História O Vale das Maçãs - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Drama, Idesign, Jungkook, Mistério, Romance, Terror, Vilarejo
Visualizações 259
Palavras 2.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Seinen, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oieeee <3
Amei ler as teorias de vocês, obrigada a quem compartilhou. Eu tô dando dicas desde o prólogo heuahe… só joguei isso no ar mesmo muahahaha.
Obrigada pelos favoritos, de coração ♡

Vou deixar vocês lerem, boa leitura amores ♥

Capítulo 6 - Paz efêmera


Fanfic / Fanfiction O Vale das Maçãs - Capítulo 6 - Paz efêmera

A verdade sempre esteve na minha frente, todos os dias eu a observava; contudo, os meus princípios eram mais fortes e, consequentemente, me faziam acreditar fielmente no que era dito. A fruta venenosa, na verdade, é a salvação dos humanos.

A qualquer momento pode chegar a notícia de que mais uma pessoa fugiu, uma mentira que eu teria acreditado. Segundo Jeon, há um reino que é protegido por caçadores. O vilarejo está localizado no meio de montanhas, o acesso é difícil. Preciso me certificar de que esse lugar seguro existe, demorou quase duas décadas para uma pessoa nos encontrar. Se continuarmos morando aqui, estaremos fadados à morte. 

Aproveitei o último dia em que fomos concebidos pelos raios solares para visitar os cidadãos e fazer uma consulta de rotina. No entanto, fiz isso como desculpa para adquirir informações e, assim, encontrar o algoz. Fiz perguntas simples para não levantar suspeita e reparei atentamente nas reações alheias: o olhar, a postura e a voz. 

É difícil acreditar que um indivíduo que eu conheço durante toda a minha vida seja capaz de tamanha crueldade. Eu suspeito de alguns sujeitos, mas e se eu estiver errada? O peso dessa responsabilidade, o fato de eu estar julgando pessoas que potencialmente são inocentes e o medo de errar são desesperadores. 

Conforme eu me aproximo do centro, onde a celebração está acontecendo, o som das risadas, da cantoria e dos pés que flutuam rapidamente e se encontram com o solo ficam mais estridentes. Escoro-me na parede de uma casa qualquer, cruzo os braços e sou contagiada pela diversão. Vestidos de várias cores rodopiam no ar, criando círculos hipnotizante, os pares dançam em sincronia. 

Durante as três noites de lua cheia, a algazarra é dominante. Cumprimento alguns conhecidos com um sorriso singelo, memorizo cada detalhe para me dar força na minha jornada. Em cima da mesa, há um enorme banquete. É mais do que sensato eu comer antes de partir. Levo a destra até um grande e suculento pedaço de torta, porém sou interrompida:

— Daria-me a honra da dança? — Seokjin estende a mão, com a palma para cima. 

O seu traje é sofisticado, é notório que ele foi feito pelo melhor alfaiate. O seu sorriso é convidativo, e a sua pele está avermelhada — provavelmente — por causa do álcool. Concedo o seu pedido, coloco a minha mão sobre a sua. Olho para trás dele e vejo que, não muito distante, os nossos pais estão assistindo a interação. 

A dança de casais acabou e outra será iniciada. Nos posicionamos: eu na fileira das mulheres, ele nas dos homens que fica no lado direito. Na minha frente está a Hana que tem o Namjoon como parceiro. Assim que a música ressoa, viro-me e — novamente — as nossas mão se entrelaçam. Repito a coreografia com destreza, sentindo a melodia em cada parte do meu ser.

E tudo fica lento quando estudo a feição do Jin. Eu não fico nervosa ao vê-lo, não anseio pela sua presença e não há uma tensão romântica entre nós; consigo perceber com clareza isso pelo motivo de que já vivenciei essas sensações com outro alguém. Posso presumir que ele também se sente da mesma forma já que irá se casar porque foi uma ordem do seu pai. 

Mas o casamento ainda será preciso depois que tudo for revelado? 

A movimentação decorrente da troca de pares me desperta. Desta vez, estou sendo conduzida pelo meu melhor amigo. As covinhas no rosto do Namjoon ficam evidentes quando ele erra um passo, rimos juntos como se isso fosse uma piada interna, sem escárnio. A sua presença me deixa tranquila e repleta de alegria. 

O ritmo da música muda, ficando mais lento. Todos voltam para os seus parceiros iniciais, coloco as minhas mãos sobre os ombros do Jin. Ao mesmo tempo em que faço os passos de dança, avisto o Taehyung que está dançando com uma moça; todavia, o seu olhar está cravado em Hana que o encara ocasionalmente.

Recebemos uma salva de palmas quando terminamos de dançar. Todos se encaram orgulhosos por terem feito uma bela apresentação. Hana gesticula para que eu a siga, paramos em frente à taverna:

— Vai querer vinho? 

