História O Trem - Capítulo 11


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Karin, Madara Uchiha, Maito Gai, Sai, Sakura Haruno, Shisui Uchiha
Tags Gaaino, Gaara, Ino, Inoichi, Itachi, Kin, Sai, Sakura, Shiita, Shisui, Trem
Visualizações 63
Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Yooooo trago mais uma att para vocês
Não me matem por eu estar sendo tão vagabunda ao ponto de deixarem vocês curiosos e enraivecidos com a minha demora de att a fic

Lembrando que amanhã/hoje 15/2, começam as minhas aulas integrais... Corri contra o tempo para n deixá-los sem att hj

Sei que não ando os agradecendo pelo carinho, favoritos, visualizações e comentários então desde já agradeço imensamente pelo apoio e carinho que estão dando para a fic 💖

Enjoy 💖

Capítulo 11 - Nervosismo


Após afagar as costas da rosada, Ino dirigiu-se para o hall de entrada. Fitava a maçaneta da porta como se aquilo fosse, de alguma maneira, lhe transmitir coragem e segurança. Sakura notou a inquietação de sua irmã e quis rir por ela achar que a mãe estava em casa.

— Okaa-san não está em casa. Relaxe. — a rosada deu leves tapinhas no ombro da loira. — Ela teve que resolver uns assuntos não-sei-onde.

Aquela notícia veio a calhar, pareceu que caíra uma tonelada dos ombros da mais velha. Imaginava sua mãe, sentada no sofá, lhe esperando com uma cara de poucos amigos. Tinha receio de que ela fosse lhe tomar o celular ou lhe proibir de sair.

Só em saber que não enfrentaria o dragão agora, isso já lhe dava um pouco de tempo para pensar em como enfrenta-la.

Sakura puxou a mão de Ino para poder adentrar no cômodo e a loira nada falou, apenas deixou-se ser puxada. Ao entrar na sala pôde sentir o aroma tão conhecido de produtos de limpeza, as cerâmicas estava brilhando de tão limpa e tinham novas almofadas descansadas no sofá. Sentiu um leve aroma de macarrão e fritura, bem saindo da cozinha. Ainda era meio dia e quinze, checou no celular.

Sentiu seus pés saírem do chão e notou que seu irmão a abraçava pela cintura enquanto a puxava para cima.

— Otou-san! Nee-chan chegou! — Konohamaru berrou fazendo seu pai aparecer na cozinha enquanto o mesmo segurava uma tigela e trajava um avental.

Inoichi pousou a tigela na mesa e dirigiu-se até a sala, depois ergueu os braços a espera que Ino lhe abraçasse e ela assim o fez, descansou a cabeça no peito do mais velho e inalou sua tipica colônia de bebê que a deixava embriagada. O mais velho sabia que perfumes de criança deixavam as pessoas entorpecidas, ótimo para acalmar os ânimos. Seu pai, como sempre, um gênio.

— Você está bem? — o Yamanaka perguntou quando se soltou do abraço, olhando mais atentamente pôde ver que sua filha portava um sorriso.

— Trago ótimas notícias... — fez suspense e logo jogou a bomba. — Itachi me ajudou a encontrar um emprego!

Inoichi levou a mão até o coração e sua cara mostrava que estava contente e emocionado. Sentia orgulho quando seus filhos alcançavam seus objetivos aos poucos, não os pressionava visto que gostava de ver seus progressos e suas vitórias.

A rosada observava tudo calada, iria ver Ino poucas as vezes e isso a intrigava. Sakura ficaria sozinha e não teria com quem compartilhar suas angústias, mas tinha que admitir que estava feliz pelo que sua irmã conseguiu.

— Vou levar meu currículo e, se caso eu conseguir a vaga, começarei a trabalhar no mesmo dia, ou seja, amanhã. — falava enquanto andava até a cozinha.

Todos se dirigiram até a cozinha e almoçaram. Comentaram sobre a estufa, as flores e as vendas e Ino agradeceu, mentalmente, a todos por não terem tocado no assunto do seu namoro.

