História O trato. - Capítulo 1


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Hibiki Lates, Jellal Fernandes, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe
Tags Nalu
Visualizações 369
Palavras 1.176
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ca estou eu com outra fanfic, eu tenho problemas com atualizações por conta de: esqueço que tenho que fazer capítulo.
Sim, eu sei, sou irresponsável, mas juro de coração que eu tento.
Boa leitura.

Capítulo 1 - Não faça escândalo, faça um trato.



Não precisa de muito para você começar a ser excluído na escola, principalmente se a escola em questão é, atualmente, a maior potência mundial. Basta um estilo diferente, um jeito estranho, um rosto considerado feio, ser pobre, oriental, burro demais ou inteligente demais. A partir daí - caso você faça parte de um desses grupos -, bam! Sua vida já pode se transformar em um verdadeiro pandemónio. Eu me encaixo perfeitamente em várias dessas categorias criadas por adolescentes que acham que a popularidade é tudo durante seus anos escolar. Um perfeito nerd asiático.

Entretanto, minha vida não é em um todo ruim. Mesmo que o bullying já seja algo costumeiro em minha semana, aprendi a evitar o máximo possível qualquer agressão para meu lado. No início do colegial eu - ainda sendo uma doce criança inocente -, acreditava que sair do Japão e me mudar para os Estados Unidos iria mudar minha vida muito para a melhor, porém, entendi que minha prioridade de "aproveitar o máximo possível o ensino de outro país" mudou para apenas querer manter meus dentes dentro da minha boca. Graças aos deuses eu consegui o feito.

Com o passar do tempo, em todos esses anos que já moro aqui, comecei entender a mente do jovem dinâmico americano... Bom, a mente de quase todos, porque, acredite ou não, ainda tem muita coisa que me surpreende. E uma dessas coisas é Lucy Heartifilia se dar ao trabalho de sentar na minha frente a metros de distância da mesa de seu grupinho popular. Esse sorriso ladino com toda a certeza não está aqui para me desejar um bom dia.

- Oi. - simples assim, se não fosse mais esperto eu diria que essa saudação foi até pura, sem nenhuma má intenção, mas não sou considerado um nerd só porque sou japonês não. - Natsu Dragneel, certo?

Balancei a cabeça em confirmação, desacreditado de mais para confirmar verbalmente. Lucy Heartifilia sabe o nome de um simples mortal como eu, quem diria.

- Sou Lucy. - não se deu ao trabalho de me estender a mão para me comprimentar, ela continuou com aquele repuxar de lábios no canto da boca. Senhor, por favor, diga que estou enganado em acreditar que esse sorrisinho é tudo, menos puritano. - Lucy Heartifilia.

- Sei quem você é. - Esperava o que, Que eu pedisse um autógrafo? Não sou tão fácil assim, anos de experiência transformaram minha poker face digna de desconforto em qualquer um. Não posso controlar meus pensamentos mas sou excelente em controlar meu corpo, obrigado.

Aquele maldito sorriso aumentou, como se dissesse "é claro que você sabe quem eu sou", droga de popularidade que faz todo mundo saber seu nome. Se eu mandasse "o que você quer?" seria rude? Não me levem a mal, não costumo ser mal educado nem nada - minha mãe se esforçou para me educar -, mas se vocês tivessem no meu lugar, certamente já teriam corrido. Porque, pelos céus, a aura ao redor desse ser está começando a me assustar.

- Então, vamos direto ao assunto. - como se eu tivesse algum assunto a tratar contigo. - Você deveria ser mais cuidadoso, Natsu. - pelo amor de minha falecida mãe, porque parece que ela está me ameaçando? - Mais observador também, cometer um erro desse é perigosíssimo. Imagina o que você faria caso eu não tivesse sido a grande sortuda em encontrar?

A forma que pronunciou "sortuda" não me saiu bem. Mas, aliás, do que diabos essa doida tá falando?

