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História O Vizinho Da Casa Ao Lado - Jeon Jungkook - Capítulo 49


Escrita por:


Notas do Autor


Oi, tudo bem? Eu espero que sim!
.
Eu demorei um pouco, mas já estou de volta.

🌻; Avisos!
│ •➤ Bebidas alcoólicas
│ •➤ Substâncias ilícitas (não estou incentivando ninguém a fazer o ato)
│ •➤ Agressão física e verbal
│ •➤ Cenas explícitas de sexo
│ •➤ Palavras de baixo calão.
🌻 .conteúdo +18
╰─────────────🌻

Capítulo 49 - Chapter Forty-Nine


Fanfic / Fanfiction O Vizinho Da Casa Ao Lado - Jeon Jungkook - Capítulo 49 - Chapter Forty-Nine

• Um Ponto Final...

Meus sentimentos estavam confusos, não conseguia acreditar que isto estava realmente acontecendo. Junmyeon foi assassinado, pelo meu ex namorado que, além de ser assassino, era traficante, meu pai biológico que eu conheci já maior de idade, é um traficante e ainda por cima um dos maiores da Ásia. Algumas vezes eu fico me perguntando se a minha vida é um filme, pois tem coisas que acontecem comigo, que poderiam ser cenas de filmes.

Jimin saiu do banheiro e eu enxuguei minhas lágrimas rapidamente. O mais velho soltou um suspiro pesado e se sentou ao meu lado na cama.

— Está tudo bem, você pode chorar... Afinal, não tem culpa de nada disso.

— Eu pensei que pudesse confiar nele, mas não... — abaixei a cabeça. —, eu só queria ter uma vida sossegada.

— Um dia tudo isso vai acabar, uh? — o maior segurou uma de minhas mãos.

— Estou cheia de tantas mentiras, Jimin. Promete que nunca vai mentir para mim?

— Eu prometo, meu bem. — ele deixou um celular em minha bochecha. — Nunca mentiria para você.

— Que bom... Ah, Jungkook disse que quer conversar com você.

— Comigo? — assenti.

— Sim. Sobre Jaebeom. Ele vai vir aqui daqui a pouco.

— Okay, vou me vestir.

— Ficarei esperando ele na sala, tudo bem?

— Uhun. — ele soltou minha mão e se levantou.

Eu saí do meu quarto e fui em direção ao do San, verificar se o pequeno ainda estava dormindo; entrei no cômodo e andei até seu berço, felizmente o mesmo estava dormindo. Jeongsan dificilmente dorme de dia e quando é a noite, ele dorme deito uma pedra, talvez por gastar todo sua energia.

///

Estava na sala, olhando para um canto qualquer, digerindo o que estava acontecendo em minha vida. A campainha tocou, eu deixei o celular sobre o sofá e me levantei, indo em direção a porta para abri-la.

— Oi, S/n. — sorri mínimo.

— Entre, por favor. — disse dando-lhe passagem.

— Como você está? — perguntou ele, enquanto eu fechava a porta.

— Confusa. — me virei para o mesmo.

— Sinto muito.

— Por que não me disse sobre ele?

— Achei que quem deveria contar para você, era ele.

— Você trabalhou para Jaebeom, não é?

— Sim. Por um longo tempo... Parei de trabalhar para ele quando fui preso, ele ainda tentou me convencer a mudar de idéia e continuar, mas parei por sua causa.

— Ah... Certo. — fomos nos sentar no sofá.

— Ele realmente mandou alguém tirar fotos nossas?

— Sim, as mandou para você e para Jimin.

— Vocês discutiram? — suspirei.

— Por pouco, não. O convenci que nada aconteceu entre a gente e que tínhamos apenas conversado.

— Pelo menos algo bom a aconteceu, vocês não brigaram. — assenti. — Sobre nossa conversa de um tempo atrás...

— Esse assunto de novo, não.

— S/n, eu sei que você o ama, que quer passar a vida ao lado dele e que está feliz com sua vida... Mas, você está se enganando. Como quer casar com uma pessoa e ainda sentir algo pelo ex?

— Eu falei para você que não é mais com a mesma intensidade de antes. Vamos resolver isto em porcentagem, certo?

ㅡ Quantos porcentos você ama Jimin?

— Noventa e nove. ㅡ cruzei os braços e Jungkook riu nasal.

— Você me ama apenas um porcento? — afirmei com a cabeça. — Tem certeza que não é cinquenta meu e cinquenta dele?

— Não. — Jungkook pareceu pensar.

— Mas, independente da porcentagem, ainda há um porcento que você ama. Não é muito, mas ainda é algo. Se você me der uma chance, esse um porcento vai se transformar em cinco, que vai passar para o dez, que vai para quinze, depois vinte... E assim, vai acabar chegando em cem. — Jungkook se acomodou no sofá e ficou com as pernas meio abertas, a calça que o mesmo era um tanto apertadinha e dava para perceber um pequeno volume. — O que acha?

— Isso pode até ser verdade, mas eu prefiro continuar com um porcento. — Jeon respirou fundo.

