. 

Senti seus braços à minha volta, soltei uma risada, enquanto ele apertava meus seios e roçava seu membro em meu traseiro. 

Praticamente dançávamos ao som daquela música um tanto quanto provocativa. Enquanto apertava meus seios com uma mão,  Sebastian descia a outra para minha intimidade.

Estimulava aquela minha região, enquanto eu rebolava em seu membro outra vez. Senti ele tirar a mão de meus seios e levar à própria boca, molhando-a com saliva.

–O que vai fazer? -o questionei, enquanto o olhava por cima do ombro direito.

–Quero ir por outro caminho, permite-me? -sussurrou em meu ouvido.

–S-Sim… -não sei o que deu em mim, mas excitei-me com a ideia.

Pude ver Sebastian cuspir um pouco de saliva no próprio pênis e espalhar o líquido com a mão, logo segurando minhas nádegas e afastando uma da outra.

Parei de rebolar na hora.

Senti ficar um pouco nervosa, mas queria experimentar aquilo, tinha vontade fazia um tempo.

Sebastian encostou a glande à minha entrada e pressionou, senti um pouco de dor, colocando a mão em sua barriga e empurrando de leve para que ele parasse. O mesmo apoiou o queixo em meu ombro.

–Está tudo bem? -sussurrou e eu me arrepio.

–Sim, doeu um pouco, mas continua por favor. -mordi meu lábio.

–Certo. 

Ele me abraçou pela cintura e elevou-me, direcionando-se para o quarto. Ao chegarmos lá, o mesmo colocou-me sobre a cama na famosa posição 'de quatro'. Caminhou para a gaveta de uma cômoda ali e pegou um potinho branco de dentro, logo sabia o que era.

–Não vou judiar de você só molhando meu membro, merece ser tratada como uma rainha. -ele disse abrindo o potinho e despejando um pouco do produto transparente em mim. Era gelado e me arrepiei.

Com a mão, Sebastian espalhou o líquido gelatinoso na superfície de meu ânus e penetrou um dedo, espalhando um pouco pela parte de dentro também. Corei intensamente. 

Depois de me massagear o que julgou ser o suficiente e perceber que estava excitada, ele também despejou o produto em seu membro e massageou. Subiu na cama de joelhos e posicionou-se atrás de mim outra vez, inclinou-se por minhas costas e alcançou meu ouvido com a boca.

–Se doer, me avisa que eu paro. Está bem, amor? -ele disse de forma carinhosa e eu balancei a cabeça positivamente.

Recebendo minha resposta em gesto, ele segurou meu quadril e ajeitou o membro mais uma vez. Pincelou ele no meu ânus algumas vezes e nas outras vezes que o pressionava com o pênis, escorregava pra baixo ou pra cima. Se infesando um pouco, Sebastian o segurou na mão e cuidadosamente conseguiu penetrar a glande. 

Senti mais dor do que ser penetrada na vagina, então soltei um grito que foi abafado pelo travesseiro que abracei.

–Amor… -ele ia dizer algo, porém o cortei a fala.

–Continua, estou bem. 

Sem me responder, Sebastian me olhava, enquanto pressionava mais de seu membro para dentro de mim.

Foram minutos de sofrimento, mas Sebastian me massageava e me estimulava para que relaxasse. Logo foi possível senti-lo todo dentro de mim e os movimentos de vai e vem se iniciarem.

A dor foi levada pelo prazer que me tomou, logo me via gemendo e pedindo por mais, enquanto rebolava para ajudar nas centenas de estocadas. 

Meu corpo estava se auto conhecendo mais uma vez, era algo tão novo e bom, que marcava na minha mente e eu sabia que lembraria daquilo para sempre.

Experimentei posições novas e diferentes, mal estava cansada e Sebastian parecia revigorado cada vez que gozava. 

Era perfeito tê-lo dentro de mim, me sentia estranha quando ele se afastava. Mas a onda de euforia me tomava quando ele voltava com força e agilidade.

Gemia seu nome cada vez mais alto, o que o excitava ainda mais. Ele literalmente estava quase para me virar do avesso e quase o sentia no meu estômago, no modo figurativo. Mas ele realmente estava bem fundo, tão fundo, que o sentia na minha barriga. Seria reflexo? 

Adormeci quando já era de manhã, meu celular tocara o despertador, mas hoje era minha folga. Só queria saber de dormir com o homem da minha vida. 

Acordei quando era tarde, Sebastian havia me avisado que Miriam me ligou e ele se deu ao luxo de atender.

Disse que eles conversaram sobre a ideia de eu vir morar com ele, de início, Miriam ficou receosa. Mas logo foi aceitando a possibilidade de pensar sobre.

Me arrumei quando eram duas da tarde, havia ligado para minha mãe e perguntei se poderia buscar minhas coisas. Ela suspirou na chamada e aceitou.

Sebastian iria comigo buscar o pouco das coisas que havia deixado na minha antiga casa para levar ao apê de Miriam, que já estava arrumando lugar para minhas coisas.

No final do dia, tudo já estava em seu devido lugar. Meus pais haviam aceitado a vida independente que eu queria levar e até aceitaram Sebastian como meu namorado.

Estávamos Sebastian, eu e Miriam na sala do apartamento dela. Conversávamos sobre diversas coisas, enquanto nos esbaldamos de guloseimas e refrigerantes. 

Metade das minhas roupas, levamos para casa de Sebastian e outras coisas que não couberam no quartinho de bagunça do apartamento de Miriam.

Eu ia dormir na casa de Sebastian mais uma vez, e quando íamos atravessar a porta, a grisalha me puxou pelo pulso e me abraçou com força. Pude ver que algumas lágrimas se acumulavam em seus olhos e a perguntei o que estava acontecendo.

Ela sorriu para mim, dizendo que estava feliz e emocionada pela minha vida estar se endireitando. Completou dizendo que aceitaria minha decisão de morar com Sebastian e que no dia seguinte, levaríamos o resto de minhas coisas para a casa dele.

Era oficial, Sebastian e eu estávamos praticamente casados. Porém a cerimônia demoraria para acontecer.

Apesar dos planos de casamento para os próximos anos, não queríamos filhos. Ao menos não tão cedo. Estava bom assim, apenas eu e ele.

Sou eternamente grata pela vida que tenho agora:

Angelina me promoveu como  sua secretária particular dias depois da minha mudança, estava estudando o que gostava e ainda vivia com a pessoa que mais amava em todo esse mundo.

Me sentia uma mulher madura, apesar da pouca idade e de ainda estar apenas começando. Mas com as pessoas certas em meu lado, eu iria aprender tudo o que era necessário para continuar sendo feliz.

Sebastian, Miriam… Mamãe, papai… Angelina… Obrigada, por estarem em minha vida e auxiliar-me no que preciso e em meu processo de aprendizado!

Serei eternamente grata por tudo o que fizeram por mim.

 


Notas Finais


Chegamos ao fim de mais uma aventura juntos, muito obrigadx mais uma vez por estarem comigo! Estou sem jeito, sou péssimx em "despedidas", mas é o que temos pra hoje. ;-;

Espero que tenham gostado e lembrando que logo logo a fanfiction entrará em revisão.


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