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História O Último Pênis - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Capítulo 17


-- Hey... -- Regina disse enquanto entrava no trailer. Havia demorado um pouco, pois teve que guardar e esconder tudo.

-- Veio lavar a louça? -- Emma tentou descontrair, rindo para disfarçar a tensão que lhe atingira.

-- Preciso reforçar que só perdi porque Ruby me chamou e deixei a cobertura no fogo para ir ver o que era.

-- Bons chefs não deveriam queimar a cobertura. -- Emma disse rindo e Regina se jogou no sofá.

-- Não zombe de mim. Eu faço os melhores doces. -- Regina disse e Emma assentiu. Um silêncio se instaurou por alguns minutos até Regina voltar a se pronunciar: -- Ficou triste ao mencionar seu pai, não é?

-- É que... -- Emma olhou para as próprias mãos antes de suspirar. -- Nem me lembro como é ter alguém. Levo tanto tempo sozinha que já não sei a sensação de ter alguém que se importe.

-- Eu me importo. -- Regina disse rapidamente, fazendo Emma lhe fitar. -- E você não está mais sozinha. Ou pareço um fantasma agora? -- Regina brincou, rindo.

-- Está longe de ser um.

-- Então. Tire essa ideia de que está sozinha de sua cabeça. Te adotei, já era. -- Regina disse e Emma sorriu.

-- Me adotou? -- Emma perguntou arqueando uma sobrancelha.

-- Sim. Não dá para voltar atrás. -- Ela disse. -- Quem iria apostar as coisas comigo?

-- Me adotou tipo como mãe? -- Emma perguntou rindo. -- Porque se for você pode lavar minhas roupas sempre, fazer minha comida e me pôr para dormir. -- Emma disse, fitando Regina antes de levar um tapa fraco em seu braço. -- Era brincadeira. Ouch.

-- Não seja preguiçosa. -- Regina disse rindo e Emma assentiu.

-- Sim, senhora. -- Emma disse, vendo Regina se levantar e dobrar o corpo para trás, estralando a coluna.

-- Já ficou sentada naqueles bancos duros por horas? É horrível. -- Regina disse, indo até suas coisas e pegando algumas roupas. -- Vou tomar um banho para relaxar.

-- Eu posso fazer uma massagem se quiser. Sou muito boa nisso. -- Emma disse. -- Minha mãe, antes de morrer, costumava ter muitas dores nas costas e eu a ajudava nisso.

-- Não se incomodaria com isso? -- Regina perguntou e Emma negou. -- Bem, vou tomar um banho antes, pode ser?

-- Pode. -- Emma disse, vendo Regina sumir de vista. Ela sorriu sabendo que ajudaria Regina e olhou em volta. Aquele pequeno trailer estava começando a aparecer um lar para ela e, pela primeira vez em anos, alguém a aceitava como ela era e gostava de sua presença.
       


                        ......


-- Prontinho. -- Regina disse, se deitando sobre a cama de bruços, somente de sutiã.

-- Tem algum creme? -- Emma indagou e Regina assentiu, apontando para o local onde estava. Emma o pegou e caminhou até Regina, subindo em cima dela e sentando sobre suas nádegas. -- Pronta para a melhor massagem de sua vida?

-- Preciso sentir para crer. -- Regina disse e Emma assentiu, abrindo o fecho do sutiã dela e deixando as costas livres. Ela aplicou o creme pelas costas de Regina e começou a deslizar a mão lentamente por pontos estratégicos, causando baixos murmúrios em Regina.

-- Você estava bem tensa, não sei como aguentou. -- Emma disse e Regina assentiu com a cabeça, gemendo baixinho em puro deleite ao sentir uma das mãos de Emma massagear sua nuca.

A risada de Regina ecoou no lugar quando sentiu algo endurecer sobre sua bunda.

-- Huh, ignore-o. -- Emma disse, sentindo seu membro ficar ainda mais duro ao ouvir mais um gemido de Regina. -- Ele gosta de se enturmar.

-- É difícil ignorar ele quando ele esta literalmente me cutucando.

-- Desculpe. -- Emma disse um pouco corada. -- Ele é bem imprudente às vezes.

-- Sem problemas. Conte-me: Onde aderiu o gosto pela culinária?

-- Foi quando eu era adolescente. -- Emma disse, rindo de algo que Regina não entendia. -- Fiz uma torta.

-- E ficou tão boa que você amou? -- Regina perguntou e Emma riu de novo.

-- Ficou tão horrível que usei ela para outra coisa.

-- Devo ter medo de perguntar? -- Regina disse rindo e Emma deu de ombros.

-- Ela era fofinha.

-- Emma? -- Regina chamou ao notar o tom de voz. -- Você disse que só tinha enfiado seu pau em um buraco.

-- A torta não era um buraco, era uma consistência.

-- Eu jamais entenderei quem tem pênis. É certo! -- Regina disse, sentindo as mãos de Emma masagearem seus ombros.

-- Eu estava excitada e aí estava com tanta raiva da torta ter saído ruim que me vinguei dela. Tirei a calça e a cueca e me enterrei nela. Fiquei com o meu membro dolorido por semanas. Ela estava quente. Me queimei. -- Os tremores de Regina ao rir fizeram o membro de Emma vibrar de alegria.

-- Você precisa literalmente ser estudada.

-- Mas me vinguei. -- Emma disse orgulhosa. -- Taquei a filha da mãe no freezer e alguns minutos depois a usei para colocar sobre a ferida.

-- Traduzindo: Você fodeu a torta de novo.

-- Era de chocolate. -- Emma disse ao notar o tom zombeteiro de Regina. -- Eu não poderia desperdiçar.

-- Preferiu se lambuzar de chocolate. -- Regina apontou-lhe o fato e Emma riu.

-- Eu era uma adolescente idiota e zangada com o mundo por ter perdido meu pai. Não me julgue. -- Emma disse rindo.

-- Não te julgo. Seu "meninão" deve ter ficado lindo bronzeado de chocolate. -- Regina disse rindo.

-- Se quiser ver qualquer dia repito a cena para você.

-- Não, obrigada. -- Regina disse enrubescendo, tentando vetar de sua mente a imagem de Emma dura e lambuzada de chocolate.

Regina gostava muito de chocolate e provavelmente deveria estar ficando na seca. Era a única explicação para ter imaginado aquilo.



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