História O Vizinho do Oitavo Andar - Capítulo 11


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Pwp
Visualizações 2.522
Palavras 6.191
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 11 - Onze.


Eu tinha certeza absoluta de uma coisa: Jeongguk era o verdadeiro sinônimo de perdição.

A língua quente trilhou o meu pescoço da maneira mais gostosa possível quando sua ereção resvalou-se mais uma vez entre as minhas nádegas arrebitadas. Ele estava quente feito o fogo. Eu estava excitado pra caralho.

As mãos dele pararam em minha cintura no momento em que ele se resvalava deliciosamente em mim como se precisasse disso para continuar respirando. Talvez precisasse mesmo, assim como eu também precisava sentir todo aquele calor que envolvia o meu corpo inteiro de uma forma insana. Era completamente delicioso como poucas coisas na vida. Na verdade, eu nunca tinha me sentido assim antes. Jeongguk conseguia me proporcionar novas sensações o tempo todo, conseguia me mostrar – sem nem fazer tanto esforço assim – que a vida era mais do que eu achava que era, e que o prazer, bem, poderia ser de fato, surpreendente.

Ao ter o lóbulo da orelha capturado pelos dentinhos que sempre conseguiram tirar todo o meu controle, me permiti soltar um ofego impressionado; eu estava gostando muito de sentir aquele volume bem indecente encostando-se em mim.

Jeongguk não queria esconder de forma alguma o quão prazeroso estava sendo aquela experiência para ele também. Claramente deve ser o ápice da conquista conseguir foder com um cara que sempre se intitulou heterossexual, um cara que sempre o negou o máximo possível quando necessário, mas que no fim, não foi capaz de resisti-lo.

Vamos combinar, Jeongguk sabia muito bem como deveria jogar.

E ele sempre ganhava.

Mas, de qualquer forma, para mim também estava sendo muito gostoso, devo confessar. Gostoso até demais. Eu estava preso em sua teia de desejo. Explorava todo o prazer que eu ainda desconhecia e esperava saber de uma vez por todas qual era a sensação que Jeongguk sentia quando eu o invadia, porque se fosse levar em consideração a maneira como ele parecia gostar, eu também estava no lucro ao permitir aquela mudança na cama.

Seus dedos cravaram em minha pele, próximo ao abdômen quando Jeongguk aprisionou um pedaço de pele da minha nuca entre os dentes. Soltei um gemido rouco e minha ereção aprisionada pela calça jeans estava começando a ficar dolorida. Cada toque daqueles dedos mágicos me deixavam cada vez mais excitado, era como se Jeongguk fosse feito sob encomenda para testar a minha sanidade. Talvez fosse. Ou eu era apenas um cara que havia tirado a sorte grande.

Foi nesse momento onde ele desabotoou a própria calça jeans e desceu o zíper. O som característico fez com que meu coração disparasse com força. Ousei olhar por sobre o ombro mais uma vez e vi o momento exato em que Jeongguk desceu-a. A boxer preta cobria tudo o que eu gostaria de ver. De qualquer forma, era possível notar o pênis completamente desperto apontando em direção às minhas nádegas. Os olhos do garoto se encontraram com os meus e um sorrisinho extremamente malicioso ornamentou seus lábios.

Como ele conseguia fazer isso comigo? Como me moldava com tanta facilidade? Foi o que me perguntei no momento. Mas, acho que eu jamais teria uma explicação plausível para tais perguntas, provavelmente. Eu estava no quarto de Jeongguk, a chave da porta se encontrava em algum lugar que não me interessava, a ereção que eu havia causado nele estava apontando para mim e havia aquela tensão sexual no ar tão grande que eu poderia tocar. Livrando-se dos tênis, meias, camisa e da calça por completo, voltei a senti-lo atrás de mim.

— Eu tenho uma notícia muito boa para você, hyung. – Jeongguk falou com a boca colada na minha orelha de propósito só para me causar um arrepio bem gostoso.

— E eu posso saber qual é?

— Você nunca mais vai conseguir se esquecer do que vai acontecer hoje.

— É mesmo? – indaguei e movimentei meus quadris, minhas nádegas deslizando-se em seu pênis.

— Uhum. – afirmou. — E se eu não estiver enganado, você está bem ansioso, não é?

E eu estava, era verdade. A excitação percorria por cada extensão do meu corpo, tudo o que Jeongguk fazia tinha a capacidade de me arrepiar, me descontrolar. Enquanto eu apoiava as mãos na parede, Jeongguk aproveitou-se para deslizar a destra até o zíper da minha calça, ameaçando abri-lo. A quentura de sua mão tão próxima de minha ereção dolorida me fez enlouquecer.

