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História Lobo de Odin - Capítulo 3


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Notas do Autor


Postando um dia mais cedo. Espero que goste, boa leitura.

Capítulo 3 - Memórias


[...] Duas semanas depois.

-Fenrir.- É chamado por lince- o chefe quer ver você.-

-Agora?- Ela diz "sim" com a cabeça

Eles vão até a sala do "chefe", lince bate na porta, sendo atendida por um homem forte, alto, com curto cabelo preto, pele morena e cavanhaque.

-Fenrir! Lince! Entrem, por favor.- Diz dando espaço para entrarem, fenrir percebe bruno sentado em uma cadeira, cumprimenta-o com um simples aceno.- Bruno me disse que você quer voltar a estudar, é verdade?- pergunta a fenrir, que assente.- Ok, podemos começar amanhã?- O mesmo concorda.- Homem de poucas palavras, entendi- Diz em tom brincalhão- Muito bem, tome este ticket- Diz lhe estendendo o mesmo- para pegar seus livros, lince, pode ajuda-lo?- A mesma concorda.- Certo, estude hoje, amanhã bruno vai no seu quarto para começar seus estudos definitivamente, já lhe aviso, não vai ser fácil, nem um pouco.-

-Certo, então, já vou.- Diz fenrir se levantando da cadeira, sendo acompanhado por lince. Os dois homens se despedem deles.

[...]

-Por que não disse a verdade há ele?- Indaga bruno.

-Pensei melhor, agora não é a melhor hora, pense só, ele não conhece nada além de fúria e instinto, pense como ele iria reagir.-

-Bom, quanto mais tempo demorar ora contar, pior vai ser.-

-No tempo certo bruno, no tempo certo.-

[...]

-Já foi a escola, certo?

-Sim, parei no quinto ano, se não me engano.-

-É, realmente, você parece bem culto pra quem não foi à escola por 8 anos.-

-Eu tinha um caderno da escola, que virou um de anotações, mas tinha uma coisa ou outra. Falando nisso, você pode pega-lo? Estava comigo quando me encontram, já que eu não posso sair dessas instalações.-

-Certo, mas depois. Então, sabe adição, subtração e essas coisas né?- Fenrir assente.

-Ótimo...- Se inicia uma longa explicação sobre matemática e outras matérias escolares ( Convenhamos, não há necessidade de colocar isso aqui.)

-Puta que pariu, meu cérebro tá queimando.- Disse fenrir se jogando na cama.

-Considerando que começamos as 15:00 horas e são 22:30. Deve ser o suficiente. Mas, mudando de assunto, eu vi você na arena hoje, você é forte, mas não sabe usar 100% da sua força, além de não ter uma boa técnica, eu posso arranjar umas aulas pra você.-

-E, lince, podemos esquecer oquê aconteceu ontem? Não quero inimizades com você.-

-Isso é um pedido de desculpas? Bom, foram aceitas, mas tem outra pessoa pra você se desculpar, mas falamos disso amanhã, descanse. Diz e sai do quarto, deixando-o sozinho, que logo adormece.

[...]

Fenrir andava em um lugar escuro, até que havista 4 pessoas, que corriam dele, o mesmo vai atrás delas, que ficavam cada vez mais perto, quando as pessoas pararam, olharam para fenrir, não possuiam rostos. Repentinamente, correntes saem do chão, prendendo-o.

-É realmente com essas correntes que luta?- Diz uma suave atrás de si, revelanto ser quase idêntico a ele, sem diferenciando apenas pelos olhos dele, que eram brancos, parecendo que era cego. O homem o rodeava.

-Acho que não. Ele luta comigo.- Diz uma voz grave e sinistra ao seu lado, revelando ser um grande  lobo negro de olhos vermelhos.

-Eu não entendo.- Diz fenrir 

-Não entende a si mesmo. Apenas lembre-se de uma coisa, não pode lutar contra quem quer que seja lutando contra si mesmo.- Diz o homem

-Volte quando entender!- Diz o lobo, fazendo tudo escurecer.

Fenrir acorda em um sobressalto, ofegante e suando frio, olhou para o relógio, que marcava 9:00, sua aula começaria as 10:00. Se levanta da cama e faz suas higienes.

"O que eles queriam dizer? Ah, esquece, foi apenas um sonho."

O relógio marca 9:30, o despertador que ganhara de lince na noite passada começou a tocar, mas foi rapidamente silênciado. Ainda possuia tempo, então resolveu revisar o que aprendera na noite passado. O horário passa rápidamente, o relógia marcava 10:05 quando bateram em sua porta.

