História O Universal - Imagine Jungwoo ( NCT ). - Capítulo 5


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Doyoung, Jungwoo, Mark, Personagens Originais
Tags Doyoung, Imagine Jungwoo, Kpop, Mark, Nct, Nct U, Oppataetae_
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Palavras 2.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - .5; You'll be asleep next to me.


Fanfic / Fanfiction O Universal - Imagine Jungwoo ( NCT ). - Capítulo 5 - .5; You'll be asleep next to me.

— Princesa! — gritou escandalosamente, um rapaz um tanto desconhecido por parte de Jungwoo, já que passara a tarde passada no hospital, durante o dia inteiro. Mark participa da faculdade de Yi-Jie, e sempre era seu alvo de flerte durante as aulas, tudo por causa de um cumprimento gentil dela. — Bom dia. Como você está? — animado a abraçou, sendo obviamente afastado pela morena.

— Pare com isso! — transferiu um tapa na cabeça dele, enquanto corria ao lado de uma colega, que observava a cena em silêncio.

— Isso foi um movimento de balé? — referiu-se ao giro que deu, para se esquivar dos braços de Mark.

— Cale-se. — brincou Yi-Jie.

E ao longe daquela zona toda, o moreno observava a cena, pensativo, porém não sobre aquilo que visualizava, mas sim, ao que lhe aconteceu tarde passada.

— Jungwoo? — Doyoung chegou ao lado do amigo de turma. — Você está bem com isso?

— Ah, isso não é problema meu. — deu um sorriso fechado, sendo o mais sincero possível.

___

Quando a tarde cai, o moreno se apressou até conseguir pegar o ônibus de partida ao hospital. Sentou-se ao fundo, observando aquele dia nublado de final de tarde. Nunca achou tão bonita uma vista como aquela, que se hipnotizou tanto, mas tanto, que quase foi parar em outra parada.

Começou a percorrer pelos corredores, acenando para alguns pacientes e funcionários que o conhecia. Sorri para todos, sem nenhuma exceção.

Batucou a porta, ouvindo uns sons desconhecidos pelo lado de dentro daquela sala, como se alguém arrumasse alguns móveis. Quando adentrou, seus olhos se depararam com um local vazio, apenas com a presença de uma senhora faxineira do estabelecimento. Jungwoo estranhou, franzindo o cenho em seguida. Observou a maca onde Lara deveria estar mais de perto, tendo a ficha de paciente vazia, e as cobertas organizadas, como se ela, ao menos, estivesse ali já a algum tempo.

— Olá, com licença. — chamou a atenção da senhora. — Você saberia me dizer o que aconteceu com a Senhorita Lara? — manuseou o colchão esbranquiçado.

— Ela faleceu ontem à noite. Teve um infarto súbito ataque cardíaco e nada pode ser feito. — abaixou a cabeça, tendo uma expressão “sem reação” por parte do moreno. O mesmo se despediu e saiu correndo pelos corredores, parando extremamente cansado pelo corredor que interligava um prédio ao outro. E por ali ficou, chorando horrores pela morte de sua amiga. Poderia se dizer que ele a adorava demais para suportar uma morte daquelas, ainda mais se relembrando do quão terrível é ter uma pessoa querida, morrer. Sua única fala foi:

— Yi-Jie. — suspirou em lágrimas.

A “convocada” estava a metros de lá, pensando sobre ele enquanto ouvia o rapaz de mais cedo falando, e interrompendo sua concentração diante do arco e sua mira quase certeira na flecha. Já que não acertava nenhuma, se ajoelhou no chão prestando atenção no que ele dizia.

— Você não gosta de mim? — a surpreendeu, tendo seu olhar em direção ao rosto de Mark.

— Bem... — foi interrompida.

— Então — chegou mais perto, apoiando suas mãos nos ombros femininos. — quer dizer que eu me enquadro na categoria “gosto” pra você certo? — sorriu fechado, porém, vitorioso. Ah, ele não tinha noção do quanto seu toque eram um incômodo. Do modo em que tentava lhe chamar atenção lhe deixava envergonhada, e do quanto a desejava por perto era entediante. Cruel. — Porque não tentamos nos aproximar um pouco mais, hum?