- Oras, não faça essa cara de desentendido. - sim, certamente ela conseguiu ver por cima de minha máscara de indiferença. Ótimo momento para meu controle corporal vacilar. - Você sabe o que é isso?

Levantou a mão cuidadosamente, como se o que vai me mostrar fosse um segredo. Olhei para o membro estendido e suguei o ar me engasgando com o oxigénio recem adquirido, comecei a tossir.

Puta merda.

- Sabe... É realmente descuidado de sua parte se declarar para a pessoa errada. - o sorriso voltou junto com o arrepio que percorreu minha espinha. Ela guardou a carta rosê no bolso de dentro do colete escolar, a minha carta, a carta onde resolvi expor meus sentimentos pela garota que é meu amor desda infância. - Me diga, Dragneel, o que vai fazer agora que sua declaração caiu nas mãos erradas?

Serrei os punhos, certamente meus medos sobre aquele sorriso não foram sem fundamentos. Ela espera que eu faça o que? Implore de joelhos para ela não espalhar copias do que escrevi pela escola? Porque se esse for o caso, eu faço. Eu sei, eu sei, você deve estar me achando um franguinho mas, Jesus Cristo, que outra opção eu tenho? Meu orgulho foi para o ralo agora.

- O que você quer de mim? - consegui verbalizar, com medo da resposta, me senti como um traficante perguntando para um policial sobre o que ele vai querer conversar.

- Não me olhe com essa cara de quem vai ser linchado. - me repreendeu. Oras, se ela não me olhasse com essa cara de quem vai me linchar eu com toda a certeza não estaria com essa expressão de quem 'tá no corredor da morte. - Estou aqui para fazer um trato, Natsu, não precisa ter medo.

Engoli em seco, será que Eva se sentiu da mesma forma quando foi tentada pela serpente à comer aquela porcaria de fruto proibido?

- Que tipo de trato?

- Não vou contar nada à ninguém, nem para meus amigos ou para Lisanna. - Maldito sorriso! Lisanna Staur, minha vizinha, amiga de Lucy e, para completar, a pessoa que deveria receber minha carta. - Na realidade, posso até lhe ajudar a conquista-la se você pedir com jeitinho.

Engoli em seco, quase feliz com essa ideia. O que? Esperava que eu nem considerasse? Vamos lá! Quem melhor para me ajudar a conquistar minha vizinha do que uma amiga próxima dela?

- Mas... - lá vem a bomba. - Todo trato tem suas condições, eu quero uma barganha. Claro que não vou sair da história sem levar algo em troca.

- E se eu não aceitar? - perguntei já esperando que essa barganha acabasse em bombardeio, meu nome nem é Hiroshima ou Nagasaki para ser destruído por uma americana.

- Acredito que não está em condições de dispensar minha maravilhosa oferta. - o deboche dela é tão palpável que se eu esticar a mão vou até conseguir pegar nele. Eu e minhas ideias de me declarar por meio de carta, quem diria que isso seria usado contra mim.

- Certo... - suspirei derrotado, realmente não estou em condições de negar nada, mesmo que minha vontade seja apenas sair correndo fazendo escândalo. O problema de não se meter na vida dos outros (como uma determinada loira que não falarei o nome para não me comprometer) é que você não tem nada para chantagear ninguém, eu queria cair pelo menos atirando. Mas o que fazer quando a vida de Lucy Heartifilia é mais aberta quanto o decote que ela usa? O negócio vai ser aceitar tudo, sair na pior e tentar levar o melhor da situação. - O que você quer em troca?

- Sua virgindade.


Notas Finais


Eu sou terrível em escrever em primeira pessoa, essa fanfic certamente vai ser um desafio, mas espero agradar.
"Mas Kayho, quando saí os capítulos?" pseh, caro leitor, nem eu sei. Talvez semana que vem porém não prometo nada.
Agradeço comentários - mesmo que seja para zoar essa escrita lixo - beijos e até.


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