— Havia esquecido que você é bem difícil de conquistar. Porém, eu conquistei uma vez, posso conquistar de novo, uh?

— Só se for nos seus sonhos.

— Nos meus sonhos você já se encontra transando comigo, então... — eu revirei os olhos. —, se fosse por mim nós dois estaríamos na minha casa, na mesma cama em que fizemos Jeongsan.

Eu ri baixo e neguei com a cabeça. — Idiota.

— Não acha melhor deixar Jimin antes que ele se apegue muito?

— E por eu faria isso? Eu tenho uma vida ótima ao lado dele.

— S/n, você está enganando à si mesma com esse relacionamento. Eu consigo enxergar em seus olhos que sente minha falta, não estou falando apenas de sexo, e sim do que vivemos enquanto estávamos juntos... Dos momentos bons que tivemos, das risadas, das brigas aleatórias, dos abraços, carinhos... Eu também sinto falta de tudo isso.

* * *

Estava sentado na escada, apenas ouvindo a conversa de Jungkook e S/n; ele tem razão, a mesma ainda sente a falta dele e eu consigo enxergar isso em seus olhos. Não importa quantas vezes ela fale que não voltará com ele, que me ama e que nunca irá me deixar, eu sei que a mesma ainda o ama por um boa parte, mas não admite.

— Termine com ele, S/n. ㅡ fiquei calado, ouvindo os dois.

— Eu não vou fazer isso, Jeon. Sabe que eu não vou.

— Jimin a ama, isso é bem visível... Mas, como acha que ele se sente sobre isso? Saber que no fundo você ainda me ama? — eu suspirei e encarei o chão. — E, mesmo que eu não goste muito dele e que não confie, eu não quero que no final ele se machuque.

— E se eu terminar tudo, acha que ele vai ficar como? Jimin é muito importante para mim e eu me odiaria se fizesse algo para deixá-lo triste. Jungkook, eu resolvi me casar com ele e eu não vou desistir disso por sua causa, e nem por outro alguém, entenda isso.

Eu me levantei e tossi propositalmente, desci as escadas e sorri mínimo. S/n se ajeitou no sofá e Jungkook também.

— Me desculpem pela demora, eu recebi uma ligação do Namjoon. Era sobre o trabalho.

— Você nem demorou tanto, tudo bem. ㅡ Jungkook disse, e eu assenti.

— S/n disse que queria falar comigo. — falei me aproximando do sofá e logo me sentando.

— Exatamente. Vocês descobriram sobre Jaebeom e acho que preciso falar algumas coisas.

— Ah, claro. — lhe dei total atenção e pelo visto, S/n também.

— Jimin, eu gostaria de pedir que tomasse cuidado ao sair de casa. Se Jaebeom estiver com alguma coisa contra você, ele tentará fazer de tudo para você sumir do mapa. Sei que isso tudo parece besteira, mas ele tem bastante influência em algumas pessoas e pode mandar fazerem algo com você. Eu o conheço muito bem e sei do que ele é capaz... Se vocês querem entregá-lo para polícia, melhor terem bastante cuidado e tem que ser em sigilo, pois se ele souber vai querer sair do país e os problemas ficarão piores.

— Então, temos que fazer isso o mais rápido possível, não? — S/n disse.

— Sim, mas precisam esperar um pouco mais. Talvez alguns dias.

— Dias? — franzi o cenho.

— Sim, ele sabe que você quer entregá-lo e que provavelmente já contou tudo para S/n. Jaebeom não vai ficar quieto na casa dele esperando pior, óbvio... Sugiro que vocês troquem de celular, pelo menos por um tempo, provavelmente ele mandará alguém hackeá-los para ter notícias e saber sobre o que estão conversando. Cadê o celular de vocês?

— Aqui está o meu. — S/n disse o entregando. Jungkook abriu a traseira do celular, tirou o chip, o cartão de memória e a bateria.

— Segure. — ele entregou as coisas para mais nova e jogou o celular no chão, logo pisando em cima do aparelho.

— Jeon! É o meu celular! — a menor pigarreou e Jungkook pegou o celular.

— Desculpa, linda... Mas, isso é preciso. — ele lhe entregou o celular todo quebrado.

— Ele era novo. — disse emburrada.

— Cadê o seu?

— Aqui. — tirei o aparelho do meu bolso e lhe entreguei. O mais novo fez a mesma coisa com o meu celular, mas antes tirou meu chip e cartão de memória. — Você vai comprar outro, não vai?

— Você é rico, pode comprar quantos quiser. — revirei os olhos.

— Ótimo... Obrigado, por estragar nossos celulares.

— Fiz isso para o bem de vocês. Deveriam me agradecer.

— Obrigada! — S/n disse em um tom irônico.

— De nada, querida. — o mesmo me olhou. — Preciso falar com você.

— Á sós? — ele assentiu.

— Podem ficar aqui na sala mesmo, eu vou para o quarto. — a menor disse se levantando e eu percebi o olhar de Jungkook sobre o corpo dela.

— Qualquer coisa me chame. — eu disse e ela assentiu.

— Não demorem muito. — ela deixou um selar em meus lábios e sem demora, subiu as escadas.

