História O Vestido - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella
Visualizações 174
Palavras 1.868
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeeeey, pediram ontem pra que eu fizesse uma One da nossa maravilhosa com esse vestido lindo que ela estava usando, então tá aí, espero que gostem! ❤

Quero agradecer mais uma vez a Dani, que fez a capa lindíssima, user do tt dela é @elacarosella ❤

Capítulo 1 - O poder do vestido!


Fanfic / Fanfiction O Vestido - Capítulo 1 - O poder do vestido!

São Paulo, 13 de novembro de 2017

Sou surpreendida com o toque do meu celular..

- Paola? Tudo certo para a nossa entrevista de hoje? - pergunta Arnaldo em um tom animador.

- Sí, claro, de aqui a pouco estarei aí, - desligo e logo em seguida sigo para o salão.

Jason estava viajando, e henrique trabalharia o dia todo em seu novo restaurante, em um dos shoppings mais badalados da cidade, não tínhamos marcado nada pra esse dia, mesmo assim decido da uma caprichada há mais no visual, apesar de nunca me arrumar tanto pra uma simples entrevista, ainda mais sendo via internet.

Ao chegar no salão, encontro com Larissa, responsável por cuidar dos meus looks para o masterchef, ela havia separado um vestido lindo, branco, rendado, uma renda simples, porém sofisticada, ele acompanhava um cinto que prendia na altura da cintura. Me apaixonei de cara, e aprovei o look.

Depois de finalizar cabelo e maquiagem, sigo para a sede da veja, ao entrar, Arnaldo já me esperava na portaria, vejo ele rapidamente pegar o celular e começar a filmar.

- Olha quem está chegando por aqui, agora. Paola Carosella que está perdida com a cancela - dou risada enquanto tento passar do aparelho que não lia o cartão de acesso que eu tinha em mãos.

- Que linda - alguém grita do outro lado - agradeço e logo consigo passar da cancela.

Algumas pessoas pediram foto, fui muito simpática com todos, e logo depois sigo com Arnaldo para a sala onde gravariamos a live na página do Facebook da Veja.

Chegando na sala, me sirvo um pouco de água, enquanto converso com um dos câmeras que iriam nos gravar a partir dali, logo sou surpreendida com Arnaldo novamente me filmando.

- Vai ter Paola Carosella jaja, calma, calma, esperem mais um minutinho, jaja na página da Veja no Facebook - ele sussurra, enquanto eu olho para a câmera, dando um sorriso tímido.

O câmera avisa que está tudo pronto, que em alguns minutos já poderiam dar início a entrevista, e então decido gravar um vídeo no meu Instagram para convidar as pessoas para assistirem, chamo Arnaldo, e juntos gravamos um snapgram.
Depois de postar o vídeo nas minhas redes sociais, recebo uma mensagem de Henrique;


- "A entrevista é agora né? Boa sorte gostosa"

- "Sí é de aqui a pouco, gracias seu tarado" - respondo e prontamente guardo o celular na bolsa.

A entrevista foi rápida, e super agradável, estar com Arnaldo era sempre divertido, ele me deixava a vontade, e assim tudo fluía bem.

Depois que a transmissão foi encerrada, somos surpreendidos com a Ana Paula Padrão, que estava na sede da Veja para também gravar uma entrevista sobre seu novo trabalho na revista Claudia, conversamos um pouco, e fizemos uma selfie para registrar aquele momento, me despeço dos dois, e sigo em direção a saída, meu carro estava estacionado no estacionamento ao lado.

Enquanto dirigia, me perdi nos pensamentos da noite anterior, eu e henrique tínhamos passado a noite juntos no apartamento dele, porém eu já estava morrendo de vontade de usar e abusar dele novamente, então decido dar uma passada no Sal, seu restaurante recém inaugurado no shopping, ainda era cedo, tinha chances de encontrar ele lá, quis fazer surpresa.

