História O terapeuta - Capítulo 1


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Astrid, Personagens Originais, Soluço, Stoico
Tags Hiccstrid
Visualizações 25
Palavras 1.395
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos , sou novo aqui !!!!!!!!!!!
Bom aqui trago um Fanfic quê eu particularmente amei . Eu leio Fanfic de Httyd ( Como treinar o seu Dragão ) desde que lanço o segundo filme .
Espero quê gostem ,é de todo o meu coração .

Capítulo 1 - Porque fui aceitar?!


Fanfic / Fanfiction O terapeuta - Capítulo 1 - Porque fui aceitar?!

Cap 1 

Pov : Astrid 


Estava no meio quarto no escuro escutando música ( funk) . Era quarta e não tinha ido a aula por eu ter sido expulsa novamente . Eu só pretendia passar o dia quieta e só sair dela ( cama ) , para ir ao banheiro , ou pra descer do quarto e comer alguma coisa na cozinha.

Porém meus pedidos sempre são interrompidos . A governanta da casa se chama Mariana tem uns 37 anos mais ou menos. E ela te medo de mim , como se representa se algo de perigoso pra ela .

Mariana —Astrid...seus...pais tão... solicitando sua presença na sala — tremilicava na porta

Eu — fala que estou dormindo 😑

Mariana — seu pai falou que é pra você descer agora...

Eu — fala pra aquele chato que eu só vou confirmar alguma coisa com o JJ ,o meu "amigo" e já tô indo — falo me levantando da cama 

Ela saiu "voando " falar para meu pai , só escutei ele me chamar 

Adre( meu pai) — Astrid Margarida Hofferson !!! — gritou — desça aqui agora!!!

Eu sinceramente tenho um pouco de respeito por ele...na verdade um pouco de medo dele , e desci rapidamente pra sala, e só prá dizer que não me importo entrei com cara de debochando e me joguei no sofá pra deixar eles loucos de bravos , porém não ligaram dessa vez.

Eu - Ué não vão me chingar por ter feito isso? — surpresa

Antonieta ( minha mãe) — infelizmente não minha filha - cruzando as pernas 

Eu tentei fazer de desentendida porém não pude.

Eu — que milagre é esse?!

Adre — filha eu estou extremamente bravo por...

Antonieta — nós estamos bravos querido...

Adre — ... isso  nós estamos bravos por você ter sido expulsa pela décima vez da escola onde estuda - cruzando os braços 

Eu — e o que você quer que eu faça ? A diretora me "percegue" e os professores são tudo um bando de arrogante, sem contar aquela putas que ficam me atazanando só por causa do meu sotaque — falo começando a ficar indignada 

Adre — então filha por isso eu e sua mãe conseguimos achar uma solução de você ser tão assim...

Eu - "assim" como?!

Adre - não se altere filha 

Eu - tá...qual clínica piscriatica vocês vão me por agora ?

Antonieta —  não em nem uma dessa vez 

Eu — como? — muito surpresa

Adre - achamos um terapeuta que não tá mais no ramo porem todos dizem que ele é ótimo no que faz — muito sorridente , achei estranho o reluzir de brilho de meu pai , já que nunca ele sorria tanto assim 

Eu — eu não vou ir !

Antonieta — será melhor pra você Astrid

Eu — não vou ir!!

Adre — abaixe esse tom de voz 

Eu — pai pare de gastar dinheiro com isso ! - estava muito brava — invista o dinheiro de errança da vovó em algo que preste pra mim — já que a errança era minha mesmo 

Adre — você é de menor e eu como seu..

Antonieta — nós como seus responsáveis...

Adre — ... cuidamos e administramos os seu dinheiro até você completar 21 anos!

Eu — aqui a maioridade é de 18 anos ! Não é igual aquele fim de mundo aonde morávamos !!

Na hora da discussão a empregada puxa saco de meu pai chega com a minha mala de rodas.

Jéssica — senhor desculpa atrapalhar mas trouxe a mala de sua filha — deixando a mala do lado do sofá que eles estavam 

Adre — obrigado Jéssica...

Eu — que essa mala está fazendo aqui ?!

