História O Último Suspiro. - One-Shot - Capítulo 1


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Categorias Thor
Personagens Heimdall, Loki, Odin, Thor
Tags Guerra Infinita, Loki, Thor
Visualizações 48
Palavras 1.053
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drabs, Magia
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ah, minha primeira Fanfic/One-Shot, tô tão feliz. :')

Já avisando, isso aqui é uma "SadFic", então cuidado que é bem triste isso ein, amores. Ah, também: eu fiz por completa diversão, mas se quiserem uma continuação (com uma história diferente), podem me pedir que eu pensarei sobre o assunto.

Aviso²: Está One-Shot é sobre a morte de Loki, trazida por escrito pra fazer você chorar mesmo... Então, divirta-se! *Te dá um lencinho grátis*

Me perdoe todos os erros.
Boa leitura! 🖤

Capítulo 1 - O Último Suspiro.


Fanfic / Fanfiction O Último Suspiro. - One-Shot - Capítulo 1 - O Último Suspiro.

Loki // Ponto de Vista ON

Uma imensidão escura tomou meus olhos, logo depois tudo que se via era caos. Fora uma explosão de sons, terríveis, amedrontados, em desespero e agonia. A tentativa de cessar o ataque era totalmente em vão, não tínhamos força suficiente para o tal confronto. Se tratava de uma batalha perdida. Em meios aos destroços, o povo asgardiano jazia sem vida, enquanto outros se seguravam no fio que restava. Tudo se sucedera tão rápido que eu fui incapaz de pensar com destreza. Quando dei por mim, já enxergava figuras temerosas em ar de vitória e desprezo. Quatro caricatos seres em roupas negras me cercavam, enquanto seu mestre caminhava pela nave em destruição. Com uma facilidade notável, carregava o corpo de meu irmão como um lobo acha sua caça. Eu permanecia calado, com os pensamentos bagunçados em mente. Mas sabia o que ele estava procurando.


E estava em meu domínio. Não havia deixado o Tesseract em Asgard como Thor pensara erroneamente. Meus passos foram cautelosos ao caminhar na direção do Titã imponente, que pegara o Deus do Trovão como arma de troca. Tentara não ceder, mas ver o mesmo sofrendo pelas mãos do maquiavélico enchia meu peito de dor. Ele sabia meus medos, parecia ler minha mente com aqueles olhos fuzilantes. Captei a imagem da criatura verde em nossa direção e me esquivei, vendo o Titã sofrer um ataque fraco. Naquele momento percebi que não havia escapatória. Não depois de Heimdall ir e meu irmão sofrer por sua morte.


Com a Jóia sob seu poder, estava na hora de minha jogada final. Não havia tempo para chorar, correr ou se esconder. Era inevitável controlar a raiva que crescia em meu ser, não era apenas minha vida em jogo, mas sim daquele que eu sempre jurei ser meu inimigo, que tentava incansavelmente derrotar, mas que no fim de tudo era minha única família, por mais que eu demorasse a reconhecer tal coisa. Nunca possui o mesmo sangue de Thor, de Odin, de minha amada mãe. Nos últimos anos sempre me condenei uma criatura horrenda, tentando me camuflar com maldade e ódio. Quando que meu pior inimigo nunca fora Thor, mas sim, meu próprio medo. Medo da repulsa, do esquecimento e do desprezo. Minha alma foi habitada por todos aqueles medos que nunca percebi quem estava verdadeiramente ao meu lado. Eu não cometeria o mesmo erro.


Minha garganta estava seca, assim como minhas palavras que custavam sair de meus lábios quando decidi colocar o plano em ação. Mantia minha postura enquanto caminhava na direção dos invasores. Meu coração batia rápido em meio às minhas palavras carregadas de uma falsidade em manipulação.


Eu, Loki, Príncipe de Asgard, filho de Odin. O rei legítimo de Jotunheim, Deus da Mentira, nesse momento lhe prometo minha eterna fidelidade.