— Não. — detestou a idéia. Já sabia muito bem o que Mark realmente queria. — Eu ainda gosto muito do Jungwoo. Eu vou amá-lo mais do qualquer pessoa. — olhou no fundo dos olhos castanhos, vendo a tristeza garantida por parte do rapaz.

— Ele vai embora, você sabe. — se distanciou. — E agora que já está na faculdade, não irá demorar muito para te deixar sozinha. — a garota se levantou, estapeando a bochecha do mesmo, totalmente ofendida.

— Se disser isso de novo eu nunca gostarei de você! — o repreendeu de nervos a flor da pele. Já tinha um total receio de estar só, e agora que Mark havia reforçado essa “idéia”, era complicado se manter de “cabeça em pé”. — Ele não irá me deixar para trás. Você não quer entender não é? — referiu-se ao gostar dele como algo a mais.

— Como é perder alguém querido para você. — teve a tenção dela, antes de sair do estabelecimento. Ele não disse mais nada, apenas se retirou primeiro quase em prantos. Se tinha algo que Jungwoo e Mark tinham em comum, era que ambos haviam perdido seus pais. Mas a história foi diferente. Quando criança, o pai de Mark o abandonou com uma cruel despedida, ou melhor, sem uma despedia descente. Ele nunca se sentiu amado por uma parte paterna e aquilo o magoa até hoje. Quando se põe no lugar de Yi-Jie, tem os mesmos sentimentos que ela teria ao seu ex companheiro lhe deixar só. Mas ela não o compreendia.

___

O relógio do dormitório de uma amiga próxima marcava sete e vinte e sete da noite. Comiam alguns doces enquanto viam um livro interessante que o professor bonitão — de ambas a faculdade — haviam lhes dado como presente. As figuras de animais aquáticos lhes chamavam cada vez mais atenção, antes da morena resolver voltar ao dormitório, mesmo tendo receio de Jungwoo estar por lá.

— Tem certeza de que quer ir? — a garota segurava a porta entristecida.

— Tenho sim, eu ficarei bem. — sorriu fechado, dando um beijo na bochecha dela, que assentiu com a cabeça.

Assim que a porta foi fechada, sentiu os sintomas de ansiedade cobrir seus batimentos cardíacos junto à respiração. Encostou seu corpo na parede até sentir seu coração se acalmar, algo que durou cerca de cinco minutos ou mais. Tomou fôlego e coragem, adentrando o quarto, que por sorte, estava completamente vazio. Ufa! Caminhou para o banheiro, não esperando mais um segundo até se despir e entrar no chuveiro. Jogou as vestimentas sobre a pia. Ouviu a porta principal ser aberta com calma.

— Idiota. — entrou no banho, molhando-se por completo.

A água, justamente o que precisava. Um bom banho levaria embora toda a tensão e insegurança que sentia.

Entrou ainda mais por baixo do chuveiro quente, e sentiu as gotas de água enxaguarem seu rosto. Era óbvio que Jungwoo e Yi-Jie não estão se dando bem desde ontem. Hoje mesmo, acabaram se tornando estranhos. E estava decidida que queria se separar. Também decidiu que não poderia deixar a água caindo livremente por ai.

Começou a lavar suas madeixas castanhas, ensaboando seu corpo em seguida. Ouvira batidas na porta, sabendo exatamente quem estaria por trás dela. Assim que ele entrou, seu perfume invadiu o ambiente, aquele aroma que ela reconheceria até mesmo em meio de tantas pessoas. Decidiu acabar com o clima desagradável:

— O que foi, achei que tínhamos terminado. — disse terminando de pentear seu cabelo. Conseguiu ver através do box o corpo masculino, obtendo somente uma calça de moletom, deixando-o extremamente sexy sendo tão simples, mas que realçava sua beleza. Passou os olhos por ele, até parar em seu peitoral.

— Terminamos? Não me lembro de nada disso. — deu de ombros, sorrindo em seguida. Estava se fazendo de tonto na cara dura. — Você achou que poderia ficar toda chegada no Mark, e ainda mais na minha frente, hum? — formou um bico nos lábios.

— Ele só quis ser irritante. Além disso, eu não gosto dele e muito menos fiquei chegada nele. — encarou a parede. — Ele que é em mim. — respondeu simples. Jungwoo a encarava por trás do box, que em outras situações, a teria deixado envergonhada, porém, a chateação pelo beijo com Lara a consumiu. O mesmo simplesmente abriu a porta de vidro, diminuindo a distância entre vossos corpos.

