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História O Vizinho - Capítulo 19


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Capítulo 19 - Dezenove


Mark estava andando de um lado para o outro, sem conseguir se manter quieto. Tinha duas semanas que ele e James estavam juntos, e ele estava adiando o encontro com sua mãe, mas não teve jeito, teve que marcar um jantar para os dois se conhecerem formalmente. E era isso que fazia naquele momento, andava de um lado para outro na sala, esperando James chegar.

Nessas duas semanas que se passaram tinha tomado decisões muito importantes para sua vida, a primeira foi contar para a amiga que enfim tinha perdido a virgindade, o que causou uma grande comoção por parte da menina, e um grande constrangimento de sua parte.

- Plano CPV completo! – Ela decretou, fazendo o menino revirar os olhos – Agora me conte tudo, com riqueza de detalhes. – Pediu com os olhos brilhando de animação.

- Eu não vou te contar essas coisas, é vergonhoso. – Respondeu com as bochechas vermelhas.

- Por favor, eu nunca te peço nada. – Implorou – Só responda uma coisinha, ele é grande?

- Miko!

- Ele tem cara de homem com pau grande.

- Como foi o encontro com o tal Harry? - Perguntou para mudar de assunto, ele com certeza não ficaria falando do membro do namorado para outra pessoa, mesmo que essa pessoa fosse sua melhor amiga.

- Uma merda, o cara só tem gostosura, mas a pegada é uma desgraça. – Ela parecia bem irritada – É bom para mim aprender, e parar de sair com moleques, agora eu quero homens mais velhos, cansei desses meninos que não sabem o que estão fazendo.

- Sinto muito.

- Ei! Eu sei o que você esta fazendo, – ela acusou – e não vai funcionar. Me conta pelo menos se você gostou, se ele foi gentil, essas coisas românticas que você gosta.

- Foi a melhor experiencia da minha vida, – disse se jogando no colchão macio de sua cama – não vejo a hora de repetir. – Eles não tinham mais transado, seus encontros tinham sido muito rápidos. E no ultimo fim de semana, James teve que viajar para Nova Yorque, para um encontro com o pai.

- Seu safado...

Aquela conversa de estendeu por mais tempo que o menino desejaria, foi tão bombardeado de perguntas que ficou até meio tonto. A maioria era tão constrangedora que tinha vontade de se enfiar em baixo da cama e nunca mais sair. Miko era tão diferente do menino, que ele ficava imaginando como eles tinham se tornado amigos. Ela era tão despudorada, fazendo perguntas sobre sexo como se perguntasse sobre o tempo. Mas como dizem, os opostos se atraem, e talvez fosse por isso que eles eram tão amigos.

A segunda providencia que tomou nas duas semanas que se passaram, foi se inscrever na seleção para o curso de musica. Contou com a ajuda de Miko, que o ajudou a gravar um vídeo dele tocando violino. E logico que James também opinou, sua opinião era de máxima importância para o menino. Apesar de que a ajuda de James foi por mensagem, mais dando apoio moral. O menino adorava saber que o namorado apoiava seus sonhos. Mas também ficou com receio de contar que tinha se inscrito para escolas fora do estado. Deixou para pensar nesse problemas mais para frente, nem se quer sabia se passaria na seleção mesmo. E ainda não tinha se decidido se iria, pensar e ir embora e deixar a mãe, fazia seu coração doer de tristeza. E ainda tinha o fato do recém relacionamento. Tinha entendimento suficiente para saber que namoros a distancia quase nunca sobrevivem.

- Pare com isso menino, vai abrir um buraco no meu chão. – Disse a mãe. 

Ela estava bonita, com os cabelos loiros caindo nos ombros em cachos soltos, que ela tinha se dedicado um tempão para ficar daquela forma. Uma maquiagem leve, e um vestido preto que valorizava sua cintura e a cor da sua pele. Fazia tanto tempo que a mulher não se dedicava a ficar bonita, que o menino não podia deixar de ficar imensamente feliz da mulher ter se dedicado tanto para receber seu namorado.

- Estou nervoso.