Ele não deixou de reparar que remexi o corpo de leve quando a sua piedade finalmente surgiu e ele desceu o zíper de uma vez por todas, abrindo o botão logo em seguida. Os dedos brincaram no passador da calça quando eu dei um jeito de me livrar dos tênis e meias. Assim que meus pés pousaram no chão gelado, Jeongguk depositou um beijo molhado em meu ombro que me fez soltar um suspiro. Foi rápido quando o meu jeans deslizou em minhas pernas e, completamente livre dela, tive a sensação mais concreta do pênis de Jeongguk encostando-se em mim. Minha primeira impressão foi de que ele estava muito duro, muito duro mesmo, e a segunda foi de que eu não estava receoso. Se querem mesmo saber, eu estava muito à vontade diante da situação e deveria aproveitá-la ao máximo possível. Jeongguk sabia o que estava fazendo e tudo estava ocorrendo perante a minha vontade.

— Estou. Na verdade, muito mais ansioso do que você imagina. Quero ver se você sabe foder bem mesmo como diz que sabe.

A minha frase pareceu mexer com Jeongguk porque eu tive o corpo virado no mesmo instante. Agora, de frente para ele, sentindo sua respiração quente permutar-se com a minha, tive a certeza absoluta de que meu coração errou uma ou duas batidas. Meu pênis pulsou em resposta na mesma hora quando ele o envolveu com seus dedos quentes, pressionando bem de leve por cima da boxer.

— Não duvide de mim, hyung, porque eu vou te surpreender. – E eu sabia que era verdade. Sorri maliciosamente quando Jeongguk movimentou a mão em meu pênis sem desviar os olhos de mim.

— Vai mesmo, é?

 Sua boca se aproximou da minha e eu achei que nos beijaríamos, caso ele não sussurrasse:

— Eu quero que coloque toda a sua confiança em mim agora. porque vou cuidar de você bem direitinho e vou meter tão gostoso que irei te ouvir gemer e pedir por mais, muito mais.  

Minha respiração estava ficando cada vez mais descompassada. Aparentemente, ouvi-lo dizer obscenidades também me deixava muito excitado. Com uma das sobrancelhas inclinadas, Jeongguk puxou-me para ele, seus lábios colando-se com uma vontade assombrosa (e deliciosa) nos meus. O beijo tão agressivo transmitia todo o tesão que sentíamos naquele momento. Sua língua gostosa encontrou-se com a minha e massageou-a enquanto meus dedos infiltravam-se entre seus cabelos extremamente lisos. Senti o gosto de álcool na sua boca macia e creio que ele também sentiu na minha, o que foi sensacional porque isso conseguiu me excitar ainda mais.

Apertei a nádega de Jeongguk que gemeu deliciosamente em aprovação durante o beijo, resvalando seu corpo no meu, o perfume delicioso inebriando-me como já era de costume. Em algum segundo daquele momento tão quente e cheio de provocações, levei minha mão até seu pênis, massageando-o bem devagar. Limites já não me interessavam mais. Era excelente que eu tivesse vontade de mergulhar bem fundo no que estávamos tendo e não ficasse refletindo tanto assim nas consequências como costumava.

Eu já estava envolvido demais. Mais do que envolvido.

Quando eu estava tão perto assim de Jeongguk, era como se ele pudesse controlar facilmente todos os meus pensamentos, me transformando em alguém completamente maníaco pelo sexo. O sexo puro, selvagem, recheado de provocações e várias descobertas. Eu sentia uma vontade sobrenatural de me envolver de prazer, uma urgência de tocar aquele garoto de todas as formas possíveis, assim como também precisava sentir seus dedos em mim carregados de uma malícia incomum e tão instigante.

Constatando que Jeongguk estava extremamente excitado, consegui arrancar mais um gemido abafado dele e mordisquei seu lábio com vontade quando me permiti ousar ainda mais, deixando que minha mão adentrasse em sua boxer e meus dedos, imediatamente, capturaram a ereção.

A glande já estava deliciosamente molhada quando meu polegar massageou o local. Possivelmente consegui descontrolá-lo ainda mais porque ele puxou-me pela nuca e quando dei por mim, já estávamos deitados na cama dele. Jeongguk por cima e eu por baixo.

Meus pulsos foram envoltos pelos seus dedos céleres e quando abri os olhos, com a respiração completamente desregulada, ele sorriu com uma malícia indisfarçável quando ondulou o quadril contra o meu bem devagar, onde consegui sentir perfeitamente o seu volume contra o meu. Aquilo era fodidamente erótico. Seus lábios foram parar em meu pescoço, a língua desvendando a minha pele arrepiada, deixando caminhos molhados e arrancando gemidos do fundo da minha garganta.

— É isso o que eu gosto de escutar... – Jeongguk murmurou baixinho e eu conseguia ver a sua satisfação. — Seus gemidos pra mim, só pra mim. – capturou um pouco mais de pele do meu pescoço quando eu inclinei meu quadril um pouco mais para cima, resvalando-me nele porque a sensação era incrivelmente deliciosa. Minha ereção já molhava a minha boxer, eu conseguia sentir. — E olha que estamos só começando.

