História O telefonema - Capítulo 7


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Countryhumans, Nazi, Sovi, Third Reich, União Soviética, Urss, Urss X Nazi, Ussr
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Palavras 2.671
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Vamos dar um jeito nisso


Fanfic / Fanfiction O telefonema - Capítulo 7 - Vamos dar um jeito nisso

Quebra de tempo... dez dias depois 


URSS's POV

A perplexidade e o pânico percorriam todo meu corpo, graças aos apressados batimentos cardíacos os quais eram bombardeados pelo meu coração e tamanha quantidade de sangue e adrenalina eram conduzidos pelos vasos sanguíneos dilatados. Tal comportamento me domina por completo uma vez que havia recebido uma ligação do herdeiro de Nazi, que me relatou sobre o estado ruim de saúde de Third Reich.
 

De acordo com o germânico mais jovem e desesperado, o pai havia tomado uma dose de veneno e estava à beira da morte. No começo havia estranhado a história um tanto sensacionalista e mentirosa, porém ao escutar a voz fraca e súplice do nazista no outro lado da linha solicitando a minha presença para um último momento juntos, acabei mudando de ideia.
 

Agora cá estou eu, correndo desesperadamente pelas ruas iluminadas pela Lua e pelos postes de luz rumo à residência de Nazi. Enquanto agia feito um maluco, meu coração era comprimido pelo sentimento de culpa, já que tomo o reconhecimento de quanta merda eu fiz naquele dia da cafeteria. Tantas ações de minha parte nunca deveriam ter sido realizadas, por exemplo a abertura de um diálogo a fim de tudo ser esclarecido ao invés de ter protagonizado uma cena tão obscena na frente de Polônia. Desculpem-me todos por minhas atitudes deveras egocêntricas, é agora que eu me corrijo com vocês e com o amor da minha vida sem falta!
  

Assim que a visão do sobrado de Nazi foi captada por meus globos oculares, pude sentir um aperto no peito além da insistência do coração de pular pra fora da caixa torácica. Não perdi mais um segundo e adentrei o local, que estava totalmente escuro o que foi motivo suficiente para eu estranhar. 
 

Eu pensei em gritar para aclamar a atenção de Alemanha ou de Nazi, no entanto havia uma única luz iluminando a casa toda e está luz era a do corredor do andar superior. Imediatamente, subi as escadas na maior pressa e com a respiração já pesada - devido à extensão da escadaria - assim que pisei no último degrau. Por qual razão só aqui encontra-se com luz?


"S-Sovi..." - de repente, a voz de Third Reich se fez presente em meio ao ambiente cujo silêncio era sepulcral. Pude sentir meu coração acelerar ainda mais e o descompasso aumentar na minha respiração. 


 No final do corredor, havia uma porta entre-aberta e isso já foi motivo para desconfiar que meu amor estaria atrás dela. Engoli seco e fui caminhando com certa pressa até o final do corredor e assim que segurei a maçaneta, empurrei devagar a estrutura de madeira e pude ter uma visão paradisíaca.
 

Agora meu coração não estava batendo rápido por conta do medo e sim, por conta da excitação. Que é? Querem que eu fique pleno, sendo que dou de cara com o Nazi vendado e sentado em uma poltrona, com os braços amarrados por trás, a camisa branca um pouco aberta - a ponto de parte do peitoral dele estar exposto - e as meias e a box negras combinando? Porra, eu quero agarrá-lo e jogá-lo na cama para fazermos amor, quero me redimir com ele proporcionando o maior prazer possível para nós dois... Eu preciso ir com calma, não quero assustá-lo.


"N-Nazi..." - por conta do nervosismo não sabia por onde começar exatamente, tem tanta coisa guardada que eu quero falar para ele, o que inclui todos os sentimentos que nutri por ele durante anos. Por quê raios minhas mãos tinham que suar e meu rosto queimar á mil graus Celsius? Por um instante, puxei parte do ar e o aprisionei em meus pulmões, para liberá-lo logo em seguida num suspiro - "Nazi eu..."


