História O último vizinho - Three Shot - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Assassinato, Detailsminhyuk, Filha, Pai, Suícidio, Violencia
Visualizações 5
Palavras 511
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Parte II


Chegando em casa, a primeira coisa que eu faço é ir para a janela encarar o último vizinho, ele é sempre tão controlado, às vezes acho que ele está jogando o 'jogo do sério' comigo, porque sempre está me encarando, dá vontade de rir, confesso, eu sou péssima nesses jogos.

Me jogo na cama 


"Querido diário, hoje o homem estava diferente, sua pele estava mais branca...

será que ele passou maquiagem?

ele sempre está ali, com o seu terno azul escuro (que é igual ao do papai) e o seu corte de cabelo era bem parecido com o do papai também, tinha um topete...

a diferença é que esse homem é mais alto e tem a pele mais clara que a do papai.

ah, e sua postura também é diferente. seu pescoço está sempre para baixo e sua cabeça meio caída, mas ainda assim dá para ver os olhos dele...

ok, descrevendo parece assustador, mas não é tanto.

vou sair agora para ir ao mercado com a mamãe e depois vou chamar meu amigo, Vini, para ir até a casa do último vizinho comigo, ele tem coragem pra fazer esse tipo de coisa.


beijinhos =3 ♡ "


Fecho o diário e o coloco escondido entre o suporte da cama e o colchão.


Vou até o meu guarda roupa e pego o meu par de all star amarelo. Dentro dele tinha um bilhete de alguém,


"me perdoe por isso, eu te amo infinitamente"


a letra era parecida com a do papai... mas porque ele me pediria desculpas?

Ele fez algo?

Traiu a mamãe?

Tenho outro pai?


Bom, talvez esse bilhete tenha sido para a mamãe. Um pedido de desculpas pela última briga deles dois...

Guardo a cartinha no bolso e coloco o tênis. Desço para a sala e encontro com a minha mãe.


-Vamos logo, quero brincar com o Vini ainda hoje! -Falo saltitando até a porta.


Ela só pega a chave do carro e de casa e sai, trancando a porta. Seu humor ultimamente não está o dos melhores, ela anda muito tristinha e cabisbaixa; só a vejo sorrir quando ela escuta a voz do papai em algum vídeo antigo que gravamos quando eu era mais nova. Não entendo porque essa melancolia toda.


Fazemos as compras e a mamãe me deixa na casa do Vini, que era algumas quadras de distância da minha.


-Vamos nos aventurar onde? Cemitério? -Ele pergunta enquanto escova os dentes.


-Cemitério? Nah, vamos para a casa do último vizinho! -Falo animada.


-O último vizinho? Isso me dá calafrios...


Dou um soco no seu ombro.


-Mesquinho! -Faço careta.


O Vini é dois anos mais velho, ou seja, tem dez anos, mas é bem legal. Não é tão mais alto que eu, o que é uma vantagem pois ele não pode me zoar.

Nossos pais são amigos de faculdade, fomos criados praticamente juntos e ele é como um irmão pra mim.


Chegamos na casa do último vizinho e batemos na porta, mas ninguém atende.


-Ya! Estamos aqui!! -Bato na porta, que acaba abrindo. 


Puxo a mão do Vini e seguro no seu braço enquanto observo o lugar.


Havia marcas de sangue por todo o primeiro andar e um caminho de sangue pela escada que leva para o segundo andar.



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