— Não, obrigada. Vou beber água mesmo.

É insensato da minha parte ficar ébria, preciso estar em boas condições para viajar. 

— Água? Em plena festa? — Olha-me incrédula.

— É tão estranho assim? — gargalho. 

— É sim, mas cada um com as suas esquisitices né? — provoca. 

Empurro-a levemente, brincando. Contudo, cesso o movimento ao ver o Taehyung passando por nós. Os seus lábios se movimentam, e eu consigo fazer a leitura: “Preciso falar com você”. A sua figura some na penumbra de uma viela, Hana olha para os lados e, depois, para mim.

— Eu vou lá — diz antes de correr em direção ao seu amado. 

— Quando tudo acabar, vou contar sobre a sua mãe — murmuro para mim mesma.

Faço uma pintura mental do evento e de todos que estão presentes. Por fim, caminho para longe do núcleo. Cada vez mais escuro, exceto pelo luar pálido que não permite que o breu reine. E, como em todas as vezes, Jeon está me esperando. Toda vez que eu penso nele, a primeira imagem que lembro é a dele escorado na cerca, com as íris escuras brilhantes e o vento atuando sobre os seus cabelos. 

Coloco as mãos sobre o vestido, especificamente, em cima do meu coração que teima em bater mais forte. Suspiro, criando coragem para prosseguir. Eu deveria estar acostumada, devo estar assim porque fugirei, e não por outra razão. 

— Está pronta? 

— Eu acho. — Sorrio nervosa. 

— Tem que ter certeza. — O tom da sua voz é animado, porém o seu semblante fica sério. — Também é perigoso aqui, mas prometo que vou te proteger. 

Maneio a cabeça positivamente e digo:

— Estou preparada. 

Uma troca de olhar foi feita: demonstrei a confiança repentina que surgiu em mim, e ele parecia estar se certificando de que eu realmente quero isso. Jeon leva a destra para trás e, em seguida, ergue uma maçã. Nunca fiquei tão perto do fruto proibido, o escarlate é tão lustroso que se torna tentador.

— Só é necessário morder um pequeno pedaço para quebrar o feitiço desta barreira. — Ele põe a mão sobre a cerca. — Mas é preciso ser rápida já que a duração é curta, pule assim que conseguir. 

Jeon entrega-me a fruta, e eu a seguro como se fosse uma pedra preciosa. Lentamente a aproximo dos meus lábios, me preparando para o que acontecerá. No momento em que eu mordo a maçã, um amargor se alastra pela minha boca. Perco o fôlego, parece que a minha alma foi puxada para fora momentaneamente. As cores estão opacas, quase inexistentes, apoio desnorteada as minhas mãos sobre a cerca e impulsiono o meu corpo para frente. 

Assim que caio do outro lado, tudo volta ao normal. Todavia, uma dor de cabeça latejante me deixa impossibilitada de me mover. Fecho os olhos em uma tentativa de amenizar esta sensação aguda. 

— Você está bem? — Sinto os braços do Jeon em minha volta e, depois, a sua mão na testa. — Isso nunca acontece. 

Permaneci calada. Com o decorrer do tempo, a intensidade das pontadas diminuíram até ficar nula. Eu estou bem novamente, parece que acordei saudável após ficar doente durante um longo período. Levantei-me com a ajuda do Jeon. 

— Esse é o efeito colateral? 

— Não há, não sei por que você ficou tão mal — disse pensativo. 

Eu ia responder, porém fiquei boquiaberta ao observar a área em que estou. Atrás de mim está o vilarejo e a cerca, na minha frente a natureza que sempre desejei explorar. Sem pensar duas vezes, corro deixando algumas risadas escapar.

— É assim que uma pessoa livre se sente? — Rodopio. — Quero ser livre para sempre. — Sorrio para o Jeon. 

Os pássaros que vivem em gaiolas cantam tristemente pedindo pela sua liberdade. E quando, finalmente, a porta é aberta: uma canção de felicidade é criada porque só se pode falar detalhadamente sobre algo que já sentiu ou viveu. 

— Lembra quando me disse para não comer a maçã? — Jeon me leva até a macieira em que ele estava naquele dia.

Olho para trás, tendo a mesma visão que ele. E daqui, consigo me ver: um pássaro preso em um recinto coberto por mentiras.

— Obrigada por aparecer aqui e me salvar.

— Ah... — Ele coça a nuca e ri. — Fico sem reação com agradecimento. Mas, de qualquer forma, ainda precisamos ajudar os outros.

— Sim, eles precisam saber de tudo. 

— É melhor irmos. 

— Qual é o caminho? — pergunto entusiasmada. 