"Sovi..." - a voz do nazista demonstrava nervosismo e isso o tornava adorável, calma vai com calma Sovi - "Olha... Isso é um tanto embaraçoso não acha? Mas eu... Eu só quero que saiba que, eu queria me desculpar com você..." - por favor Nazi, não fala isso, afinal eu quem fui o idiota da história! 


 Ele estava cabisbaixo e havia uma ruborização nas bochechas dele, enquanto que seus joelhos se esfregavam um no outro e ver tal movimento sexy, fez-me admirar as coxas grossas e lindas com o tecido fino que cobriam até metade delas. Ah cara, já estou sentindo que as coisas vão esquentar logo logo e com isso, lambi meus próprios lábios, no entanto continuei encostado na porta a fim de ouvi o que mais o germânico tinha para me falar.


"Eu só fiz isso pra você se tocar que eu gosto de você, acho que até demais e... Bem, mesmo que você não queira, só pelo menos me ajuda a desamarrar meus braços?" 


Nazi's POV

Seria estranho eu dizer o quão apreensivo me encontro por nenhuma palavra ter saído da boca do soviético? Isso é uma clara declaração  de ele não ter me aceitado e isso me desestabiliza e por isso concluo que não foi uma má ideia ter posto essa venda nos meus olhos, pois eles estão um pouco marejados.
 

O único som emitido pelas tábuas de madeira no meu quarto foi o dos passos de URSS que se aproximava de mim. No caso, eu estava um pouco longe, mais especificamente em uma poltrona um pouco mais afastada da cama ajeitada - a qual eu possuía a expectativa de estar toda bagunçada. A cada centímetro de chão percorrido pelo soviético, já era motivo suficiente para que o nervosismo me consumisse e se manifestasse em forma de leve tremedeira. 
 

Não levou muito tempo para que eu notasse que o comunista estava literalmente atrás de mim e ele começasse a desafrouxar o laço que meu filho havia dado mais cedo. Sim, ele e meus genros vieram aqui em casa há três dias para que bolassemos esse plano que agora foi por água abaixo. O lenço atado em meus pulsos já estava praticamente desafrouxado, porém fui surpreendido com um aperto brusco que fez meus braços ficarem presos de modo mais firme do que anteriormente com a mesma "corda".


"Ouch..." - não pude deixar de sentir uma leve dor com o ato repentino, mas isso não era tão relevante quanto meu coração batendo acelerado e monstruosamente por conta da atitude de Sovi - que me agradou para falar a verdade.


"Me desculpe, Mëin Führer" - Sovi disse de modo sincero e com o laço já reatado. O "problema" é que ele disse isso contra a minha nuca e com essa respiração quente, eu vou enlouquecer muito antes de nós transarmos - "Mas acha mesmo que eu seria louco de dispensar um gostoso como você, sendo que eu tenho vontade te jogar na cama?" - ele disse ainda contra minha zona erógena, enquanto desabotoava a minha camisa.


 Eu não pude evitar de sentir calor no meu corpo inteiro ao me imaginar em cima do soviético, comigo tomando o controle da situação. Era inevitável, já estava excitado apenas com uma frase pronunciada por Sovi, homem que eu amo e que é capaz de me desconcertar de modo impressionante e muito bom.


"Me diga..." - antes que a frase tivesse continuidade, a língua quente dele trilhou pelo meu pescoço até o final, bem lentamente, e isso me fez morder o lábio inferior a fim de que um suspiro de prazer não escapasse na minha boca. Sem contar que as mãos grandes dele acariciavam meu peitoral e tórax, praticamente ameaçando tocar nos meus mamilos ou na barra da minha box apertada - "Você quer mesmo isso?" - ele perguntou com ternura e com nossas bocas muito próximas. Ah que hálito agradável de canela que eu tanto senti falta de sentir na minha cavidade bucal.