Assim que começara a escurecer, a loira tratou de organizar seu quarto e logo em seguida seu currículo. Ainda eram seis e meia da noite e sua mãe não tinha voltado, e Ino tentava não se preocupar apesar de saber que a mais velha sabia se cuidar. Ino fora jantar assim que seu irmão lhe avisou do jantar, assim que terminou de comer veio direto para o quarto, deitou-se na cama e, por um milagre, dormiu tranquilamente

***

Ao acordar viu que era seis e meia da manhã e fora rapidamente para a sala para ver se o calçado de sua mãe estava perto da porta e suspirou de alívio ao ver que estava, viu seu pai zanzando pela casa e supôs que sua mãe estava dormindo. Retornou ao quarto e tomou um banho rápido, pegou o que precisava e fora em direção à porta mas parou assim que escutou seu pai lhe chamar.

— Não fale com estranhos e nem ande por ruas perigosas e escuras. — Inoichi falou ao virar o tronco em direção a mais nova.

Revirou os olhos para o seu pai super protetor que achava que ela ainda tinha nove anos. Qual é! Já tinha quase dezenove anos e não era mais uma criança indefesa. Gostava dos seus instintos paternos, mas as vezes ele lhe tratava com um bebê.

— Pai, eu entendi. Não sou mais um bebê! — bradou batendo o pé no chão e cruzando os braços em seguida. — Se formos parar para pensar, o dono do restaurante também é um estranho.

Inoichi riu por ter se esquecido de um detalhe tão pequeno. A verdade era que adorava pegar no pé de seus filhos, gostava de ser um pai atencioso e presente.

Abraçaram-se e depois Ino pôde partir. Fora para a parada de onibus e pegou o ônibus depois de onze minutos espera. Mandou uma rápida mensagem para Itachi dizendo que acabara de pegar o ônibus e o moreno respondeu:

"Estarei te esperando na estação (: " Itachi.

Assim que conseguiu pegar o trem, encostou a cabeça no vidro e fechou os olhos para desfrutar do silêncio que reinava e só abriu quando chegou em seu ponto.

Ao sair do trem procurou por Itachi entre a multidão e, quando o achou rapidamente prendeu a respiração por breves segundos ao ver que o moreno estava acompanhado pelo ruivo desconhecido, Gaara. Iria matar Itachi por não ter avisado que estaria acompanhado do ruivo. Pensou em voltar nos mesmos pés para casa mas lembrou do porque estava lá e fora em direção de Itachi com as pernas bamba e sentiu suas mãos suarem.

Tinha que ficar envergonhada logo agora! Mas que caralhos!

— Bom dia, loirinha! — Itachi a saudou e depois apontou para o ruivo ao seu lado. — Lembra do Gaara?

Como não lembrar do ruivo que a fez ficar envergonhada.

Viu o ruivo lhe estender a mão e a loira o fitou antes de lhe cumprimentar, sentia o olhar quente de Gaara sobre si. Por Kami, alguém cave um buraco para ela esconder a cabeça e o quanto estava constrangida. Quis correr dali mas fez sua melhor cara de plena e começou a seguir um Itachi que a puxava pelo braço.

Não queria parecer grossa ao perguntar à Gaara sobre sua eventual presença num assunto que não era de sua conta. Já estava sendo grossa ao se perguntar.

Enquanto andavam, Ino continuou quieta observando e escutando a conversa dos dois, tão descontraída. Itachi levava jeito para arrumar amizades visto que tinha apenas dois dias que os dois se conheciam e já eram tão próximos.

Próximos o bastante para o moreno convidar o ruivo para ambos acompanha-la até seu futuro trabalho.

Quando chegaram ao estabelecimento pôde ver o enorme letreiro piscando "Lanchonete Hatake" na vidraça da janela. Ino observou com mais cuidado a rua, monótona. Pela janela de vidro dava para ver que haviam alguns clientes e funcionários.


Notas Finais


Comentem o que estão achando de tudo, tudinho! Irei ler e responder todos os comentários 💖😊
Nos vemos no próximo capítulo 💖


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