História O Tatuador (One-Shot Jackson - GOT7) - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Got7
Personagens Jackson
Tags Got7, Hentai, Imagine Got7, Imagine Jackson, Imagine Jackson Wang, Jackson, Jackson Wang, One-shot
Visualizações 357
Palavras 2.884
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


a capa está horrível pois eu mesma quem fiz, mas por favor ignorem isso kkkk
bom já fazia tempo que queria escrever uma one abençoada com o Jackson, e finalmente consegui!
eu confesso que gostei do resultado, e espero que vocês também gostem!! ~ <3
enfim chega de blá blá blá e vamos para a one ~~

boa leitura amores <3

Capítulo 1 - Único.


Fanfic / Fanfiction O Tatuador (One-Shot Jackson - GOT7) - Capítulo 1 - Único.

— E o que eu ganho em troca, Karen? — Estava discutindo com a minha amiga já cedo. Hoje faz exatamente seis meses que estamos morando juntas aqui em Nova York e ela queria porque queria que fizessemos uma tatuagem juntas, para assim marcar esaa nossa conquista e a amizade.

— Uma bela tatuagem?! — Perguntou como se fosse óbvio. — Vamos, amiga! Nem vai doer. — Rio incrédula.

— Diz isso porque está será sua décima tatuagem, amor! — Karen tinha um de seus braços fechados por cinco tatuagens grandes, e havia mais cinco espalhadas por todo seu corpo, nem queira saber os locais ao certo.

— _________ é só uma agulha, pode ter certeza, não vai doer.

— Você está me enganando para que eu aceite, isso sim! — Fiz birra recebendo em troca os seus olhos revirados para o meu lado.

— Poxa, isso seria um grande símbolo da nossa amizade... — Pensando bem, Karen sempre esteve ao meu lado, nos bons e maus momentos, me ajudando independentemente da situação. Acho que estava na hora de retribuir. Mordi meus lábios pensando bem na decisão que eu iria tomar, acabei por suspirar e fechar a cara para lhe dar uma resposta.

— Está bem! Eu faço essa tatuagem com você. — Contra gosto falei o que ela tanto queria ouvir.

— Ah! Você não vai se arrepender, sério! — Pulou em cima de mim, me abraçando comemorando horrores.

— Eu espero mesmo!

(...)

Era outro dia e estávamos bem em frente a um Studio de Tatuagens, onde faríamos a nossa. O problema era que o lugar onde minha amiga havia escolhido para a tatuagem, era um dos lugares mais doloridos que tem, na costela. Por que ela escolheu esse lugar? Também gostaria de saber.

— Ah eu não quero ir! — Tentei protestar mas Karen era muito forte e me puxava para dentro do estabelecimento.

— Vamos _________, você já aceitou!

— Mas por que tem que ser em um lugar tão dolorido? — Choraminguei.

— Você nem sabe se dói!

— Eu sei sim! Em casa pesquisei.

— Pesquisou? — Karen gargalhou alto chamando atenção da recepcionista. — Para de ser medrosa. — Resmunguei irritada caminhando junto a ela até a moça. — Boa tarde viemos fazer uma tatuagem.

— Boa tarde, oh claro. Primeiro vocês precisam preencher essa pequena ficha, depois me entreguem e já podem entrar na cabine. — Sorriu simpática nos entregando as pequenas folhas.

— Viu só? Vai ser tudo rapidinho. — Falou me puxando para sentar.

A ficha era muito curta, perguntava o nome, idade, forma de pagamento e coisas do tipo, também estava escrito alguns cuidados que devemos ter após fazer a tatuagem.

— Karen, eu não vou poder carne de porco?!

— É só por pouco tempo. Pare de pensar como uma fominha, garota! — Bufei voltando a preencher as coisas. — Terminei.

— Também. — Afirmei re-lendo tudo novamente. — Nem acredito que farei isso, se minha mãe ver irá arrancar com a unha mesmo!

— Por isso que escolhi um lugar escondido... E pra falar a verdade sempre quis tatuar a costela, mas nunca tive uma idéia para tatuagem.

— Argh. Ainda estou com medo da dor.

— Pare de pensar nisso, pense que vai ser bem rápido. — Concordei com a cabeça.

— Tem em mente o que iremos fazer?

— Sim! Duas mãos com os mindinhos entrelaçados. — Sorriu de orelha a orelha.

— Não acha muito brega? — Ri vendo seu sorriso muxar e sua boca abrir, como se estivesse ofendida.

— Não me insulte, garota! Será uma tatuagem fina e pequena, ficará linda.

— Já que você diz... Vamos. — Nos levantamos e entregamos nossas fichas para a recepcionista, esta ao qual nos indicou o caminho para a cabine do tatuador.