-Fenrir, sou eu, bruno.- Dizia do outro lado da porta.

-Já vou.- Diz se levantando da cama, destrancando a porta, dá passagem para seu amigo passar.

-Bom dia.- Diz bruno entrando no quarto.

-Pra você também.-

-Então, começamos por...-(Novamente, pulando uma sessão de estudos)

Após explicar onde parou com lince, fenrir e bruno começam a estudar, com uma pausa somente para o almoço, enquanto estudavam, bruno lançava perguntas que não tinham haver com as matérias, fenrir, a princípio estranhou, mas não questionou. 

[...]

Eram 21:30, a cabeça de fenrir já doía, o mesmo se provou um bom aluno, absorvendo os ensinamentos rápidamente.

-Certo, acho que por hoje basta. Fenrir, lince disse que se você tiver tempo, passe no dojo, quer que eu o leve até lá?-

-Não tô fazendo nada mesmo.-

[...]

Após um caminhada, iam revisando o que passaram para fenrir, quando chegam até o dojo, vendo lince que dava aula para outras pessoas, ao lado dela, estava uma mulher forte, musculosa, com curto cabelo loiro e olhos azuis. Ao entrar, todos encaram fenrir, que rosna em resposta.

-Fenrir, podemos conversar?- o mesmo assente. Lince os guia para uma sala enquanto a outra mulher dava instruções. -As aulas são todo final de semana, sábado e domingo começa às 9:00 termina às 22:00. Posso contar com você?- O mesmo assente.- Certo, e aquela outra mulher ali, é minha namorada, você meio que quebrou as costelas dela, se desculpe, depois da aula.- Fenrir concorda novamente.

Os dois voltam para aula, a mulher o analisava de cima a baixo.

-Muito bem, fenrir, como você é novo, vamos ver com o que estamos lidando?- Diz a mulher em tom de desafio.

-Está me desafiando?-

-Não, isso é apenas um teste físico, não levem a sério demais.- Interrompe lince.

-Não se preocupa, não vou matar ele.- Diz a mulher se preparando para o combate.

-Eu não posso dizer o mesmo.- Diz fenrir cerrando os dentes.

-Ok, já que querem tanto. Comecem!- Esbraveja lince.

O combate se inicia, rápidamente, fenrir é atingido por um soco em seu rosto, nem ao menos moveu um músculo, segurando o punho de seu adversário, ele revida, mas não acerta nada, ela se esquivou, e quando percebeu, ela lhe aplicava um "belly-to-back" suplex. Levando-o ao chão, ela se afasta com um sorriso, mas logo volta sua atenção quando fenrir se levanta rindo psicóticamente até virar uma risada quase hestérica.-Finalmente alguém que sabe se divertir. Minha vez!- Esbraveja com puilas estreitas. Em um rápido, mas poderoso soco, que se não fosse defendido levaria a lona, ele acerta uma joelhado ao lado de sua barriga, fazendo uma abertura em sua defesa, ele encaixa outro soco, por baixo de sua guarda, acertando seu queixo, fazendo-a recuar, ele investe contra ela, pulando com os joelhos em sua barriga, levando-a ao chão, acertando vários socos em seus braços, que formavam uma defesa acuada.- Já chega!- Esbraveja lince. Fenrir assim o faz, indo para outro lado do tatame, com suas pupilas "normais". -Você tá bem, aria?-

"Aria, vou me lembrar desse nome."

-Aberração- escutou um dos alunos 

-O que?- Questionou fenrir em tom ameaçador

-A-BER-RA-ÇÃO. Ainda por cima é idiota.-

"REVIDE!" Gritava o voz do lobo em sua mente.

-Você não viu nada- suas pupilas se estreitavam.- vou te mostrar oquê é uma aberração. Disse indo pra cima do aluno.-CHEGA!- Interrompeu lince.-Marco! Fora!- Expulsou o aluno.- Precisa aprender a respeitar seus companheiros, minha função não é essa.- -Eu mesmo posso ensinar.- Disse fenrir. -Então, vem aberração.- Desafia o garoto.

"Não revide, assim se tornará o que dizem." Dessa vez, disse a voz suava do homem em sua mente.

-Pensando bem, você não fale meu tempo.- Disse fenrir dando as costas para o garoto.