— Por aqui. 

Jeon corre na minha frente, me guiando. Descobri que gosto de observar a forma como a sua camisa se move, o seu rosto que vira — de vez em quando — para garantir que eu estou seguindo-o e a segurança que ele me transmite. Ele para quando chegamos perto de uma floresta densa.

— A partir daqui vai ficar mais escuro. Segure a minha mão para não nos perdermos. 

Assinto. Engulo em seco enquanto me aproximo, o nervosismo se expande em mim quando os nossos dedos se encaixam, formando um tecer perfeito. 

Adentramos o aglomerado de árvores. Pequenos feixes de iluminação passam pelas camadas de folhas, chegando até o chão. Temos que ficar atento aos galhos e animais noturnos. Os insetos não são tímidos e mostram a sua presença através de zumbidos, deve ser encantador observar essas formas de vida durante o dia.

Pequenos círculos amarelos aparecem, somem e — depois — surgem em outro lugar. São vários, é impossível contar quantos são, contudo, sei como eles se chamam:

— Vagalumes! 

Intensifico o aperto na sua mão para que ele me siga. Caminho apressada, concentrada nas cores que pairam no ar. O meu pé se choca com algo que deduzo ser uma pedra. O contato que nos unia foi dissipado, porém sou impedida de cair pelo Jeon, que segura firmemente em minha cintura. 

Antes de balbuciar um pedido de desculpa, os pirilampos passam por nós. Entretanto, apenas consigo me concentrar no rosto do Jeon que está extremamente próximo do meu, no brilho amarelo que incide sobre a tez e em seus lábios que estão prestes a me contemplar. 

A escuridão retorna juntamente com o bom senso. Olho para o lado e noto que os insetos estão longe. Recomponho a compostura e, dessa vez, rumo primeiro. Corro rapidamente, mas não posso afastar os pensamentos de segundos atrás da minha mente. Iríamos nos beijar, o mais alarmante é que eu queria, na verdade, eu quero

Apenas percebi que fiquei o tempo inteiro na frente do Jeon e que saímos da floresta, quando eu precisei interromper os meus movimentos imediatamente, algumas pedras caem no abismo; por pouco não foi nós. Recuo imediatamente, todo o meu corpo está irregular devido ao susto. 

— Quase. — Ele ri próximo ao meu ouvido, paralisando-me ainda mais. — Esse é o reino que te falei. 

As construções parecem miniaturas envoltas de uma muralha, que também parece pequena por causa da diferença de altura, mas creio que de perto deve ser enorme. Guardas protegem a parte de fora enquanto que outros ficam vigiando os arredores, deve ser difícil conseguir invadir ou permissão para entrar. No entanto, o que me fez ficar deslumbrada é a ausência de macieira, significa que os humanos vivem seguros. 

— Não há nenhuma. 

— O rei é obcecado em caçar criaturas sobrenaturais. Francamente, ele é louco, mas isso trouxe paz ao seu povo.

— E você trabalhava para ele?

— Foi por pouco tempo. Se eles tivessem achado o vilarejo antes de mim, o desfecho teria sido pior.

— O que eles teriam feito?

— Eles simplesmente teriam ateado fogo. O importante para eles é capturar os demônios, pessoas inocentes são sacrifícios necessários. 

— Isso é cruel. — A voz saiu embargada. 

— Por isso eu saí, sempre há outra alternativa que não seja matar todos, isso não é justiça. E sim, carnificina. — Jeon começa a caminhar para à esquerda. — Aliás, chegamos aqui antes do que imaginei. Tem uma casa aqui perto, podemos ficar nela.

Não consigo me concentrar no trajeto. A possibilidade de que, em um dia qualquer, iríamos acordar com as chamas me deixa angustiada. Sem sabermos de nada e sem termos a chance de escapar. O que eu absorvi de toda essa situação é que devemos desconfiar de todos e nunca abaixar a guarda.

Avisto uma casa de madeira no meio da floresta. Ela é simples e está conservada. Em seu interior há uma lareira, mesas e cadeiras e duas portas para outros compartimentos — que devem ser os quartos. Além disso, não há qualquer indício de poeira e sujeira. Imagino o Jeon voltando para cá após me visitar, é um longo caminho.  

— Vou pegar a lenha, fique à vontade. 

Sento-me no assoalho com as pernas cruzadas, o meu corpo está grato por eu finalmente estar descansado. Jeon retorna carregando a madeira, forçando os músculos dos seus braços. Observo atentamente ele acendendo a lareira, qualquer atividade trivial ganha um novo significado quando é ele que executa. 

— Quando foi que você percebeu que queria ajudar as pessoas? 

Ele senta, coloca as duas mãos para trás como apoio.