Eu estava apreensiva, odeio agulhas e isso era o maior motivo pelo qual eu queria negar o pedido da minha amiga, mas tratei de respirar fundo e voltar a caminhar ao seu lado. Ao chegar na cabine, Karen bateu na porta e pediu licença, uma voz extremamente grossa e exitante pediu para que entrássemos. Meu Deus ________ o que está pensando?

Assim que entrei dei de cara com o homem mais lindo que já vi, puta que pariu.

— Uau. — Sem perceber falei alto demais atraindo o olhar dos dois para mim, minha amiga sorriu maliciosamente para mim mas por dentro estava segurando o riso, já o tatuador riu meio envergonhado. Oh minha nossa, que homem.

— Vocês já tem o esboço da tatuagem?

— Ah, sim. — Karen pegou seu celular e desbloqueou, mostrando a imagem da nossa tatuagem.

— Certo, terei que desenha-la, fiquem a vontade. — Falou para minha amiga logo em seguida me olhou, apenas concordei hipnotizada. Desde quando virei uma menininha boba assim?

Por sorte ali tinha cadeiras, me sentei em uma delas e Karen ao meu lado.

— Gostou dele é? — Me perguntou sapeca.

— Não viaja, menina. — Respondi fechando a cara e cruzando os braços.

— Faça o favor, estava quase babando por ele.

— Claro que não! — Me exaltei, acabam pelo tatuador me olhar. Sorri sem graça me desculpando.

— Pega o número dele.

— Não, 'tá doida?! Eu com certeza não tenho chances.

— Claro que tem. Olha para você! É uma garota linda e muito gostosa. — Falou confiante tocando meu ombro. Algo que estranhei já que ela não faz comentários assim.

— Karen, você é lésbica?

— Bi, você já deveria saber. É que eu não me aguentei, essa roupa te deixou muito gata. — Olhei para minha roupa, estava de saia e top, um conjunto da cor rosa. Sorri sentindo meu rosto esquentar e resolvi me sentar corretamente na cadeira.

— Obrigada. — Agradeci, ela apenas riu.

— Pronto, qual das duas fará primeiro?

— Pode ser eu. — Karen se levantou, mas antes olhou para mim e piscou, franzi o cenho não entendendo. — Tenho planos. — Sussurrou e foi até aquele tipo de maca e deitou levantando um pouco da sua camisa para dar acesso a ele. Logo eles já haviam começado.

— Então, qual é o nome do senhor? — Minha amiga passou a puxar assunto, talvez para se distrair da dor.

— Tenho vinte e cinco anos, e por favor não me chame de senhor. — Riu levando Karen junto. 'Qualé eu estava segurando vela?

— Qual é o seu nome?

— Jackson.

— Certo, é casado?

— Não.

— Filhos?

— Também não.

— Bebe, fuma ou usa algum tipo de droga?

— Falta mais o que para o cadastro? — Perguntou divertido.

— Só quero saber no que a minha amiga está interessada. — Nessa hora eu arregalei os olhos, olhei para ela com uma enorme vontade de socar aquele rostinho. Jackson também me olhou e sorriu de ladinho. Eu só quero cavar um buraco e me enfiar nele agora, e nunca mais sair.

— Está bem. — Riu. — Bebo, mas não fumo e nem uso drogas. — Olhei para ele, que ainda continuava a me encarar, sorri envergonhada e ele voltou a fazer a tatuagem em minha amiga.

Foram longos minutos até ele acabar, minha amiga não reclamou em momento algum, então talvez nem doa tanto. Karen se levantou e arrumou sua blusa, fiquei chocada quando ela deu uma desculpa esfarrapada e saiu da cabine, eu sabia que era só para nos deixar a sós. Suspirei e andei até a maca e me deitei nela, com a minha destra levantei um pouco meu seio para dar melhor acesso a ele, algo que não escapou da visão dele acabando por me deixar ainda mais envergonhada.

— Primeira tatuagem?

— Sim. — Rio fraco, mas era de nervoso, ele estava mais próximo tocando em mim.

— Sua amiga estava falando sério? — Perguntou iniciando a tatuagem, aquele barulho da maquininha me deixou nervosa e acabei por responder espontaneamente.

— Sim. — Notei o que falei, e sua carinha de surpreso então tentei me explicar. — Quero dizer... — Tentei procurar palavras mas nada vinha em minha mente, resolvi me calar, Jackson riu e voltou a se concentrar na tatuagem. E essa merda tava doendo para um caralho. — A-ai... — Acabei por gemer, o que piorou minha situação me deixando vermelha.