-Ótim- É interrompido por lince- Marco, Fora! Não quero mais ouvir sua voz hoje.- Diz lince em tom autoritário. O garoto assim o faz.

-Ei- Chama a garota ao seu lado- Ele é um babaca assim mesmo, não liga.- 

-Fenrir, vejo progresso. Dispensados- Anuncia para os alunos- Menos você.- Diz apontando para fenrir.

Após a classe ir embora, fenrir vai até aria para se desculpar.

-Então, aria, certo?- A mesma assente- Então...desculpa por hoje e, bom, pelas costelas.- 

-A lince pediu pra você fazer isso né?- Ele concorda- Bom, se me pede desculpas sinceramente, está perdoado.- Fenrir se despede indo para seu quarto.

[...]

-Então, o que o chefe quer com ele?- questiona aria.

-Eu não sei ao certo, mas você tem que perguntar a ele, não a mim.-

-Sempre grossa, né lila?-

-Cala boca.- Diz a puxando para um beijo.

[...]

-Ei, você.- Chama o garoto que lhe afrontou no dojo.- Lince não tá aqui pra te defender, vai aceitar meu desafio, ou vai fugir?- Pergunta em tom desafiante.

-Você é muito irritante. Não fale meu tempo.- Diz lhe dando as costas.

-Não vire as costas pra mim!- Esbraveja. Fenrir apenas contonua andando.

-Já chega chris. Esqueceu o que a sensei disse?-

-Não se mete.-

-Se ataca-lo, as coisas vão ficar ruins pra você.- Diz fazendo o garoto ir embora irritado.

-Obrigado.- Agradece fenrir.

-Só poupei ele de levar, uma surra.- Fenrir dá de ombros indo embora.-Ei, posso te acompanhar?- Questiona a garota.- Por que?- Questiona desconfiado.- Bom, você é uma pessoa no mínimo interessante.- - Tudo bem então.- Assente ainda desconfiado.- Ok, mas, como é, sabe, ficar na floresta por 8 anos?- 

-Mais agradável do que parece.-

E assim foi o caminho, repleto de perguntas, da parte da garota. Em certo ponto, a garota lhe dissera que haveria uma espécie de competição, onde seriam aplicados testes físicos e mentais, uma espécie de "prove seu valor" com um treinamento. Achou interessante e confirmou sua presença.

Então, pararam na porta do quarto de fenrir, ele se despede, abrindo a porta e entrando. Antes que pudesse fechar a porta, é surpreendido por um beijo em sua bochecha, a garota saiu correndo. No começo, achou estranho, mas logo achou bom. Deve dificultade para dormir sua mente era martelada por perguntas, e sem de-las respondidas, ele adormece

-Seu coração amolece.- Disse o lobo em seu sonho

-Isso é bom.- Retrucou o homem.

-Meu coração ainda é tão duro quanto o mais resistente aço.- Disse fenrir.

-No fundo, você sabe que mente, não deixe que isso lhe cegue.-

-Deixe que consuma seu coração, permita-se amar outra pessoa.- Os dois somem.

Fenrir acorda, passaram-se alguns segundos em seu sonho, horas fora dele. Alguém batia em sua porta, ele atendeu. Era lince e aria.

-Fenrir, conversei com o chefe, ele deixou que você saia com a gente, procurar seu tal caderno. Vá se arrumar. Disse lince. Ele assente.

Saindo com uma calça simples e uma camisa de mangas curtas. Se dirigiram ao subsolo, onde estava a caminhonete de aria.

[...]

Certo tempo havia se passado, o silêncio reinava no carro.

-Então- Fenrir quebra o silêncio- vocês se lembram onde me encontraram e como chegaram lá? Porquê eu meio que tava incosciente.-

-Sim, daqui 10 Km nos viramos a direita, sainda da estrada, mais 15 Km adentro da floresta até chegar num ponto onde temos que ir a pé, então, como você deve conhecer essa floresta melhor que qualquer um, achamos que pode encontrar seu acampamento.-

-Certo.- o silêncio já começava a tomar conta do carro. Mas é interrompido por fenrir.-Então, lince, você nunca me disse seu nome, é algum tipo de segredo?-

-Não, é que você nunca perguntou, aliás, é lilaey.-

-E suas máscaras? Usam elas em situações específicas ou é algo de moda?-

-Usamos apenas em questões espécificas.- Dizem em uníssono.

-Ok, nossa vez. De onde vem o nome "Fenrir"?- Questiona lilaey.