- Isso eu estou vendo, mas não tem necessidade. Esta tudo pronto, Maria fez uma refeição maravilhosa antes de ir embora, a única coisa que teremos que fazer é servi-la – Ela passou o braço pelos ombros do filho – Eu comprei um vinho delicioso, e vou te deixar beber uma taça, vai dar tudo certo.

- Só uma taça? Acho que eu mereço mais – Disse rindo.

- Não tente bancar o engraçadinho... 

Felizmente a campainha tocou.

Parou diante da porta, com o coração na boca e as mão tremulas, estava tão nervoso. O que era uma bobagem, sua mãe já conhecia James, mas parecia ser diferente, agora a mulher faria um outro tipo de julgamento. Antes ele era apenas o vizinho, agora seria o namorado de seu único filho. Ela poderia rever sua aceitação ao fato de James ser mais velho.

- Abre logo a porta menino. – A mãe ordenou rindo.

Se deparou com o homem mais lindo do mundo, o olhando com um sorriso enorme, com os cabelos caindo nos olhos, e um buque de rosas azuis na mão – nem sabia que rosa azul existia. Deu um sorriso bobo, quando o namorado se curvou em sua direção, dando um leve selar em sua testa. Tudo que queria era beijar os lábios daquele ser maravilhoso que lhe tirava o chão, mas com a mãe como plateia, teria que se conformar com um beijinho na testa.

- Boa noite. – Disse ele, com um sorriso radiante, capaz de conquistar até os corações mais frios. 

- Boa noite, querido. 

– Essas flores são para a senhora.

Sua mãe sorriu tímida, com as bochechas vermelhas e os olhos radiantes em direção ao lindo buque. 

- Já disse que pode me chamar de Johana. – Ela pegou as flores na mão, e as levou em direção ao nariz, inalando o cheiro das pétalas e deu um sorriso de contentamento – Adorei as flores, vou colocar em um vaso e já volto, fique a vontade.

Bart veio correndo cumprimentar James, deu uma lambida em sua mão, e foi embora após receber um afago na cabeça. O cão sabia que aquela noite era importante, e por isso foi dormir em sua cama, sem reclamações, fazendo o dono rir da inteligência de seu cachorro. 

Assim que a mãe saiu para pegar um vaso, se aproveitou para abraçar James pelas costas.

- Estava com saudade. - Disse manhoso.

- Eu também. – O namorado se virou, enlaçando a cintura do menino e o puxando para um beijo apaixonado. O beijo era doce e delicado, fazendo a tenção dos ombros de Mark ir embora, ficando apenas um coração acelerado e pernas bambas.

- Huum. - Gemeu baixinho. 

James o apertou.  

- Não faça isso, sua mãe pode escutar. – Disse ele se afastando.

- D..desculpe.

- Você é minha pequena tentação. – James sorriu malicioso, beijando levemente o bico que se formou nos lábios do menino.

- Eu sou apenas alguns centímetros mais baixo que você. – Disse, arrastando o maior pela mão em direção ao sofá – Não sei por que você fica me chamando de pequeno.

- Porque eu gosto. – Beijou delicadamente a bochecha do menino.

Foram pegos em flagrante no meio da troca de carinho. 

- Vocês ficam bem juntos. – Disse a mãe ao se sentar na poltrona, de frente para o casal.

- Obrigado. – Agradeceu o maior, enquanto Mark apenas olhava para a mãe, com as bochechas em chamas. Nunca tinha trazido ninguém para a mãe conhecer, pelo menos não oficialmente. Seu único namorado tinha sido Jhon, mas nunca o tinha apresentado para mãe como namorado. Apesar de ter certeza que a mulher era inteligente o suficiente para saber qual era a verdade por de traz do "amigo" que sempre vinha visita-lo.

Direita como sempre, a mãe foi direto ao ponto da questão.  

- Você queria falar comigo. – A mulher cruzou as pernas e os olhou atentamente, como se eles fossem seus paciente e ela tivesse encarnado o espirito de médica – Sou todo ouvidos, fique a vontade.

- Q..que tal a gente jantar primeiro. – O menino queria adiar aquele papo o maior tempo possível. Tudo aquilo era constrangedor, já tinha idade o suficiente para decidir com quem namorar. Droga, eles estavam no século XXI, não precisavam daquilo, mas James tinha insistido em bancar o cavalheiro do século XIX.