Ele permitiu que um sorrisinho malicioso escapasse quando ficou de joelhos sobre o colchão macio, olhando para o meu corpo como se eu fosse a pessoa mais espetacular do mundo. Minha ereção pulsou com força no interior da boxer mais uma vez, e quando eu levei a mão até o volume para tentar me aliviar pelo menos um pouco, Jeongguk fora espantosamente mais rápido e novamente segurou meus pulsos, impedindo-me de realizar qualquer movimento que eu tivesse em mente.

— Não. Não mesmo. Deixe isso comigo, é bem mais gostoso, você sabe muito bem que é. – disse.

Ajeitei minha posição na cama quando Jeongguk continuou ajoelhado à minha frente entre as minhas pernas, e eu apoiei as costas na cabeceira da cama. Seus olhos toparam outra vez em minha boxer que já estava com uma grande área molhada. Jeongguk inclinou o corpo para frente, deitando-se de bruços no espaço entre as minhas pernas e sua boca apenas encostou-se no volume aprisionado, mas fora o bastante para que eu sentisse o ar quente entre os lábios entreabertos. Ter Jeongguk com a boca tão próxima do meu pênis era uma cena esplêndida.

— Estou doido para sentir a sua boquinha em mim, Jeongguk.

— É mesmo? – A língua voltou a encostar-se justamente onde a glande se encontrava e eu sei que Jeongguk conseguiu sentir o meu gosto na ponta da língua. Seu sorriso travesso apareceu mais uma vez. — Vamos tirar isso aqui primeiro... – Seus dedos puxaram o elástico da boxer para baixo, e em uma questão de segundos me vi completamente nu na frente do garoto, minha ereção tão perto de seu rostinho perfeito que me desestabilizou.

— Sim... Me chupa agora bem gostoso, chupa.

Ele mordeu o lábio inferior em um segundo como se estivesse ansioso por isso e a língua quente e molhada arrastou-se na base do meu pênis bem devagar, parando na glande para me provocar. Essa simples ação enviou um choque para o meu corpo inteiro. O jeito como ele olhava para a minha ereção molhada deixava em evidência que sua boca estava sedenta pelo meu pau, era óbvio que ele desejava me chupar bem gostoso como sempre chupou.

— Seu pedido é uma ordem. – Foi o que ele disse antes de sua boca moldar-se na minha glande.

Eu gemi. Gemi alto, o som ecoando pelo quarto, uma prova concreta de que eu estava sendo vítima de Jeongguk mais uma vez. Acredito que nenhum convidado nos escutou por conta da música alta, mas se tivesse escutado, eu não estava ligando para isso. O prazer que eu sentia ao tê-lo me chupando tão bem era algo incrível, acreditava que não existia nada melhor. Era Jeongguk ali, o garoto que me tinha nas mãos por completo, que podia me render da forma que bem entendesse, me olhando com muita intensidade, e bem satisfeito por me proporcionar tamanho prazer.

A ponta da língua realizava diversos movimentos de tirar o fôlego, subindo e descendo, fazendo-me crescer ainda mais no interior de sua boca perfeita e quente, quase revirei os olhos de tanto prazer.  Os movimentos que ele realizava com a cabeça eram levemente cuidadosos, havia uma pressão gostosa na maneira como ele me sorvia e gostando muito dos meus gemidos, ele gemeu também.

Havia alguma coisa na boca de Jeongguk que me levava a loucura, a sua experiência era inquestionável, a língua trabalhando fervorosamente, a quentura, a forma como me deixava ir fundo até sua garganta, fazendo-me desejar ser chupado sempiternamente. Uma das mãos segurou a base e sua boca se afastou minimamente, fazendo um som de ploc. Os olhos me encararam com sensualidade ardente e para completar, um sorrisinho traiçoeiro surgiu para me tirar do sério.  

— Te chupar é tão gostoso, hyung. Gosto muito de te ver enlouquecer conforme dedico toda a minha atenção especialmente para você. – A língua aveludada atravessou a glande uma vez, fazendo-me apertar a roupa de cama. Arfei, e tive a legítima impressão de que ele se divertiu com isso. — É sério, é tão bom. – A língua atravessou a glande novamente, seus olhos fixos em como a minha boca formou-se um bico automaticamente por conta do prazer.

Não satisfeito, ele tornou a me chupar novamente, meu gosto misturado a sua saliva, minha respiração falhando miseravelmente, o tesão apenas crescendo e se tornando impossível de controlar. Ele era lindo de todas as maneiras, mas me chupando daquela forma, os olhos tão intensos, a satisfação tão evidente… Ah, era demais para mim. Uma das minhas mãos foi parar entre seus cabelos ao mesmo tempo em que minha glande tocou a sua garganta outra vez. Era uma verdadeira tortura.

— Puta merda, Jeongguk. Isso é... – Eu nem ao menos conseguia terminar a frase.

— Eu sei que é, hyung... – Ele disse logo depois, me masturbando com muita vontade. — Agora, vou fazer uma coisinha diferente contigo, ok? Pode acreditar em mim, você vai gostar bastante.