 Controle-se Third Reich! Não OUSE cometer o mesmo erro que nem na primeira vez quando vocês se beijarem e tu lembrou de seu pai em uma cena horrível de abuso! Vamos lá, mesmo que esteja vendado tenha certeza de que é o homem que você ama quem está te proporcionando prazer!


"P-Por favor, Sovi... Eu quero você pra mim" - falei timidamente e foram necessários apenas milésimos de segundos para que ambos sentíssemos os gostos de nossas bocas em um selamento caloroso e gostoso pra caralho. 


 Como havia dito, estava com saudades de sentir nossas bocas grudadas e tenho a sensação de que ele também, uma vez que senti a língua dele tocar na minha bem devagar - quer me torturar, é Sovi? Um gemido meu foi emitido ainda entre o beijo que já não era mais lento e sim, voraz e que buscava dominância, no entanto era o soviético que estava no controle.
 

Enquanto o ósculo ocorria, ambas as grandes mãos frias subiam até meus mamilos, os quais já se encontravam rígidos apenas pelo delicado contato que os dedos dele faziam sobre a minha pele. Não demorou muito para que eu me arrepiasse ao sentir os dígitos dele estimulando meus "botões" e gemer contra a língua de Sovi, que realizava algumas sugadas na minha - puta que pariu ele está tirando minha sanidade apenas fazendo isso. 
 

Houveram mais alguns instantes apenas nesse contato, até o soviético demonstrar sua ousadia através de uma leve puxada - realizada pelos dentes dele - no meu lábio inferior, consequentemente arrancando um suspiro de prazer meu e permitindo uma pequena abertura. Porém eu não contava com a forte pegada nas minhas regiões baixas - ainda por cima do tecido - e com a nova invasão na minha boca pelo músculo irrigado de URSS, o que liberou um gemido relativamente alto de minha parte.
 

Agora o beijo não era tão devagar quanto o primeiro, até porque todos os cantos da minha cavidade bucal eram explorados durante a carícia firme na região a qual aclamava por atenção. Se teve uma coisa que me agradou - para completar o pacote - foram os gemidos do comunista enquanto nos beijávamos, no entanto foi apenas uma questão de tempo para o ar cessar e nossas bocas se descolarem.
 

A única conexão que possuíamos era um fino fio de saliva e, por mais que a venda impossibilitasse minha visão, sabia que Soviet estava tão corado quanto eu, já que era possível sentir o calor concentrado nas bochechas dele. Apesar dessa separação, URSS não parou de acariciar lá embaixo que estava extremamente excitado, porém houve um momento em que ele parou de me tocar o que me fez rosnar de reprovação.
 

Em seguida, o mais alto se levantou e se pôs entre minhas pernas. Enquanto meu pescoço era estimulado por beijos e chupões, uma mão de Sovi acariciava minha coxa direita e com a outra o meu falo já enrijecido. Com certeza posso me assemelhar às virgens que estão tendo a primeira vez, pois eu não conseguia conter o tesão que estou sentindo com todos estes estímulos. 


"Já está tão duro assim, Mëin Führer?" - Soviet me indagou sorridente logo depositando um beijo na curvatura do meu pescoço - "Desse jeito eu não vou conseguir mais me controlar, seu gostoso do caralho" - antes que eu pudesse responde-lo, senti a língua dele descer pelo meu peitoral até cair de boca em meus mamilos já eriçados.


 Coitado do meu lábio inferior que deve estar vermelho demais por causa da tentativa miserável de contenção do meu prazer expressivo, ora por causa dos dígitos do soviético, ora pela língua quente dele.


"Você gosta disso não é, sua cadela?" - não, não, não, não. Droga, pai por quê tinha que invadir minha consciência para me atormentar com outra memória de abuso de autoria sua? 


 O medo começou a tomar a minha alma por conta da a recuperação dos sentimentos e das sensações que eu senti um dia quando Império Alemão realizava a mesma atitude que Sovi, porém com asquerosidade e violência. É tão deplorável e nojento lembrar da longa língua dele percorrendo meu peitoral e tórax, lambendo e marcando praticamente todo território dele, sem contar os diversos tapas e chicotadas que ele me dava caso eu chorasse e aparentasse tamanho desgosto.
 