— Está doendo muito? — Mordi meus lábios concordando. — Vou parar um pouco. — Isso só me fez respirar fundo de alívio.

— Não sabia que iria doer tanto!

— Que nada, quando se acostumar vai querer até tatuar a bunda. — Gargalhei, ele havia falado de um jeitinho tão engraçado e fofo, que não me aguentei. — Digo... — Antes de terminar eu o interrompi.

— Eu entendi.

Respondi ainda rindo mas logo parei ao perceber que ele me olhava, então ficamos nos encarando, esse homem é tão lindo olhando assim de pertinho, nem percebi quando nossas faces foram se aproximando e logo nossos lábios se encostaram transmitindo uma carga enorme de energia por todo meu corpo, senti sua destra ir de encontro com minha coxa desnuda e deixar um forte aperto nesta área me roubando um arfar, assim que nossos lábios se enroscaram iniciando um ósculo desejoso, o beijo era tão bom que eu desejo nunca mais me soltar dele, passei minhas unhas recém feitas em sua nuca puxando seus fios ralos, ele se desgrudou de mim para apenas subir por cima do meu corpo e voltar com o beijo, por sorte está maca é forte, nossas línguas brigavam por espaço causando alguns barulhos deliciosos que foram deixados no ar, ao sentir sua mão quente subir mais tocando minha bunda e arranhar minha carne com suas unhas curtas me deixou molhada. Ele parou o ósculo e posicionou sua mão em meu top me olhando profundamente como se estivesse pedindo permissão, apenas levantei meus braços e minhas costas do colchão para que ele retirasse a peça dando de cara com meus seios, estava tão excitada que meus mamilos estavam durinhos.

— Eles são tão lindos. — Mordeu os lábios encarando meus seios com brilho nos olhos.

Gemi involuntariamente ao sentir sua língua aveludada ir de encontro com minha pele tão sensível, sua boca engolia um de meus seios, mamando como um animalzinho faminto enquanto massageava e apertava forte meu seio direito, ele fazia um trabalho mágico que com apenas aquilo eu já estava me sentindo encharcada cada vez mais, uma verdadeira cachoeira. Suspirei tristonha ao sentir ele tirar sua atenção da minha parte de cima e ir de encontro com minha saia, fazendo um caminho quente com sua língua em minha barriga deixando mordidas suaves, por sorte o zíper era na lateral o que facilitou muito o nosso serviço, assim que ele retirou minha saia passou a encarar profundamente minha bocetinha ainda coberta pela calcinha, eu podia sentir o desejo transbordando em seus olhos, mas antes mesmo dele retirar minha última peça, o empurrei forçando-o a se sentar enquanto a mim, levantei.

— Deita. — Ordenei assistindo o mais velho fazer aquilo.

Sorri sapeca levando minhas mãos até o zíper de sua bermuda e o desci, estava tão apressada e ansiosa que logo retirei suas peças de baixo o deixando completamente exposto a mim, seu pênis mediano e grosso cheio de veias deixava minha boca salivar, sem mais delongas o segurei e passei a masturba-lo, mordi meus lábios pela excitação que sentia, gemi baixinho, estava tão desejosa em sentir seu pau entrar e sair, metendo fortemente na minha boceta, mas tentei me acalmar e abocanhar de vez sua carne dura, passei a me movimentar devagar em um vai e vem profundo, conseguia senti-lo bater bem no fundo de minha garganta.

Os gemidos de Jackson começaram a aparecer, e a cada movimento meu seus gemidos ficavam cada vez mais altos e aquilo soava como música para meus ouvidos, retirei seu falo de minha cavidade bucal ouvindo em resposta um resmungo nada contente dele, ri soprada agora olhando para seus olhos profundamente, ele aproveitou a deixa e levou sua camiseta até a boca onde mordeu para conter seus gemidos, sorri de lado abrindo minha boca e colocando para fora minha língua, passei a chupar sua cabecinha rosada apenas, como se fosse um pirulito, o pirulito mais suculento que havia provado. Porra esse homem era gostoso demais!

— Assim você me enlouquece, princesa. — Falou gemendo logo em seguida. Assim que passei a punhetar sua extensão ouvi um gemido alto e ardente sair de sua garganta, sua destra foi até meu cabelo formando um rabo de cavalo desajeitado, com isso ele passou a ditar os movimentos, fodendo bem fundo minha boca. — Awn... isso, assim...