Assenti. Ele começou a chupar os meus testículos de leve, a mão não deixando de trabalhar em meu pênis. Eu estava muito à vontade ao senti-lo, era incrível o fato de como ele realmente queria me satisfazer de todas as formas possíveis. De repente, meu corpo inteiro se retesou quando sua língua quente, úmida e deliciosa desceu um pouco mais, aproximando-se da minha entrada.

Precisei fechar os olhos quando senti claramente a língua atravessar o local extremamente sensível. Eu sabia que Jeongguk se contorcia inteiro quando era tocado na região, mas eu não fazia ideia de que seria tão delirante assim ter a sua língua me umedecendo daquela maneira tão inusitada. Era como se eu estivesse inteiramente coberto de terminações nervosas e o garoto me surpreendesse com choques intensos.

Respirei fundo e soltei o ar pela boca ao tentar não gemer. As mãos de Jeongguk separaram as minhas nádegas assim que ele percebeu que eu estava cada vez mais impressionado com o que estava acontecendo, coberto de um prazer até então desconhecido, senti-me contrair involuntariamente, mas a língua de Jeongguk em mim durante alguns segundos me fez relaxar novamente.

Eu não senti vergonha, por incrível que possa parecer, nada mais parecia importar quando a língua deliciosa buscava por espaço dentro de mim, molhando tudo o que deveria molhar, me arrancando múltiplos suspiros satisfeitos. Havia uma coisa que eu deveria ter certeza daqui para frente: Sempre existiria uma nova maneira de Jeongguk me surpreender e extrair qualquer resquício de sanidade.

Era como se o meu vizinho tentasse me foder com a língua como uma visível forma de provocação. Aquilo era gostoso pra caralho. Algum som um pouco mais alto escapou entre a minha boca quando minhas nádegas foram apertadas de leve e meu estômago ardeu de ansiedade e muito desejo.

Ele começou a me masturbar ainda mais rápido quando senti uma mordida na nádega direita e ouvi um risinho baixinho quando ele percebeu que eu estava aprovando tudo aquilo que estava acontecendo em seu quarto. Como poderia ser tão bom assim? Naquele instante acabei percebendo que eu não conhecia o meu corpo tão bem quanto achei que conhecia. A sorte era que eu tinha Jeongguk para me mostrar que o deleite estava muito além da minha imaginação.

Repentinamente a masturbação fora interrompida e quando ele ergueu o rosto, sorriu da forma mais libertina possível, causando-me um arrepio da cabeça aos pés. Jeongguk ficou de joelhos na cama e eu me dei conta de que seu membro voltou a resvalar outra vez entre a minha entrada algumas vezes. Engoli em seco, não desviando o olhar do seu, me sentindo completamente paralisado diante de tanto prazer.

— Fica de quatro pra mim, hyung. – pediu inesperadamente. Sua voz estava mais rouca, demonstrando toda a sua necessidade de fazer o que tinha em mente.

Completamente inebriado de tesão, não senti a mínima vontade de recusar, óbvio que não. Em um movimento rápido, ajoelhei-me na cama e apoiei os cotovelos no colchão. Senti-me bem exposto, mas ainda assim não havia nenhum resquício de vergonha em mim. Acreditava que, àquela altura, eu já confiava bastante em Jeongguk a ponto de me sentir à vontade com o que estava acontecendo. Quando eu olhei por sobre o ombro, observei que Jeongguk estava praticamente me comendo com os olhos, provavelmente era surreal para ele acreditar que estava prestes a me foder.

Com ousadia, fiz questão de rebolar bem lentamente e foi nesse momento que Jeongguk pareceu enlouquecer ainda mais porque senti um tapa fraco na minha nádega. Meu coração palpitou ainda mais rápido e afastei as pernas ainda mais. Jeongguk segurou seu membro e deslizou a glande na minha entrada. Eu estava excitado para caralho, tanto é que o pré-gozo escapava da minha fenda e molhava o lençol de Jeongguk enquanto eu o sentia quente e necessitado atrás de mim.

— Que bunda gostosa, hyung. Seria um crime terrível e imperdoável se você não me deixasse te comer bem gostoso. – Ele murmurou, recheado de uma excitação praticamente palpável. — É uma delícia ter você todo abertinho assim pra mim.

Excitado. Eu estava tão excitado que não conseguia mais medir minhas ações.

— Porra, Jeongguk... – Eu gemi, suas fortes confissões conseguiam me deixar tão fora de mim que era até mesmo difícil de explicar.

— Você quer que eu te foda, não é? – Ele indagou.

— Sim, eu quero, Jeongguk. Eu quero que você me foda, faça comigo de uma vez por todas o que você tem vontade.

Olhei para trás novamente e suas íris se enegreceram ainda mais por conta do desejo. Seu lábio fora mordiscado e seu sorriso provocante, o meu favorito, voltou a me atiçar.

— E pode ter certeza absoluta de que eu vou te foder, hyung. Mas antes, quero brincar um pouquinho com você. Teremos uma diversão completa hoje, você vai ver.

— O que você quer dizer? – perguntei. Minhas mãos estavam transpirando, eu notei.