— Se olhar assim para ela novamente, eu furo seus dois olhos. — disse, voltando a olhar para Jeon.

* * *

— Se minha última vista for ela, por mim tudo bem. — eu sorri de ladinho e Jimin respirou fundo.

— Você veio aqui para falar de Jaebeom, não é?

— Sim. O que quer fazer a respeito?

— Entregá-lo para polícia, é o certo a se fazer. — eu me acomodei no sofá.

— Sim, mas você tem provas contra ele? Admitindo o que faz?

— Uhum, tenho gravações das câmeras do escritório de S/n e uma gravação de chamada.

— E onde está a gravação de chamada? — franzi o cenho.

— Puta que pariu... Estava no celular. — eu suspirei. — Talvez tenha salvo no cartão, eu não lembro.

— E as gravações das câmeras?

— No computador de S/n. — assenti.

— Certo. Jimin, eu sei que você é esperto e que provavelmente, nunca cometeu um erro no trabalho... Quero que você esconda isso apenas por alguns dias, e que tome cuidado. E, quando for entregar as provas para os policiais, só fale o nome de Jaebeom e de ninguém mais, entendeu?

— Por que? — eu cocei a nuca.

— Tenho um amigo que trabalha para Jaebeom, e eu não posso deixar que levem ele preso.

— Tudo bem, eu só falarei de Jaebeom. Mas, eu posso falar apenas para um amigo?

— É melhor não.

— Ele é de confiança, nunca me trairia. O mesmo trabalha comigo a muitos anos, ele pode nos ajudar.

— Okay, mas qual é o nome dele?

— Namjoon. Kim Namjoon. — Jimin cruzou os braços. — Acha que Jaebeom pode tentar fazer algo?

— Não tenho certeza, mas com o tanto que eu conheço ele, é capaz.

— Só não quero que ele faça alguma coisa com Jeongsan ou S/n. Hoje mais cedo, ele perguntou quanto eu achava que S/n valia... Isso foi tão nojento.

— Isso que me deixa mais preocupado. Jaebeom pode ser meio fora de controle e tentar fazer algo com a própria filha.

— E Jeongsan? Ele teria coragem de fazer algo com ele?

— Se ele tem coragem de machucar a própria filha, tem coragem de machucar o neto, mas se ele fizer algo com algum dos dois... Considere ele uma pessoa morta.

— Tenho medo de ele não ser preso... Quero me casar com S/n, mas tenho medo dele tentar fazer algo futuramente.

— Jimin, mesmo que eu ainda a ame, quero que ela seja feliz. E agora, temos que pensar na segurança dela e na de Jeongsan. Posso fazer uma pergunta?

— Claro. — eu o olhei e ele fez o mesmo.

— Teria coragem de morrer por ela? Daria sua vida pela dela? — o mais velho parecia pensar.

— Sim... Ela é a pessoa mais importante da minha vida atualmente.

— Parece que temos algo em comum. Tanto eu, quanto você, daríamos nossas vidas pela dela. S/n é uma mulher incrível e cada dia que passa a mesma melhora mais ainda, e eu invejo você por ter ela ao seu lado... Se quer que ela fique segura, faça o que for melhor.

— Ela ainda ama você, não é? — fiquei calado. — Isso não é novidade para ninguém. Acho que você foi o primeiro amor dela... E nunca esqueceu você, sei que ela odeia admitir isto, mas é a verdade. Vocês tem um filho juntos, e é criança mais doce que eu já conheci em minha vida e que eu me apeguei tanto, que tratei como filho desde o primeiro dia de vida dele.

— Por que está me dizendo essas coisas? — franzi o cenho e Jimin se ajeitou no sofá, em seguida me olhou.

— Talvez, o melhor seja por um ponto final nisso. Não quero que Jaebeom a machuque por minha causa, eu a amo e acho que... — ele abaixou a cabeça. —, o melhor a se fazer é, terminar tudo.

— Do que está falando, Park? O casamento de vocês já está perto. Como quer desistir assim?

— Eu sei que você também quer isso — o mesmo voltou a me olhar. —, quer que ela desista de nós. Mas, ela não teria coragem.

— E acha que ela vai ficar como? Se Jaebeom já odeia você, imagina se ele descobrir que você quer terminar com a filha dele.

— Ele também quer isso, e talvez seja melhor para todos. Irei conversar com ela e resolver esta situação.

— Que situação? — S/n perguntou descendo as escadas. Jimin e eu nos olhamos rapidamente, e voltamos nossa atenção para a menor. — Sobre Jaebeom? Amor, não acha melhor terminar de resolver isto amanhã? Está tarde.

— Ah, claro. — o mesmo a respondeu. — Querida, pode pegar o meu celular reserva no meu guarda-roupa? Preciso falar com Namjoon.

— Sim, está em uma de suas gavetas, não é?

— Exatamente. Ah, ponha meu chip nele, por favor. — ela se aproximou e pegou da mão dele.

— Não vou demorar. — disse ela se afastando e subindo as escadas. Quando S/n finalmente sumiu de vista, Jimin me olhou.