-Bom, segundo o bruno, eu tenho "bloqueio de memória traumática" ou algo do tipo, então, eu me lembro de quase nada de antes de entrar naquela floresta, e isso explica muita coisa. E, no meu caderno, eu tinha desenhos e histórias que minha mãe me contava, e, um deles era do filho de loki, fenrir, o acorrentado. E eu me nomeei assim, já que nem do meu nome "verdadeiro" eu lembro, e que eu tô acorrentado a minha vingança, que é a segunda coisa que eu mais quero no mundo, e pra que ninquém nunca mais sofra nas mãos daquele "homem".-

-Wow, isso é mais profundo do que eu esperava.-

-Então...qual a coisa que você mais quer no mundo?-

-Minha mãe.-

-Bom, vamos mudar um pouco esse clima. Fenrir, você tinha marca de batom na sua bochecha?- Diz em tom sarcástico.

-Fenrir arrasando corações.- Diz aria em tom malicioso.

-Então, o que aconteceu?- Diz

-Nem eu sei direito.- Diz acabando com a conversa

[...]

-Certo, espero que saiba se virar daqui.- Diz aria.

-Melhor que qualquer um.- Diz adentrando a floresta.

O silêncio reinava durante a caminhada, escurecia, e fenrir escutava passos de algo, claramente os seguindo, pararam na clareira onde fenrir acampava, ele ordenou para que ficassem atrás dele, era visível que era algo sério, aria e lilaey estavam tensas, com armas em punho. É escutado um barulho na moita.

-Ouviram isso?- Indaga fenrir.

-O que?-Dissem em uníssono.

-Esqueça.-

É ouvido outra barulho, a figura se revela. Um lobo de pelagem preta com olhos amarelos, na mesma tonalidade de fenrir.

-Onde tem um lobo tem uma alcateia.- Diz aria.

-Não esse.- Afirma fenrir abaixando seus punhos.

Ele bate gentilmente no ombro de aria e lilaey, assoviando e batendo em seu peito, o lobo, que rosnava, parece entender e corre em direção a fenrir, elas atacariam, mas são impedidas por fenrir. O lobo, a poucos centímetros de fenrir, pula eufóricamente, dando voltas em seu próprio corpo, fenrir se abaixa, ficando na mesma altura do lobo, que pula em cima dele, lambendo seu rosto.

-Eu também senti saudades, sombra.- Diz fenrir se levantando, ficando ao lado do lobo.

-O que acabou de acontecer?- Questiona lilaey.

-Lilaey, aria. Sombra. Sombra, lilaey e aria.- O Lobo uiva rapidamente, como se estivesse as cumprimentando.

-Ele é de estimação!?- Fenrir pareceu ofendido.

-Como pôde? Ele é meu parceiro de caça, meu amigo.- Diz passando a mão nos pelos do lobo.

-Ok, você vai precisar nos explicar isso depois, agora seu caderno.- Fenrir aponta para dentro do abrigo improvisado. Lilaey sai dele com uma mochila.

-Então, podemos levar ele?- Questiona

-O lobo? Contanto que ele não suje meu carro.-

-Essa mochila, veja o que tem dentro.- Diz lhe entregando-a,fenrir abre-a, revelando um caderno, escrito na capa: "meu diário." Abrindo na primeira página, estava escrito: "Dedico está caderno a meu filho, alexander urvaan, para que se lembra que sua mãe sempre estará com ele e irá ama-lo sempre." Uma forte dor de cabeça o assola, soltando um grunhido de dor, trazendo lembranças consigo, seu nome, de sua mãe, catarina urvaan, e o nome de sua cidade. Se recuperando da dor, permite que uma singela lágrima escorra por seu rosto.

-O que houve?- questiona lilaey.

-Lembranças, lembranças dolorasas.- Diz se levantando- precisamos ir até greencity, tenho assuntos  pendentes.- 

-Certo.- Diz aria 

[...]

Chegando na cidade, ele corrre até, sendo acompanhado pelo lobo, até sua antiga casa, batendo na porta com fúria, sendo atendido por uma mulher.

-Oi, o mathew tá aí?- 

-Sim, só um momento.- Diz se virando e adentrando a casa. Poderia jurar que ouviu um "querido", que fez seu ser se encher de fúria.

-Quem é você?- Pergunta o homem, fedendo a bebida.

-Alexander urvaan, o filho que você esqueceu de matar!- Diz partindo para cima do homem, sem intenção de perdoa-lo. 