Fiquei confuso, mas quando ele inclinou o corpo para o lado, abriu a segunda gaveta da escrivaninha e tirou de lá um tubo de lubrificante e um vibrador prateado, o meu sangue começou a correr muito rápido por todo o meu corpo.

— Não se preocupe, vai ser extremamente prazeroso pra você. Quando eu disse que você não conseguiria se esquecer de hoje, não estava falando da boca pra fora.

— Você... Sempre teve esse vibrador? – Eu o imaginei brincando com ele e foi incrível como a minha boca secou na hora.

— Hyung... – Ele riu e abriu o tubo de lubrificante, espalhando-o na minha entrada. Era gelado, mas ao mesmo tempo extremamente gostoso. Ele deslizou os dois dedos cheios de produto em mim, não chegando a penetrar, mas precisei mordiscar o lábio inferior com força. — Eu tenho vários. Como um bom pirralho que sou, preciso ter meus brinquedinhos, não acha? Mas esse aqui... – Ele segurou o vibrador prateado, a expressão tão sádica que me fez pulsar. — Comprei especialmente para você. Considere um presentinho, depois você poderá brincar quantas vezes quiser porque algo me diz que você vai gostar muito dele. – Ele inclinou o corpo para frente novamente, seu tronco encostando-se em minhas costas, a ereção totalmente desperta entre minhas nádegas. — É só não me trocar por ele, combinado?

— Não vou trocar. – respondi rápido, interessado em saber como aquele brinquedinho funcionava.

Não satisfeito, Jeongguk jorrou mais lubrificante entre as minhas nádegas, eu conseguia sentir o líquido escorrendo nas minhas pernas devagar, me causando uma sensação gostosa. Depois de lubrificar o vibrador também, colocou o tubo sobre a escrivaninha e Jeongguk voltou a prestar o máximo de atenção em mim.

Definitivamente não havia nervosismo nenhum em mim, apenas a vontade de conhecer aquela sensação de uma vez por todas. Antes que ele pudesse começar a brincar comigo, eu senti seus lábios molhados na direção da minha coluna bem devagar e todos os meus músculos do meu corpo relaxaram imediatamente por conta da satisfação. Sua boca foi descendo suavemente em minha pele, fazendo um caminho reto e delicioso até que uma das minhas nádegas fora mordiscada com um pouco de força.

— Porra, hyung, que delícia de visão. – comentou.

Pude sentir dois dedos em minha entrada, circulando o local, me deixando louco. Dei-me conta de que o vibrador fora ligado quando um som começou a ecoar no quarto dele, e antes mesmo que eu fosse capaz de dizer qualquer coisa que fosse, ele levou o brinquedinho até o meu pênis, fazendo-o vibrar no meu falo. Meu corpo inteiro se arrepiou diante daquela sensação tão deliciosa ao mesmo tempo em que eu era massageado.

— Puta que pariu! – murmurei, apreciando demais o fato de o vibrador estar me proporcionando àquela sensação tão deliciosa que eu jamais um dia conseguiria imaginar. Meus joelhos enfraqueceram sobre o colchão e eu me abri ainda mais. Escutei um risinho sádico vindo de Jeongguk. Mais pré-gozo melou a roupa de cama, meus dedos ficaram fracos e meu corpo extremamente sensível.

— É gostoso, não é?

— A-aham...

Enquanto o vibrador estimulava o meu pênis, senti a glande de Jeongguk tocar a minha entrada novamente. Era como se ele precisasse me testar e ao mesmo tempo saciar o prazer e a vontade que tinha de me foder logo. Acontece que, como era a minha primeira vez naquilo, ele agia aos poucos, aumentando minha expectativa e me preparando da melhor forma possível.

Ele estava duro demais, a ereção pulsando, a glande molhando a minha entrada de forma deliciosa. No entanto, fora justamente nesse instante em que o vibrador se desencostou do meu pênis para voltar a resvalar-se em minha entrada bem devagar, o material levemente gelado, vibrando, circulando em mim.

Ao arriscar-me em olhar para trás, os olhos de Jeongguk estavam brilhando como se estivessem em chamas enquanto ele se tocava com uma mão e me proporcionava muito prazer com o meu presente especial. Eu estava completamente relaxado, graças a Jeongguk, e exatamente por isso que o incômodo que eu senti ao ter o vibrador penetrando em mim bem devagar não fora tão absurda quanto eu achei que seria, muito pelo contrário. Aquilo era... Porra, eu não conseguia nem ao menos descrever.

O garoto não forçou mais o brinquedo, apenas permaneceu firmando-o enquanto eu enlouquecia diante daquelas vibrações intensas. Havia uma ardência deliciosa, mas eu já estava tão lubrificado que prestava mais atenção no prazer do que em qualquer coisa. Acredito que a visão que o Jeongguk estava tendo de mim em sua cama, de quatro, controlando-me para não começar a me contorcer por conta de um vibrador, era excitante demais porque eu consegui escutar um gemido delicioso rasgando sua garganta ao mesmo tempo em que meus dedos se firmaram na cabeceira da cama. Minha pele estava quente, eu conseguia sentir, orvalhada de suor.