— Tente algo com ela. Assim, ela terá um motivo para terminar comigo.

— Eu não vou conseguir, e mesmo que conseguisse não faria. Apenas converse e cheguem em um acordo.

— Ela vai tentar me convencer a não terminar e eu vou acabar não terminando, e vamos continuar juntos.

— Olha, eu não sei como ajudar você nisso, mas sei que vai pensar em algo... Só não a machuque.

— Acha essa idéia louca demais? — afirmei com a cabeça.

— Não precisa fazer isso, daremos um jeito, uh? Apenas precisamos manter S/n e San seguros.

— Mas, tem algo que eu preciso contar e que escondi por um tempo. — Jimin respirou fundo e passou uma das mãos em seus fios tingidos de loiro. S/n voltou e entregou o celular para ele novamente.

— Aqui está. — ela se sentou em uma poltrona e ficou calada.

— Fale com seu amigo e veja como ele pode nos ajudar, certo?

— Está tudo bem? — Park perguntou e ela assentiu.

— Tudo ótimo. — eu conheço S/n, aconteceu alguma coisa e por isso está fria desse jeito.

— Vou ligar para Namjoon, depois venho falar com vocês. — o mesmo se levantou e subiu as escadas, provavelmente indo para seu quarto.

— Por que está assim? — perguntei.

— Eu estou normal... Por que?

— Eu conheço você, o que aconteceu? — a mais nova olhou para um canto qualquer. — Vamos, me fale... Prometo que ficará apenas entre nós dois.

— Eu vi uma conversa de Jimin, não deveria ter visto... Mas, eu estava vendo se tudo estava lá. — ela me olhou. — Ele falava com uma mulher, do outro celular... Está explicado, o motivo do aparelho sempre estar desligado.

— E o que tinha na conversa?

— Talvez fosse apenas uma amiga... Certo? — S/n me olhou e eu conseguia ver como estava incomodada.

— Céus... — eu suspirei e S/n cobriu o rosto. —, t-talvez fosse apenas amiga, não tire conclusões precipitadas.

— Ela chama ele de amor, Jeon. Tem momentos da conversa que ela fala que senta a falta de Jimin, que não esquece da última vez que dormiram juntos... Eu sou tão idiota. — neguei com a cabeça.

— Claro que não. — me aproximei da menor e segurei uma de suas mãos. — Olha, converse melhor com Jimin... É provável que seja alguma ex dele, que ainda quer voltar.

— Não tem como — S/n me olhou. —, ele responde tudo, como se tivessem algo.

— Eu sabia que não podia confiar nele — disse meio baixo. —, mas conversa com ele.

— E se ele tiver me traído mesmo?... Tudo o que tivemos foi uma farsa?

Eu estava agachado na frente de S/n, segurando uma de suas mãos e com vontade de socar Jimin, mas não devemos tomar conclusões precipitadas, mesmo que realmente pareça que ele tem algo com outra mulher.

— O que eu faço? — S/n perguntou e logo vi Jimin no topo da escadas, com o celular na mão, nos olhando.

— Me desculpa. — falei baixo, ela me olhou confusa e eu selei nossos lábios.

S/n segurou meu pulso, que estava em sua nuca, a mesma retribuiu o beijo por um curto tempo e logo nos separou. A mais nova ficou calada e piscou várias vezes.

— P-por que fez isso, Jungkook? — eu olhei para Jimin e ele estava sem expressão nenhuma.

— Fale para ele que viu as conversas dele, com a tal mulher. — continuei olhando para o mais velho e ele arregalou os olhos.

— Mas... Por que me beijou? — voltei a olhá-la.

— Se ele realmente a traiu, acho que tem o direito de fazer o mesmo, não? — ela negou com a cabeça.

— E se ele não fez nada? Não deveria ter me beijado. — umideci os lábios com a língua e aproximei meu rosto de seu ouvido.

— Ele me disse que quer terminar com você, S/n... Pediu para que eu tentasse algo com você, para ter um motivo de terminar com ele. E também disse que precisava contar algo, talvez esse algo fosse que ele dormiu com outra. — coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha dela e continuei. — Ele está ali no topo da escada, nos observando e até agora não disse nada... Pelo jeito que ele é, já teria vindo aqui perguntar o que está acontecendo, não acha? — a mesma abriu a boca para falar algo e eu neguei com a cabeça. — Não fale nada. Ele quer que você termine com ele primeiro, mas não faça isso e deixe que ele termine primeiro.

A menor estava segurando meu pulso com certa força e quando eu me afastei um pouco, algumas lágrimas já estavam saindo de seus olhos. Jimin cruzou os braços e continuou calado.

— Ele está nos olhando? — perguntou baixo e eu assenti.

— Sim. — a menor soltou meu pulso e abaixou a cabeça.

— Ele realmente quer terminar comigo?

— Bem, foi o que ele disse. Está com medo que Jaebeom faça algo com você ou San.

— Apenas por isso?

— Até onde eu sei, sim... O que vai fazer a respeito?

— Não faço a mínima idéia.

