História O telefonema - Capítulo 8


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Countryhumans, Nazi, Sovi, Third Reich, União Soviética, Urss, Urss X Nazi, Ussr
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Palavras 3.473
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heyyyy hentais, td bem com vcs? Finalmente a segunda parte do limão saiu, demorou mas o penúltimo cap finalmente saiu ^^
Infelizmente tamo na reta final e eu já quero agradecê-los por td apoio, likes e comentários vcs são fodas pra krl ♡♡♡♡♡
Espero q no mínimo esteja digno este limão, aproveitem ^^
QUEM N TEVE A OPORTUNIDADE DE VER O RESTO LIMAO TA AI MINHA GNT >:3

Capítulo 8 - Temos contas para acertar


Fanfic / Fanfiction O telefonema - Capítulo 8 - Temos contas para acertar

Nazi's POV

 Ha soviético com esse rostinho avermelhado e com um filete de minha essência no canto de sua boca, nem parece que estava com vergonha de se engasgar com meu membro na sua garganta. No momento em que a respiração de Sovi se estabilizou um pouco, ele engoliu tudo o que havia em sua cavidade bucal e lambeu - de maneira sensual - o pouco que havia escorrido.


"Para alguém que era recatado, você estava bem animado hein Mëin Führer~" - somente esta provocação me fez ficar excitado de novo, uma vez que Soviet se levantou e aproximou da minha boca como forma de ameaçar para depositar outro beijo. Ah esse sorriso sacana e esse olhar safado, só me fazem querer te derrubar na cama e dar seu devido castigo.


"Ha você fala apenas de mim, mas está tão duro quanto eu, Sovi~" - falei com o mesmo tom de deboche, logo direcionando meu pé direito para a região baixa e excitada do meu amado. Ao exercer certa pressão naquele local excitado, Sovi soltou um gemido rouco com meu movimento inesperado.


 Admito que foi muito adorável tê-lo visto morder os próprios lábios e fechar fortemente as próprias pálpebras, como forma de manifestar o prazer que estava sentindo com meu simples contato. Por ter me agradado, continuei a insistir no movimento ousado e, surpreendentemente, Sovi não recuou em nenhum momento a cada vez que meus dedos tocavam o falo ou os testículos dele ainda por cima da calça.


"Sovi por quê insiste em ficar aí em pé sendo que posso fazer muito melhor do que isso?" - provoquei-o com um sorriso ladino e meu pé já estava entre a barra da calça e do cinto dele, como forma de ameaçar a retirada da calça dele.


 Somente com isso, o comunista retirou meu pé dali e logo me desatou, de modo afobado e desesperado, parecendo até que queria me jogar no colchão e me foder com força. Assim que minhas mãos estavam livres, peguei o lenço que prendia minhas mãos, fiquei em pé e puxei URSS pelo colarinho do sobretudo para lhe dar o beijo mais ardente possível.

 Minha outra mão foi na cintura dele, enquanto que as duas mãos grandes e frias foram parar nos meus glúteos os quais foram apertados e isso descarregou uma onda de arrepios em mim, sem contar que eu gemi contra a língua carteira de Sovi a qual explorava todos os cantos da minha boca. Por mais constrangido que eu estivesse, dei continuidade ao meu plano de atar as mãos do soviético, logo soltando o colarinho e aproveitei que ambas as mãos ainda estavam apalpando meu traseiro. Rapidamente, peguei o lenço e logo prendo elas duas numa rapidez desumana, ainda enquanto nos beijavamos ardentemente.


"N-Nazi, mas o que é isso?" - o de ushanka perguntou com os olhos arregalos, logo que quebramos o beijo. Eu esperei um pouco para responder, então sorri de modo sem vergonha como um prólogo logo saindo dos braços dele.


"Você não me deixou falar aquele dia, então..." - dei uma pequena pausa e, com o auxílio da ponta dos pés, envolvi o pescoço do soviético com os braços e cheguei próximo ao aparelho auditivo dele - "...preciso corrigir seu mal comportamento!" - apenas essa provocação bastou para eu sentir todos os arrepios percorrendo a nuca de URSS, além do coração extremamente acelerado dele.