Chegando no SAL, pude ver Henrique finalizando os partos e entregando para os garçons, ele estava de dolma, o que me deixava completamente louca, ele ainda não tinha notado a minha presença, então me aproximo do balcão que dava total visão da cozinha;

- Olá Chef Henrique Fogaça - digo baixinho, enquanto me apoio, para sentar a sua frente.

Henrique levantou a cabeça lentamente, e parou na altura dos meus seios, tendo em vista que o vestido tinha um decote considerável, mas o suficiente pra deixar Henrique maluco, e era exatamente isso que eu queria.

- Que surpresa boa! - ele diz me olhando de cima abaixo - nossa, cê tá linda - ele puxa minha mão e da um beijo.

- Cuidado, quer que as pessoas vejam e saiam espalhando por aí que sou tua amante - olho para os lados tentando disfarçar.

- Cê tá gostosa demais nesse vestido, tô com vontade de te pegar aqui mesmo - ele sussurra.

- Até que não seria má ideia - digo mordendo o lábio inferior discretamente.

Henrique rapidamente surge com a ideia de me levar até o Almoxarifado do restaurante, aproveitando que o movimento estava pouco, decido ceder, mas há todo momento olhando para os lados, na intenção de que ninguém visse nós dois juntos.

Ao lado do bar, havia uma porta de acesso ao almoxarifado, entro rapidamente enquanto espero henrique enrolar alguns clientes que o chamaram pra tirar foto, pego minha bolsa e retiro um espelho, pra ver como eu estava, passo um pouco mais de batom, e aguardo henrique naquele cômodo pequeno, e abafado.

Sou surpreendida com Henrique entrando rapidamente, e logo trancando a porta, em um movimento rápido, henrique me agarra, passando a mão por todo o meu corpo, sentindo a renda daquele vestido no qual estava deixando doido.

O beijo de Henrique tinha o poder de me deixar excitada, nossas línguas travavam uma batalha onde o desejo e o tesão sempre ganhavam, henrique desce e levanta um pouco do vestido que ia até a altura dos joelhos, ele passava mão entre minhas pernas lentamente, me fazendo gemer baixinho.
Ele tira lentamente a fina calcinha de renda que eu usava, massageando com destreza o meu clitóris, enquanto me estimulava, henrique me olhava, com a cara de safado que ele tinha, só que pior, com mais desejo no olhar, e em um movimento rápido, ele abocanha meu sexo, me fazendo gemer alto, me assusto com o meu próprio gemido e coloco a mão na boca tentando evitar que aconteça de novo, afinal estávamos no almoxarifado próximo do salão do restaurante, haviam pessoas do lado de fora.

Henrique passeava com sua língua por toda extensão do meu sexo, alternando entre os pequenos e grandes lábios, sugando pacientemente o meu clitóris, ele parecia conhecer cada detalhe dele, quando estava prestes a gozar, alguém bate na porta;

- Chef? Você tá aí? - Henrique levanta rapidamente, nos olhamos e eu balanço a cabeça fazendo sinal negativo.

- O que q é? - Tô ocupado Porra! - ele grita sem abrir a porta, enquanto tento me recompor.

- Melhor eu ir henrique, se alguém vê a gente aqui, vai da uma confusão - digo enquanto visto a calcinha que e henrique havia tirado. 



- Faz o seguinte, me espera no estacionamento, daqui a 5 minutos eu chego lá.

- Ok - tento abrir a porta para sair, e henrique me puxa novamente, dando mais um beijo, e apertando meus seios por cima do vestido.

- Cê tá muito gostosa com esse vestido, eu já disse né? - balanço á cabeça positivamente tentando recuperar o fôlego - Quero te foder, com você usando ele - ele me vira de costas e distribui beijos em meu pescoço.

- Chef? - uma voz grita novamente do lado de fora.

Henrique me olha e pede pra que eu espere alguns minutos pra poder sair.

- Porra cês não tem o que fazer não? - ele sai gritando.