O encarou, procurando algum resquício de arrependimento ou qualquer coisa que demonstrasse algum tipo de sentimento negativo. Ao invés disso apenas encontrou seus olhos negros em uma expressão impassível. Sentiu ele dar selares nas costas da morena assim quando foi movimentada outra vez. O corpo feminino reagiu ao se arrepiar, não mantendo a idéia de que não se amavam mais.

— Eu sinto sua falta. — disse o moreno enquanto abraçava sua cintura. Colando ambos os corpos cada vez mais, Jungwoo pensou um pouco mais sobre aquele contato tão intimo que estavam tendo. — Yi-Jie, faça sexo comigo? — não ganhou resposta, apenas continuando a observar a garota lavar os cabelos. Decidiu começar a massagear de leve os ombros, fazendo-a arfar. Seus dedos ágeis subiram pelo pescoço, criando um arrepio gostoso pelo corpo da garota, o fazendo sorrir satisfeito.

Mesmo de costas, a morena conseguia imaginar perfeitamente seus olhos concentrados, o maxilar travado, o deixando extremamente — novamente — sexy. Tudo isso contribuindo para que sentisse uma fisgada em sua intimidade. Fazia um tempo que pensava em deixar acontecer, como por exemplo, ao quase mostrar seu sutiã cor de rosa.

— Jungwoo — sussurrou com dificuldade. Era impressionante o poder que ele tinha sobre ela, agora mesmo estava pensando em como falar que queria há um tempo, e nesse exato momento o último lugar do qual queria sair, era do lado dele.

— Shiu. — retribuiu o sussurro enquanto mordia o lóbulo da orelha pertencente à Yi-Jie. — Deixa eu cuidar de você? — questionou-a com uma voz rouca fazendo a garota assentir, virando-se de frente para ele. Seus olhos castanhos escuros a encaram fixamente e por um momento começou a pensar se o “velho” Jungwoo estava de volta.

O namorado que transmite carinho e amor, aquele que a conhece desde que eram crianças. Deu um belo sorriso, beijando delicadamente os lábios da morena, esquecendo-se de como era bom estar anestesiado por sentir o verdadeiro gosto de uma paixão.

Jungwoo não costumava ser agressivo, era passivo e sempre a deixava especial e desejada, mas hoje ele parecia diferente, como se precisasse daquilo para viver. Rapidamente deu selinhos pelo pescoço de Yi-Jie, que não se controlaria se aquilo permaneceria tão calmo assim. Subiram até a orelha direita, onde soltou uma risada anasalada e a encarou.

— Eu te amo! — permanecia encarando e sorria feito bobo. — Desde que você era criança e queria fazer biologia marinha, eu sabia que nenhuma garota conseguiria me tirar de você. — nesse momento soube que era o momento de acelerar as coisas, antes que a mão da garota atingisse a virilha, tão necessitada dos toques do que se pronunciava.

As línguas logo entraram em ação, a velocidade daquele beijo aumentava surpreendentemente, até que seus lábios emitissem um som estalado, cheio de respirações descompassadas por ambos.

— Me deixa te chamar de Daddy? — de expressão inocente, encarou seus olhos de forma sexy, enquanto Jungwoo mordia seus lábios. De certa forma sempre se sentiu meio infantil na relação. Percebeu um brilho nas orbes escuras com a tal pergunta. Ele assentiu e se beijaram novamente. Dessa vez, agarrou a coxa grossa da mais nova com força, dando um tapa em seguida. Yi-Jie havia gemido, um enorme erro, ao sentir suas cinturas mais próximas e seu membro rígido fazer pressão em sua intimidade, infelizmente, ainda por trás da calça de moletom.

— Uou...! — gemeu enquanto se davam mais impulsos e apertos.

Após retirar as roupas do moreno, Yi-Jie o empurrou contra a parede, sentindo a temperatura de seu corpo por debaixo da água quente, que percorria seus corpos assim como gotículas de tesão.