 Antes que ele falasse algo, puxei-o para mais um beijo, porém era eu quem controlava nossos movimentos, tanto da minha língua arteira se sobrepondo à dele quanto das pernas dele, pois eu o induzia a caminhar para trás. Não levou muito tempo para que eu o fizesse cair na textura macia do colchão e ficasse por cima dele, ainda com o ósculo selvagem ocorrendo. Se havia uma coisa que me agradava no quarto irradiador de testosterona e volúpia, eram os suspiros de prazer que eu e Sovi liberávamos nas bocas um do outro. 

 Infelizmente, não foi possível eu continuar usufruindo do hálito de canela e do calor do meu submisso, já que meus pulmões imploravam por ar, então tive que cessar o beijo. Ofegantes, olhamos uma para o outro com paixão e desejo, totalmente corados e sorridentes. Por eu estar em cima, aproveitei para dar uma rebolada por cima do tecido da calça marcado por um volume bem grande.


"Hum pelo visto alguém cresceu em muito pouco tempo hein, Sovi~" - de modo pervertido, lambi meus lábios me deliciando com essa cena do ex-ditador contendo os próprios gemidos por conta do meu ato.


"A culpa é... Ah... Sua por ser um gostoso que sabe... Ah... me deixar duro" - eu tenho certeza de quem ficou assim fui eu, hein soviético. Por mais ativo que você seja Sovi, não vou deixá- lo tomar o controle tão cedo - "T-Tudo bem, entendo que estou... Ah... errado, então faz o que quiser comigo AH" - a razão do gemido mais alto no final foi por conta da leve mordida que depositei no pescoço escarlate de URSS, isso enquanto eu dei uma forte pegada no membro ereto dele por cima da calça de inverno.


 A última parte de sua frase, fez eu sorrir contra o pescoço marcado dele, que por conseguinte levou minhas mãos aos botões dourados do sobretudo cor de cappuccino a fim de começar a despi-lo de suas roupas incômodas. Com o intuito de agilizar meu trabalho, o soviético colocou os braços atados acima da cabeça para assim abrir os botões da camisa branca de Sovi e vou lhes falar: que peitoral divino hein!
 

Se bem que um sentimento de culpa surgiu em mim por conta das diversas cicatrizes presentes no peito e nos braços bem definidos dele. No entanto, decidi deixar isso de lado já que o apreciador de Vodka arfava à medida que eu esfregava meu membro exposto por cima da calça de mesma cor do sobretudo. É tão paradisíaco ver o quão tímida era a expressão totalmente ruborizada do soviético, isso apenas me cativava a puní-lo cada vez mais.
 

Foi então que uma ideia veio à mente. Decidi executá-la no instante em que tirei as botas de cano alto negras, as meias brancas e a calça, deixando meu amado apenas com a box negra, marcada por um volume bem grande. Assim que minha língua percorreu toda extensão do meu lábio inferior, pude ver um sorriso tímido - porém safado - surgir no lindo rosto escarlate de Sovi e logo tirei meu quepe, jogando-o em qualquer canto. Por conseguinte, roubei o chapéu de inverno do meu amado e o pus em minha cabeça - devo-lhes confessar o quão grande, confortável e cheiroso é este acessório característico do comunista.


"O-O que vai fazer com minha ushanka?" - Soviet me perguntou com uma sobrancelha arqueada, aparentava até que estava com certo ciúmes por eu ter lhe roubado seu xodó, consequentemente ri de maneira debochada.


"Nada demais, lieben (amor)~" - nisso eu aproximei parte do chapéu de inverno para perto das minhas narinas e aspirei o perfume doce e agradável de Sovi, de modo acentuado, a ponto do aroma ocupar todo volume de minhas vias aéreas. Tal experiência foi tão satisfatória para meu âmago, que gemi em deleite e senti meu membro exposto pulsar - "É só que achei que não seria uma má ideia bater uma, enquanto eu sinto seu cheiro gostoso pra cacete" - assim que abri outro sorriso repleto de malícia, notei que meu amado mordeu parte da carne delicada do próprio lábio inferior.


"Eu quero é ver o quão forte você consegue gozar na minha barriga fazendo isso" - era possível quanto o tal desafio proposto pelo comunista ninfomaníaco pesou, tanto é que senti um forte calor se concentrar em minhas bochechas e um arrepio percorrer toda a extensão da minha espinha dorsal. Infelizmente, exitei e engoli seco por conta do nervosismo espontâneo, além disso Sovi percebeu tal comportamento de minha parte e fez algo inesperado.