Eu olhei para Jimin e felizmente, ele não podia escutar essa parte da conversa, pois eu e S/n estamos basicamente sussurrando um para o outro. Coloquei uma de minhas mãos na coxa da mais nova e fui subindo até sua cintura.

— Apenas relaxe, tudo bem? — ela assentiu.

Afastei o cabelo de S/n um pouco para o lado, deixando seu pescoço amostra e resolvi deixar selares ali. Admito que desde o começo queria que eles dois terminassem, mas não por este motivo; traição. Eu queria que S/n terminasse com Jimin, para que ele não se apegasse demais à ela para quando acabasse tudo ele não sofresse tanto, mas agora que talvez ele tenha traído-a, a minha vontade é de socá-lo e chegar no ponto dele nem lembrar do próprio nome.

Eu não queria estar fazendo isso, dando um motivo para S/n terminar com ele ou virse-versa, mas acho que agora é preciso. Tenho certeza que a mais nova ficará com raiva de mim e de Jimin, por tudo isto que está acontecendo.

* * *

Eu não estava a acreditando nisto, e se realmente Jimin tiver me traído com outra mulher? Nossos planos, nosso casamento, nossos momentos  foram todos por água abaixo. Quando eu vi aquelas conversas, senti uma dor no peito tão grande e vontade de chorar, mas acabei não conseguindo; mas, quando Jungkook me disse tudo aquilo, que Jimin queria terminar, que tinha pedido para ele tentar algo comigo, eu senti raiva e frustração. Eu confiava nele, queria construir uma vida ao lado dele, nosso casamento ainda nem se realizou e isso já veio estragar tudo.

A única coisa que está em minha cabeça no momento, é o que Jungkook sempre diz: Trair é uma escolha. E ele escolheu me trair, ao invés de continuar sendo fiel.

Conseguia sentir que alguém estava nos observando, e isso estava me deixando louca. Jungkook estava deixando selares molhados em meu pescoço e mesmo que eu não quisse que isso estivesse acontecendo, era inevitável.

— Deixe que Jimin termine primeiro com você. Se ele não perguntar nada sobre isso, apenas finja que não aconteceu. Enquanto o mesmo não terminar, não termine também... Uma hora ou outra, ele vai admitir que a traiu, entendeu? E assim que ele admitir, espere ele perguntar sobre eu e você, e responda naturalmente... Ele vai terminar por ter sido traído e ter traído.

— Isso é loucura. — disse.

— Eu sei, mas dará certo. — Jungkook subiu os beijos e selou nossos lábios.

Eu não retribuiu e o mesmo me beslicou com certa força, fazendo eu soltar um gemido de dor e assim que eu abri um pouco minha boca, ele enfiou sua língua. Fui relaxando ao poucos e acabei o beijando de volta, segurei sua nuca e fiz que ficássemos mais próximos, o mais velho sorriu durante o beijo e segurou meu cabelo delicadamente, dando leves puxadas. Quando encerramos o beijo, Jungkook mordeu meu lábio inferior e de repente senti o gosto metálico de sangue.

— Caso ele pergunte o que foi isso, fale que você estava mordendo e acabou ferindo. — assenti e respirei fundo. — Estava com saudades do seu beijo. — ele disse em um tom normal, dessa vez sem sussurrar e passou seu dedo em meus lábios.

— Ele ainda está na escadas? — Jungkook assentiu e voltou para o sofá. Logo escutei passos na escada.

— Infelizmente, Namjoon não atendeu, deve estar dormindo.

— Amanhã você fala com ele. — eu disse.

— Certo. Posso ligar para você amanhã, caso ele concorde em nos ajudar? — Jimin olhou para Jeon.

— Claro, pode pegar meu número com S/n. — eles me olharam.

— Sim, eu posso dar o número dele para você. Já está tarde, Jungkook... Acho melhor você ir para sua casa.

— Está certa. — disse ele se levantando. — Amanhã tenho que ir falar com você e o seu advogado sobre San, não é?

— Exatamente. Temos que assinar os papéis... Vou ligar para você não se atrasar, tudo bem?

— Okay... Até amanhã. — me levantei e o levei até a porta.

— Tchau, Jungkook. Amor, vou esperar você no quarto, certo?

— Ah, tudo bem. Não vou demorar. — Jimin subiu as escadas.

— Continue fingindo que nada aconteceu. — assenti e abri a porta, o mesmo saiu de dentro da casa e eu sorri mínimo.

— Obrigada por me falar a verdade, sobre o que ele disse para você. — Jungkook umideceu os lábios com a língua.

— Sinto muito por esta situação.

— Eu também... No momento, só quero saber até quando ele vai esconder de mim.

— Qualquer coisa me ligue ou mande mensagem. — o mesmo deixou um selar minha bochecha. — O meu medo é dele querer controlar sua vida, não querer deixar você sair, ter crises de ciúmes descontroladas.

— Está tudo bem, isso não vai acontecer. Jimin sabe que eu não suporto isto.

— Enfim, até amanhã. — ele sorriu mínimo.

— Até amanhã. — o abracei. — Dirija com cuidado.