- Não, tudo bem. – James colocou a mão em seu joelho, apertando levemente para passar conforto, mas sob o olhar atento da mãe, a única coisa que conseguiu fazer foi se encolher no estofado do sofá. - Eu estou apaixonado por seu filho. – James foi direto como uma flecha, enquanto Johana apenas olhava sem dizer nada, esperando que ele continuasse – Tentei ficar longe dele, mas não deu certo. Não sei quando, nem como esse sentimento começou, só sei que ele está presente. E sei, quer dizer espero que tudo que eu sinta seja reciproco...

- Sim, é reciproco – O menor enlaçou a mão na do namorado, e sorriu quando sua mão fina foi engolida pela mão grande dele. Talvez ele tivesse razão quando o chama de pequeno.

- ...eu não estaria aqui se não tivesse certeza do que sinto – continuou – Eu sei que temos um diferença de idade relativamente grande, mas só quero que saiba que farei de tudo para fazer Mark feliz independente de qualquer coisa.

Mark olhou para a mãe esperando o que ela falaria.

- O meu filho passou por muita coisa nessa vida. – Ela disse séria, com os olhos tristes – Ele era muito apegado ao pai, e quando Lucas nos deixou tão cedo, meu menino ficou destruído. Na verdade a perda de meu marido destruiu todos nós. – Ela girou no dedo anelar a aliança que ainda usava – E tenho noção que não tenho sido uma boa mãe desde então, – os olhos dois dois estavam marejados – mas desde que você entrou na vida dele, tenho visto que Mark está mais feliz. Você não imagina minha felicidade quando soube que ele se inscreveu para a escola de musica, ele não leva o menor jeito para médico. – Ela riu da cara indignada do filho – Eu fico muito feliz com esse namoro, te conheço o suficiente para saber que você tem um bom caráter.

Os dois olhavam para mulher maravilhados. 

- Obrigado pela confiança. – Agradeceu James, comum sorriso gigante nos lábios. 

Mas Johana o olhou seriamente, fazendo o sorriso desaparecer na face de ambos. 

- Só te peço uma coisa.

- Pode pedir.

- Não magoe meu filho, ele não merece mais sofrimento.

- O que depender de mim, isso nunca vai acontecer. – Ele passou os braços pelos ombros do menino, o abraçando. E Mark não resistiu em afundar o nariz no peito do namorado, inalando seu cheiro e sorrindo satisfeito por tudo ter dado certo.

- Obrigado mãe, por acreditar na gente.

- Só tem mais uma coisa. – Ela disse levantando o dedo na direção deles.

Mark revirou os olhos. 

- Ah não mãe, já chega, vamos jantar.

- Deixe ela falar, pequeno.

- Pequeno!?

Mark corou sob o olhar especulativo da mãe. 

- A senhora não queria falar algo de máxima importância? - Perguntou para desviar da pergunta da mãe, era constrangedor, era um apelido intimo.

- Claro, acredito que Mark já tenha te dito de seu problema de saúde?

- Corta essa, eu sei me cuidar sozinho. – Reclamou, enquanto James concordava.

- Espero que você me ajude a cuidar dele, estou confiando que você não vai por meu filho em nenhum perigo. Diabetes tipo 1 é muito perigosa, se ele não seguir direitinho com a dieta, pode ser muito prejudicial.

- Pode ficar tranquila, serei um ditador carrasco. – Os dois riram, enquanto Mark não via graça nenhuma. Ele já tinha uma mãe, não precisa que seu namorado também ficasse todo paranoica.

Sorriu satisfeito quando a mãe deu um abraço em James. Nunca tinha imaginado que traria um namorado para a mãe conhecer tão cedo. Mas que importância tinha se seria agora ou dali a cinco anos, tudo que importava é que era James. E ele amava muito aquele homem, apesar de ainda não ter tido coragem de dizer.

Também, como poderia não amar. James era gato, gostoso e sexy. E ainda era gentil e o tratava com tanto carinho. E também tinha lhe dado uma primeira transa incrível, muito melhor do que ele tinha sonhado.

- Chega de melação, vamos comer, estou com fome. – Reclamou.