— Antes desse rei, a situação era caótica. Vivíamos com medo, qualquer um de nós podia ser a nova vítima. Tinha muitas guerras, ninguém confiava no próximo. — Jeon me olha de soslaio. — Quando o exército real foi criado, tivemos paz. E eu percebi que não quero que outras pessoas vivam nesse inferno.  

— Deve ter sido horrível ter passado por tudo isso. 

— Só sobrevivi graças a minha mãe, ela foi uma mulher incrível. 

— Lamento pela sua perda — digo sem jeito por tocar em um assunto delicado.

— Infelizmente há doenças que não conseguimos vencer. — O silêncio perdura durante alguns segundos. — Mas me fale sobre você. 

— Bom, a minha vida sempre foi simples. Sou curandeira do vilarejo e, bem, estou noiva.

— Meus parabéns. — Quase não escuto o que ele disse.

— Acho que isso não é um motivo para eu comemorar, só vou casar porque os nossos responsáveis querem. 

— Vocês não se amam? — Jeon fita-me. 

— Não, considero ele um amigo. E, creio que o Jin também me  vê assim.

Acredito que podemos ser grandes amigos, mas acho que uma relação de marido e mulher é impossível. Enquanto divago mentalmente sobre isso, Jeon senta ao meu lado. 

— Há uma lenda — pondera. — Esquece, é tolo que um caçador acredite nisso. — Ele ri, e eu sou contagiada.

— Ah, me conta. — Toco-o sem perceber, porém me afasto ao compreender o que eu fiz. — Por favor — suplico. 

— Tudo bem, mas não diga para ninguém — brinca. — Ela se chama Akai Ito: almas gêmeas são ligadas por um fio vermelho em seu dedo mindinho. — Jeon segura o meu, deixado-me sem reação. — Quanto mais longe o indivíduo ficar do seu amor, mais infeliz ele é. Quanto mais perto, mais feliz.

Fico enternecida. Não posso mais negar que desde que eu vi uma felicidade cresceu dentro de mim e, agora, me sinto completa. E em alguns momentos, fico tão extasiada que parece que vou transbordar. 

— Minah, há três coisas que eu preciso te contar. 

— E sobre o quê? — Tento me recompor. 

— Eu acho que você já suspeita sobre a primeira coisa. Estou esperando o momento certo para dizer a segunda e eu não tenho certeza sobre a veracidade da terceira. 

— Quando partiremos? 

— Amanhã, se você quiser. 

É difícil supor que horas são agora, mas acredito que se fosse em um dia comum, estaria perto de amanhecer. Tudo o que eu preciso é repousar e colocar os pensamentos em ordem. Certamente a segunda e a terceira notícia irão me desestruturar, porém quero um dia sem perturbação. É egoísta da minha parte não querer estragar a viagem? Se for, lidarei com as consequências depois. 

— Diga-me o que eu já suspeito. Antes de voltarmos, você me conta o restante — falo sem hesitar.

— Eu sou um nefilim, filho de um anjo com uma humana. 

A suas orbes encontram com as minhas, a ventania faz a janela ranger, porém continuo tentando o decifrar. De certa forma tudo parece se encaixar, Jeon sempre transmitiu uma áurea diferente, mas eu não sabia como denominá-la. Ele é angelical, desde a sua aparência até a sua presença. Possivelmente foi isso que me fez confiar nele. 

— Desconfiava que você não era humano, mas jamais pensei que era um nefilim. 

— As maçãs não funcionam em nós, somente nos humanos. Por isso eu não pude simplesmente comer uma e entrar no vilarejo. Se você não tivesse aceitado me ajudar, não sei o que faria.

— Você que tem me ajudado. Eu ia viver em uma eterna mentira lá. 

Antes de prosseguirmos com a conversa, começa a chover impetuosamente. Levantamos apressados e fechamos todas as janelas; o aposento ficou mais escuro por ter somente a brasa como iluminação.

— Você deve estar cansada. — Ele anda e para em frente à porta. — Pode ficar neste quarto, é o melhor. 

— Obrigada. — Sorrio. — E... boa noite. 

— Qualquer coisa é só me chamar. Boa noite, Minah.

Adentro o aposento, fecho a porta e escoro-me nela. Fecho os olhos, permito que a pernas fraquejem e deslizo até o chão gélido. Um sorriso tímido escapa dos meus lábios ao lembrar da nossa aventura de hoje.

— Também guardo um segredo. Eu preciso te contar, Jeon.


Notas Finais


O que acham do cap?
Uma pessoa comentou sobre anjos e demônios, acertou hihi <3
Não quero que a fic acabe, falta pouco aaaaaaaaaa :c
Mas enfim, tenha um final de semana maravilhoso ♥ Obrigada por tudo ♥


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