— Sim, senhora. — Jungkook e eu separamos o abraço, e de repente o mesmo selou nossos lábios, mas eu me afastei.

— Só quando for necessário, tudo bem?

— Tudo bem. Desculpe.

— Não precisa se desculpar. — Jeon se afastou e foi em direção ao seu carro.

Eu fechei a porta e a tranquei, antes de subir para o quarto, desliguei todas as luzes e fechei todas as janelas. Subi as escadas e fui até o quarto de San, o mesmo ainda estava dormindo e eu resolvi ir logo para o meu quarto, quando entrei vi Jimin sentado na beira da cama com o celular na mão.

— Acho que devemos comprar uma cama para San. Ele já está grandinho'.

— Sim, também precisamos começar a ensiná-lo andar e falar melhor... Se bem que ultimamente, ele anda resmungando algumas coisas e se apoiando em lugares, para se equilibrar.

— Uhum. — o mesmo se levantou, deixou o celular em uma cômoda e se aproximou de mim. — O que foi, uh?

— Que tal aproveitarmos que Jeongsan está dormindo? — Jimin colou nossos lábios e me pegou no colo, logo me levando para a cama e me deitando nela. — Você disse que transaria comigo apenas quando eu estivesse sóbrio e veja, eu estou sóbrio.

Eu soltei uma risada nasal. — Hum... Você realmente quer agora? — falei invertendo as posições e ficando sentada em cima dele, conseguia sentir seu membro ereto por dentro da calça moletom que usava.

— Sim... Vê-la usando esse short me deixou assim. — o mesmo segurou minha cintura com certa força e eu aproximei meu rosto do seu.

— Talvez eu comece a usá-lo mais vezes, o que acha?

— Eu adoraria, mas teria que aguentar as consequências depois.

— Se a consequência for você me penetrando a noite inteira, por mim tudo bem. — Jimin mordeu o lábio inferior e me ajudou a tirar minha camisa.

[...]

Tinha acabado de acordar, Jimin estava vestindo seu terno e eu me sentei na cama, cobrindo meus seios com o cobertor. O mais velho me olhou e sorriu, seu pescoço estava cheio de marcas.

— Bom dia, querida. — disse ele.

— Bom dia... Que horas são? — perguntei.

— Seis e meia. Precisa ir tomar banho, se não vai se atrasar.

— Eu estou toda dolorida, deveria ter pegado leve ontem. — ele riu nasal e sorriu.

— Sabe que eu gosto de sexo desse jeito. — Jimin disse se aproximando da cama.

— Sim, eu sei... Mas, ontem você foi um pouco mais violento do que o normal.

— Não gostou? — eu sorri.

— Gostei bastante. — o mais velho mordeu o lábio inferior e deixou um selar em minha testa.

— Ótimo, na proxima eu pego um pouco mais leve, tudo bem?

— Tudo bem. Vá logo, não pode se atrasar.

— Lin já deu banho em San e arrumou sua bolsa, quer que eu leve ele para creche?

— Faria isso para mim? — ele assentiu. — Obrigada, querido.

— Por nada. Olha, hoje eu vou chegar um pouco tarde, okay?

— Okay, vai ficar trabalhando até tarde?

— Hum... Sim... Por volta das dez, eu volto.

— Tudo bem. Boa sorte no trabalho.

— Você também. Eu te amo.

— Eu te amo. — ele pegou sua carteira, celular, chave do carro e saiu do quarto. — Trabalhar até tarde... Conta outra, Park. — disse para mim mesma, enquanto me levantava. — Se me deixou com dores nas pernas, imagina o que vai fazer com a outra... Vai precisar de cadeiras de rodas.

Caminhei até o banheiro e fechei a porta, entrei no box e liguei o chuveiro. Por um momento, fiquei imaginando o mesmo com outra mulher... Os dois na mesma cama, ele gemendo o nome da outra e não o meu, sentindo prazer com ela, ficar pensando nisto me deixou triste e com vontade de ir embora desta casa.

Um tempo depois, eu terminei de fazer minhas higienes e saí do box, peguei uma toalha e antes de me enrrolar nela, me olhei no espelho. As marcas das mãos do mais velho se encontravam em minha cintura, coxas e pulsos, haviam alguns arranhões em minha coxas também, e poucas marcas em meu pescoço.

Me enrrolei na toalha e saí do banheiro, caminhei até meu guarda-roupa e escolhi uma roupa. Acabei por escolher um vestido cor de vinho, com um pequeno decote e com as mangas caídas; vesti minha langerie e em seguida o vestido.

///

Quando terminei de me arrumar, peguei minhas coisas e coloquei dentro da minha bolsinha. Peguei a chave do meu carro e saí do quarto, desci as escadas e Lin estava com Hannie limpando algumas coisas.

— Bom dia, senhorita S/n. — as mulheres falaram, eu sorri gentilmente para elas duas.

— Bom dia, gente. Lin pode trocar as cobertas da minha cama? — perguntei indo até a porta.

— Sim, senhora. — agradeci.

— A senhora está muito bonita. — Hannie disse.

— Obrigada, Han! — a moça sorriu.