- As vezes me pergunto, onde foi parar a educação que dei a esse menino. – Apesar da bronca, a mãe mantinha um sorriso no rosto – Deve ter ido parar no mesmo lugar que o dinheiro que lhe dei para cortar esse cabelo.

- Eu gosto do meu cabelo assim.

O namorado o olhou com carinho. 

- Eu também gosto dele assim, são os meus cachinhos. – Disse James, fazendo o menor se derreter, principalmente por ele ter se curvado e beijado seus cabelos selvagens.

- Viu mãe, ele gosta. – Afirmou presunçoso, fazendo a mãe rir.

- Vocês formam um casal bonito.

O jantar ocorreu muito bem, a comida estava uma delicia, mas como poderia não estar, Maria era uma cozinheira de mão cheia. A mãe e o namorado conversavam sobre vários assuntos, e o menino passou a maior parte da noite apenas ouvindo. Aquele era um momento da mãe e James se conhecerem, parecia errado interferir.

Mas como tudo que é bom dura pouco, logo quando estavam para comer o delicioso suflê de chocolate, a mulher recebeu uma ligação do hospital.

- Desculpem, terei que ir. Uma das minhas pacientes entrou em trabalho de parto prematuro – Disse.

- Tudo bem, eu entendo. – Disse James.

- Podemos marcar um jantar para outro dia.

- Claro, esse foi maravilhoso. 

- Sinto muito mesmo - Disse ela recolhendo a bolsa e saindo correndo em direção a porta, sem nem ao menos perceber que estava indo pro trabalho tão linda quanto jamais esteve nos últimos anos. 

- Obrigado por ter me recebido.

- Fique a vontade. – A mulher saiu como um vento, pelo menos era a primeira vez em muito tempo que ela iria trabalhar com uma aparência descente. Mark torcia que a mãe encontrasse um novo amor, ela era muito jovem para permanecer sozinha, mas estava difícil, já que a mulher só saia de casa parecendo que tinha acabado de sair da cama, e um muro entre ela e o mundo. 

Mark sorriu malicioso, olhando para o namorado que comia lentamente sua sobremesa, sem nem imaginar os pensamentos que corriam pela mente do pequeno ser sentado ao seu lado. 

Mas venceu a timidez e perguntou em um sussurro:

- Quer conhecer meu quarto? 

James o analisou calmamente, o fazendo ficar ainda mais vermelho. 

- Depende, isso por acaso é um convite para outra coisa? - James enfim perguntou, com um sorriso malicioso.

- Talvez!?

Quando entraram no quarto, James andou por todo o comodo, admirando cada detalhe, enquanto o menor apenas ficou parado, esperando o tour do namorado acabar. Ele passou os dedos pelas lombadas dos livros, parando uma vez ou outra para ler os títulos. Leu os títulos dos DVDs e dos CDs, de forma calma e lenta. Aquela espera estava matando o menino, que espera angustiado que James admirasse cada detalhe. 

Esperava que James comentasse qualquer coisa, menos o que veio a seguir. 

- Já dormiu alguma vez nu abraçado ao J.J? - Ele perguntou despudorado, apontando para o urso, que estava encostado ao lado da cama.

Quando ele pensava que não podia ficar mais envergonhado, James o surpreendia. 

- Q..que tipo de pergunta é essa?

- Eu já imaginei essa cena mil vezes na minha cabeça. – Sua afirmação era sincera e sem nenhum tipo de vergonha, e ele olhava atentamente para o menino, assim como ele sempre fazia quando estava conversando com alguém. Ficar sob aquele olhar profundo depois do que tinha ouvido, deixava suas pernas bambas e os pensamentos nublado – E você não respondeu minha pergunta.

- N..não, logico que não.

James o olhou por mais alguns segundos, parecia perdidos em pensamentos, talvez preso na imagem que tinha criado anteriormente. 

- Nunca imaginei que estaria dentro do quarto de um adolescente, pensando em transar com ele, enquanto sua mãe saiu – Disse então.

- E isso é ruim? - Perguntou o menor, com medo da resposta.

- Não, só imaginei que já tivesse passado dessa fase.