— Tão deliciosamente excitado... – A voz de Jeongguk estava carregada de um tesão extraordinário. Eu não consegui falar nada, apenas assenti positivamente com a cabeça, sentindo a respiração falhar cada vez mais. Sem avisar, Jeongguk aumentou a velocidade do vibrador e gemeu outra vez quando escutou meu gemido, eu já não era mais capaz de contê-los.

— Jeongguk... – Eu murmurei, minha língua parecia embolar-se. Tão gostoso. Em um instante, senti o meu corpo se contorcer duas vezes seguidas quando ele impulsionou o vibrador em meu interior, indo e voltando, completamente atento em mim. Levei uma das mãos até a minha ereção inflamada.

— Sem se tocar ainda, hyung. – reprovou-me.

— Mas...

Aumentou a velocidade novamente. Quando eu pensava que não tinha como ficar ainda mais gostoso, eu era surpreendido. Meus joelhos se enfraqueceram e meu peitoral caiu na cama, eu estava me sentindo fraco diante de tanto prazer. Quando dei por mim, já estava deitado de bruços e Jeongguk continuava indo e voltando com o brinquedo em meu interior. Meu pênis, quente e muito duro em contato com o colchão também me causava uma sensação maravilhosa, e exatamente por isso que comecei a pressioná-lo contra a roupa de cama em busca de alívio, o pré-gozo molhando tudo o que tinha direito.

Em algum momento eu senti a mão de Jeongguk em minha cintura enquanto brincava comigo. Minha entrada queimava pela fricção gostosa, e o vibrador deslizava-se com tanta facilidade para o meu interior, vibrando e enlouquecendo-me. Eu sussurrei o nome de Jeongguk ao mover-me mais sobre a cama, sentindo meu coração bater cada vez mais forte.

Foi nesse momento que o vibrador fora desligado e o meu vizinho colocou-o sobre a escrivaninha. Fechei os olhos, tentando lidar com aquela situação.

— Acredito que agora você já está bem preparado, certo? – Ele indagou, curioso. Abri os olhos novamente e, ainda com as pernas trêmulas, voltei a apoiar os joelhos no colchão, olhando para trás. — Eu sou tão bonzinho com você. Imagina só que falta de consideração seria te foder a seco... – A voz ficou ainda mais arrastada. — Mas, eu sou muito cuidadoso e te preparo bem direitinho...

— E sabe o que eu quero? – perguntei com urgência. — Te sentir dentro de mim agora.

— Será que você vai aguentar? – Era um claro desafio. Qualquer um conseguiria ver que eu estava sedento por mais toques.

— Não há nada nessa vida que eu não aguente, Jeongguk.

O garoto não resistiu mais aquela situação e assim que me empinei descaradamente, ele colocou-se no meio de mim, o pênis molhado brincando entre o local. Voltei a fechar os olhos, totalmente concentrado naquele momento. Eu tinha absoluta certeza do que eu desejava, tanto é que, provocantemente, rebolei os quadris, demonstrando a minha ansiedade e vontade. Minhas nádegas foram apertadas pelos seus dedos firmes, espalmando-as impiedosamente. Imaginei que elas ficariam completamente vermelhas, o que me proporcionava uma excitação incrível.

Sem mais cerimônias, Jeongguk firmou o pênis e penetrou em mim de uma maneira tão lenta que fora mais do que evidente que ele estava sendo cuidadoso comigo. O prazer mútuo era o seu foco. Meus batimentos cardíacos se aceleraram enquanto eu o sentia dentro de mim, tomando uma profundidade cada vez maior. Meu suspiro de satisfação e dor tomou o quarto, meus anéis ao redor do membro dele faziam com que eu sentisse um incômodo, mas ao mesmo tempo, excitação. Ele não se mexeu nos primeiros segundos, tentando fazer com que eu me acostumasse com a invasão e os lábios voltaram a tocar em minhas costas.

Ser preenchido pelo meu vizinho era muito diferente do que experimentar aquele brinquedo. Com Jeongguk, eu sentia-o quente em mim, macio, pulsante, necessitado. Era delirante. A língua atravessou a minha pele, a respiração rápida dele me fazendo arrepiar. Pelo fato de eu não estar sentindo muita dor logo na primeira vez, me fez perceber que o meu vizinho era, de fato, muito bom naquilo.

Eu não estava conseguindo manter uma linha de raciocínio naqueles instantes, só era capaz de aproveitar a sensação deliciosa da língua molhada de Jeongguk se deslizando em minha pele, me provocando inúmeros arrepios. Eu até iria dizer que aquilo estava muito gostoso quando minha cintura fora segurada pelos seus dedos firmes e ele endireitou a postura. Ao fitá-lo, captei o seu sorriso deliciosamente safado.

— Então, vamos ver se você consegue aguentar mesmo. – disse.

