História O último vizinho - Three Shot - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Detailsminhyuk, Filha, Pai, Suícidio, Violencia
Visualizações 9
Palavras 260
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


madara: pq vc não escreve algo de suspense?
eu: porque eu não sei escrever suspense
madara: mas vai aprender, escreve aí

e deu nisso né~


boa leitura szsz

Capítulo 1 - Parte I


Aquele homem me observava da janela.todos os dias de manhã, às sete horas, ele estava lá, me observando. Ele faz isso tem pelo menos três meses. É um pouco estranho... sempre está na mesma posição, quando eu o encaro por alguns segundos me assusto, é realmente perturbador.


Aquele vizinho foi o último de todos os outros 5.

Não sei porque eles não moram mais nessa rua, ela é tão tranquila...

Mamãe costuma dizer que esta é uma rua morta por ser em frente ao cemitério, mas qual é o problema disso?


Eu gosto de visitar os mortos em seus caixões, levo flores e até uns desenhos que eu costumo fazer no meu tempo livre.

Minha mãe não aprova isso, mas e daí? Crianças devem ter o direito de conhecer as coisas.


Meu pai não aparece faz algumas semanas [acho que até meses], estou preocupada, mas acho que ele vai voltar, ou melhor, tenho certeza disso. Ele me prometeu.

[até o meu aniversário ele aparece]


Bom, esses dias estava andando pela casa e achei um diário antigo do papai, desenhei algumas coisinhas nele e coloquei em cima da minha cama, outra hora eu voltaria para escrever ali.


Já eram seis da manhã e eu tinha de ir para a escola.

Chegando lá, encontro com a minha amiga, Lu, que sempre repete a mesma frase toda manhã:


-Temos oito anos, pra que acordar tão cedo?!


E eu sempre repito a mesma resposta toda manhã:


-A porta é logo ali.


As aulas são sempre chatas e monótonas, assim como os dias. Os professores nos menosprezam de um jeito que chega a ser ridículo, somos crianças, não amebas.



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