Ele caminhou lentamente em direção a janela, puxando as cortinas e expondo a lua, que brilhava intensamente sobre o parque bem iluminado. Ela parecia estar ali especialmente para eles, com todo seu explendor, como uma deusa governando sobre o mundo.

- Escutou o disco que eu te dei? - Perguntou ele, se abaixando na caixa de disco.

- Só umas dez vezes.

- Você tem muitos discos – Ele remexeu dentro da caixa até que achou um que lhe interessava e foi em direção ao toca disco.

- A maioria são presentes do meu avô.

- Eu vou poder conhecer ele?

- Ele pretende vir nos visitar no fim do ano. – As mãos do menino se remexiam de forma desconfortável, se enrolando na barra da camiseta. Podia parecer muito simples, mas ver o maior andando por seu quarto, mexendo em suas coisas como se fosse o dono do mundo, o deixava muito excitado, e seu membro duro pressionava na calça jeans de forma desconfortável.

- Tire os sapatos. – Ordenou, enquanto o quarto era banhado pela voz sensual de Jane Birkin e Serge Gainsbourg ao som da musica Je T'aime, Moi Non Plus. Aquela musica não podia ser mais apropriada para o que iria acontecer naquele quarto.

James desligou a luz, deixando o quarto iluminado apenas por um pequeno abajur, e a claridade que vinha de fora. A pouca claridade e a musica deixava o ar carregado de luxuria e sensualidade. Um desejo absurdo tomava posse completa do corpo do menino, o fazendo arfar, mesmo que o maior nem o tivesse tocado ainda. E quando o maior se sentou na beirada da cama com as pernas afastadas e deu sinal para se aproximar, não titubeou em se encaixar entre as pernas torneadas do outro.

- Acho que você está com roupa demais. – Suas mãos foram em direção ao botão da calça, os dedos ágeis trabalharam rápidos , logo o tecido deslisava pela pele arrepiada. Suas mãos subiram lentamente pelas pernas, enquanto depositava beijos pelo abdome do menor, fazendo o menino suspirar e agarrar seus ombros para conseguir se manter em pé.

- Tem alguém bem animadinho aqui. – Contornou as mãos fortes pelo membro duro ainda coberto pela boxer azul.

- Ah..Por favor Jamie. – A massagem firme que James fazia em seu membro o deixava incapaz de pensar claramente, estava lhe deixando louco.

James o puxou de forma firme, para seu colo, fazendo com que sua bunda ficasse pressionada contra o membro duro do maior. Não sentiu vergonha ao rebolar lentamente em cima do outro. E gemeu arrastado quando James grudou em seu quadril, ditando os movimentos, enquanto devorava sua pele com beijos molhados. Jogou a cabeça para traz, dando mais acesso ao namorado. Agarrou em seus cabelos, puxando os fios e agradecendo que não tinha ninguém em casa, seus gemidos eram altos de despudorados.

Nunca tinha pensado que seria daquela forma na cama, que não sentiria vergonha, apenas desejo. Um desejo que queimava sua pele e derretia seus ossos. Tudo que pensava era naquele homem embaixo de si, e no quanto queria que aquela sensação durasse para o resto da vida.

- Olhe para mim. – Pediu James. E ele olhou, e tudo que viu foi um homem lindo que o olhava com adoração e desejo. Que massageava seu quadril lentamente, um homem que não exitou em tomar seus lábios, invadir sua boca e tomar posse da sua alma. Um homem que sabia quais era seus pontos mais sensíveis e não exitava em usar isso a seu favor.

- Jamie!

- Nunca me senti tão possessivo com relação a alguém quanto estou me sentindo em relação a você. – Ele desceu as mãos para sua bunda, massageando as bochechas fartas – Você é meu menino. Cada pedacinho seu que eu amo faz esse sentimento aumentar em mim, seus cachos macios, sua bunda durinha, seus lábios vermelhos e até essa pintinha charmosa – Ele lambeu a pintinha que o menino tinha acima do lábio.

- E..eu sou seu. – Confirmou.

- Da mesma forma que eu sou seu, você também é meu. – Ele enfiou os dedos pelos cabelos, fazendo com que os dois ficassem com os olhos no mesmo nível – Diga, eu quero ouvir da sua boca, bem claro e alto.

- Eu sou seu Jamie, sempre serei seu. 



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