Meus olhos focaram-se no chão, enquanto meu peito subia e descia eufórico pelo ato que vinha a seguir. Lágrimas se formavam em meus olhos ao que a adrenalina passava por mim. Assistia tudo ir por terra quando a tentiva de enfiar a adaga em seu peito fora totalmente falha. Pude sentir o peso em meus ombros, peso por não conseguir fazer nada que eu tanto almejei, nem em um momento caótico e sem esperança, cuja aquela era minha única tentativa. Repetia para mim mesmo, inúmeras vezes que preferia morrer que me render à um tirano. Sequer consegui me mover ou projetar algo em minha cabeça. Minha jugular tremelicou, meus pés afastaram-se do chão e meu rosto ficara frente à frente a morte. Minha morte? Não estava preparado.


Naquele momento não conseguia ouvir mais nada. Tudo tornou-se silencioso e estranhamente quieto ao que parava de me debater. Minha mente pareceu se transportar para momentos, momentos estes que eram poucos, em que pude sentir um pouco da felicidade que raramente vivenciava. Enxergara minha mãe, em imagem divina, envolvida de sua aura bela e gentil. Ela nada dizia, apenas olhava-me com amor e carinho, tocando meu rosto com seus macios dedos, quais passavam por meus cabelos anos atrás toda a noite antes do sono me levar. Ela transmitia tanta emoção que pedi aos deuses para ficar naquele devaneio para sempre, como uma bonita maldição. Contudo, nunca tive muita sorte e apoio dos deuses. Meus títulos de nada valiam agora.


        Em um lugar diferente, totalmente desconhecido por mim, pude ver além de um véu branco e neblida densa. Minha figura paterna. Parecia um tanto calmo, com um semblante leve e nenhum pouco rígido. Seu olhar sobre mim já não parecia com o qual eu estava acostumado. Não haviam acusações ou cobranças, era apenas ele, em sua forma mais humana possível. Não me condenava por meus erros, tampouco julgava. Sua mão foi de encontro ao meu ombro e sua voz sussurrou em meu ouvido palavras calorosas, não de Odin, e sim, meu pai. Ele abraçou-me e seus ombros foram cobertos por minhas lágrimas incansáveis. Um misto de sentimentos, a dor da perda e do fracasso. Eu havia fracassado, não como inimigo, mas como homem. Ele me acalentou com palavras jamais esquecíveis.


"És meu filho, Loki."


Minha visão adaptou-se para a realidade caótica novamente. Minhas pupilas dilataram-se. O ar me faltava, o sangue parava de bombear por meu corpo, meus músculos cessavam os movimentos, minha boca movia-se em tentativa de puxar algum ar, minhas mãos tremiam agarrando algo inexistente. A alma esvaia-se de meu corpo a cada segundo que se passava, segundos que pareciam demorar. Meus olhos já não enxergavam com clareza. Meus órgãos paravam de funcionar. Parava de tentar sair daquela situação, com o pouco de sanidade que ainda me restava. Tentava desviar o olhar, para ter a imagem de meu irmão como minha última lembrança, sem conseguir. Tudo o que eu via era a escuridão qual me envolvia.


        Passei minha vida toda baseando minhas ações em vingança, guerras, rancor e ódio, e agora finalmente me sentia liberto dessas dores internas que me preenchiam. Demorei para processar que minha morte fora minha libertação. Deveria ter feito diferente, quem sabe eu me livrasse com capacidade de estar vivo. Não existia mais mentiras, trapaças, manipulações e ilusões. Eu me entregava ao breu que me acolhia como um velho amigo. Encarei, pela última vez os medonhos olhos em minha frente, incapazes de sentir algo. Perdoe-me irmão.


Você nunca vai ser um deus...





Eu conhecia aquele lugar... Estava em casa.


Notas Finais


AAAAAAAAAA, ME PERDOEM! 😢🤧

Eu sei, não tá muito bom, mas eu juro que tentei o meu máximo para deixar uma coisa boa de se ler! E tudo isso pra te agradar, leitor, então se você não gostou eu vou te mat- digo, tentar me esforçar! É claro...

Enfim, aqui termina a One-Shot e nos despedimos. Até a próxima, leitor! Muito obrigada por ler até aqui. Mas, então... Vocês querem continuação? 🖤

(Próxima parada, "I Think I Love You"!)


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