Fenrir o estrangula, presendo-o contra a parede, mas é acertado por uma faca, gerando apenas um arranhão.- VOCÊ NÃO PODE ME FERIR, NÃO MAIS, FILHO DA PUTA!- Diz desferindo uma série de socos em seu estômago, fazendo-o cair no chão de joelhos, os olhos de fenrir queimavam em fúria e desejo do sangue do homem em sua frente, segurando-o pelo pescoço, levantando-o. É interrompido por lilaey, aria e a outra mulher, implorando piedade para o homem.

 O homem é solto por fenrir, caindo no chão com a mão no pescoço.

"Se eu fizer isso me torno o monstro que dizem."

-Eu vou te encontrar e vou te matar!- Diz o homem enquanto alexander ia embora.

[...] 

-Ótimo, agora nunca mais vão te deixar sair.- 

-Eu estou muito bem com isso.- 

-Por que não vamos logo pro carro e vamos embora?- 

-Podem ir, eu tenho mais uma coisa pra resolver.-

-Quem é o próximo?-

-Eu vou no cemitério, dar flores á minha mãe.-

-Vamos te esperar.-

Na porta do cemitério, ele pede para esperarem. Achando o túmulo de sua mãe. Deixando as flores e lágrimas.

Ele questiona o coveiro sobre quem a enterrara, ele respondeu que a administração saberia sua resposta.

Entrando no local, ele cumprimenta a mulher que lá estava, pergunta quem a enterrara, ela disse um nome e aparência, Leonardo Urvaan Aldgrieff, seu pai. Um homem alto, barba bem feita, olhas castanhos, cabelo médio e preto. Definitivamente era ele, porém, não possuia nenhum endereço, apenas de um amigo da família. A moça lhe disse história do que supostamente acontecera, "o homem abandonou mulher e filhos, infelizmente, ela se suicidou, o filho desapareceu e foi dado como morto."

[...]

-Preciso que me leve até esse endereço.- disse lhe mostrando o papel onde estava anotado.

-Eu gostaria muito, mas sem chance, já tá escurecendo.-

Ele suspira, realmente precisava parar, não podia deixar que aquilo consumisse.

[...]

-Então, fenrir, é muito estranho perguntar seu nome mas, qual seu nome?- Diz, já no carro, arrancando uma risado moreno.

-Alexander Urvann Aldgrieff.-

[...]

O caminho de volta foi quieto, ao chegar nas instalações, lilaey e aria disseram que possuiam assuntos pendentes, deixando fenrir e seu amigo lobo sozinhos nos corredores.

Chegando em seu quarto, alexander é supreendido pela garota que lhe dera um beijo em sua bochecha. O lobo apenas os dá "privacidade."

-Senti saudades.- Diz lhe puxando para um beijo e entrando no quarto de alexander.

-Calma.- Diz separando-se do beijo.- Eu nem ao menos sei seu nome.-

-Anna.- Diz continuando um beijo e retirando sua blusa e fazendo uma trilha de beijos até sua calça, quando ia retirá-la, é interrompida por fenrir.

-Espera! Eu acho melhor não, não agora.- Diz fazendo a garota sair de lá bufando.

Perguntas martelavam sua mente, e assim dormiu, sem te-las respondidas.

[...]

Acordou por valtas das 8 AM, fazendo suas higienes, se lembrou que fora convidade para comer junto de aria lilaey. 

Saindo com uma bermuda e regata. Estranhou que, quando passava pelos corredores, muitos cochichavam, algumas vezes sobre si, sobre "seu" lobo, e o ocorrido da noite anterior, nesse em específico, falavam sobre seus "dotes" e coises que um cavalheiro não deve falar.

-Escutou as novas de hoje?- É tirado de seus pensamentos por lilaey- Você é o assunto do momento, não do jeito bom.-

-É eu escutei.- Diz parando na frente da cantina, onde receberia sua refeição.

-Esqueceu isso.- Diz lhe entregando uma bandeija 

-Valeu.- Diz apanhando-a.

-Você já deve saber mas, vai ter uma competição hoje. Quer ficar no nosso time?-

-Quem está no time?-

-Eu, aria e nossos pais.-

-Não vejo por que não. O sombra pode participar?-

-O lobo? Não, aliás se quer que ele fique aqui, precisa lever ele pra vacinar e jogar o cocô dele fora, ou ensinar a não cagar aqui dentro.-

-Onde eu levo ele pra vacinar?-

-Depois eu te mostro, vamos nos sentar.- Diz já com a bandeija cheia, indo na frentez guiando fenrir.

