História O Universo Entre Nós (Imagine - Min Yoongi) - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Drama, Faculdade, Min Yoongi, Romance, Romance Intenso
Visualizações 25
Palavras 1.919
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EAE GENTE! TUDO BOM COM VCS?!

Aaaaahhhh, sou tão boba escrevendo essa fic que chega a ser ridículo kkk Bom, n tenho muitas coisas pra falar, apenas que.... é, nada mesmo kkkk

Ouvindo: Where You From - BTS


BOA LEITURA!!!!

Capítulo 3 - Constrangimentos e Risadas


Fanfic / Fanfiction O Universo Entre Nós (Imagine - Min Yoongi) - Capítulo 3 - Constrangimentos e Risadas

Capitulo 3 – Constrangimentos e Risadas

Dor de cabeça.

A cabeça da pequena _____ doía como se estivessem martelando freneticamente. Como um daqueles homens fortes derrubando uma árvore, sabe? _____ era a árvore.

Da ultima vez em que se sentia péssima daquele jeito, fora no aniversário de Joy. Nossa! Fora realmente uma boa festa. Estavam todos os amigos e parentes da garota. Todos juntos e festejando. Mas também foi a data em que _____ passou uma das maiores vergonhas de sua vida. Bebeu tanto. Acabou vomitando no caminho para casa e, meu Deus, não gosta nem de lembrar-se do momento. Foi horrível. Ganhou uns belos puxões de orelha da mãe e jurou que nunca mais faria tal coisa.

Parece que a baixinha esqueceu-se totalmente da promessa.

Mas, assim que se sentou naquela coisa macia por de baixo de seu corpo, arregalou os olhos. A colorida não se lembrava da sua volta ao seu apartamento e aquele cômodo nem se quer era o seu quarto. Estava repleto de equipamentos sonoros e coisas do gênero. Onde raios ela estava? Que lugar era aquele? E se... Não! A jovem pensou em uma coisa muito constrangedora. Céus. Nada aconteceu, não é? Orava para que nada de estranho tivesse ocorrido.... Sua mãe a mataria! Não! Pior! A enterraria viva em algum lugar onde ninguém pudesse acha-la. Estava deveras ferrada.

Tratou-se logo de sair dali. E, graças aos Céus ainda estava com a mesma roupa do dia anterior.

- Ai! Droga! – reclamou ao senti o sol bater forte em seu rosto.

_____ estava começando a se desesperar. Tinha que sair dali. Nem ao menos sabia onde estava. Lembrava-se apenas de ter jogador bilhar com um homem alto e de covinhas robustas. De resto, só Deus na causa.

Assim que calçou os tênis que estavam guardados em um canto perto da cama, saiu rápido do quarto. E, surpreendeu-se ao ver como era aquela casa - na verdade apartamento - era idêntico ao seu, digo, o formato. Se for assim, então estava em seu prédio? Não estava tão longe de casa, estava? Passou rápido pela cômoda vazia e grudado na porta estava um bilhete azul.

“Suas chaves estão na mesa. A senha é 180805”.

Rapidamente virou-se para a pequena mesa redonda da cozinha. Bingo! Ali estava a chave! Pegou-a apressada e digitou a senha na fechadura eletrônica. E, quando virou deu de cara com seu apartamento. Ela estava no apartamento 24! O seu estava logo ao lado, o 23. Dormiu na casa de um vizinho? Era isso? Ah! Não era tempo de pensar nisso! Já deviam ser mais de 10h00min e com certeza deveria está atrasada para a aula.

Era tudo culpa da cerveja, _____ pensou.

Na real, a baixinha nem era de beber tanto assim. É fato de que ela e Joy sempre iam juntas a festas, contudo foram poucas às vezes em que _____ bebia. Não gostava muito, diferente de Joy que não veria a hora de ingerir o liquido. Só bebia quando estava realmente querendo, como na festa de aniversário da amiga, ou em apostas ridículas, como a do dia anterior. Fora isso, trocaria facilmente um copo de cerveja por um copo d’água. 

Um ser humano confuso.

 

Já em seu escritório onde trabalhava, Min Yoongi estava angustiado. Não pelas folhas rasgadas. Muito pelo contrário. Aquele problema já estava resolvido. O chefe, Kim Seokjin, nem se importara tanto com aquilo. Quer dizer, as papeladas destruídas eram de uma empresa rival a do mais velho. Ficou muito feliz ao ver uma grande chance de ganhar nas vendas. Estava em 2º lugar no ranking. Certamente ficaria em 1º.