Espero alguns minutos como henrique pediu, e saio em seguida tentando agir naturalmente, para que ninguém percebesse nada.


(...)

Chego ao estacionamento, entro no meu carro e respiro fundo, me olho no espelho eu estava completamente fora de mim, henrique definitivamente sabia como me deixar maluca.

Não demorou muito e ele chegou, me assusto no momento em que ele abre a porta do carro.

- Calma, cê anda muito assustada - ele bate a porta do carro.

- Mas é claro, você é especialista em me assustar - digo arrumando o decote.

Henrique logo me puxa, e eu me esquivo.

- Aqui não né, pra onde vamos? - pergunto colocando as mãos no volante.

- Não vamos pra lugar nenhum, na verdade vamos sim, mas é pro meu carro que tá logo ali - ele aponta - meu carro tem fumê - ele sai de dentro do carro.

Entramos no carro de Henrique que tinha praticamente 100% de fumê, e logo o questiono;

- No, mas você não acha que vamos transar aqui dentro...

- Por que não? - tudo tem uma primeira vez, agora vem aqui vem, que eu já tô de pau duro só de te imaginar sentando aqui - ele me dá a mão, na intenção de me ajudar a passar para o banco de trás.

Eu só posso ser louca mesmo, quem diria que eu Paola Carosella iria transar dentro de um carro no estacionamento de um shopping - me questiono em pensamento.

Henrique rapidamente desce a calça, ainda de cueca ele retira seu membro que estava duro, começo a massagear, enquanto Henrique desabotoa os dois únicos botões que existiam no vestido, fazendo com que tivesse mais liberdade para tocar os meus seios.

Com dificuldade afasto a calcinha, e ele introduz seu membro dentro de mim, a expressão de Henrique ao sentir seu membro entrar dentro de mim devagarinho, era uma das minhas preferidas.

Enquanto fazia movimentos de vai e vem lentamente, aproveitando cada segundo, henrique coloca a mão por dentro do vestido, apalpando os meus seios, e estimulando o mamilo rapidamente, ele consegue retirar afastar um pouco mais a renda do vestido e então abocanha meu seio esquerdo, enquanto estimula o direito, fui aumentando os movimentos com cada sugada que Henrique dava, ele gemia, um gemido quase que implorando para que eu intensificasse mais os movimentos, pude sentir Henrique chegando ao ápice, o que me fez chegar junto com ele.

Por fim Finalizamos, eu ainda estava em cima de Henrique, mexendo devagarinho até concluir todo orgasmo que nos atingiu, pude ver pessoas transitando pelo estacionamento, sem saber que eu estava ali com henrique, transando em um lugar público, dentro de um carro apertado.

- Que delícia hein? - ele diz ainda com a respiração ofegante.

- Você é louco henrique - saio de cima dele, tentando procurar espaço no banco de trás para sentar e recuperar o fôlego.

- Você, com esse vestido, foi a melhor coisa que me aconteceu hoje - ele tira uma mecha de cabelo que caia sobre meu rosto - Você tá linda - ele sela um beijo em meus lábios.

Por baixo do vestido, eu usava uma espécie de camisola branca, bem mais fina, que também servia como forro para o vestido, depois de me recuperar, peço que Henrique cole o carro dele ao lado do meu, ele ficou sem entender, mas mesmo assim fez o que pedi.

Ele para ao lado do meu carro, e rapidamente retiro o vestido, ficando apenas com a fina camisola, entrego ele a Henrique.

- Todas as vezes que olhar pra esse vestido vai lembrar que eu fui sua, e que vou continuar sendo, tarado!

Dou um sorriso, o olhando de cima a baixo, mordendo levemente os lábios, me retiro dali, deixando henrique totalmente sem reação.

Ao entrar no meu carro, que estava colado ao de Henrique, ele baixa o vidro do seu carro, e fala baixinho;


- Você é minha, e vai continuar sendo! 


Notas Finais


E aí? Rendeu ou não rendeu esse vestido? Hahahahaha


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