Olhei para seus olhos novamente, vendo ele sorrir sádico e com sua outra mão ir até meu nariz e tampa-lo, impossibilitando a mim respirar corretamente, era algo desesperador mas ao mesmo tempo tão bom, me deixava cada vez mais exitada. Senti suas veias engrossaram cada vez mais e não demorou para que sua porra branca enchesse minha boca, Jackson retirou seu pau da minha e apertou meu maxilar, como se me obrigasse a engolir seu leitinho, como uma boa menina assim o fiz até lambendo meus lábios para ter certeza de não deixar nenhuma gota de seu gosto tão bom.

— Agora levanta e se apoia na maca. — Ordenou me ajudando a ficar de pé. Fiquei na posição que ele desejou e me empinei todinha para ele, gemi surpresa ao sentir um tapa forte ser dado em meu bumbum, não estava esperando por aquilo mas confesso que adorei. — Se empina bem direitinho que agora eu irei foder bem gostoso essa sua bocetinha. — Ditou grunhindo em meu ouvido, mordi meus lábios me esfregando em seu comprimento ereto.

Senti suas mãos acariciar minha carne e logo apertar fortemente aquele local, não demorou para ele retirar minha última peça, deixou minha calcinha rendada cair no chão e abriu as bandas de meu bumbum, para ter livre acesso ao meu íntimo, senti ele pincelar minha entradinha de modo provocativo me arrancando gemidos sôfrego.

— Vamos, Jack... Enfia seu pau logo em mim... — Pedi sentindo minha respiração falhar.

— Peça com jeitinho, amor. — Falou passando seu nariz em meu pescoço, sentindo bem o cheiro adocicado de meu perfume e mordendo aquela área, me deixando toda arrepiada e derretida por ele.

— J-Jack, fode minha bocetinha, por... por favor...

Sem mais delongas senti ele entrar em mim, forte e duro, indo bem fundo em meu interior. Se existisse outro significado para perdição, com certeza seria Jackson. Ele transava fodidamente bem, e eu estava adorando isso.

A cada investida de sua parte sentia cada vez mais minha pernas amolecerem, ele estava acabando comigo, literalmente.

— Vai mais rápido... awn! Mete mais rápido J-Jackson! — Minha dignidade já estava no chão junto de minhas roupas, eu gritava e implorava por ele.

Jackson me obedeceu e foi cada vez mais rápido, metendo gostoso me fazendo gemer cada vez mais, senti seus dedos irem de encontra com meu clitóris e massagea-lo rápido mas de uma forma tão enlouquecedora, aquilo para mim foi o ápice, já podia sentir meu orgasmo próximo, gemi alto clamando por Jackson e logo me derramei em seu pau, o melando todo. Ele ainda estava me estocando rapidamente, me deixando mais sensível ainda.

— Awn Jackson!

— Estou quase... anw! Quase lá! Oh, _________! Eu vou te encher com a minha porra, puta que pariu! — Grunhiu dando um forte tapa em meu bumbum, logo senti seu líquido viscoso me preencher por inteira, a sensação de seu leitinho quente em meu interior foi tão bom.

Depois de mais algumas investidas ele saiu de meu interior, estava ofegantes tentando voltar com a nossa respiração normal, me virei para ele o qual me puxou pela cintura capiturando meus lábios, eu poderia muito bem ficar ali para o resto da minha vida mas acabei por lembrar que ainda estávamos no seu Studio de Tatuagens, me separei devagar dele.

— Acho melhor nos vestirmos, logo Karen volta. — Falei de olhos fechados sentindo seus lábios ainda roçarem os meus.

— Tem razão. — Se deu por vencido e foi se vestir.

Peguei meu top em cima da maca e o vesti, olhei para o chão a procura de minha calcinha mas não a encontrei.

— Procura isto? — Jackson estava com minha calcinha em mãos sorrindo sapeca.

— Ah, sim. Obrigada. — Agradeci indo pegar a peça, mas ele a levantou mais, não entendi o que ele estava querendo.

— Está daqui ficará comigo, para eu ter uma certeza que nos encontraremos novamente. — Ditou guardando ela em seu bolso.

— Não acredito... — Ri. — Se você pegasse ou não minha calcinha, iríamos nos encontrar de qualquer jeito. — Sorri abraçando seu pescoço e o beijando, nossas línguas começaram a se encostarem mas por azar alguém bateu na porta.

Jackson se distanciou e foi até a mesma enquanto a mim me apressava em vestir minha saia sem a calcinha mesmo, ele destrancou a porta e logo avistei Karen com sua típica carinha maliciosa.

— Casal, na próxima vez que forem se comer, gemem mais baixo porque o studio inteiro escutou a transa de vocês. — Assim que ela revelou isso, senti minhas bochechas queimarem, Jackson estava totalmente o oposto de mim rindo cúmplice com Karen. Ai ai o que eu faço com esses dois pervertidos...


Notas Finais


querem bônus?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...