 Com certo esforço, ele se sentou e me deu um selinho carinhoso. Não me controlei e permiti uma maior abertura com minha boca, para que pudéssemos apreciar novamente o delicado e gostoso deslizar que nossas línguas realizavam - só digo o seguinte: não é necessário um beijo ser selvagem para ser delicioso como este - e devo admitir o quão bem URSS sabe beijar. 
 

De fato o ato carinhoso fez com que  eu me acalmasse, sendo que um braço meu envolveu o pescoço do sarado, enquanto que o outro livre conduzia minha mão até minha intimidade e comecei uma leve punheta, embora gemidos baixos fossem manifestados ainda entre o beijo.


"Vamos lá… hum…" - disse Sovi, enquanto nos beijávamos - "toca… hum… uma pra mim, Mëin Führer" - como se não bastasse o palavreado dele, seus dentes puxaram meu lábio inferior dando o encerramento do selar de nossos lábios. Evidentemente, que eu arfei com a atitude cara de pau, mas sedutora.


 Agora que eu estava mais à vontade, abri os olhos e presenciei um lindo e meigo sorriso de Mëin soviético, o qual voltou a se deitar no colchão. Eu retribui o ato de carinho, da mesma maneira, logo dando continuidade à masturbação, enquanto eu rebolava em cima do pau ereto e ainda coberto pelo tecido negro.
 

Novamente, fiz questão de trazer parte da ushanka para perto do nariz e quase me asfixiar com tal fragrância irresistível. Isso estava tirando minha sanidade, pois não era apenas isto que me agradava: ainda havia a punheta realizada num ritmo intermediário - devido à carência que meu órgão sentia por um toque - o membro ereto do soviético contra minhas nádegas e os gemidos roucos deste sarado.


"Ugh… puta merda, lieben…" - gemi rouco e com as pálpebras fechadas, aspirando mais perfume contido no chapéu de inverno - "Queria tanto sentir… ah… suas mãos me levarem à loucura… que nem essa boca quente e apertada" - desta vez, fiz questão de olhar para URSS que estava tão insano quanto eu, uma vez que sua cabeça afundava cada vez mais para trás por conta da volúpia usufruída. 


 Vê-lo deste modo, só me cativou a continuar os toques divinos, pois à medida que eu proporcionava prazer próprio, era possível sentir o tecido da box do soviético ficar umedecido. Com ousadia, decidi dar mais atenção à minha glande com uma quantidade considerável de pré-gozo, além de começar a quicar levemente sobre o sexo de Sovi - que deu início a uma série de arfadas intensas.


***


"Ngh… hum~ que delícia de chupada Sovi" - afirmei entre gemidos enquanto meu amado dava um belo, não um divino beijo grego em minha entrada pulsante e, agora molhada. Antes eu desse continuidade ao boquete no pau grande grosso do meu amado, fiz questão de dar uma rebolada para ter mais contato com a língua arteira.


 Se estão pensando na famosa posição 69, então estão corretíssimos. Mesmo que ainda eu estivesse por cima, permiti que Sovi realizasse tal carícia delirante em minha zona erógena. Na verdade, o que houve é que eu quis provocá-lo realizando um boquete nele enquanto minhas nádegas eram admiradas por ele, porém eu não contava com o leve contato com o músculo bucal dele no meu ânus. Decidi não cessar tal toque, uma vez que nunca havia recebido algo tão prazeroso durante a hora H e também o soviético se comportou direitinho, durante minha provocação anterior a qual me fez liberar bastante essência no abdômen definido cor escarlate.
 

E agora estamos aqui, ambos os ninfomaníacos desfrutando o melhor dos pecados carnais. Por um lado, temos eu sugando com êxtase o órgão pulsante - que não cabia inteiramente na minha boca - e de vez em quando, utilizava minha arcada dentária afiada para estimular a glande de Soviet. Enquanto isso, temos meu amado que fazia questão de chupar com a mesma intensidade minha entrada e ainda gemer em deleite com tal obscenidade, tudo no intuito de eu me desfazer mais rapidamente.


"Sou eu quem… ah… digo isso… ugh porra" - por alguns instantes, Sovi deu uma pausa para falar e me trouxe satisfação ouví-lo deliciar com a forte chupada que dei na glande repleta de pré-gozo - "Ah… se eu não estivesse preso… Eu dava… ngh… um tapa bem dado nessa bunda gostosa" - antes que dissesse algo, senti os dentes do comunista cravarem com certa força em um dos meus glúteos e pude perceber a formação de um sorriso convencido.