A primeira estocada veio sem muita força. Ele apenas queria me testar, provavelmente. Foi o suficiente para que eu fechasse os olhos e respirasse fundo, tentando me controlar. Havia dor, claro, mas continuava sendo suportável. Eu estava tão quente que jurava que pegaria fogo naquele quarto a qualquer momento. Quando ousei abrir os olhos, Jeongguk estava me encarando, as sobrancelhas juntas, os lábios levemente entreabertos.

— É só isso o que você pode fazer? – perguntei com o maior tom de implicância que consegui. Eu sabia que Jeongguk detestava ser desafiado.

Escutei o som rouco de sua risada e então, precisei morder meu lábio com extrema força porque Jeongguk estocou mais uma vez, forte, intenso, as unhas curtas cravando-se em minha cintura. A estocada a seguir veio seguida de outra e mais outra e enquanto ele se afundava dentro de mim com vontade, consegui me esquecer totalmente do incômodo inicial porque o prazer que me encontrou, bem, foi sensacional.

Eu estava meio que preparado psicologicamente para aquela sensação, mas para a minha surpresa, me preparei pouco. Grunhi enquanto Jeongguk tomava o controle da situação, metendo tão forte e tão rápido que não consegui prender um grito por conta da sensação tão prazerosa. Ele também gemeu e além da música que ecoava no apartamento inteiro, também era possível escutar o som dos nossos corpos se chocando com certa brutalidade. Era um som mais do que erótico.

Os quadris se moviam com intensidade para frente e para trás, me proporcionando uma sensação tão deliciosa que eu nunca imaginei sentir. Eu gemi o seu nome, sem me importar se minha voz estava soando meio manhosa, não há como ligar para pequenos detalhes ao ter alguém lhe fodendo maravilhosamente bem. Acredito que o meu gemido lhe deixou ainda mais excitado e inspirado porque Jeongguk aumentou o ritmo das estocadas ainda mais, parecendo se deliciar ao me ver tentando não me descontrolar.

Senti um tapa ardido em minha nádega e quando tornei a olhar por sobre o ombro, Jeongguk estava mordiscando o lábio com força ao preencher-me. Ele lançou o olhar para baixo, mais precisamente para o próprio membro que sumia por entre as minhas nádegas e precisou puxar o ar pela boca, onde um som gostoso ecoou pelo quarto.

Nunca pensei que iria dizer isso um dia, mas eu estava gostando muito de ser dominado daquela maneira, fazia com que instintos despertassem dentro de mim, uma vontade insana de sentir o pênis pulsante e gostoso de Jeongguk ir cada vez mais rápido e forte.

Tudo estava em excesso e gemi novamente quando Jeongguk encontrou um ritmo maravilhoso, me deixando ser ar. Era impossível não gemer, de verdade. A cama já fazia barulho enquanto ele investia em mim, nossos gemidos se confundiam de um jeito muito excitante e nossas respirações estavam eufóricas demais. Repentinamente, quando eu menos esperava, o meu vizinho parou de se movimentar ainda dentro de mim.

— Você se lembra de quando ainda corria de mim, hyung? Quando eu te deixava excitado para caralho, e mesmo assim, você tinha receio de se deixar levar? – perguntou.

— Sim... – respondi, ansiando por mais investidas. Ele não se movimentou, então eu mesmo fiz questão de mover meu corpo, indo para frente e para trás, sentindo seu membro deliciosamente duro dentro mim. — Hum... Eu me lembro.

Era mais do que claro. Eu tinha medo. Medo de gostar de um pirralho. De me deixar envolver. Me parecia uma ideia tão insana...

— E olha só o que está acontecendo agora... – Seu sorrisinho apareceu novamente. — Você mal consegue ficar parado. Está desesperado para que o meu pau te preencha de novo, não é? Olha só como você está rebolando nele... Que delícia, porra. – E então, ele se inclinou para frente, o tronco levemente transpirado colando em minhas costas, a boca extremamente próxima da minha orelha. — Você quer que eu continue te fodendo bem gostoso, não quer? – A língua circulou o lóbulo da minha orelha e eu não tive como controlar meus quadris de novo e tornei a rebolar, sentindo-o pulsar dentro de mim. Sim, eu estava desesperado para que ele continuasse me fodendo tão injustamente bem. Eu precisava disso com toda a certeza do mundo.

— Ah, pirralho... – fechei os olhos com força no momento exato em que seus dentinhos prenderam meu lóbulo com maldade.

Ele soltou um risinho tão gostoso... Eu estava, de fato, enlouquecendo.

— O que é? – indagou.

— Me fode. – pedi. — Me fode agora, Jeongguk.  

— Mas é claro que sim... – Ele voltou para a sua postura inicial, parecendo mais do que satisfeito por me ver praticamente implorar para ser fodido. — Aliás, só para ficar bem claro, essa sua bunda deliciosa me deixa louco.

