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História O Último Pênis - Capítulo 14


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Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 14 - Capítulo 14


Emma poderia tentar fugir novamente, porém a forma que Regina lhe olhava paralisada a fez se questionar se devia tentar ficar em algum lugar pela primeira vez na vida.

-- Não conta para ninguém, por favor. -- Emma pediu baixinho e Regina deu um passo em sua direção.

-- Você... -- Seus olhos ainda estava focados entre as pernas de Emma. -- Tem um pênis. -- Falou incrédula. -- Como isso é possível?

-- Eu sou inte...

-- Eu sei que é intersexual. -- Regina disse a cortando. -- Digo, como é possível que esteja viva sendo que tem um pênis, quando todos os outros que possuíam um faleceram?

-- Eu... não sei. -- Emma disse, dando de ombros.

-- Por que não me contou? -- Regina indagou. -- Oh meu Deus, por isso agia estranho a daquela forma, céus.

-- Minha mãe disse que eu deveria me esconder, que me usariam em experimentos e injetariam agulhas; que eu ficaria fraca e me roubariam os dias bons. Disse que vocês poderiam inclusive me matar, brigando igual cachorros por um pedaço de carne e danificando a carne no processo. -- Emma disse e logo suspirou. -- Por favor, não conta, Regina.

-- Emma, você pode ser a nossa salvação. -- Regina disse. -- Veja como algo bom, você pode nos ajudar. -- Falou animada. -- E eu jamais deixaria que te fizessem mal, deveria saber disso.

-- Sabe que a maioria dos intersexuais são estéreis, não sabe? -- Emma perguntou nervosamente e Regina assentiu.

-- Mas temos uma chance com você. Você tem os cromossomos XXY, temos a chance de reconstruir todo o processo de uma forma mais rápida. -- Regina disse, correndo para os braços de Emma e a abraçando empolgada. Sentiu-se enrubescer quando sentiu o pênis de Emma cutucar seu ventre. Sentiu o quão dura ela estava.

-- Desculpe. -- Emma disse sem jeito.

-- Tudo bem. Vai nos ajudar? -- Regina perguntou e Emma fez uma careta.

-- Vou ser usada como rato de laboratório? -- A maior perguntou assustada.

-- Podemos começar por um exame de sangue, apenas para constatar que você não está contaminada. -- Regina sugeriu e Emma baixou o olhar, visivelmente confusa. -- Hey, não contarei a ninguém por agora, se é isso que teme.

-- Jura? -- Emma perguntou e Regina assentiu.

-- Sim. Será que você poderia, hm, tentar pôr para dormir seu companheiro? Temos que ir para o trailer científico, mas assim... -- Regina disse apontando para o membro de Emma. -- Creio que se alguém nos vir descobrirá seu segredo.

-- Estou tentando, Regina, mas do jeito que você está encarando entre minhas pernas não colabora muito para ele se acalmar. -- Emma confessou e Regina corou.


-- Desculpe, é que ainda não consigo acreditar. -- Ela disse, desviando os olhos para um ponto qualquer. -- Eu pensei que os intersexuais fossem bem pequenos.

-- Geralmente são. -- Emma disse. -- Por alguma razão eu nasci quase na média.

-- Eu não precisava saber que seu pênis tem quase dezessete centímetros. -- Regina disse, fechando os olhos envergonhada.

-- Dezoito para sermos mais exatas. -- Emma disse rindo. -- E você ficou encarando ele enquanto está bem visível seus sinais de vida, não vejo constrangimento em você saber o tamanho.

-- Emma! -- Regina disse com veemência, não resistindo em dar mais uma olhada. O membro marcava certinho no short de Emma, deixando apenas a cor para a imaginação de Regina. -- Dê um jeito de acalmá-lo porque precisamos ir.

-- Vou tomar um banho frio e volto já já. -- Emma disse e Regina assentiu, não conseguindo evitar dar uma checada no belo traseiro de Emma novamente. Aquela mulher era linda demais para não ser apreciada, pensou Regina.



                            ......



-- Você tem aflição? -- Regina perguntou quando viu Emma fechar os olhos fortemente enquanto ela iria tirar seu sangue.

-- Descobri agora que sim. -- Emma disse e Regina assentiu, se abaixando em frente a ela, que estava sentada.

-- Eu sei que disse que você pode nos ajudar, mas não percebi que eu posso ter te forçado a isso inconscientemente. -- Regina disse, se apoiando nas pernas de Emma. -- Quer fazer isso ainda? Vou respeitar sua decisão.

-- Vamos, Regina, é só um medo bobo. -- Emma disse rindo. -- Confio em você para isso.

-- Nenhum medo é bobo. Eu posso soltar tudo agora mesmo e irmos beber cerveja, se quiser. -- Regina propôs.

-- Primeiro tire meu sangue, depois vemos a cerveja. -- Emma disse e Regina assentiu, se levantando. -- Sabe de uma coisa boa, Regina?

-- O quê? -- Regina perguntou, vendo Emma fazer uma careta de dor ao sentir a agulha afundar em sua pele.

-- Agora poderei andar tranquilamente. Se você soubesse como é horrível esconder algo do seu corpo você me entenderia. -- Emma disse rindo e Regina assentiu.

-- Vou mandar Zelena trazer algumas cuecas para você, da cidade. Até que enfim aquelas mercadorias fechadas vão servir para algo. -- Regina disse sorrindo, retirando a agulha da pele de Emma.

-- Eu e o meninão agradecemos. -- Regina franziu o cenho até entender e cair na gargalhada.

-- Você chama seu pênis assim?

-- Sim, ele ainda é um menino. Bobo demais e rebelde. Quase nunca me obedece. -- Emma falou.

-- Certo. Isso é estranho. -- Regina disse rindo. -- Você já... transou com alguma garota? Se cuidou ou acha que ela pode ter engravidado? -- Regina perguntou, levando a amostra para o microscópio. -- Porque talvez a criança possa ser um menino, mais chances do mundo já estar renascendo por aí em algum lugar.

-- Huh, o único buraco que meu pau entrou foi o de uma almofada. -- Regina se virou para ela pasma.

-- Enfiou seu pau em uma almofada?

-- Eu queria saber a sensação, já que não transaria com ninguém e como nos livros descrevem como "um lugar macio" Eu fiz um pequeno furo na almofada de algodão e enfiei meu pau lá.

No instante seguinte Regina explodiu em uma gargalhada alta.

-- Não ria, o algodão me penicou e fiquei com alergia por uma semana. -- Emma disse, fechando a expressão em seu rosto quando viu que Regina ainda ria.

-- Desculpe. -- Regina pediu, limpando a garganta. -- Então é virgem. Certo. -- Regina disse, olhando pelo microscópio por algum tempo antes de finalmente sorrir. -- Sem contaminação. Preciso de outro favor agora. -- Regina disse mordendo seu lábio inferior e Emma assentiu.

-- Qualquer um. -- A menor andou até o canto do local e voltou com algo nas mãos.

-- Preciso que ejacule aqui dentro para mim.

-- Tipo, me masturbando? -- Emma perguntou e Regina riu.

-- Sim. Acha que pode fazer isso?

-- Posso tentar. -- Emma disse, pegando o pequeno recipiente transparente da mão de Regina, que estava embalado em um plástico.

-- Boa sorte. -- Regina disse rindo e Emma assentiu, indo até o trailer de Regina.




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