— Se o seu objetivo era me fazer ficar molhada, já conseguiu. — sorriu vitoriosa, levando a mão do rapaz até sua intimidade, onde ele começara uma massagem no ponto prazeroso. A mesma gemeu, levando sua cabeça para trás no mesmo minuto em que recebeu aquele toque. O maior sorria em aprovação, enquanto levemente corava. — Faça algo por mim!? — brincava com as madeixas masculinas, se segurando para não gozar nos dedos de Jungwoo.

— Qualquer coisa. — manuseou os seios da menor. — Peça! — suspirou a morena, apertando a nuca do garoto.

— Se toque para mim. — sorriu sapeca, beijando desde o pescoço do garoto, até o peitoral descendo mais um pouco, beijando a virilha macia do rapaz, que já se contorcia em desejo.

E assim foi feito. Jungwoo começou uma masturbação profunda, vendo Yi-Jie se contagiar com aquela brincadeira que estava lhe tomando poucos minutos até começar a gemer incessantemente, indicando que logo chegaria ao orgasmo. Porém, o que a garota não esperava era o próprio interromper aquela ação, para demonstrá-la do que era realmente bom.

— Prometo ir com calma. — uma voz suave, quase lhe garantiu confiança, porém aquilo não permaneceu daquele jeito. Não mesmo. O moreno sentiu seu coração bater descompassado, tendo a motivação necessária para fazer o melhor oral da primeira vez de Yi-Jie, que tocava seus seios por quase explodir ao chegar perto do ápice, o que não demorou nem mais um minuto. —  Você quer que eu te toque aqui? — circulou o dedo indicador pela abertura estreita da garota, tendo uma reação imediata ao se contrair. E era exatamente aquela expressão prazerosa que Jungwoo queria ver ao deitá-la sobre a cama do dormitório, após desligar o chuveiro.

Segurou-a pela cintura. Forçava-se contra a abertura feminina, até a cabecinha estar completamente adentro. Estava preocupado se Yi-Jie sentia dor, mas mesmo assim, parou um pouco até que tivesse certeza da continuação, mais perigosa ainda.

 

— Hum, Jungwoo, vá mais r-rápido. — pedir era pouco para seu tom manhoso. Implorava por uma boa sacanagem. Investiu mais nos movimentos do quadril gemendo alto ao senti-lo tão perfeitamente.

— Você implorando desse jeito não tem como resistir. — investiu mais nos movimentos do quadril gemendo alto ao senti-lo tão perfeitamente. A morena apertava os ombros do mesmo, tendo a cintura apalpada de um jeito “prazeroso”.

Jungwoo sentiu um enorme prazer lhe invadir, acabando por gozar com um gemido manhoso, acabando por deixar Yi-Jie mais sensível que antes continuando a estocá-la para que o prazer da mesma chegasse em busca de um ápice mais profundo, e quando finalmente chegou, quase foi possível ouvi-la do outro prédio. Porém, ainda não haviam terminado. Yi-Jie gostaria de proporcionar uma transa mais inesquecível ainda, e para ela não teria graça sem ela dominá-lo.

Ao moreno se deitar, gemeu alto por sentir a intimidade feminina iniciar contato com seu membro necessitado, levando-a a apertar a mão dele — entrelaçada com a sua — cada vez mais que se aprofundava, abrindo as pernas, sedenta por mais daquele contato, tão gostoso. Rebolou o quadril contra o de Jungwoo, que gemeu arrastado aos movimentos darem inicio, sendo muito melhores do que os anteriores. O mesmo forçou o quadril para cima, alcançando a próstata feminina, tendo uma rebolada caprichada como recompensa. Ela começava a se movimentar brutalmente.

— H-hum, isso princesa, n-não para! — mordeu o lábio inferior, mantendo os gemidos impedidos de se manifestarem.

— S-só mais um pouco... — os sons ficaram intensos, e o dormitório emanava os sons de ambos os quadris se chocando, junto aos arfares. Jungwoo manuseou o clitóris com movimentos circulares com uma velocidade parecida com as das estocadas. Transbordaram em orgasmos profundos em segundos, e com a respiração ofegante a cada segundo que se passava, mantiveram-se abraçados, mantendo um ao outro aquecido e confortável em seus braços. Yi-Jie sorria nem pensando em uma segunda rodada, já que não possuía condições nem mesmo, de andar.


Notas Finais


PESADÃOOOO!!
ByeBye da TaeTae~ o/


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