E então, a estocada veio com força. Minhas pernas tremeram, dos meus lábios, o seu nome escapou. Eu me empinei para trás e alguns palavrões arranharam a minha garganta já que seus movimentos rápidos demais me deixaram mais do que descontrolado. Ele gemeu ao ver a minha reação, por sentir seu membro apertar-se em mim, por sentir um imenso prazer naquele ato.

 O som do encontro de nossos corpos aumentou e eu estava tão fora de mim que não consegui mais sustentar-me de joelhos, minhas pernas tremiam com força. Percebendo a minha situação, Jeongguk segurou a minha cintura para me ajudar, e ele se sentou sobre a cama com cuidado, fazendo com que eu me sentasse sobre ele. Nossos olhos se encontraram, nossos rostos estavam próximos demais. Foi nesse momento que um beijo aconteceu. Um beijo cheio de malícia e desejo.

Meu coração se acelerou com força enquanto seus dedos se embrenharam nos cabelos da minha nuca, a língua se encontrando com a minha, o pênis quente ainda dentro de mim. Mordisquei seu lábio com audácia e rebolei em seu colo bem devagar para lhe provocar e ao mesmo tempo, amenizar a vontade de senti-lo em movimento em meu interior. Eu vi em seus olhos a chama do anseio crescer e o gemidinho que escapou entre seus lábios me deixou ainda mais insano.

Jeongguk levou a mão até a minha ereção, enterrou o rosto em meu pescoço e gemeu. A vibração da sua voz em minha pele me fez soltar um ofego de pura fascinação. Enquanto a minha ereção estava entre seus dedos, ele tornou a me olhar durante alguns segundos. Havia algo intenso demais. Algo que tocou o meu interior. E eu vi o seu sorriso. Não fora o sorriso que eu estava acostumado, aquele lascivo e que despertava em mim milhares de desejos diferentes. Se tratava de um sorriso sincero. Ele estava feliz.

Sem desviar o olhar, encostei nossos lábios de forma suave ao mesmo tempo em que ele aumentou o ritmo da masturbação. Minha glande, encharcada, meu coração batendo com força no peito. Sua boca desceu lentamente e foi parar em meu pescoço, onde depositou leves mordidas molhadas e que com certeza ficaria com marcas depois; porque Jeongguk gostava de deixar marcas em mim sempre que tinha a oportunidade –, e meu corpo mais do que sensível se arrepiou inteiro. Fechei os olhos e me deixei levar, simplesmente.

Rebolei com mais força em seu colo e gemi ao mesmo tempo, demonstrando a minha satisfação e o quanto eu estava enlouquecido. Segundos depois, seu corpo tremeu abaixo do meu, e foi exatamente por isso que comecei a quicar com força em seu colo, meus dedos em seus ombros, o pênis dele indo e voltando em mim enquanto eu ditava o ritmo. Minhas pálpebras cerraram diante de tanto prazer.

— Delícia... – escutei Jeongguk sussurrar.

O ritmo da masturbação aumentou enquanto eu quicava com força sem ter vontade nenhuma de parar.

Aquilo era uma insanidade maravilhosa.

Aquilo era... Jeongguk e eu.

Gemi em seu ouvido e disse que estava gostoso pra caralho. Ele gemeu junto. Minha glande fora pressionada várias vezes e foi o suficiente para que tudo girasse para mim; minha mente se enevoou e antes mesmo de conseguir dizer qualquer coisa, sujei seus dedos após sentir uma onda incrível de prazer rodear o meu corpo inteiro em uma velocidade surpreendente.

Ofegante, ainda permaneci rebolando em seu colo e suas mãos foram parar nas minhas nádegas com certa urgência. Jeongguk separou-as, os dígitos apertando a carne com muita força enquanto eu contribuía para que o seu prazer também chegasse deliciosamente, mas eu não precisei me esforçar muito porque, segundos depois, vi perfeitamente quando seus lábios se entreabriram, um ofego ressoou no ambiente e ele se desfez dentro de mim.   

Com as respirações confusas, encaramo-nos quando tudo terminou. Eu não sabia quanto tempo havia se passado, não me importava, mas a Lua já estava alta demais, o seu brilho prateado era perceptível através das frestas da persiana. Jeongguk ainda estava com aquele olhar recheado de malícia, isso era inegável, mas havia algo diferente de todas as vezes que transamos.

Havia uma... Ternura?

Sim. Era exatamente isso, ternura. Um sentimento tão forte que me deixou entorpecido durante alguns segundos, mesmo que o meu corpo ainda insistisse em tremer por conta do recente orgasmo.

 A pele de Jeongguk estava completamente transpirada assim como a minha, eu senti com perfeição no momento exato em que ele me abraçou quando eu ainda estava em seu colo.

Aquilo me tocou.

E tudo o que eu fiz, foi lhe abraçar de volta.

 


Notas Finais


Eu estava com saudade de vocês, pequenos e lindos anjos.
E aí, o que acharam dessa brincadeirinha deles? Hue. Eu sei que muita gente estava esperando por esse momento...

Vejo vocês no próximo capítulo? ♥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...