 Ah mas quem ele tá pensando que é para falar assim comigo? Sem mais delongas, cessei as sugadas e deixei aquele órgão exposto, para que assim eu engatinhasse um pouco mais à frente e deixasse de sentir a língua do meu amado. Em seguida, posicionei minhas nádegas contra o membro de Sovi e fiz questão de olhar para trás a fim de ver a cara do soviético de desentendido.


"Por quê parou, Mëin Füh- AH!" - antes que ele pudesse terminar o interrogatório, desferi um tapa bem dado na coxa direita dele e por incrível que pareça, ele gemeu com a agressividade. Não pude deixar de sorrir com tamanha satisfação e para dar mais uma provocada, peguei o pênis excitado e o passei levemente sobre meu ânus já lubrificado.


"Se quer tanto a liberdade, terá que repensar sobre seus erros!" - de modo autoritário e malicioso, continuei a me esfregar com o órgão do maior, consequentemente arrancando gemidos de nós dois. 


 Ainda com os olhos fixos nele, levei três dígitos para minha cavidade bucal e comecei a chupá-los como modo de provocar e me preparar para o próximo nível. À medida que eu umidecia meus dedos, simulava como se eu estivesse lambendo outra coisa.


"Se você me desse… hum~ espaço para falar, quem sabe eu não estaria com a boca nessa pica gostosa~" - eu falava com certa dificuldade por conta da ocupação dos meus dedos na boca, no entanto era compreensível meus pecados carnais. Mais uma vez, percebi que Sovi manifestou seu lado tímido, pois ele apenas gemia e se desculpava pela sua malcriação.


 Por conta da carinha de "quero mais" do meu amor, decidi parar de torturá-lo um pouco e comecei a introduzir lentamente primeiro um dedo, enquanto me esfregava na glande do comunista. Nenhum de nós deixou de liberar uma sequência de suspiros de prazer, sem ao menos romper o contato visual - ah Sovi, eu quero senti-lo muito dentro de mim e daqui a pouco não conseguirei mais me controlar. 


"N-Nazi… n-não me provoque tanto… hum… s-se não eu posso g-gozar antes mesmo de eu te penetrar" - cara, vê-lo tão submisso aos meus toques só me faz perder a paciência de partir logo para outra parte interessante.


 Após algum tempo, decidi me apressar em me alargar mais com os demais dedos e assim que eu senti que estava pronto, virei-me para trás e fui desatando o tecido firme dos pulsos do apreciador de Vodka. Achei engraçado a cara de surpresa do Sovi ao ter as mãos livres.


"Acho que já te castiguei o suficiente por hoje" - em seguida, dei uma pequena risada e o soviético fez a mesma coisa - "Só pega leve, p-por favor…" - por mais que eu seja experiente nessa área, nunca fiz sexo com alguém que amo e estava um pouco nervoso.


 Sovi sorriu ternamente e deu um beijo na minha bochecha. Além disso, ele me abraçou por trás e falou com convicção.


"Não se preocupe, мед (doçura). Afinal… é minha primeira vez fazendo isso" - pude notar o quão corado ele ficou ao dizer a última frase, assim como eu pois é uma ficha que ainda não caiu para mim, afinal ele estava fazendo super bem.


"Para um virgem, você está muito bem hein~" - sorri de modo safado e ele também. Em seguida, deitei-me de bruços e Sovi fez questão de passar as mãos nas minhas coxas e nas minhas nádegas, que logo foram afastadas.


"Você não faz ideia o quão sexy você fica deitado de quatro e com esse corpo, aí que eu não resisto mesmo" - era perceptível o quanto meu amado estava se deliciando com tal paisagem e isso me fez corar, pois é do Sovi que estamos falando. Em seguida, ele se aproximou da minha nuca e sussurrou docilmente - "É por esse e outros motivos que eu te amo~" - puta merda… ele falou isso mesmo? Foi aí que senti meu coração praticamente pulando para sair da minha garganta, pois minha felicidade era tamanha que nem meu bombeador de sangue era capaz de conter.


"E-Eu também te amo, Sovi~" - não fiz questão de enrolar dessa vez e logo me confessei para meu amado. Era possível sentir os lábios dele formarem um sorriso de orelha a orelha e uma risada feliz ser manifestada, expressão essa igual a da vez em que eu telefonei para ele no Centro de Valorização da Vida. 


