História O Valor do Amor - Capítulo 3


Escrita por:

Postado
Categorias Batman, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Liga da Justiça, Luke Cage, Os Vingadores (The Avengers), Punho de Ferro (Iron Fist)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Barry Allen (Flash), Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Danny Rand / Iron Fist, Diana Prince (Mulher Maravilha), John Stewart, Luke Cage, Natasha Romanoff, Peter Parker (Homem-Aranha), Steve Rogers, Thor, Wade Willson (Deadpool)
Tags Batman, Bruce Wayne, Diana Prince, Homem De Ferro, Homem Morcego, Iron Man, Ironwidow, Liga Da Justiça, Marvel, Natasha Romanoff, Os Vingadores, Romance, Tony Stark, Universo Alternativo, Wonderbat
Visualizações 83
Palavras 1.696
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Elevador


 

Bruce: 

Estacionei o carro em um estacionamento pago na calçada oposta da torre Stark. Segui até a mesma esperando encontrar Peter na entrando afim de me receber. Atravessei a rua assim que o farol abriu, avistando Peter com outro rapaz ao seu lado. 

- Boa noite senhor Wayne, obrigado por vir. - Disse Peter esticando a mão para me cumprimentar. 

- De nada. Espero que o Stark me receba. - Retribui o aperto de mão. 

- Ele irá. Ah desculpe, esse é Wade Wilson. - Apresentou o rapaz ao seu lado que também me estendera a mão. 

- Prazer, Bruce Wayne. - Apresentei-me o cumprimentando. 

- Opa, o prazer é todo seu. - Falou sorrindo ao soltar minha mão. 

- Vamos? - Perguntou Peter. 

- Vamos. - Concordei. 

Seguimos para dentro da torre em direção aos elevadores. Analisei o ambiente retirando o casaco pesado que cobria meu corpo o protegendo do frio externo. Entrei no elevador assim que as portas se abriram, acomodando-me no canto os aguardando entrar. Fizemos o percurso em silêncio ouvindo apenas a música de ambiente que tocava no elevador. O que por sinal era horrível, quem hoje em dia permitia por música em elevadores? As pessoas que faziam isso esperam que alguém dançasse se por acaso ficar  preso nesse troço? 

- Chegamos. - Anunciou Peter, saindo. 

O segui entrando na cobertura que estava um pouco cheia, olhei em volta tentando localizar Tony. 

- Fique a vontade, senhor Wayne. Irei chamar o senhor Stark. - Ele saiu me deixando sozinho ao lado do elevador, onde ninguém parecia me notar e assim esperava continuar. 

Fiquei pensando que o melhor era te-lo seguido, e se Tony me encontra aqui antes que Peter o ache? Irá dizer que invadi ou que estou te perseguindo. 

- O que faz aqui? - Não disse? A voz do Tony soou mais irritante aos meus ouvidos do que a música que tocava na festa. 

Olhei pra ele que vinha em minha direção com cara de indignado. 

- Parker me convidara. - Tentei explicar da pior forma possível.

- E quem disse que ele lá tem alguma autoridade aqui? - Ele segurou meu braço. - Já pode ir, você não tem nada o que fazer aqui. 

- Stark, eu gostaria de falar com você e resolver o mal entendido que ocorreu mais cedo. - Disse livrando meu braço de sua pegada. 

- Parece que tem uma fila de gente tentado se explicar pra mim. - Me encarou cruzando os braços em frente ao peito. - Eu não preciso de explicações e sim de sossego. 

- Tony seu nome não constava na lista, e eu só não estava em casa, pois o único investidor que compareceria hoje, havia desmarcado, então passei mais tempo na empresa do que o esperado. - Falei calmante colocando meu casaco em uma cadeira ali perto. 

- Eu não sabia que um Stark precisava de lista. - Disse erguendo sua sobrancelha direita. 

- E eu não sabia que um Stark havia marcado hora conosco. Todavia tenho interesse em ouvir sua proposta. - Adentrei ainda mais o ambiente ousando pegar uma taça na bandeja do garçom que servia os convidados. - Bela festa por sinal.

- Não tenho proposta alguma. Você que tem que me oferecer bons motivos para fechar negócios com você e não com outras redes hospitalares. - Ele tomou a taça da minha mão a pondo em outra bandeja. -  Essa é minha festa e seu nome não está na minha lista de convidados.

Suspirei passando os dedos sobre a testa. Pelo visto seria mais difícil do que pensei tentar resolver isso.   

- Pare de remoer essa história de lista. O senhor assim como eu, sabe o como é importante ter a relação e o controle de quem entra e sai dos lugares que você comanda, principalmente sua casa. - Usei meu tom mais brando tentando amenizar a situação. 

- Por isso mesmo, que não me lembro de te-lo chamado aqui, então faça o favor de tirar sua bunda gótica da minha torre. 

- Senhor Stark, nós não somos inimigos, muito menos amigos para que o senhor fale desse modo comigo.

- Lhe ofendi? - Perguntou pousando a mão ao peito. - Desculpe, essa foi minha intenção.

- Okay, eu tentei. - Disse dando as costas. - Passar bem senhor Stark.

- Passar mal senhor Wayne.

Revirei os olhos pegando meu casaco na cadeira que o havia posto e segui em direção ao elevador.

- Mala. 

 

 

Tony: 

A maior audácia era ele ter vindo até minha festa e conseguido entrar sem o meu consentimento. Eu precisava ter uma conversa séria com Peter por só ter feito besteiras nessa noite, acima de tudo, por ter passado por cima da minha autoridade dentro do meu ambiente.