Adre — suba e se troque meu bem — se levantando do sofá — em cinco minutos você vai ir conhecer seu terapeuta querendo ou não 

Eu — odeio você !! — saiu correndo pro meu quarto chorando de ódio 

Cinco minutos depois eu desço com a mesma roupa que estava , meu pai já estava no carro esperando por mim . Pego a mala e vou em direção a porta .

Jéssica — tenha uma boa viagem Astrid 🙂

Eu — vai li fuder garota! ( porque ela só tinha uns 18 ) — saiu batendo a porta 

A limusine estava ligada já com o Alfredo ( motorista) no volante e meu pai atrás no banco só a minha espera . Eu com muito ódio entri no carro com cara de emburrada e fecho a porta com força .

Adre — vá com calma você não vai odiar isso...

Eu — tá tá ! Vamos logo com isso 😒

Meu pai mandou o Alfredo seguir viagem e eu fiquei o tempo todo com cara emburrada no percurso .


Pov : Soluço


Estava em casa , tinha acabado de por ração pra o Banguela ( meu labrador preto) , e estava lendo jornal e tomando café num copo na cozinha . 

Estava no último gole de café , quando o Banguela começou a latir e alguem tocou a campainha .

Eu — agora não.... — mesmo contra minha vontade eu me levanto e vou ver quem era 

Ao abrir , do de cara com o Adre , ele geralmente aparecia ou pra me pedir favor ou pra me cobrar algo .

Adre — Soluço !!! — sorrindo

Eu — Adre? — falo não tão surpreso — do que você precisa ? — perguntei já sabendo 

Adre — primeiro de tudo como vai a perna? 

Eu — vai bem...

Adre — segundo ,lembra da Astrid?

Eu — nem sei quem é? 

Adre — bom aqui está ela — ela sai da frente dela .

Ela era uma garota loira de olhos azuis , com caras de que não é de muito amigos e fechada .

Eu — Adre eu não faço mais isso... você sabe que meus médicos não deixam 

Ela ao houvir isso , abriu um pequeno sorriso .

Adre — pago o triplo do que você estava cobrando — tirando um malote de dinheiro do bolso , sem contar que ela fechou a cara denovo 

Eu não podei recusar .

Eu — se for assim eu vou ter que aceitar — eu pego o dinheiro e ponho no bolso — quanto tempo ela fica aqui com migo? 

Adre — até que ela melhore as suas ações — ele diz e se virá 

Ela fica mais emburrada, o motorista trás a mala dela , volta abre e fecha a porta pra o pai dela , depois entra no carro e o liga

Adre — se comporte meu bem ! — deu um último alertar antes de ir 

Depois que o carro saiu , só ficou eu e a garota na frente , e  ela tava com cara que queria literalmente me matar .

Eu — bom Astrid... quanto anos você tem? — perguntei um pouco sem jeito — tem cara de 18

Astrid — quem dera... tenho 17 — respondeu um pouco animada

Eu — bom deve tá no fim do ensino médio né?

Astrid — dã....— debochando um pouco de mim 

Eu fiquei um pouco sem saber no que fazer na hora ( sendo sincero) 

Eu — bom se você quiser entrando e se sentar no sofá ou ver Tv tudo bem , vou ir arrumar a cama no quarto de hóspedes e já volto — falo dando espaço pra ela passar 

Astrid — tá tanto faz pra mim — ela entra e se joga no sofá 

Fechei a porta e depois subi pro quarto de hóspedes pra arrumar a cama . Passou uns 10 minutos depois desci , e senti um cheiro de queimado pensei que tinha deixado algo no fogão porém era a Astrid que estava fumando na sala.

Eu — seus pais sabem que você fuma?

Astrid — eles precisam saber?

Eu — más aqui você não vai fumar de jeito nenhum — tomo o cigarro dela e apago ele 

Astrid — ei!!!

Vou até a cozinha e jogo o cigarro dela no lixo .

Astrid — quem mandou você fazer isso?!

Eu — eu mesmo — falei num tom autoritário 

Astrid — nossa falou o machão — debochando e pegando o maço de cigarro do bolso 

Quando eu vi isso , tomei dela  .

Astrid — ei!!

Eu — se você quiser fumar você fume no quintal — falei colocando o maço de cigarro numa mesa que estava do lado de fora

Ela me olhou com ódio e saiu batendo a porta ao sair. Coloquei a mão no rosto e só pensei " porque aceitei".









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