Não demorou muito para que eu começasse a me remexer na cadeira a partir do momento em que senti que minha box estava prestes a ser arrancada, então falei com um tom de voz que aclamava por piedade.


"P-por favor, para..." - no mesmo momento, todas as carícias foram cessadas e esse foi um estalo para que eu acordasse do meu transe psicológico.


"D-Desculpa Nazi, n-não está gostando?" - meu comunista perguntou com um timbre triste e preocupado. Merda... não dessa vez! Pai, você não vai estragar meu barato de novo! 


"E-Eu quero ver..." - não acredito que vou dizer isso e o coração não está me ajudando - "Eu quero ver essa sua boca descer fundo, Sovi..." - ferrou, estou mais envergonhado do que nunca depois dessa ainda mais com a risada pervertida que URSS fez questão de expressar.


"Como desejar, Mëin Führer~" - ah que tesão ouvir ele me chamar assim! Dito isso perto da minha orelha, a venda finalmente foi retirada e pude ver a volúpia no olhar e no sorriso do meu amado.


 Por mais que eu quisesse sentir a boca dele no meu membro, o que ele fez foi por algum tempo acariciar minhas coxas e brincar com elas, aspirando o perfume delas por cima do tecido, depositando beijos e leves mordidas enquanto ele me encarava com desejo e eu? Já deve saber como estou lidando com isso.


"S-Sovi... para de me provocar" - falei impaciente, já que estou sentindo uma pequena dor devido às sensações que o poste conseguiu proporcionar, além do fato de meu falo já estar um tanto molhado com pré-gozo. 


 Nada foi dito, ele apenas deu risada provocativa e sem mais delongas, pegou a minha box e a tirou rapidamente, tendo uma visão do meu membro completamente duro. Por um momento, ele se assustou mas logo lambeu os próprios lábios até que eles tocaram minha glande com essência em um beijo terno.
 

Minha cabeça foi para trás só de sentir esse leve e efêmero contato, mas tão excitante nesta área tão sensível. Em seguida, toda glande foi envolvida pela boca dele e pude sentir uma forte sucção por parte do soviético com olhar ninfomaníaco. Cara, eu não sei como lidar com essa perversão dele, parece até que queria fazer isso há anos.
 

Não levou muito tempo, para que grande parte do meu órgão fosse envolvido por toda cavidade bucal quente e estreita e lentos movimentos de vai-e-vem fossem realizados no meu falo. Enquanto eu só conseguia gemer, Sovi segurava minha duas coxas que agora envolviam seu pescoço durante o boquete.


"Humpf... humpf..." - ah Sovi, não venha com essa de gemer contra meu órgão que assim eu vou gozar mais rápido e tenho certeza de que essa é essa a intenção dele. Desgraçado, vai ver só comigo o que é jogar baixo quando eu estiver solto! - "Isso que é gostusora pra chupar!" - o de ushanka falou dando uma pausa nas sucções, mas logo voltou a realizar o boquete mais rapidamente.


 Por mais que eu estivesse envergonhado, não tirei um minuto dos olhos de URSS pois isso me excita demais. Vendo que ele está gostando e gemendo de prazer, querendo também proporcionar essa mesma sensação a mim. Sem mais opções, pedi autoritariamente para que ele fosse mais rápido e fui concedido, uma vez que as sugadas ficaram mais intensas e rápidas a ponto do soviético quase se engasgar com o ato - que eu pagava para ver - e com esse rostinho pervertido e corado.
 

Não levou muito tempo para que eu sentir o orgasmo chegar e toda minha essência- que não era pouca - fosse depositada na boquinha de Sovi. Assim que ele tirou a boca do meu pau, tive o privilégio de ver a expressão mais erótica e que me fez ficar duro na mesma hora: Sovi com a língua para fora, ofegante e com um pouco de gozo na boca.
 

Hahaha Sovi, você me aguarde porque nao terminamos de brincar, ainda está muito cedo~



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