- Você merece um aumento! Gênio! – Disse o chefe feliz, dando pequenas batidas nas costas do Min.

Claro que ele não reclamou. Ganharia o dobro do que de costume.

Entretanto, o real motivo de seu desconforto era sobre a garota. Afinal, como ela estava? O asiático saíra cedo do apartamento e apenas deixou um recado grudado na porta. Nem sabia se ela havia visto aquilo ou não. E, antes de sair, esforçou-se a ir até o gerente do condomínio.  O homem de estatura média e mais velho o olhou desconfiado. Yoongi estava começando a ter um ataque de nervos, era tão intimidador para um, literalmente, anão. Contudo, o asiático conseguiu a chave e a deixou na mesa redonda para que, quando a jovem acordasse - se acordasse. A garota dormia pesado -  apanhasse as chaves e finalmente este problema acabaria.

Pensou se ela estaria bem. Com certeza acordaria com dores de cabeça e náusea. Ele queria poder fazer algum tipo de remédio ou sopa ou algo do gênero. Mas, infelizmente ele não sabia cozinhar. Um macarrão instantâneo servia, talvez?

Seu horário de almoço estava se aproximando. Poderia ir vê-la... Quem sabe.

(...)

- Você está horrível.

- Muito obrigada.

É, sua chegada à faculdade não fora um das melhores. Recebera um sermão de seu professor por ter se atrasado e ter atrapalhado sua aula que, cá entre nós, era chata demais! Na verdade, ninguém da turma de medicina gostava da aula do professor Oscar Lee. Sério! Era tão chata. Parecia um sonífero para todos os presentes ali. Foi até bom ter se atrasado, _____ pensou. Entretanto não podia perder aula daquele jeito. Foram 3 horas de ensino perdido, seria difícil de recuperar se não fosse pelos seus amigos. Menos Jeon Jungkook.

O garoto era insuportável. Fazia o refeitório parecer o verdadeiro covil das trevas. Mas era útil quando _____ precisava.

- Eu te daria minhas anotações, mas eu infelizmente dormi na aula – o Jeon disse, dando-lhe um sorriso maroto. Insuportável.

- É desse jeito que quer ser médico? Inacreditável. – Jisso empurrou o garoto. Decepcionada. - _____, eu te dou as anotações. Não é muita coisa.

- Obrigada Ji. – sorriu aliviada. Do que seria _____ sem as malditas anotações?

- eu queria vê-la sofrer! – Jungkook afirmou em um tom manhoso.

Jeon Jungkook era aquele tipo de garoto insuportável, sabe? Do tipo que você quer enforcar até a morte. Mas a melhor definição para o moreno era um demônio. Um dos grandes, do tamanho daqueles bonecos de posto de gasolina que ficam se mexendo freneticamente. Esse mesmo!

_____ odiava esses bonecos. Eram irritantes.

- Tenho que ir. A biblioteca precisa ser aberta – a baixinha disse, guardando tudo em sua bolsa e levantando-se em seguida.

- Ninguém vai aquele lugar. É chato. – Jeon recebeu uma tapa na nuca – Ai! Isso dói!

- Cala a boca Jeon! – Jisso mandou. Quando queria, a jovem conseguia ser autoritária – Até amanhã ­­­­_____! Descanse!

- Pode deixar! – disse já se dirigindo a saída do campus.

À tarde daquela terça-feira seria longa. Mas a de madeixas coloridas aguentaria.

E, mesmo que não quisesse, não conseguia parar de pensa em quem a teria colocado naquele apartamento. Quem era? Certo que era algum vizinho, mas quem? Não conhecia muito os moradores vizinhos, mas gostava do som que saia do apartamento ao lado. Era alto e às vezes a garota se encantava com a voz que ecoava pelas paredes finas. Porém, esquecendo-se de tudo isso, as perguntas batiam uma as outras na cabeça da pequena. Um verdadeiro tormento.

Quando descobrisse, iria se desculpar e tratar de nunca mais se encontrar com o individuo.

(...)

Pediu licença.

Yoongi já não aguentava mais o tempo se passar e decidiu inventar uma desculpa para poder não ir trabalhar pela parte da tarde. Seokjin o deixou, era agora o seu funcionário favorito. Entretanto o Min não abusaria da sorte. Vai que, né?