Continuei no balcão vendo-o pegar seu casaco e seguir até o elevador apertando o botão enquanto arguadava-o subir. Obviamente eu sabia que estava perdendo uma das maiores oportunidades de parceria da minha carreira profissional, porém meu orgulho de ter passado pelo que passei hoje em sua casa me dizia pra fazer o mesmo que me fez e manda-lo embora.

- Até que fim te achei. - Disse Peter se aproximando de mim.

- Não ouse. Não quero ouvir desculpas  de ninguém hoje, não agora. - Disse evitando ouvi-lo. - Você bebeu? - Perguntei desviando o assunto.

- Só um pouco. - Respondeu se reencostando ao meu lado. 

- Como vou pra casa? Eu também bebi, não posso dirigir.  

- Terá que chamar um táxi. - Foi tudo que disse dando os ombros. 

Balancei a cabeça em negativa e sai do seu lado.  Peguei uma garrafa de champanhe com garçom e sai pro terraço. Senti o vento gelado da noite penetrar por minha roupa fazendo com que eu me encolhece um pouco, passando a mão livre pelo braço tentando aquecer-me. Caminhei olhando a lua cheia prateada tornando a noite um pouco menos  escura. Parei ouvindo suspiros baixos, soube imediatamente que havia um casal de pegação em meu terraço, e como minha curiosidade falou mais alto que eu, fui olhar quem eram. Andei lentamente afim de não fazer barulho algum, virei a cabeça olhando os dois, arrenpendendo-me imediatamente de ter presenciado pela segunda vez aqueles dois juntos. Lágrimas imediatamente se formaram em meus olhos ao ver Bucky beijando os lábios que tanto haviam me feito juras de amor. Elas escorreram pelo meu rosto enquanto eu os observava desejando poder voltar no tempo e apagar a presença de Steve em minha vida, apagar esse sentimento que eu tinha por ele. Virei as costas voltando pelo mesmo caminho que havia feito.

- Droga.  - Reclamei tropeçando em algo que não vi por causa da visão embaçada pelas lágrimas.

- Tony? - Ouvi Steve me chamar. 

Andei mais rápido voltando pra cobertura. Passando apressado pelas pessoas tentando fazer com que  não notassem minha face úmida. 

- Ai está você, fugiu de mim. - Disse Natasha, assim que me viu 

- Não é um bom momento. - Falei desviando dela indo em direção ao elevador.

Aperte o maldito botão várias vezes como se isso o fizesse subir mais rápido. Olhei a minha volta  enxugando o rosto, vendo Natasha parada no mesmo lugar  me olhando triste. Eu não pretendia magoa-la apenas queria  sair daqui.

- Anda elevador. - Falei antes que as portas se abrissem.

Vi que tinha alguém dentro dele, entrei de cabeça baixa e apertei o botão fechando as portas.

- Você não poderia esperar o próximo? - Me virei pra olhar Bruce plantado feito dois de paus atrás de mim.

- Qual a sua dificuldade ir embora?     

- Eu estava descendo, mas parece que além do dono o elevador também está com problemas. - Falou pondo o casaco que segura em seus braços.

- Está insinuando que eu tenho problemas?

- Não, imagina. Eu insinuando? Estou afirmando mesmo. 

- Ô só a audácia desse filho da...

- Respeite a minha mãe, enterrei o último que falou dela. - Me interrompeu lançando-me um olhar de ódio. 

Acho que percebeu minha cara de  espanto e riu disso. 

- Eu estou brincando.  - Afirmou após parar de rir.

- Tá me vendo rir? - Perguntei impaciente. -  Isso não anda mais rápido não? - Apertei  o botão do terrio várias vezes.

- Para com isso, vai quebrar e me deixar preso aqui com você. - Ele segurou minha mão a tirando do painel.

Senti o elevador dar um tranco e parar, as luzes se apagaram e a música  ambiente cessou.

- Seu Harry Potter, pai de santo, mãe Diná. - Disse alto, tateando os botões   

- Eu deveria conhecer algum desses ai? 

- Todos são seus parentes, seu feiticeiro. - Tentei andar no escuro, indo até o fundo sentando-me no chão.   

Ouviu os passos dele pelo elevador até tudo ficar quieto. Após alguns minutos as luzes pisaram e acenderam novamente, trazendo consigo  a porcaria da música ambiente. Pisquei várias vezes por causa da claridade vendo Bruce aguaichado perto do painel, já aberto, enquanto mexia nos fios do mesmo.

- Agora posso dizer que dei a luz. - Falou se levantando e vindo se sentar ao meu lado.

- Como desmontou isso no escuro?

- Segredo. - Sorriu pegando a champanhe da minha mão.  - Você devia ter me deixado comer, estou com fome e preso com você que não é nada agradável, ouvindo essa música horrível que você colocou pra tocar em seu elevador. 

-  Primeiro, eu sou a melhor companhia que alguém pode desejar e segundo, também odeio essa música. - Me levantei indo até o estéreo do elevador.

- Sabe desligar isso ai? - Perguntou me observando enquanto abria da minha champanhe.

- Claro. - Soquei o esterio quebrando-o, fazendo a música insuportável parar de tocar. - Viu, simples. Você pode ter dado a luz, mas eu, eu ultrapassei a barreira do som. - Falei dando um sorriso convencido, tornando a me sentar. - Agora somos só você, eu e o silêncio.

Peguei a garrafa da sua mão e bebi antes dele, a levei até lábios, sorvendo um gole no próprio gargalo. Já que era pra ficar preso com alguém que eu não aprecio que seja bêbado.  


Notas Finais


Oh noitinha longa
Coitado do Tony, rimos sem respeito do seu azar 😂
Espero que tenham gostado 🙏

Batbeijos até mais 💋


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...