— Senhor Park tem sorte em ter uma mulher tão linda. E você tem sorte em tê-lo. Vocês formam um lindo casal... Parecem até aqueles casais de revistas.

— Realmente — ri nasal. —, somos dois sortudos.

— Boa sorte no trabalho, tenha um belo dia. — Lin disse e eu assenti.

— Vocês também. Se terminarem tudo cedo, podem ir para casa.

— Sim, senhora. — Hannie disse e eu saí da casa.

Andei até meu carro e o destravei, sem demora entrei no veículo e deixei minha bolsa sobre o banco do passageiro. Liguei o motor e logo dei partida, para ir até a empresa.

[...]

Meu advogado estava na minha sala comigo, esperando Jungkook chegar. Eu liguei para o mais velho e ele jurou que não chegaria atrasado, e pelo visto ele estava errado, ele está quinze minutos atrasado. De repente ouvimos batidas na porta e a mesma ser aberta.

— Finalmente! — disse caminhando em sua direção. — Por que essa demora toda?

— Des...- Caramba, você está muito linda. — Jungkook me olhou dos pés a cabeça e eu revirei os olhos.

— Entrem logo. — assim ele fez e o advogado dele também, eu fechei a porta.

— Olá, senhor Jeon. — meu advogado o cumprimentou.

— Olá, senhorita S/n. — o advogado de Jungkook me cumprimentou.

— Bem, vamos nos sentar ali. — disse e fomos para os sofás, Jungkook sentou ao meu lado, enquanto os outros dois homens de frente para nós dois.

— Aqui estão todos os papéis. Podem ler se quiserem. — disse Lee, colocando os papéis em cima da mesa que ficava entre os sofás.

— Vocês já foram na justiça resolver isto, a juíza falou com vocês, certo? — assentimos. — Enfim, vocês só precisam assinar os papéis e a guarda de Jeongsan, será dos dois.

Eu li as coisas que estavam escritas e concordei com tudo. Eu assinei meu nome e olhei para Jungkook, o mesmo estava brincando com a caneta em suas mãos e parecia nervoso. Eu ri e o mesmo me olhou.

— É só assinar. — disse e ele coçou a nuca.

— Eu estou nervoso, tenha paciência.

— É só um papel... Basta você escrever seu nome.

— Um papel que fará eu também ter a guarda do meu filho. — eu devolvi um dos papéis para o meu advogado e a caneta também.

O meu celular apitou e eu fui até a mesa pegá-lo; felizmente, eu tenho um celular reserva e não vou precisar ficar muito tempo, querendo ou não eu preciso muito dele por conta do trabalho. Havia uma mensagem de Jongdae e eu sorri, já faz um tempo que não nos falamos.

Chennie: Oi, S/n! Você está bem?

Eu: Sim, e você?

Chennie: Ótimo... Ah, que tal saírmos hoje?

Eu: Não sei, tenho que ficar com San

Chennie: Jimin não pode ficar com ele só hoje? Por favor!

Chennie: Já faz um tempo que não saímos juntos

Eu: Vou falar com ele e qualquer coisa aviso. Hoje ele chegará tarde, por isso não sei se tem como

Chennie: Tudo bem, fale com ele. Está no trabalho?

Eu: Sim

Chennie: Certo, mais tarde nos falamos

Eu deixei o celular sobre a mesa e voltei para o lado de Jungkook, o mesmo assinou o papel e entregou para Lee – seu advogado.

— Era só isso mesmo, qualquer coisa ligamos para vocês. — meu advogado disse e assentimos.

Os mesmos se levantaram e nós também, nos despedimos e agradecemos pelo bom trabalho. Logo após eles saírem da sala, Jungkook me abraçou e me girou no ar.

— Eu estou muito feliz! — disse ele me colocando no chão novamente.

— Cuide bem do meu filho, entendeu? — falei arrumando sua gravata.

Nosso. — ri nasal.

— Tanto faz... Por que se atrasou?

— Estava um trânsito horrível, desculpe. ㅡ voltamos a nos sentar.

— Tudo bem. O importante é que tudo ocorreu bem.

— Exatamente... Pelo visto, você e Jimin se divertiram ontem à noite. — passei a mão no pescoço.

— Bem... Ainda estamos juntos. — Jungkook assentiu.

— Claro. Ainda são um casal, mas diferente de você, ele acha que é um relacionamento aberto e que pode sair transando com outra. — eu respirei fundo.

— O que você quer, Jungkook? — o mesmo olhou para as janelas da minha sala.

— Pode fechá-las? — eu me levantei e fui pegar o controle das persianas, para quem tivesse fora da sala, não enxergasse nada aqui dentro.

— Pronto. — falei, enquanto voltava para o sofá.

— Quer que eu prove que se você me der um único beijo, vai ficar sedenta por mim? — revirei os olhos.

— Não, obrigada.

— Qual é, Jimin deve estar com outra. — por um momento pensei no que ele me disse sobre chegar tarde em casa por causa do trabalho.

— Agora, não... Mas, a noite é provável.

— Ele disse que vai chegar tarde? — assenti.