Saindo apressado do prédio, parou em frente à entrada, avistando a biblioteca logo à frente. As luzes estavam ligadas. Seria ela ali? A garota do dia anterior? Pensou que não, pois a jovem estava de ressaca, mal conseguiria ficar em pé depois da noite de segunda. Mas não tinha total certeza. Talvez fosse ela, talvez não. Ignorando totalmente as suposições, o de fios castanhos atravessou a rua assim que o sinal fechou. Esperava que ela estivesse ali. Seria menos esforço do que ir até seu apartamento e acorda-la.

_____ já estava na biblioteca, cansada. Organizou três ou quatros livros, depois se sentou em uma cadeira e apoiou a cabeça em uma mesa ali. Estava latejando. Uma dor quase que insuportável. Jeon deveria está causando aquela dor, a baixinha pensou.

A garota ouviu o som do sininho da escrivaninha ser tocado, mas não ligou. Estava cansada demais para se levantar. E provavelmente era um daqueles garotos chatos que entram em lugares assim apenas para perturbar a paz alheia. Mas não era.

Yoongi, por sua vez, avistou a colorida ali, com a cabeça deitada e resmungando coisas sem contexto algum. Temeu em se aproximar assim do nada e assusta-la, então resolveu tocar no sininho da recepção, porém a garota nada fez. Continuou do mesmo jeito. Jogada. Tocou no sininho de novo. Nada.

- Er... oi? – disse se aproximando - _____....?

A garota então deu um pulo. Quem estava a chamando? E aquela voz, soava familiar.

- O que? – falou finalmente ao olhar para o rapaz, assustada – Ah, você é o homem que veio aqui ontem... Me desculpe – levantou rápido, ajeitando o cabelo. - Você... Como sabe meu nome? – perguntou desconfiada. Yoongi engoliu em seco.

- Eu a levei para meu apartamento... Ontem. – estava com medo de falar muito rápido afinal, e se a garota entendesse tudo errado? – você estava bêbada e...

- Ah não. Meu Deus! O que aconteceu?! Eu fiz alguma coisa estranha? Nós.... Transamos? – disse a ultima palavra baixo. O coitado do Min ficou vermelho.

- N-não! Não! Não aconteceu nada! Eu estava sem as suas chaves e te deixei na minha cama! Só foi isso... – abaixou a cabeça, envergonhado.

- Ah! – botou a mão no peito – Graças a Deus.

O clima então ficou tenso. Quando percebeu a timidez do rapaz e no que havia falado há poucos segundos, a colorida tampou a boca. Envergonhada. Por que falou aquilo? Soou tão estranho. E o homem que estava em sua frente! Estava de cabeça baixa de tanto constrangimento!

- M-Me desculpe por ter feito você fazer tudo aquilo... E obrigada por... Me ajudar. – disse baixinho, quase inaudível.

- S-sem problemas – respondeu ele, tímido.

É. Uma situação realmente complicada.

Yoongi, apesar de tudo, queria poder rir. Quer dizer, ela também estava constrangida e sua reação fora hilária aos olhos do asiático. Bem divertida até. E _____ também não estava diferente. Queria rir pelas palavras mal pensadas e usadas.

- Meu Deus. Foi mal – falou _____ abafando o riso que acompanhava o do mais velho – Sério. Não era hora disso.

- É. – disse tentando controlar a risada.

Assim que ambos pararam de rir, olharam-se. Que tipo de pessoa começaria a rir em uma situação dessas? Quase ninguém!

Yoongi nunca faria aquilo. Nunca riria daquele jeito e sem motivo, mas riu. Foi como se apertassem um botão no qual há tempos não fora utilizado. Min não era muito de se divertir. Fora uma ótima sensação. E a de madeixas coloridas que estava em sua frente também não riria, porém aconteceu. E, ouvir a risada da mais baixa soou como uma música para seus ouvidos. Era melodiosa e sincera. Como a risada de um bebê de 2 anos, ou de uma criança que acabara de receber um brinquedo por tanto tempo esperado.

Min Yoongi não sentia aquela sensação há anos.

- Então... Até mais. – disse o mais velho, botando as mãos no bolso da calça social preta.

- Até – a garota respondeu, sorrindo de leve.

O asiático então saiu pela porta principal, não falando mais nada.


Notas Finais


EAE GOSTARAM? ESPERO Q SIM!

To lembrando agora do taxista... como foi a reação dele ao ver que foi o Kook que bateu no carro dele? "Oppa! É você?" KKKKKKK N BRINQUEM COM COISA SÉRIA CRIANÇAS!

ATÉ O PRÓXIMO CAP!


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