 Antes que um filme de todos os nossos momentos juntos passassem pela minha cabeça, senti o órgão rígido me penetrar bem lentamente e minhas paredes internas se comprimirem fortemente.


"AH! Puta merda… Ah… tão apertado" - entre gemidos roucos, Sovi falou com deleite ao ter o pênis quase totalmente envolvido pelo meu canal estreito.


"C-Cacete Sovi, você é tão… ah... grande…" - com isso, segurei fortemente o travesseiro que estava na minha frente. Por conseguinte, senti uma das mãos de URSS se sobrepor sobre a minha como forma de mostrar carinho.


"Me avisa quando estiver pronto" 


***


 No fim, o que eu achava que seria apenas uma rodada de sexo se estendeu para somente… cinco, sendo a quinta a atual. Eu tenho que reconhecer a habilidade que o Sovi tem na cama, não sei se é fogo ou dom natural, apenas tenho ciência que as faculdades dele só me fizeram desejar por mais - isso inclui ele me penetrar mais fundo, beijar intensamente e fazermos sexo em outros lugares além da cama, por exemplo naquela poltrona em que eu estava, na minha escrivaninha e contra a parede - em diversas posições. 


"A-Amor… ah… c-calma… eu preciso… descansar… AH!" - implorei sendo, bruscamente, penetrado pelo soviético bem dotado. Basicamente, minhas duas pernas estavam posicionadas sobre os ombros do mais alto, o que facilitava cada estocada bruta que atingia minha próstata sem dó nenhum.


"E-Eu tô quase… ugh… gozando, doçura… será a última… e-eu prometo" - afirmou meu amado, o qual se encontrava ofegante e suado, assim como eu.


"M-Mas já é a quin- HUM!" - antes que eu desse continuidade à frase, fui interrompido por outro beijo intenso e outra masturbação do meu amor. Ah essa língua e essa língua habilidosa… vamos Sovi, faça-me delirar mais com seus toques, faça-me sei, ame-me todo dia como eu faço contigo - "S-Sovi… SOVI AH!!!" - e finalmente meu orgasmo intenso veio.


 Algumas estocadas a mais, Sovi se desfez dentro de mim pela quinta vez. Droga, agora que eu percebi.


"S-Sovi, não usamos camisinha!" - falei um tanto nervoso e o soviético me olhou com uma cara surpresa, assim que ele se deitou do meu lado. Pelo visto ele também se esqueceu.


"É-É mesmo… mas não acharia ruim se tivéssemos uma criança" - ele me provocou com um sorrisinho pervertido. Eu corri fortemente e joguei um travesseiro na cara dele, a qual foi atingida.


"Pelo visto alguém não conseguiu desviar dessa vez, não é?" - brinquei, logo dando risada de uma recordação de nós dois enquanto ele se trocava na minha frente.


"Foi só sorte da sua parte, mas eu realmente não estava brincando com relação em termos uma criança" - dito isso, senti minha cintura ser envolvida por um dos braços fortes dele e nossos corpos ficaram grudados. Por estar envergonhado, eu o abracei e escondi minha face em seu peitoral.


"E-Eu quero tomar um banho, mas estou arrombado…" - nós dois rimos, apesar de eu estar com uma pequena dor no meu quadril.


"Deixa que eu ajudo, doçura. Eu fui o responsável então é meu dever ajudá-lo" - em seguida, ele se levantou e me segurou estilo noiva - "Aliás… me desculpa por ter sido um babaca, eu devia ter te deixado se explicar" - ele disse me olhando arrependido, enquanto íamos ao banheiro. Essa me pegou de surpresa, mas eu quem me surpreendi ao dar um beijo no canto da boca do comunista.


"Tudo bem, pelo menos você reconheceu sua babaquice" - desviei o olhar, totalmente corado e cruzei meus braços. Percebi um rubor nas bochechas de Sovi e isso arrancou um sorriso de canto meu.


"Eu me esforçarei para não cometer o mesmo erro, minha doçura, porque eu te amo"


"E-Eu também te amo, meu amor" - ambos sorrimos e usufruímos da água quente da minha grande banheira, assim que entramos no banheiro. 


 Depois de diversas carícias carinhosas, fomos logo dormir abraçadinhos. É a primeira a vez depois de uma semana que eu dormirei realmente bem, comparado a diversas noites viradas.


Notas Finais


Eai oq acharam?? Espero q no mínimo tenha ficado digno kkkk tchau tchau GNT próximo cap sai em breve ;3


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