— E eu percebi que ele estava fingindo, que era por causa do trabalho.

— Então, não quer passar um tempo comigo? Ele já sabe, você já sabe... Isso é apenas questão de tempo, daqui a pouco vocês irão terminar mesmo.

— Você é mesmo insuportável, não é? — disse me levantando do sofá e indo para minha mesa.

— Sim, mas eu sei que você gosta. — senti ser virada brutalmente e Jungkook me encostou na mesa. — É apenas um beijo, prometo que não passa disso.

— Ai, Jeon... Eu nã...-

Antes que eu terminasse de falar alguma coisa, Jungkook selou nossos lábios e por impulso, eu acabei retribuindo. O maior me segurou pelas coxas e me pôs sobre a mesa, suas mãos apertavam minhas coxas com certa força. Jeon foi descendo os beijos para meu pescoço e eu agarrei seus cabelos, ele voltou a beijar meus lábios e eu entrelacei minhas pernas em sua cintura.

A sensação dos seus lábios era boa e viciante. Jungkook tinha um jeito único de beijar e era bom, seus lábios finos tinham gosto de morango e as vezes cereja; o sorriso pervertido do maior estava estampado em seu rosto, as mãos dele acariciando minhas coxas me causavam arrepios, o olhar penetrando me deixava desnorteada. Seus lábios rosados eram um de seus charmes, os fios de cabelo cobrindo um pouco seus olhos e a camisa social branca, marcando seu abdômen, isso tudo estava chamando minha atenção.

Em momento algum eu me vi nesta situação, voltando a ter atrações por Jungkook, ou até mesmo pensando na possibilidade de ter uma noite com ele; mesmo que Jimin esteja saindo com outra, não acho certo eu fazer o mesmo que ele.

— Hum... Querida, eu sei que você quer isto tanto quanto eu. — o maior segurou meu cabelo e deu uma leve puxada, fazendo minha cabeça tombar para trás e mais alguns selares foram deixados no meu pescoço.

— Ah... Você é um convencido, Jeon. — disse e mordi o lábio inferior.

— Se você se entregar, sabe que não vai se arrepender. — voltei a olhá-lo e agarrei sua camisa.

— E se eu me arrepender, uh? — Jungkook passou a língua nos lábios e me olhou de cima a baixo.

— Tenho certeza que não. — o mesmo aproximou seu rosto do meu e chegou perto do meu ouvido, logo sussurrando. — Saiba que se me der uma chance de fazê-la sentir prazer de verdade, eu vou. Imagine minha mão passando por todo seu corpo, tocando-o delicadamente, fazendo você se arrepiar dos pés à cabeça e gostando da sensação... Eu deixaria selares por todo seu corpo e deixando algumas marcas e mordidas, pois eu sei que você gosta disso... Depois eu a penetraria com meus dedos, a deixando com mais vontade e eu faria movimentos lentos, para torturá-la antes... Chegaria em um ponto de implorar para eu estar dentro de você, a preenchendo e fazendo-a gemer meu nome sem parar, até ficar sem voz, nossos corpos conectados a noite inteira, vocês gostaria disso, uh? — ele adentrou uma de suas mãos por dentro do meu vestido e a passou em minha intimidade, coberta pela peça íntima. — Pelo que estou sentindo, sim, gostaria... Está louca para me sentir, mas não quer admitir. Eu poderia foder você agora mesmo e fazer que todos soubessem que eu sou o cara que realmente a faz sentir prazer, que lhe deixa louca por mais, louca para ser penetrada com força e rapidez. Infelizmente, esse é um lugar de trabalho e não podemos, mas assim que tivermos uma oportunidade, vou fazer você revirar os olhos de tanto prazer.

Ao imaginar a cena, senti minha calcinha ficar cada vez mais molhada e me xinguei mentalmente por estar com vontade de tê-lo dentro de mim. A minha respiração estava um pouco mais pesada e conseguia sentir borboletas em meu estômago; Jungkook sorriu de ladinho e eu selei nossos lábios, desci uma das minhas mãos até sua calça e senti o volume do mais velho, logo dando uma leve apertada e ele soltou um gemido baixo.

— Eu estou louco para senti-la, como na primeira vez... Mas, dessa vez estaremos com mais desejo um pelo outro. Admita, meu amor... Quer me sentir novamente. — Jungkook me tirou de cima da mesa. — Hum, você quer isto?

— Talvez... — passei a língua nos lábios e Jungkook agarrou meu pescoço. Ele estava me olhando no fundo dos olhos e apertou um pouco mais meu pescoço. —, Jeon... Eu quero você. 


Notas Finais


/capítulo betado. Caso haja algum erro, me desculpem.
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Eu sei que não ficou tão bom, mas foi o que eu consegui escrever.
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Espero que tenham gostado e até o próximo capítulo!
.
¡AVISO!
Gente, eu gostaria de pedir que todos vocês – leitorxs –, ficassem dentro de casa, se cuidando. Por favor, não saiam de casa, principalmente se já tiverem casos de Covid-19 confirmados em suas cidades, tudo bem? Se cuidem!
.
Beijos e Tchau!


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