-Alex, esse é meu pai, mason.- Diz lhe apresentando o homem, de cerca de 50 anos. Que, por mais da idade, parecia que aguentaria mais 50 anos em plenitude.

-Muito prazer rapaz.- Diz lhe estendendo a mão

-O prazer é meu.- Alexander faz o mesmo.

-Pelo visto os jovens de hoje ainda têm educação.-Diz o pai de aria.

-Poucos.- Diz lilaey encarando a garota que também encarava alexander com ódio.

-Oquê?- Diz alexander se virando e sendo fuzilado pelo olhar da garota. -Tá explicado.- Diz voltando seu olhar a bandeja.

-O que houve?- Pergunta o pai de aria

-Bom, ontem eu me recusei a fazer coisas com ela, e pelo visto ela espalhou boatos sobre mim.-

-Isto é realmente...Hm, me dá desgosto, aliás sou atlas, pai da aria.- O nome fazia jus ao homem.

-Muito prazer.- Diz alexander dando uma garfada em seu prato.

-O prazer é meu, e, quem é ele?- Diz apontando para o lobo.

-Esse aqui é o sombra, "meu" lobo.-

[...]

Após o café da manhã, lilaey e alexander se despedem e vão até o veterinário vacinar o lobo.

-Isso é realmente seguro? Sabe, vacinar um cão é uma coisa, agora, vacinar um lobo...-

-Sim, é seguro.-

Chegaram na porta do veterinário, abrindo-a se deparando com um homem que prontamente os atendeu e levou o lobo para uma espécie de maca.

-Se você machucar ele mais que o necessário eu enfio essa agulha onde o sol não bate.- Disse em tom sério, arrancando risadas de lilaey. -Vai acabar rápido, sombra.-

-Por que não chamar o lobo de fenrir e não você?-

-É, fenrir combina mais com ele.- Diz acariciando o lobo enquanto o veterinário lhe aplicava a injeção.

-Vou arranjar um outro apelido pra você.-

[...]

Após aplicarem a injeção ao lobo, lilaey deixa fenrir descansar, pois a competição começaria depois do almoço, as 15:00.

E, como as instalações tinham de tudo, resolveu comprar algo para passar o tempo com seu lobo.

[...]

Após certo tempo brincando com fenrir em um campo aberto nas instalações, alexander é interrompido por lilaey, convocando-o para a competição.

[...]

Já numa espécie de vestiário, todos estavam devidamente arrumados com seus "trajes de batalha".

-Por que usa apenas uma calça, rapaz?- Questiona mason.

-Eu não sinto dor, meu corpo sempre prevalece.-

-Interessante.-

[...]

O primeiro teste era chamado "linha da morta" teriam que formar uma dupla e cortar objetos, os dois teriam que cortar ao meio todos os 3 objetos com apenas um golpe, não podendo errar. Lilaey e seu pai foram selecionados para a tarefe, e tiveram sucesso.

O segundo, era fundamental o uso de inteligência e trabalho em equipe, quatro folhas de papel estavam presas em uma "corda" do que parecia ser aço torcido. O plano era que atlas e alexander "empurrasem" lilaey para cima, assim pegando a folha. Obtiveram sucesso. Apenas 3 das 7 equipes passaram.

O terceiro era levantamento de peso e resistência, alexander foi o escolhido. Levantar uma pedra de 70Kg e move-la de um ponto a outro, percorrendo 10 metros. Sem grande esforço, ele obteve sucesso.

O quarto e último era um combate grupal, a qual os instrutores estariam observando.

-Certo, nos précisamos apenas chutar as bundas deles com elegância, não vai ser difícil.- Anuncia lilaey.

[...]

De frente ao seus oponentes, alexander avança com um uivo estridente e avança contra seus inimigos, sendo acompanhado por sua equipe. Alexander avança contra o qual parecie ser o mais forte.

-Vi como você luta, não pode me vencer!-

-Foi apenas uma amostra.-

Alexander avança acertando uma joelhada contra o estômago de seu adversário que recua com a mão no local, aproveitando a abertura, alexander aavnça dando pulos em zig-zag, acertando um chute no joelho de seu adversário, derrubando-o, seguido de um chute em sua face, desarcodando-o. Os resto já havia derrotado seus respectivos adversários.



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